
Vivemos num mundo rápido demais para ser elaborado. Tudo acontece, nada assenta.
E, no meio desse excesso, algo silencioso cresce: uma fome de sentido.
No novo episódio do Espelho de Circe, caminhamos por esse território ambíguo do nosso tempo, onde o desejo de autonomia convive com um cansaço de interpretar a vida sozinhos. Refletimos sobre como, nesse vazio, surgem promessas de ordem que soam como salvação, mas carregam o velho impulso de controle.
Este episódio não oferece direção pronta. Traz incômodo e abre espaço para elaboração. Você está pronto para isso?
Se você sente que algo essencial se perdeu sem que nada específico tenha acontecido, este episódio é um convite. Voltar a si mesmo pode ser o gesto mais radical do nosso tempo.
Apresentação Andy Santos, com roteiro de Katy Frisvold
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