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Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts
Cantinho da Psicóloga
60 episodes
2 days ago
Os áudios dos conteúdos são gerados por IA - Inteligência Artificial a partir das centenas de textos e artigos elaborados por psicólogos.
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Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts
10 principais dúvidas sobre o trabalho do psicólogo
O trabalho do psicólogo é cercado de muitas dúvidas. Você, provavelmente, já deve ter se perguntado, por exemplo, se está realmente precisando de terapia ou se vale mesmo a pena pagar alguém para "apenas te ouvir", não é mesmo?
Esses são questionamentos comuns, mas que devem ser solucionados como forma de não ignorar o cuidado com a sua saúde mental.
Por isso, neste artigo, vamos trazer as dúvidas mais comuns – e também as respostas – sobre o trabalho do psicólogo para que você possa compreender melhor a importância e relevância deste profissional na sua vida. Confira!
Dúvidas sobre o trabalho do psicólogo: as 10 mais comuns
Confira, abaixo, as dúvidas mais comuns sobre o trabalho do psicólogo.
Mas, vale dizer, que você pode entrar em contato com os profissionais da Psicólogo e Terapia para esclarecer suas próprias dúvidas.
1. Qual a diferença entre psicólogo, psicanalista e psiquiatra?
Para facilitar essa resposta, separamos por tópicos. Veja só:
Psicólogo
Profissional graduado em Psicologia.
Estuda comportamentos, emoções e pensamentos humanos.
Trata diversas condições ligadas à mente humana (desde ansiedade até transtornos mais severos, como o transtorno de personalidade), inclusive suas raízes.
No tratamento, utiliza conversas, exercícios e técnicas psicoterápicas.
Também pode ajudar no desenvolvimento do autoconhecimento, inteligência emocional, autoestima, etc.
Não está apto a prescrever medicamentos.
Psicanalista
Profissional que possui formação em Psicanálise.
Estuda o inconsciente dos indivíduos, revelados por meio de palavras, ações e até sonhos.
Propõe questionamentos a partir de discurso do paciente para que esse consiga olhar para o seu "eu-interior".
Não está apto a prescrever medicamentos.
O acompanhamento é mais duradouro do que com o psicólogo uma vez que acessa o inconsciente.
Psiquiatra
Profissional graduado em Medicina com residência em Psiquiatria.
Atua na identificação e diagnóstico de transtornos mentais, como depressão, esquizofrenia, etc.
Está apto a prescrever medicamentos, como antidepressivos e ansiolíticos.
Tem como foco tratar os sintomas das condições, por isso, é recomendado o acompanhamento de um psiquiatra em conjunto com o psicólogo, pois se complementam.
2. Devo revelar segredos ao psicólogo?
Não necessariamente. Você não precisa falar sobre assuntos que te deixam desconfortável na terapia. Saiba que a confiança no psicólogo é adquirida aos poucos, assim, quando você se sentir à vontade, poderá se abrir sobre questões íntimas nas quais ele te ajudará.
3. O psicólogo receita medicamentos?
Como mencionamos na primeira pergunta: não, o psicólogo não pode prescrever medicamentos. Entretanto, se ele perceber que há a necessidade de remédios no seu tratamento, te encaminhará ao psiquiatra para um acompanhamento multidisciplinar.
4. O que meus amigos e familiares vão pensar se eu fizer terapia?
Esse é um receio comum, uma vez que as pessoas ainda associam terapia "à coisa de doido". Acontece que essa é uma forma de cuidar da saúde mental, sendo importante para tratar alguma condição ou trabalhar o autoconhecimento e as emoções.
Por isso, é importante não se preocupar com o julgamento de terceiros e nem ter vergonha de procurar um psicólogo. Coloque o seu autocuidado em primeiro lugar, sempre!
5. Quando buscar a ajuda de um psicólogo?
Você pode procurar um psicólogo sempre que sentir necessidade ou quando estiver passando por algum problema emocional pontual e que não esteja dando conta de resolver sozinho. Portanto, busque uma ajuda profissional se:
Estiver com pensamentos e emoções negativas com os quais não está sabendo lidar, como tristeza profunda, ansiedade, irritabilidade, estresse, etc.
Se tiver passado por algum evento significativo na vida, como perda de emprego ou de um ente querido, separação, etc.
Se tiver sido diagnosticado com algum transtorno mental, do mais simples ao mais severo.
Não estiver conseguindo se relacionar bem com as pessoas ao seu redor – amigos, cônjuges, colegas de...
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3 days ago
7 minutes 55 seconds

Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts
Saúde mental e fertilidade: existe relação?
O desejo de engravidar é um processo que envolve sonhos e expectativas, mas também pode contar com momentos inesperados que geram frustração por não sair como se esperava.
O que pouco se fala é que a infertilidade é uma realidade que afeta diversos casais pelo mundo e que, muitas vezes, o caminho para engravidar pode ser bem mais desgastante do que prazeroso.
Neste artigo, vamos entender como a saúde mental pode impactar na fertilidade e falar sobre estratégias para lidar com essas questões de forma mais eficaz e saudável. Boa leitura!
Afinal, existe relação entre saúde mental e fertilidade?
Sim, a relação entre saúde mental e fertilidade é uma via de mão dupla. Assim, a ansiedade, o estresse e a frustração podem afetar negativamente a gravidez, retardando-a.
Por outro lado, a infertilidade por si só pode desencadear ainda mais problemas que afetam a saúde mental, como as emoções negativas por não conseguir a sonhada gravidez.
Nesse sentido, é preciso entender que o emocional influencia o físico: as partes estão interligadas. Estudos mostram que até 30% dos casais com infertilidade apresentam sintomas de ansiedade, e até 80% relatam sintomas depressivos.
Isso interfere não só na fertilidade em si, mas na convivência entre o casal e na vida sexual. O caminho para engravidar pode ser mais cansativo do que encantador. Mas é preciso lembrar que a mente deve estar bem para o corpo funcionar de forma equilibrada.
Como a saúde mental pode interferir na fertilidade?
A ansiedade e o estresse são experiências comuns no cotidiano, mas podem exercer um impacto significativo durante o processo de tentar engravidar.
Afinal, quando persistentes, essas emoções desregulam o eixo hormonal, afetando diretamente tanto a ovulação quanto a produção de espermatozoides.
Além disso, a pressão em torno das tentativas de engravidar pode gerar sentimentos de cobrança, frustração e culpa, aumentando a tensão. Esse estresse emocional pode diminuir o desejo sexual e até reduzir a frequência de relações nos períodos férteis.
A ansiedade também influencia hábitos de vida, podendo levar a má alimentação, noites mal dormidas e até ao abandono de tratamentos médicos.
Já o estresse crônico pode alterar os níveis hormonais no corpo, incluindo os hormônios envolvidos na reprodução. O cortisol, conhecido como o "hormônio do estresse", pode afetar a liberação de hormônios como o estrogênio e a progesterona nas mulheres, e a testosterona nos homens.
Portanto, cuidar da saúde mental é fundamental para que o corpo funcione de forma equilibrada, favorecendo o processo reprodutivo.
E como a pressão por engravidar pode interferir na saúde mental?
As tentativas de engravidar acabam gerando toda uma tensão e pressão no casal. Diante de cenários de infertilidade, o estresse e a ansiedade trazem ainda mais sentimentos juntos, como autocrítica, pensamentos punitivos e frustração.
A questão é que isso tudo acaba colaborando para o surgimento do sentimento de culpa e incapacidade muito grande no casal.
