Home
Categories
EXPLORE
True Crime
Comedy
Society & Culture
Business
History
TV & Film
Technology
About Us
Contact Us
Copyright
© 2024 PodJoint
00:00 / 00:00
Sign in

or

Don't have an account?
Sign up
Forgot password
https://is1-ssl.mzstatic.com/image/thumb/Podcasts211/v4/54/d7/18/54d718ea-f781-32c7-face-c943c75ad6e9/mza_8604822814018941291.jpg/600x600bb.jpg
Café com Política
Jornal O TEMPO
442 episodes
2 days ago
Entrevistas com os principais líderes políticos de Minas Gerais e do país sobre os assuntos mais evidentes da semana. Presidente, governadores, senadores, deputados, vereadores e representantes de entidades são questionados sobre tudo aquilo que o cidadão quer saber.  
Show more...
Politics
News
RSS
All content for Café com Política is the property of Jornal O TEMPO and is served directly from their servers with no modification, redirects, or rehosting. The podcast is not affiliated with or endorsed by Podjoint in any way.
Entrevistas com os principais líderes políticos de Minas Gerais e do país sobre os assuntos mais evidentes da semana. Presidente, governadores, senadores, deputados, vereadores e representantes de entidades são questionados sobre tudo aquilo que o cidadão quer saber.  
Show more...
Politics
News
Episodes (20/442)
Café com Política
Pedro Patrus | Café com Política


O vereador de Belo Horizonte Pedro Patrus (PT) afirmou, em entrevista ao Café com Política exibido no Canal de O TEMPO no Youtube, que a Prefeitura de Belo Horizonte tem demonstrado dificuldade de diálogo com a Câmara Municipal e com setores que pensam a cidade de forma diferente da gestão. Segundo o vereador, a relação com o Executivo piorou ao longo do último período e passou a operar em uma lógica de confronto. “Às vezes, eu sinto que a prefeitura tem dificuldade de dialogar com questões importantes da cidade. Na política, o Poder Executivo muitas vezes tem feito dessa forma: ou está comigo ou está contra mim”, criticou.

Na avaliação do parlamentar, o diálogo institucional com a gestão do ex-prefeito Fuad Noman era mais consistente. “Nós tínhamos um diálogo  maior do que temos hoje”, afirmou, ao defender que a Prefeitura precisa ouvir mais a Câmara, especialmente em temas estruturantes. Para Patrus, o Legislativo não pode ser tratado como um obstáculo, mas como parte do processo democrático. “A Câmara é uma parcela eleita pela cidade, goste-se ou não. Representa a cidade”, pontuou.

Questionado sobre o anúncio da prefeito Álvaro Damião (União) sobre a gratuidade do transporte coletivo aos domingos e feriados na capital, o vereador afirmou que a medida foi uma vitória da pressão popular e dos movimentos sociais, mas criticou a forma como a prefeitura conduziu o processo. Segundo ele, o Executivo deixou de dialogar com os vereadores e com a sociedade sobre o financiamento da política. Para Patrus, a Prefeitura poderia ter chamado a Câmara e a população para discutir alternativas e caminhos possíveis antes do anúncio.

Sobre os processos de cassação em curso na Câmara de BH, o vereador defendeu cautela e disse que esse tipo de decisão não pode ser movido por disputas políticas. “Cassação não pode ser política, tem que ser técnica e jurídica”, defendeu. Segundo Patrus, a Câmara deve aguardar as investigações e ouvir todas as partes antes de qualquer decisão definitiva. “Um vereador fraudar domicílio eleitoral é muito sério, mas isso tem que ser bem investigado e comprovado”, ressaltou.

No campo eleitoral, Pedro Patrus afirmou que o PT e o campo democrático-popular têm nomes viáveis para a disputa pelo governo de Minas Gerais em 2026 e defendeu a construção de uma aliança de centro-esquerda. “Nome não falta. O que falta é unificar esse campo democrático-popular”, analisou. Para ele, a prioridade estratégica é a reeleição do presidente Lula (PT), o que passa pela formação de um palanque forte no estado.

Ao avaliar os desafios da esquerda, o vereador afirmou que o campo progressista precisa melhorar sua comunicação e ampliar o diálogo com a sociedade. “A esquerda, às vezes, é muito mais analógica do que digital”, afirmou. Segundo Patrus, é necessário conversar mais com a juventude, compreender as mudanças no mundo do trabalho e se adaptar às novas formas de fazer política.

