Babado forte em Stranger Things! A série que há quase dez anos é sinônimo de nostalgia, desagradou os seus maiores fãs ao focar demais em agendas e deixar furos de roteiro. Isso sem contar a grande “revelação” da última temporada.
Quando o apocalipse bate à porta, Will Bayers decide que o importante não é enfrentar o devorador de mentes, mas fazer um discurso identitário. O resultado? Uma cena cafona, anacrônica e típica do wokeísmo do século XXI enfiado à força numa história que sempre funcionou melhor com sutileza, nostalgia oitentista e boa narrativa. A Netflix trocou aventura por palestrinha.
E o público já cansou. Mas será que isso estragou todo o legado de Stranger Things? Assista o Pop Corner de hoje com Filipe Trielli e Carlos de Freitas e descubra.
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Babado forte em Stranger Things! A série que há quase dez anos é sinônimo de nostalgia, desagradou os seus maiores fãs ao focar demais em agendas e deixar furos de roteiro. Isso sem contar a grande “revelação” da última temporada.
Quando o apocalipse bate à porta, Will Bayers decide que o importante não é enfrentar o devorador de mentes, mas fazer um discurso identitário. O resultado? Uma cena cafona, anacrônica e típica do wokeísmo do século XXI enfiado à força numa história que sempre funcionou melhor com sutileza, nostalgia oitentista e boa narrativa. A Netflix trocou aventura por palestrinha.
E o público já cansou. Mas será que isso estragou todo o legado de Stranger Things? Assista o Pop Corner de hoje com Filipe Trielli e Carlos de Freitas e descubra.
É o FIM DA POLÍTICA Como Conhecemos? | GEOECONOMIA - Ep. 73
Estúdio 5º Elemento
1 hour 31 minutes 41 seconds
2 weeks ago
É o FIM DA POLÍTICA Como Conhecemos? | GEOECONOMIA - Ep. 73
A geopolítica vai muito além das disputas entre Estados nacionais; ela exige a análise de quem quer controlá-los. Os EUA não são simplesmente um Estado nacional superpoderoso: são uma casa de máquinas com alcance global, cuja influência política, econômica e tecnológica é difícil de medir. Hoje, existem grupos nos EUA que querem se apossar dessa máquina, como os republicanos do projeto MAGA e os magnatas do Vale do Silício, que flertam com o transhumanismo e a tecnocracia.
Esses magnatas já não querem que o transhumanismo seja uma tese marginal; encaram-no como programa: ampliar o humano, prolongar a vida, terceirizar decisões às máquinas. Por outro lado, a tecnognose reconfigura a política como promessa de salvação técnica, deslocando religião, direito e soberania. Além disso, essa lógica invade nosso cotidiano: trabalho automatizado, moeda digital, vigilância por dados, saúde guiada por biotecnologia. Por fim, a pergunta é simples: aceitamos essa engenharia social sem mandato? Como será a política nesse mundo distópico? Como serão tomadas as decisões que impactam a vida de milhões de pessoas?
Com Arthur Machado.
Estúdio 5º Elemento
Babado forte em Stranger Things! A série que há quase dez anos é sinônimo de nostalgia, desagradou os seus maiores fãs ao focar demais em agendas e deixar furos de roteiro. Isso sem contar a grande “revelação” da última temporada.
Quando o apocalipse bate à porta, Will Bayers decide que o importante não é enfrentar o devorador de mentes, mas fazer um discurso identitário. O resultado? Uma cena cafona, anacrônica e típica do wokeísmo do século XXI enfiado à força numa história que sempre funcionou melhor com sutileza, nostalgia oitentista e boa narrativa. A Netflix trocou aventura por palestrinha.
E o público já cansou. Mas será que isso estragou todo o legado de Stranger Things? Assista o Pop Corner de hoje com Filipe Trielli e Carlos de Freitas e descubra.