Quando a gravidez não acontece no tempo esperado, pode surgir o sentimento de "falha" e o de não se sentir suficiente para tal. Assim, a pressão por engravidar afeta de forma considerável a autoestima da mulher.
Isso tudo mexe com a mente do casal, gerando ansiedade e estresse constante, sentimento de inadequação, comparações e pressão na própria relação, o que prejudica muito a saúde mental dos envolvidos.
Como preservar a saúde mental para que o estresse e a ansiedade não interfiram na fertilidade?
Durante o processo de tentar engravidar, é importante realizar alguns ajustes para que a ansiedade não tome conta e atrapalhe o resultado. Confira algumas dicas:
1. Mantenha o foco na relação
Para começar, evite comentar com outras pessoas sobre as tentativas de engravidar. É normal querer partilhar o entusiasmo com quem amamos, mas nem sempre isso pode ser positivo. As pessoas acabam gerando uma pressão externa, mesmo sem intenção para tal.
Além disso, manter o foco na sua relação ...
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4 days ago
7 minutes 7 seconds

Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts
Como diferenciar hiperatividade da agitação comum da infância?
A infância é uma fase marcada por novas descobertas, brincadeiras e agitação. Mas, às vezes, essa agitação toda pode indicar algo mais sério, como a hiperatividade.
Nesse sentido, é muito importante que os pais se atentem à mudança no comportamento dos filhos para que, em caso de alguma atitude incomum, busquem ajuda adequada para que não haja traumas maiores nas crianças.
Como pode ser um pouco confuso diferenciar hiperatividade de agitação, preparamos este conteúdo. Continue a leitura para entender como identificar e como lidar com isso.
Por que é comum confundir hiperatividade e agitação?
A agitação é uma característica inerente à infância. À medida que a criança vai aprendendo coisas novas, ela gosta de mostrar. Algumas conversam muito, outras gostam de ter atenção dos adultos de forma intensa. Enfim, é natural que essa fase seja mais inquieta mesmo.
Acontece que um dos sinais da hiperatividade é agitação e inquietação, então, por vezes, esses comportamentos podem ser confusos para os pais. Assim, o que parece ser somente uma agitação habitual, pode, na verdade, indicar algo a mais.
Mas, afinal, o que é hiperatividade?
A hiperatividade se trata de uma condição neurológica que pode atingir a aprendizagem, a interação social, a atenção e a percepção, tendo início na infância.
Essa condição pode aparecer de forma isolada ou como sintoma do Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).
Alguns sinais podem indicar que a criança tem hiperatividade, como, por exemplo:
Agitação e inquietação;
Dificuldade na aprendizagem;
Ansiedade, impulsividade e agressividade;
Enjoa rápido das atividades;
Se distrai com muita facilidade;
Apresenta dificuldades para dormir.
As causas da hiperatividade ainda não são completamente conhecidas, o que se sabe é que estão ligadas a fatores genéticos e também ao ambiente de convivência.
Dessa forma, alguns fatores podem desencadear essa condição, como: crises familiares, parto prematuro ou complicações no parto, tabagismo durante a gravidez, gravidez complicada e alterações metabólicas ou hormonais.
Como diferenciar a hiperatividade da agitação comum?
Entenda como diferenciar a hiperatividade da agitação por meio das dicas abaixo:
Hiperatividade
1. Tem dificuldade de concluir tarefas ou projetos;
2. Distrai-se com coisas sem importância;
3. Apresenta comportamento ansioso e dificuldades de concentração;
4. Dificuldade com planejamento, disciplina e organização;
5. Normalmente apresenta inteligência acima da média, mas não consegue bons resultados na escola ou no trabalho;
6. É comum apresentar inquietude mental e corporal, como mexer pés, pernas e mãos;
7. Dificuldade para dormir e, quando dorme, também apresenta dificuldade para acordar;
8. Falta de tato com as palavras.
Agitação
1. Quando se interessa por algo, demonstra uma certa atenção;
2. Quando algo não motiva o suficiente, a criança se distrai com facilidade;
3. Apresenta alegria e muito ânimo;
4. Relaciona-se bem socialmente;
5. Em casos de teimosia, não necessariamente é violento;
6. Reage de forma intensa após descobrir ou explorar algum ambiente.
É importante destacar que sempre é aconselhável buscar ajuda especializada. Afinal, o diagnóstico é clínico e se dá por anamnese. Há também outros exames que podem confirmar a hiperatividade.
Geralmente, multiprofissionais então envolvidos nesse processo, como psicólogos, psiquiatras, neuropediatras e neurologistas. Psicopedagogos e neuropsicólogos podem ser importantes para reforçar o tratamento.
Quais são os riscos de não diagnosticar a hiperatividade precoce?
Quando o diagnóstico não é feito com antecedência, há impactos consideráveis na vida da criança. Conheça alguns:
Impactos na memória e atenção: estudos neuropsicológicos identificaram prejuízos na atenção complexa e memória verbal, afetando o aprendizado e a retenção de informações no cotidiano.
Desafios nos estudos: uma criança com hiperatividade não tratada lida com consequências sérias na aprendizagem, visto que a hiperat...
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6 days ago
8 minutes 29 seconds

Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts
Psicologia do trabalho: por que investir na sua empresa?
A psicologia do trabalho passou a ser utilizada em empresas que procuram melhorar o ambiente de trabalho e, consequentemente, o desempenho de suas equipes.
A partir do momento em que se entende que os funcionários são a essência da empresa e que faz muita diferença mantê-los motivados e confortáveis em um ambiente, você percebe o que de fato precisa ser feito para obter mudanças efetivas.
Vale dizer que empresas que normalmente não priorizam essa área apresentam alta rotatividade de funcionários e resultados que não correspondem aos esperados.
Mas, e aí, você sabe como a psicologia do trabalho pode impactar de forma positiva a sua empresa? Veja, neste artigo, algumas dicas de cuidados com seus colaboradores que vão influenciar nos resultados!
O que é a psicologia do trabalho?
A psicologia do trabalho é a área dedicada a entender as interações entre o indivíduo e seu ambiente de trabalho. Nos últimos anos, ela evoluiu para abranger não somente a administração de recursos humanos, mas também aspectos relacionados à qualidade de vida do colaborador e ao seu bem-estar no ambiente de trabalho.
Essa esfera do trabalho inclui diversas práticas, como gestão de conflitos, avaliação de desempenho, programas de treinamento e análise de cargos e salários.
Tem como foco não apenas criar um ambiente agradável, mas também um lugar de realização pessoal, fonte de satisfação e de crescimento pessoal.
Suas contribuições são amplas, influenciando diretamente no engajamento, motivação e na capacidade de ser um ambiente que atraia e retenha novos talentos.
Qual é a diferença entre psicologia do trabalho e psicologia organizacional?
Enquanto a psicologia do trabalho foca na realização pessoal do colaborador, a psicologia organizacional busca manter um ambiente de trabalho saudável para todos os colaboradores.
A psicologia do trabalho lida com ações mais individualizadas, analisando como cada profissional se enxerga na empresa, com todas as ações focadas na figura daquele membro. Dessa forma, inclui todo o processo de treinamento para o profissional exercer sua função, além do acompanhamento do seu desempenho e do aconselhamento individual.
Já a psicologia organizacional diz respeito à didáticas como: pesquisa de cultura, clima e saúde para avaliar melhorias em um ambiente de trabalho, por exemplo.
Por que toda empresa deve investir na psicologia do trabalho?