Show more...
2 days ago
37 minutes

Café com Política
Provedor da Santa Casa, Roberto Otto Augusto de Lima | Café com Política

O provedor da Santa Casa de Belo Horizonte, Roberto Otto, revelou, em entrevista ao Café com Política, exibido no Canal de O TEMPO no Youtube, que a instituição tem enfrentado dificuldades com os repasses da Prefeitura da capital. Segundo ele, a situação tem levado a instituição a recorrer à Justiça para manter os pagamentos em dia. Para o provedor do hospital, o modelo atual expõe uma fragilidade estrutural do sistema público de saúde. “Saúde não deveria depender de visibilidade política”, avaliou. 

Segundo Otto, os atrasos nos repasses municipais tem comprometido a previsibilidade financeira da Santa Casa e tornam "quase impossível o planejamento do fluxo de caixa". Embora os pagamentos hoje estejam, em média, dentro do mês, ele destaca que atrasos de milhões de reais por poucos dias já impactam fortemente a gestão. “Isso nos obriga a recorrer a bancos e a pagar juros para continuar prestando atendimento ao SUS”, disse.

O provedor alertou ainda que a situação não é exclusiva da Santa Casa e atinge de forma generalizada os hospitais filantrópicos, responsáveis, segundo ele, pela maior parte do atendimento do Sistema Único de Saúde em Minas Gerais. De acordo com ele, essas instituições respondem por mais de 70% da assistência prestada pelo SUS no estado. “Sem os hospitais filantrópicos, o SUS em Minas não funciona”, afirmou. Para Otto, o subfinanciamento crônico faz com que essas unidades “andem numa verdadeira corda bamba”.

Durante a entrevista, Otto também criticou a falta de equidade no financiamento do SUS. Segundo ele, hospitais recebem valores muito diferentes para prestar os mesmos serviços. “Tem hospital recebendo 20 vezes a tabela SUS, enquanto outros recebem pouco mais de duas vezes. Isso é inconstitucional”, afirmou, acrescentando que essas distorções têm gerado uma série de ações judiciais contra o poder público.

Questionado sobre a relação com o governo do Estado e com o governo federal, o provedor avaliou que o cenário varia conforme a gestão e o período. Ele afirmou que o Estado de Minas Gerais ampliou sua participação no financiamento da saúde nos últimos anos. “Depois do governo Zema, o Estado entrou com mais força. Antes, praticamente não contávamos com esses recursos”, afirmou. Já em relação ao governo federal, reconheceu esforços recentes, mas destacou que os valores ainda estão longe do necessário para cobrir os custos reais da assistência.

Roberto Otto também fez críticas à Lei 14.820, que previa o reajuste anual dos contratos do SUS com base na inflação. Segundo ele, a medida não trouxe resultados concretos. “O reajuste ficou abaixo de 1%, enquanto a inflação passou de 5%. Isso não reflete a inflação real da medicina”, afirmou, citando o aumento dos custos com medicamentos, insumos importados e equipamentos atrelados ao dólar.

A falta de recursos, segundo o provedor, afeta diretamente a estrutura e o atendimento à população. Ele citou a quebra de um equipamento de hemodinâmica, que ficou cerca de 20 dias fora de operação, aumentando filas e reduzindo procedimentos. “Com mais recursos, teríamos equipamentos reserva ou uma manutenção preventiva mais eficiente”, pontuou. Problemas como a falta de uniformes para parte dos colaboradores também foram mencionados como reflexo do subfinanciamento.

Apesar das dificuldades, a instituição também avalia assumir a gestão de outros hospitais, desde que haja sustentabilidade financeira. Para o provedor, no entanto, a solução estrutural passa por um novo modelo de financiamento. “A saúde não pode depender de emendas, de relações políticas ou de visibilidade. Precisa ser tratada como política pública permanente”, concluiu.

Show more...
5 days ago
23 minutes

Café com Política
Rodrigo Tavares, presidente da Invest Minas | Café com Política
1 week ago
29 minutes

Café com Política
Duda Salabert | Café com Política

A deputada federal Duda Salabert (PDT-MG) fez um balanço do ano legislativo de 2025 e afirmou que a entrada da Câmara dos Deputados em recesso representa uma “vitória para o povo brasileiro”. Em entrevista ao Café com Política, a parlamentar avalia que o Congresso atravessa um dos piores momentos de sua história recente, marcado, segundo ela, por retrocessos, chantagens políticas e enfraquecimento da democracia.

