Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana 😊
Neste ano que está começando, a inteligência artificial continuará no trono da tecnologia, mas seu reinado será muito diferente do que vimos até agora.
Se nos últimos anos, ela impressionou por gerar textos, imagens e códigos, agora o debate se deslocará para a automação de decisões, a delegação de tarefas cognitivas e a reorganização do poder dentro das empresas e da sociedade, algo muito mais sensível.
Essa é a conclusão de conversas que tive com executivos de quatro das principais empresas de tecnologia que operam no Brasil. Essas lideranças apontam para um horizonte em que a “IA agêntica” não será mais uma novidade, mas um motor central de estratégias corporativas. A automação não mais se restringirá a tarefas repetitivas, passando a assumir processos cognitivos de julgamento e orquestração.
A pressão por produtividade não diminuiu, os custos de operação aumentaram e a paciência com experimentos sem retorno se esgotou. A evolução dos processadores especializados, a pressão por eficiência energética e a necessidade urgente de governança real sustentam essa visão. Por isso, as empresas buscam sistemas menores, mais inteligentes e capazes de operar dentro de casa, garantindo segurança e conformidade com leis cada vez mais rígidas.
Embora estejamos falando de tecnologia, o impacto na vida das pessoas e na rotina das empresas será profundo e, por vezes, invisível. Quando um sistema decide sozinho se concede um empréstimo, aprova um tratamento médico ou freia um carro autônomo, ele desloca o eixo da responsabilidade humana. Passamos a delegar à IA o julgamento moral e a capacidade de agir no mundo físico.
Isso nos coloca diante de um dilema que ultrapassa a engenharia e entra no campo da ética e da política. A pergunta que definirá 2026 não será, portanto, se esses sistemas serão eficientes, mas quem responderá quando eles inevitavelmente errarem.
Como nos preparar para tais desafios? É sobre isso que falo nesse episódio.
All content for O Macaco Elétrico is the property of @PauloSilvestre and is served directly from their servers
with no modification, redirects, or rehosting. The podcast is not affiliated with or endorsed by Podjoint in any way.
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana 😊
Neste ano que está começando, a inteligência artificial continuará no trono da tecnologia, mas seu reinado será muito diferente do que vimos até agora.
Se nos últimos anos, ela impressionou por gerar textos, imagens e códigos, agora o debate se deslocará para a automação de decisões, a delegação de tarefas cognitivas e a reorganização do poder dentro das empresas e da sociedade, algo muito mais sensível.
Essa é a conclusão de conversas que tive com executivos de quatro das principais empresas de tecnologia que operam no Brasil. Essas lideranças apontam para um horizonte em que a “IA agêntica” não será mais uma novidade, mas um motor central de estratégias corporativas. A automação não mais se restringirá a tarefas repetitivas, passando a assumir processos cognitivos de julgamento e orquestração.
A pressão por produtividade não diminuiu, os custos de operação aumentaram e a paciência com experimentos sem retorno se esgotou. A evolução dos processadores especializados, a pressão por eficiência energética e a necessidade urgente de governança real sustentam essa visão. Por isso, as empresas buscam sistemas menores, mais inteligentes e capazes de operar dentro de casa, garantindo segurança e conformidade com leis cada vez mais rígidas.
Embora estejamos falando de tecnologia, o impacto na vida das pessoas e na rotina das empresas será profundo e, por vezes, invisível. Quando um sistema decide sozinho se concede um empréstimo, aprova um tratamento médico ou freia um carro autônomo, ele desloca o eixo da responsabilidade humana. Passamos a delegar à IA o julgamento moral e a capacidade de agir no mundo físico.
Isso nos coloca diante de um dilema que ultrapassa a engenharia e entra no campo da ética e da política. A pergunta que definirá 2026 não será, portanto, se esses sistemas serão eficientes, mas quem responderá quando eles inevitavelmente errarem.
Como nos preparar para tais desafios? É sobre isso que falo nesse episódio.
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana 😊
A maneira como usamos diferentes programas e aplicativos de produtividade em nossos computadores e celulares pode estar com os dias contados!
Com o avanço da inteligência artificial, navegar por muitas telas de sistemas distintos para coletar informações tende a ser substituído por simples conversas com um robô. Mas como tudo que se refere a essa tecnologia, precisamos compreender bem a proposta para que um benefício não se transforme em uma armadilha.
Especialmente no mundo dos negócios, mesmo com a ampla digitalização de processos, obter informações para uma tomada de decisão pode ser uma tarefa morosa e sujeita a falhas. Uma nova geração de assistentes de IA promete resolver isso, entendendo o que o usuário deseja e acessando todos os sistemas necessários para coletar os dados e organizá-los em uma resposta pronta.
Mais do que uma evolução técnica, esse movimento nascente traz uma mudança de paradigma na experiência do usuário e na governança de dados. Essa camada transforma sistemas complexos em “motores de dados” para respostas contextuais.
Os benefícios são evidentes, com ganhos em eficiência e produtividade. Mas alguns riscos não podem ser ignorados, como o aumento da dependência tecnológica e uma potencial exclusão digital entre aqueles que não souberem usar a IA.
Para muita gente, pode parecer um contrassenso alguém não conseguir usar uma tecnologia criada para facilitar processos. Mas precisamos entender que isso depende de habilidades que nem todos têm. Nesse caso, a sociedade precisa se organizar para capacitar essas pessoas, evitando ampliar o abismo digital já existente no país, e as empresas têm um papel fundamental nesse processo.
Você sabe como usar a IA dessa maneira?
O Macaco Elétrico
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana 😊
Neste ano que está começando, a inteligência artificial continuará no trono da tecnologia, mas seu reinado será muito diferente do que vimos até agora.
Se nos últimos anos, ela impressionou por gerar textos, imagens e códigos, agora o debate se deslocará para a automação de decisões, a delegação de tarefas cognitivas e a reorganização do poder dentro das empresas e da sociedade, algo muito mais sensível.
Essa é a conclusão de conversas que tive com executivos de quatro das principais empresas de tecnologia que operam no Brasil. Essas lideranças apontam para um horizonte em que a “IA agêntica” não será mais uma novidade, mas um motor central de estratégias corporativas. A automação não mais se restringirá a tarefas repetitivas, passando a assumir processos cognitivos de julgamento e orquestração.
A pressão por produtividade não diminuiu, os custos de operação aumentaram e a paciência com experimentos sem retorno se esgotou. A evolução dos processadores especializados, a pressão por eficiência energética e a necessidade urgente de governança real sustentam essa visão. Por isso, as empresas buscam sistemas menores, mais inteligentes e capazes de operar dentro de casa, garantindo segurança e conformidade com leis cada vez mais rígidas.
Embora estejamos falando de tecnologia, o impacto na vida das pessoas e na rotina das empresas será profundo e, por vezes, invisível. Quando um sistema decide sozinho se concede um empréstimo, aprova um tratamento médico ou freia um carro autônomo, ele desloca o eixo da responsabilidade humana. Passamos a delegar à IA o julgamento moral e a capacidade de agir no mundo físico.
Isso nos coloca diante de um dilema que ultrapassa a engenharia e entra no campo da ética e da política. A pergunta que definirá 2026 não será, portanto, se esses sistemas serão eficientes, mas quem responderá quando eles inevitavelmente errarem.
Como nos preparar para tais desafios? É sobre isso que falo nesse episódio.