Chega ao fim mais um ano musical e bem que gostamos de fazer contas e compilar listas. Tentamos identificar tendências e padrões, mas a verdade é que isso é cada vez mais dificil nos dias de hoje. Vivemos numa altura em que nunca houve tanta música nova, mas também nunca houve tanta música igual.
Em pleno auge do streaming, estudos comprovam que a música que se faz está cada vez mais a seguir as mesmas regras, o mesmo formato, a mesma estrutura de intro-verso-refrão, dentro do mesmo espectro. Depois o algoritmo faz o resto, ajudando a disseminar música que soe mais familiar e, naturalmente, a penalizar quem ouse fazer diferente, sair da norma, dar primazia à criação em vez do bolso cheio.
Será que ainda é possível arriscar? Veremos, mais à frente, na lista dos 20 discos preferidos para os membros da redacção Altamont, uma redacção composta por quase 30 pessoas de várias gerações e com uma palete de gostos bastante diversa. Cada um escolheu os seus 10 discos do ano e, ao todo, foram citados 150 discos diferentes.
Nesta compilação dos 20 mais votados, encontramos saudáveis regressos de veteranos com mais de 30 anos de carreira, alguns nomes fortes do hip hop, guitarras no feminino, jovens a carregar a chama rock e algumas vozes imemoriais, que nos abalaram os sentidos.
Em 2025 devíamos tirar mais fotos mas pronto, aqui fica o nosso retrato do ano!
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Chega ao fim mais um ano musical e bem que gostamos de fazer contas e compilar listas. Tentamos identificar tendências e padrões, mas a verdade é que isso é cada vez mais dificil nos dias de hoje. Vivemos numa altura em que nunca houve tanta música nova, mas também nunca houve tanta música igual.
Em pleno auge do streaming, estudos comprovam que a música que se faz está cada vez mais a seguir as mesmas regras, o mesmo formato, a mesma estrutura de intro-verso-refrão, dentro do mesmo espectro. Depois o algoritmo faz o resto, ajudando a disseminar música que soe mais familiar e, naturalmente, a penalizar quem ouse fazer diferente, sair da norma, dar primazia à criação em vez do bolso cheio.
Será que ainda é possível arriscar? Veremos, mais à frente, na lista dos 20 discos preferidos para os membros da redacção Altamont, uma redacção composta por quase 30 pessoas de várias gerações e com uma palete de gostos bastante diversa. Cada um escolheu os seus 10 discos do ano e, ao todo, foram citados 150 discos diferentes.
Nesta compilação dos 20 mais votados, encontramos saudáveis regressos de veteranos com mais de 30 anos de carreira, alguns nomes fortes do hip hop, guitarras no feminino, jovens a carregar a chama rock e algumas vozes imemoriais, que nos abalaram os sentidos.
Em 2025 devíamos tirar mais fotos mas pronto, aqui fica o nosso retrato do ano!
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Os eleitos pela nossa redação como os 20 melhores discos internacionais de 2024 estão à distância de um clique no play!
Altamont
Chega ao fim mais um ano musical e bem que gostamos de fazer contas e compilar listas. Tentamos identificar tendências e padrões, mas a verdade é que isso é cada vez mais dificil nos dias de hoje. Vivemos numa altura em que nunca houve tanta música nova, mas também nunca houve tanta música igual.
Em pleno auge do streaming, estudos comprovam que a música que se faz está cada vez mais a seguir as mesmas regras, o mesmo formato, a mesma estrutura de intro-verso-refrão, dentro do mesmo espectro. Depois o algoritmo faz o resto, ajudando a disseminar música que soe mais familiar e, naturalmente, a penalizar quem ouse fazer diferente, sair da norma, dar primazia à criação em vez do bolso cheio.
Será que ainda é possível arriscar? Veremos, mais à frente, na lista dos 20 discos preferidos para os membros da redacção Altamont, uma redacção composta por quase 30 pessoas de várias gerações e com uma palete de gostos bastante diversa. Cada um escolheu os seus 10 discos do ano e, ao todo, foram citados 150 discos diferentes.
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Em 2025 devíamos tirar mais fotos mas pronto, aqui fica o nosso retrato do ano!