“O balanço é muito ruim. E ainda bem que a Câmara entrou em recesso. É a maior vitória que o Brasil teve, porque nesse período nenhum direito do cidadão vai ser retirado”, afirmou. Para a deputada, o ambiente no Legislativo se deteriorou a ponto de tornar a paralisação temporária uma forma de proteção social. “De dezembro até o começo de fevereiro, nenhum direito vai ser retirado, nenhuma legislação vai ser afrouxada”, completou.

Ao avaliar a condução da Câmara, Duda Salabert classificou a gestão do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos), como “fraquíssima”. Segundo ela, a ausência de pulso firme abriu espaço para que grupos mais radicalizados passem a ditar o ritmo do Parlamento. “Hoje, quem grita mais alto leva vantagem. Isso é péssimo para a democracia e para o parlamento”, criticou. Na avaliação da deputada, a piora do cenário político tem relação direta com a presidência da Câmara. “Se hoje nós estamos piorando consideravelmente a política do Brasil, isso tem a digital do Hugo Motta”, pontuou. 

Sobre as eleições de 2026, a deputada federal demonstrou preocupação com a estratégia da direita, que, segundo ela, passa pelo controle do Senado. “O maior projeto político da ultradireita não é a presidência, é o Senado”, afirmou, ao defender que o campo democrático concentre esforços na disputa pelas cadeiras da Casa. Em Minas, Duda apontou a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), como o principal nome progressista do Estado. “Quem defende a democracia tem que defender Marília Campos. Ela encarna hoje o grande nome da política democrática em Minas”.

Durante a entrevista, a deputada também avaliou positivamente a possibilidade de o deputado federal Mário Heringer  (PDT) disputar o Senado, como uma alternativa mais ao centro. “Seria um ótimo quadro. Minas ganharia muito com uma candidatura dele”, afirmou. Já sobre a ex-deputada Áurea Carolina (Psol), Duda reconheceu sua importância política, mas foi cautelosa quanto à viabilidade eleitoral. “Ela ajudou a renovar a esquerda em Minas, mostrou a importância da diversidade na política, mas as pesquisas têm mostrado que ela não tem grande chance de vitória. O grande nome para o Senado é Marília Campos”, avaliou.

Na disputa pelo governo de Minas Gerais, Duda Salabert defendeu abertamente o nome do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), e cobrou responsabilidade do PT. “Se o PT tiver o mínimo de responsabilidade por Minas Gerais, tem que apoiar o Kalil”, afirmou. Segundo ela, Kalil representa uma opção de equilíbrio em um cenário polarizado e tem histórico reconhecido, especialmente pela condução da pandemia. 

Ao avaliar a gestão do governo do Estado, a deputada fez duras críticas ao governador Romeu Zema (Novo) e aos pré-candidatos ligados ao seu grupo político. Segundo Duda, Zema mantém uma relação de submissão às mineradoras. “O Zema é o office boy das mineradoras”, afirmou, ao criticar a condução da política ambiental e a tentativa de privatização da Copasa. Ela também atacou as pré-candidaturas do vice-governador Mateus Simões (PSD), que classificou como continuidade de um “projeto entreguista”, e do senador Cleitinho (Republicanos), a quem acusou de desprezar a população mais pobre. “Querer tirar o pobre do jogo político é desconhecer a Constituição”, disse.

No plano municipal, Duda Salabert classificou a gestão do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União), como um “fracasso”. Segundo ela, a prefeitura foi fatiada para atender interesses do centrão e carece de um projeto estruturado para a cidade. “Não tem projeto educacional, não tem projeto ambiental, não tem projeto econômico. É a velha política do pão e circo”, criticou.

A deputada também condenou os gastos com embarcações na Lagoa da Pampulha, afirmando que a população foi colocada em risco. Segundo ela, o governo do Estado chegou a oferecer barcos gratuitamente por meio da Copasa, mas a prefeitura recusou. “Por vaidade, o Damião erra e erra feio”, disse.

Duda ainda acusou o prefeito de oportunismo no anúncio da tarifa zero aos finais de semana e feriados, feito após a Câmara rejeitar o projeto original. “O projeto foi construído pelos movimentos sociais e, depois da pressão popular, o prefeito anuncia como se fosse dele. Nunca foi pauta dele”, afirmou. Para a deputada, faltou humildade e reconhecimento do trabalho coletivo.

Na pauta ambiental, Duda Salabert comentou a Operação Rejeito, da Polícia Federal, e afirmou que o esquema de corrupção envolvendo a mineração em Minas Gerais é muito maior do que o já revelado. “É apenas a ponta do iceberg”, disse. Segundo ela, denúncias feitas ao longo dos anos subsidiaram a investigação. “Tem muito mais político envolvido: da Assembleia, do Congresso, das câmaras e das prefeituras”, afirmou, alertando que novas fases da operação devem ocorrer.

