
Depois de um longo período de juros elevados no Brasil, 2026 começa com a expectativa por uma redução da Selic ao longo do ano.
Nos Estados Unidos, os cortes de juros já começaram e devem continuar ao longo do ano, mesmo com um banco central dividido e com mudanças no comando da autoridade.
Com isso, o dólar tende a perder força no mundo. Frente ao real, porém, os riscos fiscais devem puxar a moeda americana para cima – e o alívio recente da inflação brasileira não deve durar.
Na Europa, o cenário para o crescimento segue favorável. Já a China entra em 2026 com mais dificuldade para repetir o ritmo do PIB observado em 2025.
Além disso, no minuto 11:19, Felipe Salles, economista-chefe do C6 Bank, destaca riscos capazes de mudar o rumo da economia em 2026 – da geopolítica à inteligência artificial.
Veja nesta edição especial:
Brasil: juros, inflação e preocupações fiscais;
Estados Unidos: o próximo passo do Fed e o dólar;
Europa: cenário favorável para 2026;
China: expansão com desafios.