A psicologia do trabalho é importante porque impacta diretamente nos resultados da empresa, visto que, um funcionário realizado tende a cumprir suas funções com um melhor desempenho.
Assim, confira alguns benefícios de investir nessa área:
O funcionário se sentirá mais motivado para crescer na sua função e terá mais clareza sobre o caminhos que precisa percorrer;
Estando em um ambiente acolhedor, ele também evita atrasos, diminuindo taxas de absenteísmo;
A rotatividade na empresa reduz, uma vez que um funcionário satisfeito não se preocupa em procurar um novo emprego;
Quanto menor a troca no quadro de funcionários, menos gastos com demissão, admissão e integração de equipe.
Convém mencionar que todas as técnicas que favorecem o bem-estar do trabalhador são sempre muito bem-vindas. Quanto mais cedo as empresas priorizarem quem de fato faz a engrenagem funcionar, melhores serão os resultados.
Na prática, como a psicologia do trabalho é aplicada nas empresas?
Como vimos, a psicologia do trabalho é importante para promover um ambiente tranquilo e que impacte de forma positiva na produtividade dos funcionários, influenciando na cultura organizacional da empresa e nos resultados. Mas como isso funciona na prática? Veja só:
1. Contratação e seleção
A psicologia do trabalho tem um papel essencial no recrutamento de talentos, atuando na seleção de candidatos mais adequados para a vaga por meio de etapas como a análise de perfil e avaliação de competências, que deve levar em consideração a cultura organizacional da empresa.
Investir nessa estratégia é uma forma de se ter uma seleção mais precisa, cria...
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1 week ago
8 minutes 10 seconds

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Licença-maternidade: como se preparar para a volta
Se preparar emocionalmente para o fim da licença-maternidade é um desafio para muitas mães - para a maioria, nós diríamos. Afinal, há o desejo e/ou a necessidade de retornar para o trabalho, mas a experiência de ser mãe e o amor que só aumenta a cada dia tornam esse processo um tanto quanto doloroso e desafiador, não é mesmo?
Sendo assim, como ficar longe do filho ou da filha 8 horas por dia (às vezes até mais) se durante os últimos 4 ou 6 meses vocês ficaram juntos integralmente? Como confiar em alguém para cuidar de um bem tão valioso? Será que vale a pena largar a carreira para se dedicar integralmente à maternidade?
Essas e outras dúvidas são comuns, mas precisam ser solucionadas com muita tranquilidade, uma vez que o conflito interno pode trazer adoecimento mental e emocional para as mães. Por isso, trouxemos algumas dicas que podem te ajudar nessa transição.
Confira!
1. Prepare-se com antecedência para o fim da licença-maternidade
Essa é uma dica que deve vir antes de qualquer outra: prepare-se e organize-se com o máximo de antecedência para essa fase. Isso significa que, dois meses antes do término da sua licença, você já deve começar a pensar com antecedência em todos os pontos, isto é, se realmente voltará a trabalhar, com quem a criança ficará, etc.
Mas, para além disso, é importante tentar preparar você e o bebê para essa separação, o que implica em criar um período de transição. Por exemplo: se você pretende deixar o seu filho sob os cuidados de alguém, é válido sair de casa e deixá-lo uma hora com essa pessoa, aumentando este tempo progressivamente.
Já se ele vai para a escolinha ou creche, então comece deixando-o na instituição de um mês a vinte dias antes do seu retorno ao trabalho, até mesmo porque pode ser necessária a sua presença lá nos primeiros dias. Pense nisso!
2. Crie estratégias criativas para essa nova fase
Em muitos casos, a dor emocional sentida pela mãe ocorre ao imaginar como o seu filho está diante da sua ausência, principalmente quando esta sai de casa e o bebê chora de forma inconsolável.
Nesses casos, vale muito a pena criar algumas estratégias para que a criança compreenda que você vai voltar, ou seja, que se trata de uma ausência temporária e não definitiva.
Você pode, por exemplo, fazer brincadeiras de esconde-esconde e perguntar à criança onde você está. A ideia desta estratégia é que, com o tempo, ela entenda que você continua existindo ainda que ele não possa te ver.
3. Converse com outras mães
Essa fase desafiadora foi - e é - vivenciada por muitas outras mães, o que significa que você não está sozinha. E ouvir outras experiências maternas é uma forma de te ajudar a lidar melhor com a situação e, até mesmo, definir estratégias de enfrentamento.
Sendo assim, não deixe de conversar com outras mães que você conhece para desabafar e ouvir conselhos. Caso no seu ciclo de amigos você não tenha uma mulher que passou recentemente por essa experiência, então vale a pena procurar grupos de mães.
Sim, existem muitas opções de grupo online e presenciais para essa troca e apoio mútuo. Vale super a pena!
4. Não se compare
Apesar de ser valioso conversar com outras mães, é importante ter filtro para entender que cada realidade única. Pode parecer contraditório, mas, apesar das semelhanças nas jornadas da maternidade, cada mãe tem sua própria identidade e está inserida em um contexto específico.
Bem, o que queremos dizer com isso? Que você precisa sim trocar experiências com outras mulheres que foram mães recentemente e que passaram pelo mesmo dilema que você, mas com a sabedoria para compreender e discernir que a sua adaptação pode ser mais rápida ou lenta do que a de uma outra pessoa.
Lembre-se de que as comparações podem trazer sofrimentos e retardar o seu processo interno. Portanto, ouça, mas tenha um certo distanciamento do discurso alheio.
5. Conte com a ajuda da sua rede de apoio
Contar com uma rede de apoio é essencial em todos os momentos da maternidade, inclusive no fim da licença. Natural...
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1 week ago
6 minutes 48 seconds

Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts
Psicoterapia infantil: o que é, como funciona e quando é indicada!
A infância costuma ser uma fase da vida associada a sentimentos positivos: alegria, brincadeira, criatividade, imaginação. Mas nem sempre é assim com todas as crianças, elas também passam por momentos difíceis e precisam de atenção.
Mas, diferentemente do adulto, os pequenos ainda não sabem verbalizar o que estão sentindo. E é aí que entra a importância da psicoterapia infantil: possibilitar que as crianças se expressem e consigam lidar com as suas emoções.
Apesar de ser uma dúvida comum dos pais acerca do momento exato de levar o filho ao psicólogo, vale dizer que a psicoterapia não deve ser cogitada apenas para uma situação pontual, mas como uma oportunidade para dar suporte à criança durante toda a infância.
No artigo de hoje, abordaremos tudo o que você precisa saber sobre a psicoterapia infantil. Continua acompanhando!
Qual é o papel do psicólogo na psicoterapia infantil?
Diferente da psicoterapia adulta, a infantil tem técnicas e dinâmicas específicas.
A brincadeira, por exemplo, é usada como linguagem lúdica em que as crianças podem usufruir da imaginação para expressar suas emoções, além de desenvolver habilidades de condução frente às situações que geram ansiedade, frustração, medo, angústia, entre tantos outros sentimentos.
Dessa forma, o terapeuta entra como facilitador do processo. Ele auxilia a criança no enfrentamento e na busca de soluções que aliviam o sofrimento.
O profissional também orienta os pais a como agirem de forma adequada diante das situações, para que esse acolhimento também seja passado por eles à criança.
Quais são os benefícios da psicoterapia infantil?
A psicoterapia infantil traz muitos benefícios para as crianças. Além de proporcionar um ambiente seguro, em que elas podem se expressar sem julgamentos, permite que elas desenvolvam competências socioemocionais.