Ao avaliar a COP realizada em Belém, Duda reconheceu contradições e falhas, mas defendeu a realização do evento no Brasil. “Sem a COP seria pior”, afirmou. Para ela, a conferência se destacou pela ampla participação popular e pelos investimentos estruturais deixados na cidade. “Foi a COP com maior participação popular da história”, avaliou, defendendo, ainda assim, a necessidade de repensar o modelo global de negociação climática.

Show more...
1 week ago
35 minutes

Café com Política
Daniel do Irineu | Café com Política

O líder do governo da prefeita Marília Campos (PT) na Câmara Municipal de Contagem, vereador Daniel do Ireneu (PSB), afirmou que a gestora “está acima do PT e de qualquer partido” e negou que haja, neste momento, qualquer discussão sobre sucessão municipal. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube, o parlamentar disse que Marília só deixará o cargo “no momento certo”. Para o vereador, a avaliação positiva da gestão de Marília Campos extrapola disputas partidárias. 

Na avaliação do vereador, apesar de a prefeita ser cotada tanto para uma candidatura ao Senado quanto ao governo de Minas em 2026, não há conversas internas sobre sua saída antecipada da Prefeitura de Contagem. Para o parlamentar, Marília tem sido clara ao afirmar que qualquer decisão será tomada apenas quando considerar adequado, mantendo, até lá, dedicação total à gestão municipal.

O vereador também avaliou um eventual cenário de transição no Executivo, caso a prefeita deixe o cargo para disputar as eleições do próximo ano. Para ele, o vice-prefeito Ricardo Faria (PSD) tem plena capacidade de diálogo com o Legislativo e não representaria uma ruptura na condução do governo. O líder de Marília destacou que Ricardo tem origem no parlamento municipal, conhece o funcionamento da Câmara e está alinhado politicamente à atual gestão.

Durante a entrevista, o líder do governo negou ainda a existência de crise na relação entre o Executivo e a Câmara Municipal após a chegada do ex-vereador Teteco para auxiliar na articulação política. De acordo com ele, os projetos enviados pela Prefeitura têm sido aprovados de forma ampla, muitos deles com apoio inclusive de vereadores da oposição, o que demonstraria, segundo ele, um ambiente de diálogo e estabilidade institucional.

Daniel do Ireneu também falou o cenário político na Câmara e afirmou que a oposição é “bem estabelecida”, especialmente com vereadores do PL, mas segue sendo minoritária. Segundo ele, a base governista mantém maioria confortável e uma relação de diálogo permanente com a prefeita, o que tem permitido a aprovação das pautas consideradas importantes para a cidade.

Show more...
1 week ago
16 minutes

Café com Política
Marcos Lisboa | Café com Política

A solução para os problemas de saneamento em Minas Gerais não está necessariamente atrelada à decisão de privatizar ou não a Copasa. Na avaliação do economista Marcos Lisboa, essa é uma escolha secundária diante de um fator considerado central: o modelo de regulação que será estabelecido para o setor.

“O debate, às vezes, fica muito polarizado: privatiza ou não privatiza, governo ou setor privado? Esse debate superficial mais atrapalha do que ajuda”, avalia. O economista foi entrevistado pelo programa Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube, nesta terça-feira (23/12). 

Show more...
1 week ago
43 minutes

Café com Política
Guilherme Daltro | Café com Política

O secretário de Governo de Belo Horizonte, Guilherme Daltro, fez duras críticas ao governo de Minas Gerais, comandado por Romeu Zema (Novo), ao afirmar que a política adotada pelo Estado tem adotado um tom de “deboche” com a capital e aposta em uma estratégia de “arrastar voto”. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta segunda-feira (22/12), Daltro avalia que a a postura do governo estadual ignora a complexidade da relação institucional com o município e acaba instrumentalizando temas administrativos com viés político.

No campo das negociações institucionais, o secretário destacou as tratativas entre a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) e a Copasa, afirmando que a outorga negociada no passado foi “muito generosa” com a companhia. Daltro defendeu que a capital mineira tenha sua participação devidamente valorizada no contexto do processo de privatização da empresa, ressaltando que o município tem direito a uma fatia compatível com sua relevância no sistema.

