
Começou a COP30, isto é, a trigésima conferência dos países de todo o mundo, com a missão de, finalmente, definir caminhos de enfrentamento do que provoca aumento ameaçador de mudanças climáticas.
A proposta dos povos originários, que vivem há milênios em seus territórios, ou fora deles, quando expulsos por adoradores de propriedade de terra, está claramente apresentada na frase “O futuro é ancestral”. O futuro de cidades como Rio Bonito do Iguaçu, por exemplo, assim como da Amazônia e de todos os degradados biomas do nosso país, não está em “novas tecnologias-negócios”, e sim em iniciativas e atitudes humanas que retomem as raízes da história de cada povo em cada bioma que o acolheu, e sejam, por isso, definidas em diálogo com a Natureza.