
Semana frenética. Rússia e Estados Unidos abraçam-se na Arábia Saudita. Vice-presidente norte-americano faz comício de extrema-direita em Munique, em vésperas de eleições alemãs. Negociações sobre Ucrânia arrancam sem ucranianos. NATO recai no coma e, com a Europa em choque, Emmanuel Macron, governante por um fio, substitui-se a Bruxelas (e visita Lisboa na quinta-feira). Quem é este pretendente a chanceler europeu e quem quer segui-lo?