No Resumo mensal do mês de Dezembro:
Nosso time de Pesquisa e Alocação apresenta os principais acontecimentos do mercado financeiro e compartilha insights sobre como esses fatores podem impactar seu portfólio e suas estratégias de investimento.
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No Brasil:
Os dados de emprego reforçam cenário de mercado de trabalho resiliente que deve continuar pressionando inflação no curto prazo e fazer com que o Banco Central inicie o corte de juros apenas em março.
No cenário internacional:
A captura de Nicolás Maduro marca o primeiro evento geopolítico de grande importância em 2026. Analisamos possíveis impactos macro e microeconômicos desse evento.
No episódio 39 do Bom dia Ghia:
No cenário externo:
O PIB dos EUA avançou acima do consenso no terceiro trimestre de 2025, fortemente puxado pelo avanço da demanda doméstica e dos gastos do governo, reforçando a resiliência do consumo e sugerindo que há pouca possibilidade de um novo corte de juros no curto prazo.
No cenário doméstico:
O IPCA-15 teve alta alinhada ao consenso, fechando o ano dentro do intervalo de tolerância da meta de inflação. A abertura continuou pressionada pelos componentes de serviços, com bens duráveis e alimentação no domicílio permanecendo em sua tendência desinflacionária benigna.
Nesta semana também mais curta, as atenções se voltam para as divulgações dos dados de mercado de trabalho brasileiros com o CAGED e a PNAD.
No cenário externo:
O Payroll e a taxa de desemprego, divulgados para os meses de outubro e novembro em atraso, continuaram apontando para maior fraqueza do mercado de trabalho nos EUA. O dado de inflação pelo CPI apresentou headline benigno, mas foi marcado por distorções metodológicas que reduzem a confiabilidade do indicador.
No cenário doméstico:
O Banco Central manteve a porta aberta para um corte de juros em janeiro, mas argumentou extensivamente na Ata e no Relatório de Política Monetária em prol de maior cautela na flexibilização dos juros, o que, na prática, reforça as expectativas de corte para março. Movimentações no trade eleitoral voltaram a fazer preços e volatilidade nos preços de ativos domésticos.
Nesta semana mais curta, acompanhamos dados de IPCA-15 e PIB do 3T25 nos EUA.
No cenário externo:
O FOMC cortou os juros em 25 pontos-base para a banda de 3,50%-3,75% sob a avaliação de que os riscos ao emprego superam os riscos inflacionários nessa fase do ciclo econômico. Mesmo assim, apontou que a Fed Funds está aproximadamente no patamar neutro e que tomará as decisões de política monetária a cada reunião, no modo "wait-and-see".
No cenário interno:
O Copom manteve a Selic estável e divulgou um comunicado muito parecido com o anterior, ainda com o tom duro e apontando a necessidade de manutenção da taxa básica de juros em patamar contracionista por um período prolongado. Embora o comunicado tenha sugerido que a Selic deve ser mantida em 15% em janeiro, a Ata e o Relatório de Política Monetária serão cruciais para compreender a avaliação de conjuntura do BCB.
Nesta semana, acompanhamos os dados de mercado de trabalho nos EUA e as comunicações oficiais do Banco Central do Brasil.
No Resumo mensal do mês de Novembro:
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No episódio 26 do Bom dia Ghia:
No cenário externo:
O cenário-base permanece sendo o de corte da Fed Funds Rate na reunião desta semana, com um dado fraco de geração de empregos formais e um dado moderado de inflação.
No cenário doméstico:
O cenário evoluía de forma benigna para ativos de risco domésticos até a quinta-feira, na esteira da divulgação do PIB do 3T25 que reforçou o processo de arrefecimento da atividade econômica induzido pela política monetária contracionista. Na sexta-feira, no entanto, os ativos domésticos foram penalizados pelo anúncio de Flávio Bolsonaro de sua pré-candidatura à presidência em 2026.
Nesta semana, acompanhamos as reuniões de política monetária na quarta-feira.
No cenário externo:
A inflação ao produtor e a atividade econômica foram os indicadores econômicos divulgados na última semana, mas que pouco influenciaram a precificação dos mercados. Em vez disso, as atenções se voltaram para declarações de dirigentes do Fed.
No cenário interno:
Em uma semana repleta de divulgações macroeconômicas, as principais foram os dados de IPCA-15 e mercado de trabalho. Ambas apontaram continuidade das tendências observadas nos últimos meses, de modo que a curva de juros refletiu um otimismo com início do ciclo de cortes em janeiro.
Nesta semana, a divulgação do PIB brasileiro do 3T25 e o PCE nos EUA concentram as atenções.
Nesta semana, no Bom dia Ghia:
No cenário externo:
Os primeiros dados de emprego divulgados após o shutdown mostram alguma recuperação do dinamismo do mercado de trabalho estadunidense, mas falas de diretores do Fed sugerem corte de juros em dezembro. A continuidade da reavaliação dos valuations de empresas de tecnologia penalizou o desempenho dos ativos de risco globais.
No cenário doméstico:
O IBC-Br vem em linha com o esperado, com a pauta política tomando os holofotes. O presidente indicou um aliado ao STF, criando atrito com o Senado.
Nesta semana, acompanhamos divulgações amplas de inflação nos EUA e Brasil e emprego pelo CAGED e PNAD.
No cenário externo:
O fim da paralisação do governo federal foi anunciado. Mesmo assim, os ativos de risco performaram mal na esteira de falas mais cautelosas de dirigentes do Fed e de certo ceticismo quanto aos valuations das empresas.
No cenário doméstico:
A ata do Copom, apesar de manter um tom cauteloso e sugerir que a Selic deve permanecer estável nas próximas reuniões, foi interpretada com otimismo pelo mercado. Isso, em conjunto com o IPCA benigno de outubro, ajudou no fechamento substancial da curva de juros na semana.
