Feliz Natal… e depois? Pedro e Bruno falam da ressaca que não vem do álcool, mas do excesso: de pessoas, de expectativas, de emoções e de tradições. Pelo caminho discutem mensagens que não se enviam, famílias que se juntam (ou não), Natais reinventados longe de casa, noites de jogos, animais de estimação e resoluções de Ano Novo que raramente sobrevivem a janeiro. Um episódio entre a exaustão e o recomeço — porque há conversas que só acontecem entre amigos, mesmo à distância.
Porque é que precisamos de rótulos? Para nos entendermos ou para nos simplificarmos? Pedro e Bruno falam de categorias que organizam o mundo, mas que também o distorcem, dos rótulos que herdamos em criança, dos que abraçamos de livre vontade e aqueles que nos prendem sem darmos conta. Pelo caminho discutem viés, identidades, relações amorosas e o desconforto de existir no espaço entre rótulos. Um episódio entre a pertença e a liberdade — porque há conversas que só acontecem entre amigos, mesmo à distância.
O que é real e o que é ficção? Pedro e Bruno falam de eventos que esquecemos, memórias que inventamos e registos que contradizem o que jurávamos ser verdade. Pelo caminho discutem o efeito Mandela, a nostalgia dos tempos antigos e as imagens falsas que alteram a perceção da realidade. Um episódio entre a lembrança e a necessidade de esquecer — porque há conversas que só acontecem entre amigos, mesmo à distância.
Num mundo de verdades flexíveis e mentiras confortáveis, em que é que ainda acreditamos? Pedro e Bruno falam de descrença e do medo que muitas vezes está por trás do ato de acreditar. Pelo caminho discutem religião e espiritualidade, energia e acaso, o infinito e o peso psicológico de querer estar certo. Um episódio entre a fé e a suspeita — porque há conversas que só acontecem entre amigos, mesmo à distância.
Vivemos viciados no imediato: notícias, likes, entregas no mesmo dia e amores descartáveis. Pedro e Bruno falam da cultura do “agora”, do scroll infinito, da dopamina barata e da ansiedade coletiva. Um episódio sobre encontrar paciência perante o vício de querer tudo já — porque há conversas que só acontecem entre amigos, mesmo à distância.
Mesquitas, gatos sagrados e hotéis de “cinco estrelas”. Pedro regressa da Turquia com histórias que misturam encanto e desconforto, o contraste entre tradição e modernidade, e a paz inesperada de um balão a flutuar sobre o deserto. Um episódio entre o fascínio e a reflexão — porque há conversas que só acontecem entre amigos, mesmo à distância.
O que acontece atrás da cortina? Pedro abre as portas ao backstage do West End: guarda-roupa, stage managers, improvisos de última hora e desastres que o público nunca chega a ver. Bruno traz a curiosidade de quem está na plateia. Pelo caminho, falam também de precariedade no teatro português, do peso histórico da desigualdade salarial e da magia de manter um espetáculo vivo noite após noite. Um episódio entre o glamour imaginado e as rotinas exaustivas — porque há conversas que só acontecem entre amigos, mesmo à distância.
Constelações Familiares: terapia, ilusão ou apenas mais uma forma de lidar com o caos da vida? O Pedro assume o ceticismo enquanto o Bruno partilha a sua experiência. Juntos exploram a origem desta prática e como é aplicada em contextos pessoais e empresariais. Falam de psicodrama, falsas memórias e a necessidade de sentir. Um episódio entre o racional e o emocional — porque há conversas que só acontecem entre amigos, mesmo à distância.
Bater na madeira, cruzar os dedos, evitar o número 13. Será isso que nos protege? Bruno e Pedro exploram superstições herdadas da família, do trabalho e da religião. Pelo caminho, falam de oráculos, astrologia, cristais e dos rituais de atletas e artistas. Onde começam e terminam estas ilusões de controlo? Um episódio entre o irracional e o quotidiano — porque há conversas que só acontecem entre amigos, mesmo à distância.
