
Quem “baixa” nos terreiros não é um arquétipo, não é alegoria, muito menos uma “energia genérica”.
São presenças com história, território e memória.
No novo episódio do Risca Ponto, a gente conversa sobre quem realmente se manifesta quando a gira abre.
Falamos de ancestralidade, de encantamento, de afinidade espiritual.
Falamos da força negra e indígena que construiu essa religião com corpo, suor, travessia e memória.
Saravá os que vieram antes e os que caminham conosco.
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