Como já dissemos, a brincadeira é muito utilizada como técnica, isso porque, diante da competição, ela ensina os pequenos a como lidar com a frustração, principalmente perante às expectativas. Já o desenho, a pintura, a encenação, contribuem para estimular a comunicação e a livre expressão.
Conheça mais alguns benefícios:
Promove o controle emocional: a psicoterapia ajuda a criança a entender suas emoções e como lidar da maneira mais apropriada com elas.
Desenvolve empatia: conduz a criança a se colocar no lugar do outro, buscando entender seus sentimentos sem julgar.
Ajuda a se comunicar melhor: algumas crianças têm dificuldade de se expressar, e a terapia pode ser o caminho adequado para trabalhar essa questão.
Desenvolve a criatividade: o consultório pode ser um lugar lúdico, em que as brincadeiras criam esse ambiente de segurança e liberdade para se expressar de forma criativa.
Melhora na vida escolar: crianças com problemas de aprendizagem são tratadas e habilidades comprometidas passam a ser desenvolvidas.
Melhora no relacionamento com os familiares: com expertise suficiente, o psicólogo consegue orientar os pais e ajudar na convivência familiar.
Como a psicoterapia infantil funciona na prática?
Os psicólogos infantis se utilizam da ludoterapia como abordagem na psicoterapia infantil.
Afinal, a principal forma de expressão das crianças é por meio da brincadeira. É nela que, muitas vezes, o pequeno comunica o que sente, o que viu ou o que acontece ao seu redor. Assim, o brincar se torna o porta-voz dos medos e vontades da criança.
Portanto, em uma sessão de psicoterapia, o psicólogo apresenta à criança vários jogos e brinquedos, e é por meio dessa interação que o pequeno tem com os objetos que o profissional consegue visualizar o mundo interior e chegar a conclusões sobre a personalidade da criança.
A terapia também traz os pais para perto, esclarecendo como alguns comportamentos podem estar diretamente ligados ao ambiente e rotina da criança. O profissional, então, exibe aos pais essas descobertas e permite que eles tomem atitudes para ajudar o filho.
Quando procurar a terapia infantil para o seu filho?
Dificuldades e transtornos...
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1 week ago
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Psicologia das cores no ambiente de trabalho
A psicologia das cores é um campo que estuda como diferentes tonalidades influenciam nossas emoções, comportamentos e percepções.
No ambiente de trabalho, onde passamos boa parte do nosso dia, essas influências podem ser ainda mais significativas.
As cores usadas em paredes, móveis, objetos, telas e até roupas podem afetar o humor, a produtividade, a concentração e o senso de pertencimento dos colaboradores.
Logo, com a crescente busca por espaços profissionais mais saudáveis, humanizados e alinhados à saúde mental, entender o impacto das cores se tornou uma ferramenta estratégica tanto para empresas quanto para profissionais de psicologia organizacional.
O que é psicologia das cores
A psicologia das cores investiga como o cérebro humano interpreta e reage às diferentes tonalidades.
Embora algumas reações sejam culturais, muitas respostas às cores são universais.
Certas tonalidades tendem a estimular estados emocionais específicos, como calma, energia ou foco.
Assim sendo, no ambiente de trabalho, isso pode significar a diferença entre um espaço desgastante, que afeta a saúde mental, e um que favoreça a motivação e o bem-estar psicológico.
Benefícios de aplicar psicologia das cores em ambientes de trabalho
A influência das cores está relacionada à forma como nosso cérebro processa estímulos visuais.
Cada cor possui um comprimento de onda diferente, e isso provoca reações fisiológicas e emocionais distintas.
Algumas cores aumentam a ativação do sistema nervoso; outras favorecem repouso e introspecção.
Além disso, as cores atuam como sinais. Culturalmente, aprendemos a associar tons a sentimentos, conceitos e comportamentos.
No cotidiano corporativo, essa associação funciona como um estímulo silencioso, mas constante.
Ela traz benefícios como:
Redução do estresse
Quando o ambiente utiliza cores que promovem calma - como tons de azul, verde e neutros suaves - há uma diminuição natural da tensão visual e emocional, aumentando o bom humor.
Logo, a harmonização das cores também evita estímulos excessivos, reduzindo a sensação de sobrecarga e proporcionando um espaço mentalmente mais tranquilo para executar tarefas diárias.
Aumento da produtividade
Cores estrategicamente aplicadas ajudam a melhorar o foco, a clareza de raciocínio, a autonomia e a organização.
Tons frios, por exemplo, favorecem a atenção contínua, enquanto elementos pontuais em amarelo ou laranja podem estimular a energia e a motivação.
Essa combinação auxilia os profissionais a manterem ritmo e consistência no trabalho.
Melhora da comunicação.
Um ambiente cromaticamente equilibrado cria uma atmosfera mais receptiva, facilitando interações entre colegas e equipes.
Assim sendo, cores que reforçam acolhimento e clareza, como verdes e neutros, ajudam a diminuir barreiras comunicacionais, favorecendo um clima de diálogo e abertura.
Criação de uma identidade visual coerente
A paleta escolhida reflete os valores da organização, reforçando a cultura interna e a percepção externa.
Quando as cores traduzem a personalidade da empresa, os colaboradores passam a reconhecer mais facilmente seu propósito e suas diretrizes.
Essa coerência contribui para uma representação visual consistente em todos os ambientes e materiais institucionais.
Sensação de pertencimento ao espaço
Cores bem aplicadas transformam o ambiente em um espaço familiar e significativo para quem trabalha ali diariamente.
A sensação de conforto visual incentiva o vínculo emocional com o local, fortalecendo a satisfação e o engajamento dos colaboradores.
Ambiente mais acolhedor e humanizado.
Uma paleta planejada humaniza o espaço físico, fazendo com que ele deixe de ser apenas funcional e passe a transmitir cuidado, acolhimento e empatia.
Isso é essencial para que os colaboradores se sintam valorizados, contribuindo para uma experiência de trabalho mais positiva e saudável.
Cores e suas influências emocionais no trabalho
Antes de explorar aplicações práticas, é essencial entender o significado psicológico de cada ...
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2 weeks ago
8 minutes 59 seconds

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Luto: como lidar com o sentimento de perda?
O luto é o sofrimento que fica após algum tipo de perda e a maior dificuldade que as pessoas que estão passando por isso encontram é como lidar com esse sentimento.
A experiência é individual e diferente para cada um que vive. Não há uma fórmula mágica de como enfrentar e muito menos um prazo para a dor passar. As pessoas podem carregar o sentimento por muitos anos, em menos ou maior intensidade.
Por isso, neste artigo, falaremos sobre os estágios do luto e daremos dicas de como superá-lo. Boa leitura!
Quais são os estágios do luto?
A psiquiatra suíça-americana Elisabeth Kübler-Ross (1926-2004) foi a primeira a estudar como a morte afeta as pessoas. Em seu livro "Sobre Morte e Morrer", de 1969, ela definiu os cinco estágios do luto, também chamado de fases do luto. São eles:
1. Negação
O primeiro estágio após a perda de um ente querido (ou de algo valioso) se caracteriza por uma negação da situação na tentativa de se proteger da realidade dolorosa. A pessoa não aceita a morte e procura afastar qualquer pensamento que remeta a isso.
2. Raiva
A raiva é o sentimento que sucede a negação e é marcado por uma sensação de injustiça cometida. A pessoa enlutada percebe que não há mais como negar o fato, mas passa a sentir raiva e ficar inconformada com a realidade.