Para que serve, afinal, a escola? Ensinar conteúdos, formar cidadãos ou apenas preparar para o trabalho? Bruno e Pedro falam de professores exaustos, avaliações que privilegiam a memória, desigualdade salarial, liberdade de expressão e educação sexual. Um episódio com mais perguntas do que respostas — porque há conversas que só acontecem entre amigos, mesmo à distância.
Quem é o Bruno? Quem é o Pedro? Um episódio especial. Sem rubricas. Sem tema. Apenas curiosidades e gargalhadas. Bruno e Pedro abrem o baú das suas vidas — de onde vieram, o que os move e o que ainda procuram. Porque há conversas que só acontecem entre amigos, mesmo à distância.
A morte tem muitas formas. É o fim de uma vida, de uma fase, de uma versão antiga de nós. Bruno e Pedro falam de luto, memórias que ficam, burocracias que não esperam e do medo (ou alívio) de recomeçar. Um episódio sobre perdas, mudanças e tudo o que continua quando alguém parte — porque há conversas que só acontecem entre amigos, mesmo à distância.
Viajar não é só fazer as malas e partir. Há quem saia à descoberta de novos mundos sentado numa sala de espetáculos ou através das páginas de um livro. Bruno e Pedro falam de viagens com e sem internet, mapas de papel e partidas indefinidas. Um episódio sobre a psique de quem escolhe não ficar preso a um só lugar — porque há conversas que só acontecem entre amigos, mesmo à distância.
Bruno e Pedro perdem toda a vergonha e falam sobre pornografia, também sobre dilemas entre prazer emocional e corporal, e o que acontece quando confundimos sexo com performance. Um episódio sobre corpos, desejos e contradições — porque há conversas que só acontecem entre amigos, mesmo à distância.
Bruno e Pedro deitam-se no divã e falam de terapia, vulnerabilidade e saúde mental. Discutem se ainda há vergonha em pedir ajuda e o que acontece quando confundimos validação com crescimento. Um episódio com mais perguntas do que respostas — porque há conversas que só acontecem entre amigos, mesmo à distância.
Neste episódio, Bruno e Pedro começam com o apagão… e acabam a falar de tudo o que também se apaga: a memória, a paciência e até a luz durante o sexo. Pelo caminho, ainda falam de mentiras piedosas, egoísmo saudável, generosidade com limites e o pânico social de acabar o papel higiénico. Um episódio entre o íntimo e o ridículo — porque há conversas que só acontecem entre amigos, mesmo à distância.
Neste episódio, Bruno e Pedro levantam a questão: quando é que uma paixão deixa de ser amor e se torna cegueira? Fala-se de bolhas digitais, da sede de pertença, palavras de segurança e do peso psicológico de dizer “não”. Há ainda espaço para fãs obsessivos e uma geração que repete sem pensar. Um episódio com perguntas difíceis e histórias insólitas — porque há conversas que só acontecem entre amigos, mesmo à distância.
O que é real e o que é só perceção? Neste episódio, Bruno e Pedro desconstroem a ideia de realidade — com CVs enviados em 2025, dilemas sobre ser fiel aos próprios valores, discussões sobre otimismo versus pessimismo e uma análise (quase séria) ao estado da geração que nunca ouviu um “não”. Ah, e sim… também se fala de role-play na cama. Um episódio que vai do existencial ao mundano — porque há conversas que só acontecem entre amigos, mesmo à distância.
Neste episódio falamos de copiar — desde os tempos em que imitávamos o estilo dos amigos até à velha arte de espreitar para o teste do lado. Entramos no caos: das nossas casas e das nossas cabeças. Queixamo-nos, tipo, das bengalas linguísticas e desbravamos o campo das fantasias humanas. E será que os homens já conseguem dizer “amo-te” a um amigo, sem o receio de serem mal interpretados? Um episódio honesto e desconcertante — porque há conversas que só acontecem entre amigos, mesmo à distância.
Neste episódio, o riso é levado a sério. Bruno e Pedro exploram porque rimos, quando rimos e o que o riso esconde. Mas há muito mais: privacidade versus exposição, momentos que deviam ter sido engraçados (mas não foram), dilemas de roer as unhas e a reclamação da reclamação. A prova viva de que rir é um ato de resistência — porque há conversas que só acontecem entre amigos, mesmo à distância.