
Nesse episódio, eu te levo comigo numa viagem no tempo. Voltei pra escola onde cresci, onde entendi hoje adulta que comecei ali a ser quem eu sou agora, e uma coisa ficou ainda mais clara pra mim: comunidades não precisam ter sempre uma busca por resultado, pode ser só pra pertencer de verdade.
Não uma comunidade com metas, KPIs ou promessas de alta performance. Mas uma que acolhe, que abraça, que simplesmente existe, daquelas que cria histórias pras pessoas contarem 25 anos depois (como foi meu caso nesse encontro).
Enquanto celebrava os 100 anos do Colégio Santa Maria aqui em Curitiba, revivi momentos, reencontrei pessoas, chorei, ri, dancei e percebi como essas raízes são importantes. E mais: como a gente pode (e deve) criar esse tipo de comunidade no presente, pra combater a solidão, pra lembrar quem somos, pra viver com mais verdade e pra proporcionar isso pros outros também.
Neste episódio, conversamos sobre:
Como comunidades podem existir sem performance, sem cobrança, só com presença
A diferença real entre pertencer e performar
O poder dos rituais, símbolos e vínculos que nascem naturalmente
Por que precisamos voltar a lugares onde fomos inteiros
Ideias práticas para criar comunidades de raiz, com propósito, mas sem pressão
Como uma festa da escola me lembrou da Gi de 16 anos e da força que ainda existe nela
Um convite: e se você também criasse um espaço que acolhe, sem exigir?
Vamos crescer esse movimento, e pra isso acontecer, conto com você!Manda esse episódio pra primeira pessoa que veio na sua cabeça enquanto ouvia aqui comigo.
Obrigada por ter vindo. Agradeço o seu tempo. Me encontra lá no Instagram no @gi.duailibe e me conta como esse episódio bateu aí pra vc.
🧭 Como te contei hoje, o episódio 103 também vai te ajudar a ter clareza, então fica o convite pra escutar: Ep. 103 — Entre pertencer e performar: o que a sua comunidade realmente precisa