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Dito e Feito
Teatro do Bairro Alto
78 episodes
3 weeks ago
“Ela comprou uma tenda para viver na rua — para sair de casa”. Uma tenda no Intendente: seria essa a liberdade possível? "Mulheres que se Muravam – A quinta narrativa" é uma peça sonora que conecta histórias contadas na primeira pessoa, revelando perspetivas sobre o “muramento”, um conceito que emergiu durante o processo criativo desta criação. Esse conceito surge da interseção de sentimentos e visões de mulheres marginalizadas que enfrentam múltiplas formas de violência, enquanto lutam pela sobrevivência quotidiana. O “muramento” é, aqui, explorado como uma ideia paradoxal que contrapõe o “autoemparedamento” das mulheres na Idade Média (que escolhiam viver em clausura para o resto da vida como alternativa às convenções sociais opressivas) às estratégias contemporâneas de isolamento como forma de proteção e refúgio. A peça revela expressões de marginalização social e formas não convencionais de resistência e busca por liberdade, que emergem em diferentes contextos de rutura com cenários de violência. As narrativas apresentadas derivam do projeto artístico Mulheres que se Muravam, um projeto artístico na área da redução de danos, junto de mulheres acompanhadas pelo GAT – Grupo de Ativistas em Tratamentos, no bairro do Intendente, em Lisboa. Esta obra dá continuidade à metodologia iniciada por Mariana Sampaio no desenvolvimento da performance "Ela amou para caralho", propondo-se a investigar, a partir de uma abordagem performativa, a prática da escuta ativa na sua relação com a improvisação e o storytelling, reivindicando, assim, o lugar criativo para pessoas socialmente divergentes. * Recomenda-se o uso de auscultadores para uma melhor experiência sonora. Criação e Direção artística Mariana Sampaio Narrativas e voz Anabela de Nascimento, Anastácia Roda, Cristina Tomaz, Fátima Matos, Grace, Helena Carvalho, Isabel Engrácio, Joana Duarte, Manas, Mariana Sampaio, Rita Pyrrait, Rosario Costa, Solange, Tania Canelas, Zaya Consultoria Márcio Laranjeira Apoio técnico Frederico Vieira Apoio à produção Sirigaita, Monstro Colectivo, Manas Imagem Edna Vidigal Apoio: GAT – Grupo de Ativistas em Tratamentos, República Portuguesa/Direção-Geral das Artes Colaboração criativa e agradecimentos Aiden, David Baltazar, Equipa do GAT In-Mouraia, Frederico Vieira, Júlio Esteves, Laetitia, Largo Residências, Maria Luisa Salazar, Miguel Ferro, MTS, Nuno Ribeiro, Panteras Rosa, Sara Silva, Silvia Biaia, Teresa Casto, Vera Soares, Gabriel Fervenza, Lena Silva, Tiago Rochinha Edição sonora Dito e Feito Joana Linda Produção Dito e Feito Teatro do Bairro Alto
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“Ela comprou uma tenda para viver na rua — para sair de casa”. Uma tenda no Intendente: seria essa a liberdade possível? "Mulheres que se Muravam – A quinta narrativa" é uma peça sonora que conecta histórias contadas na primeira pessoa, revelando perspetivas sobre o “muramento”, um conceito que emergiu durante o processo criativo desta criação. Esse conceito surge da interseção de sentimentos e visões de mulheres marginalizadas que enfrentam múltiplas formas de violência, enquanto lutam pela sobrevivência quotidiana. O “muramento” é, aqui, explorado como uma ideia paradoxal que contrapõe o “autoemparedamento” das mulheres na Idade Média (que escolhiam viver em clausura para o resto da vida como alternativa às convenções sociais opressivas) às estratégias contemporâneas de isolamento como forma de proteção e refúgio. A peça revela expressões de marginalização social e formas não convencionais de resistência e busca por liberdade, que emergem em diferentes contextos de rutura com cenários de violência. As narrativas apresentadas derivam do projeto artístico Mulheres que se Muravam, um projeto artístico na área da redução de danos, junto de mulheres acompanhadas pelo GAT – Grupo de Ativistas em Tratamentos, no bairro do Intendente, em Lisboa. Esta obra dá continuidade à metodologia iniciada por Mariana Sampaio no desenvolvimento da performance "Ela amou para caralho", propondo-se a investigar, a partir de uma abordagem performativa, a prática da escuta ativa na sua relação com a improvisação e o storytelling, reivindicando, assim, o lugar criativo para pessoas socialmente divergentes. * Recomenda-se o uso de auscultadores para uma melhor experiência sonora. Criação e Direção artística Mariana Sampaio Narrativas e voz Anabela de Nascimento, Anastácia Roda, Cristina Tomaz, Fátima Matos, Grace, Helena Carvalho, Isabel Engrácio, Joana Duarte, Manas, Mariana Sampaio, Rita Pyrrait, Rosario Costa, Solange, Tania Canelas, Zaya Consultoria Márcio Laranjeira Apoio técnico Frederico Vieira Apoio à produção Sirigaita, Monstro Colectivo, Manas Imagem Edna Vidigal Apoio: GAT – Grupo de Ativistas em Tratamentos, República Portuguesa/Direção-Geral das Artes Colaboração criativa e agradecimentos Aiden, David Baltazar, Equipa do GAT In-Mouraia, Frederico Vieira, Júlio Esteves, Laetitia, Largo Residências, Maria Luisa Salazar, Miguel Ferro, MTS, Nuno Ribeiro, Panteras Rosa, Sara Silva, Silvia Biaia, Teresa Casto, Vera Soares, Gabriel Fervenza, Lena Silva, Tiago Rochinha Edição sonora Dito e Feito Joana Linda Produção Dito e Feito Teatro do Bairro Alto