3. Barganha ou negociação
Esse estágio é muito comum em pacientes acometidos por doenças terminais. Eles tentam negociar a própria saúde com um ser superior ou almejam uma cura milagrosa. Em alguns casos, a negociação se assemelha à negação da situação que se vive.
4. Depressão
Nessa fase, a pessoa que ainda não aceitou completamente sua condição, fica profundamente triste com a perda. Aqui, a dor e tristeza são mais fortes e não há mais como não sentí-las. A duração pode ser de dias, semanas ou meses consecutivos.
5. Aceitação
Após lidar com as emoções geradas nas fases anteriores, o indivíduo, enfim, aceita a morte do ente querido ou outra perda. Quando emoções como raiva, angústia e tristeza são digeridas, ele consegue elaborar melhor o acontecimento.
Como lidar com o sentimento de perda?
Como o sentimento de luto é um processo que desencadeia vários outros, podendo inclusive levar o indivíduo à depressão, o ideal é buscar a ajuda de um psicólogo no primeiro momento.
O profissional, além de acolher o paciente no momento de dor, vai oferecer caminhos para lidar com o luto de forma mais elaborada.
No entanto, existem algumas outras atitudes que também podem ajudar a aliviar os sentimentos negativos do luto, como, por exemplo:
1. Permita-se sentir o luto
Se permitir sentir a dor sem culpa é o primeiro passo para encarar o luto de frente. Tristeza, frustração, raiva, ficar mais introspectivo, é tudo válido nesse primeiro momento. Aqui, o importante é colocar para fora o que se sente.
É necessário sentir para entender a perda. Por isso, tente não conter suas emoções, isso pode prolongar ainda mais a duração do luto. Se permita ficar triste, porque, de fato, o momento que você está passando é triste, mas não esqueça: ele também passa!
2. Aos poucos retome sua rotina
Você não precisa e nem deve se cobrar para voltar a ser tão produtivo quanto antes da perda, isso pode levar algumas semanas ou até meses… Mas é importante ir voltando à rotina aos poucos.
Assim, se esforce para realizar pequenas atividades diariamente porque, só assim, você terá a sensação de controle da sua própria vida. Com o tempo e sem pressa, você vai sentir disposição para encarar os dias, mesmo que a tristeza ainda persista.
3. Tenha sua rede de apoio por perto
O diálogo é o melhor caminho para organizar os sentimentos, torna a situação mais natural e nos dá mais força para encará-la. Se você está vivendo um luto, experimente abrir a sua dor com quem você confia. Contar o que sente é se permitir à cura.
Seja sincero sobre o que você anda passando… Apesar de algumas pessoas não estarem ligados diretamente a sua perda, nunca será um problema para elas ouvirem o que você está sentindo, afinal de contas, todo...
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2 weeks ago
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Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts
Telemedicina no Brasil: é regulamentada? Como funciona?
A telemedicina no Brasil deixou de ser apenas uma tendência para se tornar parte integrante dos cuidados em saúde. Com o avanço da tecnologia e a necessidade de soluções mais acessíveis, essa modalidade ganhou espaço e confiança entre profissionais e pacientes.
No entanto, apesar da popularidade crescente, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre seu funcionamento, limites legais e benefícios.
Então, neste artigo, vamos explicar o que é telemedicina, como ela funciona, se é realmente regulamentada no Brasil e em quais áreas pode ser aplicada! Boa leitura!
O que é a telemedicina?
A telemedicina é uma forma de atendimento médico feito a distância, usando a internet. Assim, com ela, o paciente pode conversar com um profissional de saúde por vídeo, áudio ou mensagens, sem precisar sair de casa.
Portanto, é como uma consulta tradicional, mas feita pelo celular, computador ou tablet.
Assim, esse tipo de atendimento é seguro, segue regras e pode ser usado para dar diagnósticos, fazer acompanhamentos, tirar dúvidas e até receitar medicamentos.
No Brasil, a telemedicina ganhou força nos últimos anos e hoje já faz parte da rotina de muitos profissionais e pacientes, pois é prática, acessível e ajuda a levar cuidados de saúde para mais pessoas, mesmo em locais distantes.
Como funciona esse tipo de atendimento?
O atendimento por telemedicina acontece de forma simples e prática. Então, normalmente, o primeiro passo é agendar a consulta com o profissional da saúde, como faria normalmente se fosse presencial.
Então, no dia e horário marcados, você acessa um link enviado pela clínica ou pela plataforma de atendimento usando o celular ou o computador.
Durante a consulta, geralmente por vídeo, o profissional faz perguntas, escuta o paciente, analisa os sintomas e pode até avaliar exames. Se for necessário, ele pode prescrever medicamentos, emitir atestados ou solicitar novos exames. Tudo de forma digital e válida.
Vale ressaltar que a maioria das plataformas de telemedicina são seguras e protegem os dados do paciente, garantindo sigilo e privacidade.
A telemedicina no Brasil é regulamentada?
Sim, a telemedicina no Brasil é regulamentada e passou a ser autorizada de forma mais ampla durante a pandemia de COVID-19, por meio da Lei nº 13.989/2020, que permitiu o uso desse tipo de atendimento enquanto durasse a crise de saúde pública.
Depois disso, os conselhos profissionais começaram a criar regras mais claras e permanentes para o uso da telemedicina.
Hoje, o Conselho Federal de Medicina (CFM) já regulamenta o atendimento médico a distância. O mesmo vale para outras profissões da saúde, como psicólogos, nutricionistas e fonoaudiólogos, cada um com normas específicas definidas pelos seus respectivos conselhos.
Então, essas regras determinam como o atendimento deve ser feito, quais são os limites e o que é necessário para garantir a segurança e o sigilo do paciente.
Ou seja, a prática da telemedicina é legal no Brasil, mas deve seguir orientações técnicas e éticas para proteger tanto o profissional quanto o paciente.
O que pode e o que não pode na telemedicina?
A prática da telemedicina no Brasil segue regras específicas para garantir segurança e qualidade no atendimento. Portanto, separamos abaixo o que é, ou não, permitido nesse tipo de consulta:
O que pode:
Realizar consultas, orientações e acompanhamentos a distância por vídeo, áudio ou chat.
Emitir receitas médicas digitais com assinatura eletrônica válida.
Fornecer atestados, pedidos de exames e encaminhamentos de forma online.
Usar prontuário eletrônico para registrar o atendimento.
Fazer atendimentos regulares ou de primeira vez, desde que sigam as normas do conselho da profissão.
O que não pode:
Realizar procedimentos que exigem exame físico, toque ou coleta presencial.
Substituir totalmente o atendimento presencial em casos que exigem avaliação clínica direta.
Atender fora do escopo profissional ou sem registro em conselho regional.
Usar plataformas não seguras ou que não garantam o sigil...
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2 weeks ago
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Por que a rotina é importante para a qualidade de vida?
Uma pergunta muito comum no dia a dia de inúmeras pessoas é: por que a rotina é tão importante para a qualidade de vida?
No artigo de hoje, você conseguirá compreender como manter uma rotina saudável e equilibrada pode impactar diretamente a nossa saúde, seja física, mental ou emocional. Boa leitura!
Por que é importante uma rotina para ter qualidade de vida?
Muito além dos benefícios físicos, a rotina é extremamente relevante para a saúde mental das pessoas, proporcionando mais qualidade de vida.