Nesta semana, o IBC-Br fecha as divulgações mais recentes de atividade econômica. Há também divulgações de indicadores de confiança dos EUA.
No Resumo mensal do mês de Outubro:
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🎙️Nesta semana, no episódio 31 do Bom dia, Ghia:
No cenário externo:
Ainda sob paralisação do governo federal, o mercado norte-americano focou na divulgação do dado privado de geração de empregos formais da ADP, que manteve a avaliação de um mercado de trabalho pouco dinâmico em outubro.
No cenário doméstico:
A decisão do Copom veio em linha com o consenso, mas a comunicação ainda conservadora surpreendeu a parte do mercado que esperava moderação no tom cauteloso do Comitê.
A indústria de fundos e o Ibovespa também chamaram a atenção por eventos ocorridos ao longo da semana.
Nesta semana, o foco é na divulgação do IPCA de outubro e nos dados setoriais de atividade econômica de setembro no Brasil.
🎙️Nesta semana, no episódio 31 do Bom dia, Ghia:No cenário externo:
A paralisação do governo norte-americano não impediu do Fed realizar mais um corte de juros. Mas a continuidade do ciclo ficou mais incerta.
O bom momento par ativos de risco continua com alívio nas tensões comerciais e bons resultados corporativos.
No Brasil:
Dados mostram mercado de trabalho apertado mas em trajetória de desaceleração.
Nesta semana, destaque para reunião do Copom na quarta-feira que deve manter a Selic inalterada.
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No cenário externo:
A divulgação do CPI de setembro, atrasada por conta da paralisação do governo federal, veio abaixo do consenso de mercado e reforçou as expectativas por dois cortes de juros nos EUA este ano.
As eleições legislativas na Argentina deram um novo gás ao governo de Javier Milei e já impulsionam os ativos de risco argentinos.
No cenário doméstico:
O IPCA-15 veio abaixo do consenso de mercado e com uma abertura benigna, refletindo o alívio nos componentes de serviços e reforçando apostas no corte da Selic em janeiro.
Nesta semana, as atenções se voltam para a decisão de política monetária nos EUA e para a divulgação do CAGED no Brasil
No cenário externo:
Com a paralisação do governo norteamericano adiando, novamente, as divulgações de indicadores macroeconômicos, os mercados se beneficiaram do alívio nas tensões comerciais entre EUA e China.
No cenário doméstico:
Os indicadores setoriais de atividade econômica relativos a agosto apontaram algum respiro da economia em agosto, mas sem motivar revisões de trajetória de moderação para a atividade este ano.
Nesta semana, as divulgações de inflação com o IPCA-15 no Brasil e CPI nos EUA concentram as atenções do mercado.
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Hoje estreia hoje o “GHIA Convida”, novo quadro do podcast da Ghia Multi Family Office.
Como nosso primeiro convidado, recebemos Rafael Bisinha, especialista em investimentos do Citi Bank Brasil.
Rafael Bisinha é mestre em Economia pela USP, além de especialista em investimentos do Citi Bank Brasil, Bisinha também passou por grandes bancos como Itaú e Santander, ocupando posições de economista, estrategista de investimentos e gestor de fundos.A conversa, conduzida por Tadeu Arantes (Head de Alocação) e Ana Canhameiro (Analista Internacional), busca mostrar a importância de diversificar internacionalmente o seu portifólio— com estratégia, eficiência e visão de longo prazo.
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No Episódio 28 do Bom dia Ghia:
No cenário externo:
Com agenda de indicadores econômicos esvaziada, os preços dos ativos foram pautados por movimentos políticos globais e pela política comercial dos EUA. O dólar se valorizou substantivamente em detrimento de moedas como o euro, o iene japonês e o real, enquanto a curva de juros estadunidense fechou com a alta demanda por ativos considerados seguros.
No cenário doméstico:
O IPCA de setembro veio melhor que o esperado, com abertura ainda benigna apesar de ruídos em alguns itens mais voláteis. Novos riscos fiscais se impuseram com a perda de validade da MP 1301.
Nesta semana, observamos as divulgações dos dados de atividade econômica mais recentes.
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No Resumo mensal do mês de Setembro:
Nosso time de Pesquisa e Alocação apresenta os principais acontecimentos do mercado financeiro e compartilha insights sobre como esses fatores podem impactar seu portfólio e suas estratégias de investimento.
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No cenário externo:
O fracasso dos legisladores estadunidenses em aprovar uma peça orçamentária levou à paralisação de inúmeros serviços federais, inclusive relativos à divulgação de indicadores macroeconômicos, como os dados públicos de mercado de trabalho.
No cenário doméstico:
O mercado de trabalho começa a apresentar evidências de arrefecimento gradual. Além disso, a aprovação do projeto de isenção do IR para pessoas que ganham até 5 mil reais trouxe algum receio aos preços dos ativos domésticos.
Nesta semana, há divulgação do IPCA e de confiança do consumidor nos EUA.
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No cenário externo:
Na esteira de dados de atividade econômica mais robustos do que o divulgado anteriormente, houve uma abertura na curva de juros norte americana que interrompeu as semanas de valorização dos ativos de risco globais e deu um novo fôlego ao dólar.
No cenário doméstico:
As comunicações de política monetária do Copom ao longo da semana reforçaram a tese de estabilidade da taxa de juros por um período prolongado. As breves conversas entre Trump e Lula no encontro da ONU em Nova Iorque abriram a possibilidade de normalização das relações comercial e diplomáticas com os EUA.
Nesta semana, destacam-se os dados de mercado de trabalho tanto brasileiro quanto estadunidense.
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