No segundo episódio da rubrica conversamos sobre a verdadeira natureza da partilha e do doar. Expressões máximas do amor ao outro.
Fomos feitos para viver em comunidade e criar ligações significativas com outras pessoas.
Ligações essas que acabam por determinar o quão feliz e rica foi a nossa vida.
Questionemo-nos sobre as ligações de amizade que temos e se elas nos mantém ligados à vida nos momentos mais difíceis.
Nunca é tarde para darmos o passo para criarmos essas ligações, enquanto há vida há esperança.
Primeiro episódio desta nova rubrica do podcast onde acompanhada do meu amigo e colega Manuel Tavares debatemos os nossos pontos de vista sobre diversos temas.
Encontros foi o tema escolhido para iniciarmos este projeto conjunto, debruçando sobre amizades, a forma casual como começam e que com tempo e dedicação se tornam especiais.
Neste episódio abordo a necessidade de nos prepararmos adequadamente para aquilo que queremos fazer e de sabermos escutar aquilo que o nosso corpo nos diz.
Parar pode ser essencial para que possamos avançar com segurança.
A intuição não cai do céu, ela é construída ainda que não nos apercebamos disso. Vale a pena dar-lhe ouvidos.
Na crónica do mês de novemvro abordo como é difícil conseguirmos fazer o equilíbrio entre darmos espaço às pessoas que amamos e estarmos presentes quando lidam com momentos desafiantes.
Devemos nos fazer presentes e disponíveis para lhes darmos aquilo que precisem.
As crónicas mensais são publicadas na plataforma www.balai.cv
Neste episódio traço um paralelo entre a durabilidade do sapato que usei hoje e as relações de amizade.
Não basta a boa qualidade do material, é essencial que cuidemos daquilo que temos para que possa durar.
Estamos dispostos a esforçarmo-nos mais por aquilo que nos custou mais a adquirir/construir.
Neste episódio reflito sobre a nossa tendência em descontarmos a nossa frustração, raiva não em quem nos causou tal emoções, mas sim naquilo ou na pessoa que se encontra mais perto de nós.
Uso a história de Caim e Abel como ponto de partida.
No episódio de hoje falo sobre como é bom termos um lar para o qual voltar após umas merecidas férias ou uma ausência, quer seja curta ou prolongada.
Como é bom sair da rotina por algum tempo e conseguirmos ter algum distanciamento para olharmos para a nossa vida com outros olhos.
Caso não tenhamos esse lugar não devemos baixas os braços, que nos lembremos que somos capazes de o construir.
Reflito sobre a necessidade de não colocarmos a nossa identidade dependente das nossas conquistas materiais, da necessidade de cultivarmos relações humanas fortes que nos permitam ultrapassar os momentos mais difíceis motivados por circunstâncias quer externas quer internas.
No episódio discorro sobre a pertinência de termos diários que nos permitam voltar ao passado e vermos, relembrarmos de quem já fomos.
Elenco os pontos que tirei do fato de ter lido o meu diário de 2003.
Quão reconfortante saber que tudo passa nesta vida e como tal não nos devemos abalar pelos desafios que nos vão aparecendo pela frente a ponto de decidirmos desistir do que fazemos.
Tudo passa e ainda bem que assim é 😉.
No episódio de hoje reflito sobre o deserto que atravessamos sempre que decidimos mudarde vida.
Da necessidade de fazermos o luto pela vida passada e criarmos um plano que torne mais provável alcançarmos o que pretendemos.
Aceitar a perda como parte do processo e persevararmos até vermos as mudanças pretendidas.
Falo sobre a necessidade de não nos deixarmos enredar por hábitos pouco ou nada saudáveis devido ao custo que teremos de suportar quando decidirmos quebrar com o ciclo.
Neste episódio falo sobre a melancolia do mês de junho devido à memória da partida da minha filha e da necessidade de vivermos a dor para que nos possamos libertar dela.
A partilha da nossa história, das nossas lutas pode ser o primeiro passo para a cura do outro, permitindo-lhe sentir-se esperançoso de que um novo amanhã é possível.
Vossa Adénis
O ser pelos outros como fundamento para a vida humana.
O ser humano não se esgota em si, muito pelo contrário, é o acrescentar na vida do outro que lhe dá sentido e propósito.
Que tenhamos disponibilidade para que com a partilha da nossa história e experiências possamos ser inspiração aos outros.