Ao comentar o cenário político na Câmara Municipal, o secretário criticou a lentidão da Justiça Eleitoral na análise de processos de cassação envolvendo vereadores. Apesar disso, reforçou que a Prefeitura não interfere nesses processos, tratando o tema como uma “matéria interna” do Legislativo. Mesmo diante da possibilidade de cassações, Daltro avaliou que a base de apoio ao prefeito Álvaro Damião deve ser mantida.

Sobre a gestão municipal, o secretário admitiu que mudanças no primeiro escalão podem ocorrer, citando ajustes em estruturas como a PBH Ativos. Ele afirmou que a Prefeitura avalia correções em empresas públicas, mas evitou fazer projeções, dizendo que não cabe “futurologia” sobre decisões administrativas ainda em análise.

Daltro também abordou o processo de extinção da BHTrans, afirmando que a Prefeitura atua para desacelerar a transição e evitar sobressaltos na política de mobilidade urbana. No mesmo tema, comentou o projeto do Tarifa Zero, avaliando que a proposta acabou se atropelando em razão da rapidez de sua tramitação e da disputa política em torno do assunto.

No plano eleitoral, o secretário afirmou que qualquer definição sobre 2026 envolvendo União Brasil e PP passará necessariamente pelo prefeito de Belo Horizonte. Segundo ele, o cenário ainda é abstrato, e as decisões políticas serão tomadas no tempo adequado, sob a liderança de Álvaro Damião. O próprio Daltro descartou ainda uma candidatura em 2026, afirmando que seu foco está na reeleição do atual prefeito.

Por fim, o secretário avaliou que, após um início de ano conturbado, a base do governo na Câmara Municipal está consolidada. Ele também garantiu que as operações de crédito contratadas pela Prefeitura têm juros baixos e não comprometem o Tesouro municipal, reforçando a sustentabilidade fiscal da gestão.

Show more...
1 week ago
28 minutes

Café com Política
Andréia de Jesus | Café com Política
2 weeks ago
39 minutes

Café com Política
Sargento Rodolfo - Café com Política

O prefeito de Sabará, Sargento Rodolfo (Republicanos-MG), afirmou que a gestão tem concentrado esforços na prevenção de enchentes e deslizamentos para atravessar o período chuvoso com mais segurança. Segundo ele, a prefeitura já realizou ações de limpeza, drenagem e manutenção em pontos críticos da cidade e prepara um grande projeto de desassoreamento que deve alcançar cerca de 20 quilômetros de rios, incluindo trechos do Rio das Velhas e do Rio Sabará. Essa limpeza seria, de acordo com o executivo, o maior da história do município, impactando diretamente cerca de 10 mil famílias.

Durante entrevista ao Café com Política, Rodolfo também fez um balanço do primeiro ano de mandato, marcado por dificuldades financeiras herdadas da gestão anterior. Ele disse ter assumido a prefeitura com uma dívida de R$ 185 milhões e orçamento frustrado de R$ 137 milhões, o que exigiu reestruturação administrativa e responsabilidade fiscal. Apesar disso, destacou avanços na segurança pública, como a formação de novos guardas municipais, a implantação de monitoramento com câmeras e inteligência artificial e a construção do primeiro complexo integrado de segurança pública de Minas Gerais.

Na área da saúde, o prefeito ressaltou a reforma da UPA, a reabertura do atendimento do SUS na Santa Casa após mais de uma década e a retomada de cirurgias de baixa e média complexidade na cidade. Ele também citou investimentos em turismo, regularização fundiária e melhorias na relação com servidores municipais. Segundo Rodolfo, a gestão aposta no diálogo, na transparência e na articulação com os governos estadual e federal para recuperar o protagonismo de Sabará e melhorar a qualidade de vida da população.

Show more...
2 weeks ago
25 minutes

Café com Política
Paula Coradi | Café com Política

A presidente nacional do PSOL, Paula Coradi, classificou como “desproporcional e vergonhosa” a decisão da Câmara dos Deputados que suspendeu por seis meses o mandato do deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ). Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quarta-feira (17/12) no canal de O TEMPO no Youtube, Coradi afirmou que a punição foi fruto de uma articulação política liderada pelo ex-presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), em retaliação à atuação combativa do parlamentar contra o chamado orçamento secreto.

“Nós tínhamos o entendimento de que a situação era muito difícil, porque existia uma articulação por trás, nos bastidores, do próprio Arthur Lira”, pontuou. Segundo ela, o processo contra Glauber ganhou força após o deputado ter intensificado os embates com Lira e ingressado no Supremo Tribunal Federal (STF) para bloquear cerca de R$ 4 bilhões do orçamento secreto por falta de transparência. “A partir dali, o grau de tensão aumentou bastante”, afirmou.