A seguir, listamos alguns dos principais benefícios que uma rotina saudável pode nos proporcionar:
Prevenção e/ou tratamento de doenças;
Aumento da disposição e sensação de bem-estar;
Aumento da imunidade;
Maior expectativa de vida;
Melhora nas relações interpessoais;
Redução de dores no corpo;
Estímulo positivo para memória e concentração;
Mais produtividade no trabalho;
Entre outros.
Quando implementamos um estilo de vida saudável, podemos evitar muitos problemas relacionados à saúde.
Como manter uma rotina saudável e equilibrada?
Não há dúvidas: para manter uma rotina saudável, equilibrada e, consequentemente, atingir mais qualidade de vida, a prática regular de bons hábitos para o corpo e a mente são primordiais!
Se você ainda não sabe como melhorar a sua rotina, conheça abaixo alguns hábitos simples, mas que são muito importantes para o cotidiano de qualquer pessoa:
1. Boa rotina de sono
Um bom ciclo de sono está diretamente relacionado com o bem-estar dos indivíduos, já que é por meio das noites bem dormidas que podemos descansar o corpo e a mente.
Durante o processo do sono, há uma regeneração das células corporais, o que demonstra a relevância de conseguir dormir bem para ter um sono reparador e, assim, obter mais disposição para as atividades do dia a dia.
Logo, hábitos como evitar telas antes do horário de dormir, fazer refeições leves e realizar atividades relaxantes - a exemplo de ler livros - colaboram para que o ciclo de sono seja mais eficaz.
2. Manter uma alimentação saudável
Alimentar-se bem dispensa comentários a respeito da sua importância, não é mesmo? De toda forma, é sempre bom lembrar que manter uma rotina adequada com a alimentação faz toda a diferença na relação corpo e mente.
Assim, é preciso fazer as refeições com alimentos saudáveis, incluindo frutas, verduras, legumes, proteínas magras, grãos, cereais, entre outros.
É igualmente importante evitar alimentos processados e priorizar uma alimentação balanceada ao longo do dia, fazendo uma divisão das refeições nos horários mais apropriados.
3. Hidratar-se bem com água
O hábito de beber água é igualmente relevante para uma rotina saudável, especialmente porque grande parte do corpo humano é composta por este componente fundamental para o bom funcionamento do nosso organismo (cerca de 70%).
Ingerir a quantidade apropriada de água durante o dia colabora para evitar a desidratação, um problema sério e que pode expor o corpo a risco desnecessários.
Uma dica interessante é que não devemos esperar sentir sede para beber água; o ideal é tomar pequenas quantidades, mas que sejam distribuídas ao longo de todo o dia.
4. Praticar atividades físicas
Exercitar o corpo com frequência, além de fazer bem para a saúde física, é uma excelente opção para que a mente possa trabalhar bem, inclusive prevenindo condições de saúde mental como a ansiedade e a depressão.
Ao realizar exercícios físicos, desde o mais simples - como alongamentos e caminhadas - até exercícios mais pesados - como musculação ou luta, é possível sentir benefícios em todo o corpo humano.
Desta forma, pessoas fisicamente ativas geralmente possuem mais disposição, são produtivas, menos propensas ao surgimento de doenças e com diversas outras vantagens quando o assunto é saúde.
5. Priorizar relações saudáveis
Cultivar bons relacionamentos, neste caso não se limitando aos amorosos, pode aumentar a satisfação das pessoas com relação à vida, proporcionando, assim, benefícios para a saúde mental como um todo.
Não ...
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2 weeks ago
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A solidão na era digital
Recebemos mensagens a todo momento, curtidas em nossas fotos e convites para participar de grupos, lives e comunidades virtuais.
No entanto, apesar dessa aparente proximidade, cada vez mais pessoas relatam sentir-se sozinhas, isoladas e desconectadas emocionalmente.
Esse paradoxo - estar "conectado" e, ao mesmo tempo, "só" - se tornou um dos grandes temas da psicologia contemporânea.
A solidão na era digital não é apenas uma questão de quantidade de interações, mas principalmente de qualidade.
As relações mediadas por telas podem oferecer conforto, mas também podem gerar comparações, ansiedade e uma sensação constante de inadequação.
O que é solidão na era digital?
Solidão é um estado emocional complexo, diferente do simples fato de estar fisicamente sozinho.
É possível se sentir solitário mesmo cercado de pessoas - e, na era digital, isso se tornou cada vez mais comum.
A solidão na era digital ocorre quando as interações virtuais não conseguem suprir nossas necessidades de conexão genuína e pertencimento.
Plataformas como redes sociais, aplicativos de mensagens e fóruns online foram criadas para aproximar as pessoas.
No entanto, muitas vezes, elas produzem o efeito contrário. Em vez de fortalecer os vínculos, acabam reforçando sentimentos de exclusão, comparação e superficialidade nas relações.
Sentir-se sozinho, nesse contexto, não significa apenas estar sem companhia.
Significa sentir falta de uma conexão emocional real, aquela que permite sermos vistos, ouvidos e compreendidos de forma profunda.
Como a tecnologia influencia nossas relações
A tecnologia trouxe inúmeros benefícios: facilitou o contato à distância, possibilitou reencontros e ofereceu novas formas de expressão.
Mas, ao mesmo tempo, também transformou profundamente a maneira como nos relacionamos.
A ilusão da conexão constante
Estar "sempre online" dá uma falsa sensação de proximidade. Podemos enviar mensagens, reagir a fotos e acompanhar a vida dos outros em tempo real.
No entanto, isso não significa que estamos emocionalmente conectados.
Curtir uma postagem ou trocar algumas mensagens não substitui o contato humano direto - o olhar, o tom de voz, o toque ou o silêncio compartilhado.
Esse tipo de interação superficial pode gerar a sensação de que estamos incluídos, mas, no fundo, pode intensificar a solidão.
Afinal, quanto mais consumimos a vida dos outros nas redes, mais sentimos que a nossa não é tão interessante, feliz ou digna de ser mostrada.
O impacto das comparações sociais
As redes sociais são, em grande parte, vitrines de vidas editadas.
As pessoas compartilham seus melhores momentos, seus sorrisos e conquistas, raramente mostrando o que há por trás: as inseguranças, as tristezas e as frustrações.
Quando nos comparamos com essas versões idealizadas da realidade, podemos sentir que estamos ficando para trás.
Isso gera um ciclo de insatisfação e isolamento - quanto mais nos comparamos, mais nos afastamos, e quanto mais nos afastamos, mais solitários nos tornamos.
Aqui, falta autocuidado e preservação da própria saúde mental.
O medo de ficar de fora (FOMO)
Outro fenômeno comum é o FOMO (Fear of Missing Out), o medo de estar perdendo algo.
Esse sentimento surge quando vemos amigos reunidos, colegas em eventos ou pessoas que parecem aproveitar melhor a vida.
O FOMO nos leva a buscar conexão o tempo todo, mas sem qualidade.
É um tipo de relacionamento ansioso com a tecnologia: estamos presentes, mas não realmente conectados.
Essa necessidade constante de estar atualizado e incluído pode causar exaustão emocional e intensificar a sensação de solidão.
Os efeitos da solidão digital na saúde mental
A solidão prolongada tem efeitos profundos na mente e no corpo. Diversos estudos apontam que ela está associada a altos níveis de estresse, ansiedade, depressão e até mesmo a doenças físicas.
Na era digital, esses impactos se tornam ainda mais sutis, porque muitas vezes não percebemos que estamos nos isolando - acreditamos que estamos "interagindo", quando, na ver...
