Mini episódio de introspeção e feedback para terminar o ano. Sou apenas eu à conversa comigo mesmo, num formato com o qual, como vai ficar claro, me sinto imensamente confortável. Festas felizes; voltamos em 2026.
Segunda parte da conversa com o Miguel Sousa sobre Dave Chappelle. Falamos da franqueza ao dar e receber feedback, África novamente (porque... coiso) e depois o Miguel teve de sair para ir atuar ao Cais a Rir.
Finalmente, Dave Chappelle toma o seu lugar na mesa da autópsia, oferta de Miguel Sousa. Falamos da importância da "mensagem" em comédia, de África (porque somos brancos e queremos ser cancelados) e faço ainda o corte mais bruto a um final de episódio da história do podcasting. Enjoy!
Vítor Costa, o «King of Chaos», traz-nos o Luccas Otávio e, pelo caminho, falamos de temas tão vastos como a dicotomia da persona “confrontacional”, a importância da empatia e um pedido de desculpas que o Hugo nunca lhe chegou a dar.
Roberto Correia traz-nos John Mulaney, o Seinfeld 2.0, o "rei" da comédia «clean». Falamos de várias coisas, nomeadamente sobre crescimento em comédia e na vida.
Jonas Rocha decide ser o portador de «boas notícias» e escolhe como tema de conversa o britânico Russell Howard. Entre outras coisas, falamos sobre a inocência e a fisicalidade na comédia.
Pessoas, personagens e máscaras. Excelente conversa com Kenny Simões, que optou por dissecar o épico Sacha Baron Cohen.
Um dos grandes pais da comédia portuguesa assume o palco central neste segundo episódio, à conversa com a Liliana Marques. Testemunhem a tentativa de dois comediantes de fazer jus a Raul Solnado.
A Liliana Marques, criadora duma das mais acolhedoras noites de stand up de Lisboa (Com Calma) escolheu dissecar a comediante, atriz, escritora Hanna Einbinder. Pelo meio, ainda se falou de Raul Solnado!
Finalmente, alguém trouxe o «late, great» Norm Macdonald — e esse alguém foi o Ricardo Karitsis, um homem com muitos anos de palco: do teatro ao improviso e, agora, ao stand-up. Uma excelente conversa!
Paulo Xavier, um dos comediantes mais subversivos do stand-up em Portugal, subverte este podcast, dissecando (e, até, em momentos, defendendo) Os Batanetes. Uma excelente conversa fora da norma.
Carolina Veríssimo, a mais "rookie" comediante entrevistada até à data, traz-nos o gigante Bo Burnham. Uma conversa muito interessante a tentar dissecar o mais completo artista cómico da atualidade!
Ruben Branco, o comediante que provavelmente mais conteudos produz para o YouTube em todo o pais, traz-nos Triumph the Insult Comic Dog. Mais do que um fantoche, um verdadeiro selvagem da arte do roast.
No último episódio antes das férias (sim, vamos de férias), o pequeno grande Mário Falcão traz-nos o GOAT Chris Rock. Falamos de uma longa carreira de Chris Rock a dizer a verdade e, obviamente, da ínfame chapada de Will Smith.
A Autópsia do Sapo volta em SETEMBRO ;)
Bem vindo ao episódio que mais "throws shade" deste podcast. Hugo e Marcão não se inibem de arrastar os nomes de alguns "colegas" pela lama, inclusive o deles próprios. A excepção é feita ao Sam Morril, um comediante de comediantes.
Talvez o episódio em que menos se dissecou mas que mais se aprendeu. André de Freitas trouxe Chris Tucker e pelo caminho falámos da importância cultural de salas como o Def Comedy Jam, dos sacrifícios de fazer comédia full time e da importância de trazer o teu público contigo para "a viagem".
Pedro Luzindro, o comediante/actor que mais trabalha neste país, disseca a lenda, o mito, o herói que foi Robin Williams. Este episódio é um pouco mais longo porque tanto o Hugo como o Pedro são idosos e ficaram nostálgicos. O nosso mais sincero pedido de desculpas.
Dois homens brancos discutem o estilo cómico duma mulher comediante norte americana. Tem de tudo para acabarmos cancelados. É ouvir esta conversa com o Diogo Leitão.
O deliciosamente bizarro autor do Desenjoa da Antena 3 vem à Autópsia dissecar o deliciosamente bizarro Mitch Hedberg. Um episódio que pelo meio pode ou não conter promoção gratuita ao Winamp!
A Rafaela, uma sapata e o Miguel Vaz a dissecar o Jeselnik. Pelo meio, falamos ainda de Patrice O'Neal e do medo/resistência a criar material novo. De onde vem, para onde vai e porque é que é parte integrante do processo criativo.