Apesar do cenário adverso, a presidente do PSOL afirmou que uma articulação política envolvendo a bancada do partido, lideranças do Congresso e o governo federal conseguiu impedir a cassação do mandato. “Nós também contamos com o próprio Guimarães, que ajudou. Então, o governo teve um papel importante para impedir uma cassação injusta”, avaliou.

Para Coradi, a suspensão aplicada a Glauber evidencia o que classificou como “dois pesos e duas medidas” dentro da Câmara. Ela comparou o caso do deputado do PSOL com outros episódios recentes. “Nós temos um deputado que tomou seis meses de suspensão por algo ínfimo, enquanto o Chiquinho Brazão sequer teve processo de cassação votado na Câmara, mesmo sendo indiciado como mandante do assassinato da Marielle”, disse. A dirigente também citou a decisão que manteve o mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP). “A Câmara também livrou a Carla Zambelli, que é condenada pela Justiça e está presa e foragida”, criticou.

Ao avaliar a atuação do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), Coradi disse que houve abuso de autoridade e ausência de diálogo. “O presidente da Câmara não pode tomar dois pesos e duas medidas”, afirmou, citando ainda o uso da Polícia Legislativa contra parlamentares, agressões a deputados e o corte da transmissão da TV Câmara como “incidentes gravíssimos”.

Apesar da punição, a presidente do PSOL avalia que o caso acabou ampliando a visibilidade do partido e do campo progressista. “O Glauber é um deputado muito combativo, que orgulha a nossa bancada”, disse. Para ela, a tentativa de cassação se insere em um movimento mais amplo de intimidação política contra mandatos de esquerda em câmaras municipais, assembleias legislativas e no Congresso Nacional. “São motivos totalmente políticos, que tentam calar a voz do PSOL e de outros partidos do nosso campo”, afirmou.

Federação e eleições de 2026

No campo eleitoral, Paula Coradi confirmou que o PSOL e a Rede Sustentabilidade estão em diálogo para renovar a federação para as eleições de 2026. “A nossa experiência é muito positiva, por isso, existe uma grande tendência de renovação”, afirmou. Segundo ela, o partido trabalha na montagem de chapas competitivas para os Legislativos estadual e federal e também para o Senado.

Ao rebater críticas de que o PSOL atuaria como um “satélite do PT”, Coradi afirmou que o partido mantém autonomia política. “Somos um partido com muita autonomia. Não abaixamos nenhuma das nossas bandeiras para caber dentro de uma ou outra decisão do governo”, disse. Segundo ela, o PSOL tem protagonismo em pautas nacionais, mesmo integrando a base de apoio do presidente Lula.

Boulos, São Paulo e Minas Gerais

Sobre o cenário de 2026 em São Paulo, Coradi afirmou que Guilherme Boulos pode ser candidato ao Senado, a depender da conformação do quadro eleitoral. “Se for candidato, a tendência é que seja ao Senado”, disse, destacando que ele deve cumprir um papel relevante na campanha, tanto em São Paulo quanto nacionalmente.

A presidente do PSOL também destacou a deputada Érica Hilton como aposta central do partido em São Paulo. “Ela deve ser a grande puxadora de votos e pode ser uma das deputadas federais mais bem votadas do Brasil”, afirmou.

Em Minas Gerais, Coradi disse que o PSOL trabalha para ampliar suas bancadas e defende a construção de unidade no campo da esquerda. O partido aposta nas candidaturas de Bela Gonçalves e Célia Xakriabá para a Câmara dos Deputados e lançou Áurea Carolina como pré-candidata ao Senado. “Queremos construir as melhores condições para que a esquerda volte a governar Minas Gerais”, concluiu.

Show more...
2 weeks ago
21 minutes

Café com Política
Barbara Botega | Café com Política

Integrante do Executivo Estadual desde 2021, com atuações na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) e na Secretaria de Estado de Comunicação (Secom), Bárbara Botega assumiu um importante desafio ao ocupar a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), substituindo Leônidas Oliveira, que deixou o posto  em meados de setembro deste ano.
Desde então, a gestora tomou frente à continuidade de ações da pastas, além de propor novas iniciativas para alavancar o Turismo e a Cultura em Minas. Em entrevista ao Café com Política, no canal de O TEMPO no YouTube, Bárbara fala sobre os desafios do cargo, projetos que pretende trazer ao Estado e o legado que quer deixar para a cultura de Minas Gerais.