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3 weeks ago
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Infelicidade no trabalho: quando saber que é hora de mudar de emprego?
A infelicidade no trabalho é um assunto muito frequente no dia a dia dos trabalhadores.
De forma geral, uma pessoa que se sente insatisfeita com o trabalho tende a vivenciar um sentimento de estagnação, além de estar sempre desmotivada.
Se você se identificou com este tipo de situação, continue a leitura deste artigo! Nele, você conhecerá os sinais que indicam o momento adequado para buscar um novo rumo profissional. Confira!
Como a infelicidade no trabalho pode impactar a qualidade de vida?
Apesar de ser um problema comum e que muitas pessoas enfrentam, a infelicidade no trabalho tende a impactar de forma negativa a vida cotidiana, o que pode acontecer em qualquer profissão ou empresa.
Isto porque, quando o indivíduo está infeliz com o seu emprego, ele está sujeito a ser menos produtivo, mais estressado, desanimado e até mesmo sobrecarregado.
Por isso, é importante atentar-se aos sinais para conseguir resolver este problema, especialmente quando a saúde mental é afetada. Afinal de contas, nesses cenários, outras consequências podem surgir, como Burnout, ansiedade e depressão, agravando a situação do trabalhador.
9 sinais de que é hora de mudar de emprego
Mudar de emprego não é uma atitude fácil de ser tomada, pois envolve inúmeros fatores na vida da pessoa, a exemplo da estabilidade financeira.
Abaixo, listamos quais sinais são mais comuns quando o assunto é infelicidade no trabalho:
1. Desmotivação para ir trabalhar
Este é um dos principais sinais que demonstram um alerta para a necessidade de ir em busca de uma nova oportunidade de emprego.
Vale dizer que a baixa motivação para ir trabalhar vai muito além de um simples incômodo, já que esta situação chega a ser um grande peso na vida do profissional, pois a sua vida pessoal começa a ser atingida.
Assim, se mesmo em atividades não relacionadas ao trabalho, só de pensar nele você já fica estressado, ansioso, infeliz e sem ânimo para ir trabalhar, há um indicativo de que precisa buscar uma nova oportunidade de emprego.
2. Sentimento de estagnação profissional
Comece a observar se existem novas oportunidades de crescimento em sua empresa, ou seja, se é possível "subir de cargo" em seu trabalho.
Do contrário, caso sinta que inexistam perspectivas de desenvolvimento em sua carreira profissional naquele emprego, sem opções para crescer e desenvolver-se dentro da instituição, é o momento de reavaliar seus objetivos.
A sensação de que não há evolução no trabalho (profissionalmente falando) deve ligar um alerta no trabalhador e estimulá-lo a trilhar novos horizontes laborais.
3. Pouca produtividade
A produtividade é um quesito essencial na rotina de qualquer trabalhador, não é mesmo? Portanto, quando o rendimento começa a cair, podem surgir inúmeros problemas ao empregado e até à empresa.
Causas como falta de incentivo da instituição, sobrecarga na função exercida pela pessoa ou, ainda, problemas de comunicação interna podem levar à baixa produtividade.
Quando isso acontece, é fundamental estar atento e buscar as causas que desencadearam a queda na produção, o que serve de alerta para identificar o momento de buscar um novo emprego.
4. Sentimento de desvalorização
Nestas situações, por mais que o trabalhador se esforce, cumpra com suas funções e alcance as metas estipuladas, ele não obtém o reconhecimento que gostaria ou merecia.
Daí surge a infelicidade, já que, ao se sentir desvalorizado dentro da empresa, a pessoa tende a também se sentir estagnada e sem ânimo para se esforçar.
Vale a pena buscar um diálogo sincero com a instituição, tentar reverter este cenário de forma amigável. Mas, se ainda assim as coisas não melhorarem, é o momento de buscar novos ciclos profissionais.
5. Falta comunicação e engajamento com a equipe
Sem dúvida alguma, a comunicação no ambiente de trabalho é essencial, seja com o empregador ou com outros membros da equipe. Isso porque, ao comunicar-se bem, o trabalho tende a fluir melhor.
Do contrário, caso já não exista vontade de conversar, mesmo com rel...
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3 weeks ago
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Dor no peito: pode ser de origem emocional? Como identificar?
Sentir dor no peito é, para muitas pessoas, motivo imediato de preocupação. E não sem razão, afinal, esse sintoma está comumente associado a problemas cardíacos, o que naturalmente gera medo.
No entanto, nem toda dor no peito indica uma condição física grave. Em diversos casos, essa sensação pode ter uma origem emocional, ligada a quadros de ansiedade, estresse ou até crises de pânico.
Mas como diferenciar? Como saber se é hora de procurar um cardiologista ou um psicólogo?
Neste artigo, vamos explorar as possíveis causas da dor no peito, inclusive as emocionais, e como identificá-las de forma mais consciente e segura. Confira!
Quais são as causas da dor no peito?
A dor no peito pode surgir por diversos motivos, que vão desde condições físicas até fatores emocionais. Entre as principais causas, destacam-se:
Problemas cardíacos: infarto do miocárdio, angina, arritmias, miocardite e pericardite.
Distúrbios pulmonares: pneumonia, bronquite, embolia pulmonar, pneumotórax e inflamações da pleura.
Alterações gastrointestinais: refluxo gastroesofágico (DRGE), gastrite, úlcera, espasmos do esôfago.
Doenças musculoesqueléticas: lesões ou inflamações nos músculos, ossos ou articulações da parede torácica.
Condições neurológicas: compressão de nervos, como na hérnia de disco torácica ou neuralgias intercostais.
Distúrbios psicossomáticos: ansiedade, estresse crônico, crises de pânico e outras manifestações emocionais.
Traumas ou lesões: fraturas nas costelas, contusões ou pancadas no tórax.
Uso de substâncias: efeitos colaterais de medicamentos, abuso de álcool, nicotina ou drogas estimulantes.
Então a dor no peito pode ser emocional?
Sim, a dor no peito pode ter origem emocional, e isso é mais comum do que se imagina.
Situações de estresse intenso, ansiedade constante ou crises de pânico podem desencadear sensações físicas reais, como aperto, pontadas ou peso no peito, mesmo na ausência de qualquer problema cardíaco ou orgânico.
Isso acontece porque o corpo responde ao estado emocional por meio de alterações fisiológicas, como tensão muscular, aceleração dos batimentos cardíacos e mudanças na respiração, o que pode gerar desconforto torácico.
Embora não seja causada por uma lesão física, essa dor é legítima e merece atenção e cuidado.
Como as emoções podem causar dor no peito?
Ansiedade, estresse e outras emoções intensas têm impacto direto no corpo, e o peito costuma ser uma das regiões mais afetadas. Isso ocorre pois o sistema nervoso reage a situações emocionais como se fossem ameaças físicas, ativando o chamado estado de alerta.
Assim, nessa resposta, o corpo libera hormônios como adrenalina e cortisol, provocando efeitos como:
Aumento dos batimentos cardíacos e da pressão arterial, o que pode gerar sensação de aperto ou palpitação no peito.
Tensão muscular, especialmente na região torácica, que causa dor ou desconforto ao respirar ou se mover.
Respiração rápida e superficial (hiperventilação), que pode levar a formigamentos, sensação de sufocamento e dor torácica.
Alterações no funcionamento gastrointestinal, que também podem irradiar desconforto para a região do tórax.
