Último episódio deste podcast, enquanto não Doutora. Espero eu. Tenho de manifestar para o Universo.
Só para clarificar, a doutora a que me refiro no final do episódio não sou eu. É a doutora útil para a sociedade, the real one. Beijos!
Uma misturada de defesa de doutoramento, Dr. e doutora, medecins e polícias, e os ataques de riso do outro.
Sabia que ia gravar episódio, mas esqueci-me de apontar assuntos, por isso levam com tudo o que estava em atraso das últimas semanas. Beijoooos!
Desabafo rápido e em modo sussurro da loucura que foi a última semana.
Uma reflexão sobre como escrever agradecimentos da tese, uma descrição da corrida de hoje, e uma berraria total quando o assunto chegou a política.
Razões para ser líder de juventudes partidárias, medidas populixas e sugestões de jogos para evitar a escrita da tese.
Um episódio exclusivamente sobre o homem da minha vida, sem referir nomes, não vá o homem da minha vida mudar. Ui ui ui.
Continuação das pessoas para des-seguir e seguir; caso de prosapagnosa que afeta todo o mundo; coxo que me acusa de ser ladra de canetas bic.
Tópicos de hoje incluem partner OoB, as minhas duas opções, plano de corrida do PT ChatG, o passeio à Húngria, visitas e ainda uma limpeza de Instagram que ninguém pediu mas toda a gente devia fazer.
Duas semanas de férias não chegaram para repor o stock normal de neurónios woooowooowoooo.
A vergonha que eu tenho de ter mencionado o maior pesadelo desta semana não dá nem para descrever.
Fim de semana cheio de futebol, música e eleições. Semana cheia de brain rot e freakalhadas do running. Não ficou dos melhores episódios, mas se calhar também não é o pior.
Se seguir-me no Instagram não era suficiente, talvez este título me leve a ter uma ouvinte nova. Ou duas.
Nem acredito que têm update após uma semana do último episódio e não 3 meses.
3 meses em 30 minutos
Já um pouco mais calma e sem berros, vim gravar um episódio para vós, que inclui pontos altos da vida desde finais de Novembro. Já tinha uma amiga Alexia e agora tenho uma Alexa também. É um bocado mais surda que a original, não dança funk, mas apaga-me a luz e faz listinhas numa língua que só ela sabe. Voltarei num futuro oxalá próximo para dar mais updates.
O que melhor descreve este episódio é uma pergunta. Dá para os dias terem 48h? Para eu trabalhar 24h e dormir outras tantas.
Após outras três semanas na cova que é o pê-agá-dê, vim ver a luz do dia e falar para vós mais um pouco. No menu de hoje temos vantagens e desvantagens de livro em papel/eletrónico, capacidade da memória humana e verdadeiros super-poderes. Vou voltar para o buraco, beijos!
No bom português, diz-se "quem sabe, sabe" e acho que é uma boa descrição para este episódio. Beijos.
E obrigada Bey.