Show more...
2 weeks ago
33 minutes

Café com Política
Pedro Aihara | Café com Política

O deputado federal Pedro Aihara (PRD-MG) fez um alerta durante entrevista ao Café com Política sobre o que considera um “ativismo judicial danoso” do Supremo Tribunal Federal (STF). Para ele, episódios recentes, como a reação à chamada PEC da Blindagem, revelam uma “relação problemática” entre Judiciário e Congresso. Segundo o parlamentar, a discussão foi distorcida nas redes e parte da imprensa, reduzida à ideia de impunidade, quando a maior preocupação da maioria dos deputados era responder a interferências que, na avaliação dele, fragilizam o equilíbrio entre os Poderes.

Aihara ressalta que não defende um STF enfraquecido, mas sim limites institucionais claros. Ele argumenta que decisões que avançam sobre prerrogativas legislativas abrem precedentes perigosos, capazes de afetar governos de diferentes orientações no futuro. “Hoje pode ser ideologicamente confortável; amanhã, não. O respeito à divisão constitucional de competências é indispensável”, afirmou. O deputado também critica a simplificação das narrativas políticas nas redes sociais, que, segundo ele, transformam debates técnicos em disputas apaixonadas e dificultam a compreensão do cidadão.

Além da tensão institucional, Aihara discutiu temas como segurança pública e emendas parlamentares. Ele voltou a cobrar maior investimento federal no setor, alertou para a expansão de facções em Minas Gerais e no país e criticou o que chamou de “criminalização generalizada” das emendas, defendendo transparência e fiscalização, mas sem demonizar o instrumento. Por fim, disse que pretende disputar a reeleição em 2026 e adiantou que conversa com PP e União Brasil sobre eventual mudança partidária.

Show more...
3 weeks ago
33 minutes

Café com Política
Luís Eduardo Falcão | Café com Política

O presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Patos de Minas, Luiz Eduardo Falcão (sem partido), afirmou, em entrevista ao Café com Política exibido nesta sexta-feira (12/12), que a relação institucional com o governo Romeu Zema vive um momento de afastamento provocado pelo próprio Estado. Segundo ele, prefeitos aguardam há quase três meses uma resposta do governo estadual sobre um documento que reúne as principais demandas das cidades. “Da nossa parte, não existe mal-estar. Mas parece que por parte do Estado está havendo um desrespeito em relação à AMM. E aí o desrespeito não é comigo, é com os municípios de Minas Gerais”, avaliou.

Falcão destacou que, apesar de ter deixado o Partido Novo, mantém diálogo institucional com o governo e considera fundamental que todos os gestores façam o mesmo. “Eu tenho noção da minha responsabilidade de ter um relacionamento institucional. A AMM não vai se furtar ao seu direito de apresentar as demandas dos municípios”, afirmou.

Críticas à privatização da Copasa

Um dos principais pontos de atrito da AMM atualmente com o governo Zema é o projeto de privatização da Copasa. Para Falcão, o processo foi conduzido sem diálogo adequado com as prefeituras. “O processo foi atropelado. Não podemos ser ignorados”, pontuo.

Segundo ele, os municípios não foram consultados antes da formulação do texto enviado à Assembleia Legislativa (ALMG). Falcão ressaltou que prefeituras têm responsabilidade direta sobre o serviço, inclusive sendo cobradas pela população quando há falta d’água ou problemas de saneamento. De acordo com o presidente da AMM, a associação apresentou uma emenda ao projeto e protocolou questionamentos no Tribunal de Contas do Estado para garantir que as cidades tenham autonomia para renegociar contratos. “Os municípios não serão os últimos a saber. Cada gestor vai ter a liberdade de aceitar, renegociar ou não renovar o contrato”, disse.

Pacto federativo e “pautas-bomba”

Durante a entrevista, Falcão afirmou ainda que o pacto federativo brasileiro não funciona na prática. “O pacto federativo é uma ficção. Retiram 85% do dinheiro das cidades e levam tudo para Brasília e para Belo Horizonte”, afirmou.

O prefeito de Patos de Minas também falou sobre o impacto de aprovações no Congresso pisos salariais e novas obrigações sem fonte de custeio definida. “A bomba vai explodir no colo dos prefeitos. O dinheiro é um só e, muitas vezes, essas medidas recaem somente sobre os municípios”, alertou.

Cenário eleitoral: governo, Senado ou Câmara

Questionado sobre seu futuro político, Falcão disse não descartar disputar o governo de Minas, o Senado ou a Câmara dos Deputados em 2026. Reforçou, porém, que ainda não é o momento de definir candidaturas. “Não é hora de discutir cargos. O que eu vejo é que o momento não é de ter candidato de si mesmo”, afirmou.

