
No décimo quinto episódio da terceira temporada, Tony e Diana conduzem um dos debates mais densos e instigantes da disciplina: o que realmente significa projetar a arquitetura de um software na prática? O episódio passeia por questões fundamentais da engenharia moderna — o equilíbrio entre arte e ciência, o papel da intuição do arquiteto, o impacto das decisões de longo prazo e a eterna discussão sobre monolitos versus microsserviços.
O debate começa com uma pergunta provocativa: afinal, o design arquitetural é arte ou ciência?
A partir dos comentários dos participantes, emergem análises ricas sobre princípios formais, métricas, padrões, dados, julgamento humano, criatividade e interpretação contextual. A arquitetura aparece como disciplina híbrida:
Ciência, quando fundamentada em métodos, modelos, trade-offs estruturados e decisões auditáveis.
Arte, quando depende de experiência, sensibilidade, antecipação de mudanças, comunicação clara e decisões tomadas diante de ambiguidade ou incerteza.
O episódio traz ainda exemplos práticos, como as distinções entre monolitos bem estruturados e microsserviços, reforçando que a habilidade de prever onde ocorrerão mudanças — e desenhar fronteiras adequadas — é parte da “maestria” arquitetural.
Na segunda parte do episódio, o foco muda para uma das discussões mais atuais da indústria: o monolítico ainda tem lugar em novos projetos?
A resposta dos debatedores é contundente:
✔️ Sim, e mais do que isso — ele muitas vezes é a escolha mais estratégica.
Os alunos trazem dados, relatos de consultorias, pesquisas e experiências práticas que apontam:
Monolitos são mais simples de construir, testar, implantar e operar.
A complexidade dos microsserviços só se paga quando o domínio e a escala realmente exigem distribuição.
Startups, MVPs e equipes pequenas se beneficiam de uma arquitetura monolítica modular para validar rapidamente valor de negócio.
“Otimização prematura” com microsserviços é uma das principais causas de fracasso em projetos modernos.
O verdadeiro preditor de performance não é o estilo arquitetural, mas o baixo acoplamento — algo perfeitamente atingível com um monolito bem projetado.
Ao final, Tony e Diana sintetizam a essência do episódio: arquitetura de software é um investimento de longo prazo, que exige conhecimento técnico, sensibilidade humana, visão estratégica, documentação clara e decisões sempre alinhadas ao contexto do negócio. Não é sobre seguir modas, mas sobre entender profundamente o problema, o time e o momento.
☕ O episódio foi gerado com apoio de Inteligência Artificial a partir do debate coletivo entre professor, monitores e alunos, ocorrido na plataforma strateegia.digital, durante a disciplina IF977 – Engenharia de Software do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação do Centro de Informática da UFPE no semestre 2025.2.