
A turca Karpowership chegou ao Brasil em 2021, em meio ao risco de apagão, com powerships e FSRUs viabilizando a resposta emergencial. Quatro anos depois, a empresa mira um ciclo de investimento de longo prazo no país.Nesta entrevista à jornalista da MegaWhat, Camila Maia, a diretora para as Américas, Beyza Ozdemir, explica como a operação brasileira deixou de ser “solução de crise” e passou a funcionar como base estratégica para novos projetos de geração térmica, gás natural e infraestrutura energética.A executiva detalha os próximos passos da companhia: participação no LRCap com até 2 GW de novas embarcações de geração flexível; expansão para outras regiões além do litoral do Rio de Janeiro; integração com a usina de Santana, no Amapá; análise de parcerias, joint ventures e possíveis M&As; estudos sobre baterias e armazenamento; e o avanço dos projetos de data center flutuante, inovação desenvolvida pelo braço de tecnologia limpa do grupo.A conversa aborda ainda o papel das térmicas flutuantes no equilíbrio do sistema em cenários de alta renovável, as lições da operação no litoral, os desafios regulatórios e logísticos e a estratégia global da empresa, única no mundo a operar uma frota própria de powerships integrada a FSRUs.Um panorama objetivo sobre por que a Karpowership coloca o Brasil no centro de sua expansão e como o país pode voltar a recorrer à geração flexível diante da pressão por segurança elétrica.Gostou ou conhece alguém que pode se interessar pelo assunto? Curta e compartilhe esse conteúdo.*Conteúdo oferecido por Karpowership