Falcão também lembrou que, se disputar qualquer cargo em 2026, terá de deixar seus dois postos atuais. “Se for candidato, tenho que renunciar à Prefeitura e à AMM”.

Apesar de não ter filiação no momento, o presidente da AMM reconhece que já avançou em conversas com algumas siglas. “Republicanos é o partido com que mais conversei até agora”, afirmou. Ele também mencionou diálogos com PSD, PL e MDB, mas diz buscar um alinhamento programático antes de decidir o destino político.

Show more...
3 weeks ago
47 minutes

Café com Política
Julvan Lacerda | Café com Política

Um grupo de ex-prefeitos mineiros está articulando uma chapa, com ao menos dez nomes, para disputar vagas na Câmara dos Deputados em 2026. A movimentação está sendo liderada pelo ex-presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e ex-prefeito de Moema, Julvan Lacerda. Ele comentou sobre a articulação durante entrevista ao Café com Política. 

A estratégia, segundo Lacerda, mira uma tentativa de enfrentar o que ele chama de “engessamento” do sistema político, além da dificuldade de renovação no Congresso. A ideia é formar uma chapa competitiva, baseada na pauta municipalista, capaz de eleger até três deputados federais. “Nosso grupo pode eleger até três deputados federais sem depender dos caciques”, afirmou. 

Show more...
3 weeks ago
30 minutes

Café com Política
Marcus Pestana | Café com Política

O diretor da Instituição Fiscal Independente (IFI), Marcus Pestana, faz um alerta grave: o Brasil caminha para um estrangulamento orçamentário já a partir de 2027. Segundo ele, o afrouxamento do arcabouço fiscal, a explosão da dívida pública e a falta de margem no Orçamento vão obrigar o próximo presidente a adotar medidas duras.

Pestana critica a flexibilidade da nova LDO, aponta risco de desequilíbrio fiscal contínuo e afirma que o país precisa repensar sua estrutura de gastos, estancar a dívida e aumentar drasticamente sua capacid

Show more...
3 weeks ago
58 minutes

Café com Política
Luiz Philippe | Café com Política
3 weeks ago
49 minutes

Café com Política
Mario Heringer | Café com Política

O deputado federal Mário Heringer (PDT-MG), líder da bancada na Câmara e presidente do partido em Minas Gerais, afirmou em entrevista ao Café com Política que o PT, por vezes, age de forma negativa com aliados, tratando-os como “segunda opção”. Ele citou o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), visto por uma parte dos petistas como reserva para a disputa pelo governo do estado.

“A maneira ruim de eles tratarem os companheiros é essa. Já começa chamando Kalil de segunda opção, opção alternativa. Ele é a primeira opção nossa. Acredito que não está na hora de impor condições para apoiar ou não apoiar. Decide. Se quiser ter um candidato próprio, tenha. Mas Kalil é o nome mais próprio, que não está com a direita”, disse.

Show more...
3 weeks ago
28 minutes

Café com Política
Maycon Willian | Café com Política
1 month ago
41 minutes

Café com Política
Igor Eto | Café com Política

O novo presidente do Avante em Minas Gerais e ex-secretário de Governo de Romeu Zema (Novo), Igor Eto, afirmou que pretende apoiar o governador na candidatura à presidência em 2026, assim como o vice Mateus Simões (PSD) para o Executivo estadual. Entretanto, ele afirma que ainda não há uma definição por parte da legenda em relação às próximas eleições. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido no canal no YouTube de O TEMPO nesta quinta-feira (4/12), Eto explicou que os planos do Avante para o ano que vem envolvem consolidar as bancadas de deputados federais e estaduais de Minas.

Eto deixou o Partido Novo e o governo Zema recentemente para presidir o Avante em Minas, com a missão de reorganizar a legenda no estado e montar as chapas que vão concorrer a cargos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e ao Congresso Nacional. Apesar de críticas e acusações de “traição” internas no Novo, o presidente do Avante afastou a ideia de que teria deixado a sigla por “mágoas” e afirmou que irá apoiar tanto Zema quanto Simões no ano que vem.

Show more...
1 month ago
32 minutes

Café com Política
Franco Cartafina | Café com Política
1 month ago
38 minutes

Café com Política
Entrevistas com os principais líderes políticos de Minas Gerais e do país sobre os assuntos mais evidentes da semana. Presidente, governadores, senadores, deputados, vereadores e representantes de entidades são questionados sobre tudo aquilo que o cidadão quer saber.