
Caso 01 | Cliente com carteira montado pelo Instagram
Cliente começou a relação com o planejadora a poucos meses. Chegou com uma carteira de investimento “montada pelo Instagram”… Carteira sem direção alguma. Planejadora propõe uma reunião com o AAI que diz: “faz mais de 2 anos que não olho para esta carteira”. E aí? Como um verdadeiro planejador atua em um contexto como este?
Caso 02 | Casal de empresários com a “clássica” confusão entre contas PF e PJ
Casal de empresários com a “clássica” confusão entre contas PF e PJ. Cliente a mais de 1 ano com o planejador, mas “no tempo do cliente”. Mesmo o planejador destacando a importância de separar as contas e reduzir os custos, o cliente começa a olhar para isso apenas agora. E um novo desafio emerge: como mudar os hábitos na empresa para que ela não consuma muito dos acionistas. Um planejador deve cuidar apenas da PF ou existem situações que cuidamos também da PJ?
Caso 03 | Um cliente extremamente apressado e ansioso…
Novo cliente amplamente apressado… Primeiro contato com o planejador foi em Janeiro deste ano, mas decidiram começar o planejamento apenas agora, meados do ano. Casal chega na reunião querendo resolver os últimos 50 anos em 50 minutos… Como pilotar uma reunião como esta? Devemos ir no ritmo do cliente ou o cliente deve ir no ritmo do planejador? Ou há um 3º comportamento mais adequado?