
Toda empresa vive entre dois pontos: onde está e onde pode chegar. Esse intervalo se chama gap e, ao contrário do que muitos pensam, é ali que organizações desmoronam. Não por falta de clientes, crise ou concorrência, mas pelo descompasso entre potencial e desempenho. O gap aparece quando a estratégia não conversa com a execução, quando o discurso não sustenta a prática e quando a cultura não acompanha a ambição.
Fechar o gap não é correr mais, é alinhar melhor. É medir o que importa, confrontar a realidade, ouvir quem tem visão e ajustar a rota com disciplina. Negócios que crescem de forma consistente são os que entendem que o gap não é inimigo. É diagnóstico. É termômetro. É direção. É a prova de que ainda existe espaço para evoluir. Empresa que não tem gap está parada no tempo.
A diferença entre tropeçar no gap ou usar ele como trampolim está na clareza do líder. Quem reconhece o que falta tem poder de romper. Quem ignora o espaço cai nele. Mind the gap é mais do que um aviso. É uma mentalidade de crescimento, consciência e execução alinhada.
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