Cinem(ação), o ponto de partida para reflexões sobre cinema, arte, humanidade, sociedade e política. Publicado às sextas-feiras, Rafael Arinelli, conduz conversas leves e informativas em que discute com diferentes convidados os mais diversos temas que permeiam a sétima arte. Venha ampliar a visão e desconstruir barreiras.
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Cinem(ação), o ponto de partida para reflexões sobre cinema, arte, humanidade, sociedade e política. Publicado às sextas-feiras, Rafael Arinelli, conduz conversas leves e informativas em que discute com diferentes convidados os mais diversos temas que permeiam a sétima arte. Venha ampliar a visão e desconstruir barreiras.
Revisitamos um dos filmes mais emblemáticos e dolorosos do século XXI: O Segredo de Brokeback Mountain. Duas décadas após seu lançamento, a obra dirigida por Ang Lee continua a reverberar por sua força emocional, sua relevância social e sua capacidade de revelar, sem filtros, o impacto devastador da repressão afetiva em um mundo regido pelo conservadorismo.
No papo, exploramos o contexto histórico e cultural que moldou o efeito do filme. Lançado em 2005/2006, Brokeback Mountain surgiu em um momento em que a representação LGBTQIAP+ ainda engatinhava no cinema mainstream. A história de Ennes Del Mar e Jack Twist, dois jovens vaqueiros que vivem um amor intenso, profundo e secreto ao longo de décadas, chocou setores conservadores e desafiou mitos sobre masculinidade, especialmente por retratar o amor homoafetivo entre cowboys, figuras associadas ao imaginário viril norte-americano.
Rafael Arinelli recebe Júlia Barth e Daniel Cury para aprofundar a análise do filme enquanto tragédia romântica e crítica social. O trio examina como Ang Lee utiliza cores, silêncios e paisagens para contrastar liberdade e repressão, e como cada personagem encarna dores distintas: Ennes, preso ao medo e ao trauma; Jack, movido pelo desejo de um futuro possível. A conversa também revisita o impacto cultural da obra, seus três Oscars e sua permanência como denúncia do custo humano da homofobia.
Por fim, este episódio convida o ouvinte a revisitar Brokeback Mountain não apenas como um romance trágico, mas como um espelho da violência simbólica que obriga tantos a viverem vidas partidas. Uma reflexão necessária sobre amor, coragem e o peso do que não pode ser dito.
• 04m04: Pauta Principal • 1h24m24: Plano Detalhe • 1h33m42: Encerramento Ouça nosso Podcast também no:
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