
No prefácio da última edição do livro ‘A Cama na Varanda’ da escritora e psicanalista brasileira Regina Navarro, publicado em 1997 a autora analisa as distintas e possíveis formas de amor e escreve: “O amor, na forma como o conhecemos, começa a sair de cena, levando consigo a idealização do par romântico, com sua proposta de os dois se transformarem num só, e a ideia de exclusividade”. Mas será? No meio das discussões sobre eu te amo e somos um só, ainda temos que lembrar da sanha do 'até que a morte nos separe' ou 'seremos felizes para sempre'. O amor romântico existe e continua resistindo, porque, afinal, tem fórmula certa? No #Sofrência de hoje, a jornalista Cecília Santos e a publicitária Monnalisa Coelho debatem com a psicóloga Camilla Brusch os pormenores da monogamia o na poligamia, e todas as possibilidades do amor e do coração. Dá o play ai!