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#69 James Oscar e Jesualdo Lopes - Imaginação Radical _ Crossing the lines
Dito e Feito
1 hour 21 minutes 25 seconds
9 months ago
#69 James Oscar e Jesualdo Lopes - Imaginação Radical _ Crossing the lines
Neste episódio do podcast Dito & Feito iremos escutar o escritor, crítico de arte, curador de arte e performance James Oscar e o artista multidisciplinar, produtor cultural, organizador comunitário e fundador do The Blacker The Berry Project Jesualdo Lopes numa conversa sobre presente e futuro com muito passado dentro. James e Jesualdo, a partir de algumas perguntas partilhadas pela programação de discurso e que integraram a Assembleia Imaginação Radical como Prática de Libertação, conversam sobre espaços, cidades, arquitetura, festas, conexões, mudanças, limites, negociações, curadoria e programação. Um encontro intergeracional e transatlântico com Lisboa como pano de fundo. JAMES OSCAR é escritor, crítico de arte, curador de arte e performance e foi investigador de pós-graduação em sociologia e antropologia da arte no Institut National de la Recherche Scientifique. Aperfeiçoou o seu ofício sob a tutela do poeta Édouard Glissant. Como curador, James é o fundador e curador principal do Musée des Arts Libres des Amériques et du Monde (MALAM) em Montréal. Os seus interesses atuais exploram a forma como as práticas artísticas podem contribuir para repensar formas de gestão ecológica e da terra. JESUALDO LOPES (ele/dele) de ascendência guineense, nascido e criado em Lisboa, é um artista multidisciplinar, produtor cultural e organizador comunitário, cujo trabalho se destaca na interseção entre arte, ativismo e representação negra LGBTQ+. Em 2021, fundou The Blacker The Berry Project e, atualmente integra a equipa do London LGBTQ+ Community Centre como Coordenador de Eventos e Comunicação. Com uma abordagem inovadora, tem vindo a redefinir os espaços culturais, promovendo narrativas que desafiam estruturas sistémicas e amplificam vozes marginalizadas. Ficha Artística Pós-produção Joana Linda Música original Dito e Feito Raw Forest
Dito e Feito
“Ela comprou uma tenda para viver na rua — para sair de casa”. Uma tenda no Intendente: seria essa a liberdade possível? "Mulheres que se Muravam – A quinta narrativa" é uma peça sonora que conecta histórias contadas na primeira pessoa, revelando perspetivas sobre o “muramento”, um conceito que emergiu durante o processo criativo desta criação. Esse conceito surge da interseção de sentimentos e visões de mulheres marginalizadas que enfrentam múltiplas formas de violência, enquanto lutam pela sobrevivência quotidiana. O “muramento” é, aqui, explorado como uma ideia paradoxal que contrapõe o “autoemparedamento” das mulheres na Idade Média (que escolhiam viver em clausura para o resto da vida como alternativa às convenções sociais opressivas) às estratégias contemporâneas de isolamento como forma de proteção e refúgio. A peça revela expressões de marginalização social e formas não convencionais de resistência e busca por liberdade, que emergem em diferentes contextos de rutura com cenários de violência. As narrativas apresentadas derivam do projeto artístico Mulheres que se Muravam, um projeto artístico na área da redução de danos, junto de mulheres acompanhadas pelo GAT – Grupo de Ativistas em Tratamentos, no bairro do Intendente, em Lisboa. Esta obra dá continuidade à metodologia iniciada por Mariana Sampaio no desenvolvimento da performance "Ela amou para caralho", propondo-se a investigar, a partir de uma abordagem performativa, a prática da escuta ativa na sua relação com a improvisação e o storytelling, reivindicando, assim, o lugar criativo para pessoas socialmente divergentes. * Recomenda-se o uso de auscultadores para uma melhor experiência sonora. Criação e Direção artística Mariana Sampaio Narrativas e voz Anabela de Nascimento, Anastácia Roda, Cristina Tomaz, Fátima Matos, Grace, Helena Carvalho, Isabel Engrácio, Joana Duarte, Manas, Mariana Sampaio, Rita Pyrrait, Rosario Costa, Solange, Tania Canelas, Zaya Consultoria Márcio Laranjeira Apoio técnico Frederico Vieira Apoio à produção Sirigaita, Monstro Colectivo, Manas Imagem Edna Vidigal Apoio: GAT – Grupo de Ativistas em Tratamentos, República Portuguesa/Direção-Geral das Artes Colaboração criativa e agradecimentos Aiden, David Baltazar, Equipa do GAT In-Mouraia, Frederico Vieira, Júlio Esteves, Laetitia, Largo Residências, Maria Luisa Salazar, Miguel Ferro, MTS, Nuno Ribeiro, Panteras Rosa, Sara Silva, Silvia Biaia, Teresa Casto, Vera Soares, Gabriel Fervenza, Lena Silva, Tiago Rochinha Edição sonora Dito e Feito Joana Linda Produção Dito e Feito Teatro do Bairro Alto