
Sabe aquelas pessoas que só reconhecem o mal que fizeram quando a vida muda, a saúde enfraquece ou a solidão bate? Quando o pedido de perdão chega — às vezes décadas depois —, quem foi ferido precisa decidir: aceitar? Recusar? Fingir que não doeu?
Neste episódio, falo sobre o peso do perdão tardio, sobre a responsabilidade de quem pede e o direito de quem recebe. Você não é obrigado a nada. O tempo muda muita coisa, mas nem sempre apaga tudo.
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