Outro ponto é que o medo de que a dor esteja ligada ao coração costuma aumentar ainda mais a ansiedade, criando um ciclo difícil de interromper.
Vale dizer, mais uma vez que, mesmo sem uma causa física grave, a dor é real e exige atenção, tanto do ponto de vista emocional quanto clínico.
Como diferenciar a dor no peito de origem emocional daquela de origem física?
Embora os sintomas possam ser parecidos, há algumas diferenças importantes entre a dor no peito de origem física e a dor provocada por fatores emocionais.
A dor de origem física costuma surgir em situações específicas, como durante esforço físico ou logo após uma refeição pesada. Ela tende a ser mais intensa, contínua e pode se manifestar como um aperto forte, queimação ou sensação de peso no centro do peito. Em muitos casos, irradia para outras partes do corpo, como braços, pescoço ou costas.
Já a dor n...
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3 weeks ago
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Por que temos tanta dificuldade em pedir ajuda?
Pedir ajuda é uma das habilidades humanas mais importantes para sobreviver, evoluir e construir relações saudáveis, mas ao mesmo tempo é uma das ações mais difíceis para muitas pessoas.
Mesmo em momentos de dor profunda, confusão emocional ou sobrecarga, é comum que alguém hesite antes de buscar apoio.
Por que isso acontece?
A resposta envolve fatores culturais, emocionais, psicológicos e até biológicos.
Por conta disso, é importante explorar os motivos pelos quais é tão difícil pedir ajuda, como essa resistência afeta nossa saúde mental e o que podemos fazer para aprender a pedir apoio com mais segurança e naturalidade.
A cultura de ser forte
A maneira como nossa sociedade vê a vulnerabilidade influencia diretamente nossa dificuldade em pedir ajuda.
Muitos de nós crescemos acreditando que demonstrar fragilidade é algo ruim, quando na verdade é uma necessidade humana.
Desde pequenos, aprendemos frases como "você precisa se virar sozinho", "não depende de ninguém" ou "seja forte".
A independência, apesar de ser uma habilidade positiva, torna-se prejudicial quando interpretada como uma obrigação de não precisar de ninguém.
Além disso, existe o ideal do herói solitário — alguém que supera tudo sem apoio, sem fraqueza, sem pedir ajuda.
Esse modelo cultural é reforçado por filmes, novelas e narrativas sociais, fazendo com que associemos vulnerabilidade à fraqueza.
O que acontece quando nunca pedimos ajuda?
Carregar tudo sozinho não é força, é sobrecarga. E os efeitos dessa postura aparecem no corpo, nos relacionamentos e na saúde mental.
O impacto emocional da autossuficiência extrema
Quando nunca pedimos ajuda, acumulamos sofrimento.
Logo, isso pode se manifestar como ansiedade, depressão, crises de choro, irritabilidade constante ou sensação de vazio.
Muitas vezes, a pessoa nem percebe que está emocionalmente exausta até seu corpo começar a cobrar.
Relações superficiais e solidão dentro dos vínculos
Sem vulnerabilidade, não existe intimidade. Se você nunca se mostra uma pessoa que precisa de apoio, ninguém saberá como te oferecer apoio.
Aos poucos, os relacionamentos vão se tornando desequilibrados, unilaterais, onde você sempre ajuda, mas nunca recebe.
Isso produz solidão mesmo dentro de relações afetivas.
A falsa sensação de controle
A autossuficiência passa a impressão de que tudo está sob controle.
Mas, na prática, quanto mais tentamos controlar tudo sozinhos, mais perdemos a chance de criar conexões reais, aprender com outras pessoas e dividir o peso da vida.
Assim sendo, o controle absoluto é uma ilusão — e uma ilusão que custa caro.
Pedir ajuda é coragem, não fraqueza
Precisamos ressignificar o significado do pedido de ajuda. O problema não é depender dos outros; o problema é depender de uma ideia irreal de que podemos tudo sozinhos.
Pedir ajuda não nos diminui. Pelo contrário: nos aproxima daquilo que somos de verdade.
Pedir ajuda como ato de autoconhecimento
Reconhecer os próprios limites exige honestidade e maturidade emocional.
Pedir ajuda não é desistir, mas sim assumir responsabilidade e buscar soluções mais inteligentes do que o isolamento.
Vulnerabilidade cria conexão
Quando nos permitimos ser reais, abrimos espaço para vínculos mais profundos e verdadeiros.
Pessoas que partilham suas dores também estão mais abertas a receber afeto e a criar relações significativas.
Lembre-se que desabafar faz bem e ajuda a lidar com os processos internos.
Ninguém evolui sozinho
Todo grande processo de transformação humana envolveu apoio: amigos, família, comunidade, profissionais, educadores.
Crescimento não é uma jornada solo, mas sim uma construção coletiva que só será alcançada sem medo do sucesso e de pedir ajudar.
Como aprender a pedir ajuda na vida real
Ninguém passa a pedir ajuda da noite para o dia. É um processo de desconstrução, autonomia e prática que exige paciência, autopercepção e, sobretudo, gentileza consigo mesmo.
Muitas pessoas cresceram ouvindo que "problemas se resolvem sozinhos", "chorar não adianta" ou "vo...
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3 weeks ago
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Saúde mental e saúde financeira: como elas se relacionam?
Você já parou para pensar o quanto sua vida financeira influencia no seu bem-estar e na sua saúde mental? Isso porque estar endividado pode trazer um enorme estresse, ansiedade e, em alguns casos, levar até mesmo à depressão.
Infelizmente, muitas pessoas passam por diversas situações complicadas financeiramente para só assim aprenderem a como lidar melhor com o dinheiro. Mas não precisa ser assim, não é mesmo? Evitar é sempre o melhor caminho!
Por isso, neste artigo, falaremos sobre a relação entre saúde mental e saúde financeira e dar dicas valiosas de como é possível manter o estresse financeiro longe da sua vida. Confira!
O que é saúde mental?
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a saúde mental está ligada a ter bem-estar para lidar com as instabilidades da vida de forma mais tranquila, interagindo positivamente com o trabalho e a comunidade ao redor.
Portanto, viver com saúde mental significa estar bem consigo e com o mundo à sua volta.
Entretanto, é importante destacar que fatores individuais, familiares, comunitários e estruturais influenciam no bem-estar. Ou seja, pessoas que vivenciam circunstâncias adversas têm maior probabilidade de desenvolver problemas psicológicos e emocionais.
Daí a importância de tentar evitá-los ou, quando isso não é possível, saber gerenciar melhor as emoções e os sentimentos para, assim, lidar com as adversidades de uma forma mais serena, sem que isso impacte de forma severa o bem-estar e a qualidade de vida.
E o que é saúde financeira?
Saúde financeira tem a ver com a habilidade de lidar com o dinheiro de uma forma equilibrada. Isso significa conseguir arcar com as despesas básicas e estar preparado para lidar com possíveis imprevistos, como a necessidade de consertar ou comprar um novo eletrodoméstico, por exemplo.
Convém mencionar que ter saúde financeira não significa ganhar muito, mas sim saber gerenciar aquilo que você tem, ajustando a sua renda às suas necessidades.
Qual é a relação entre saúde mental e saúde financeira?
A falta de conscientização financeira gera impactos profundos na saúde mental.
Isso porque o endividamento pode acarretar ansiedade, insônia e, em alguns casos, reclusão. Sim, muitas pessoas sentem vergonha em se abrir para os mais próximos sobre dificuldades financeiras e acabam passando por tudo sozinhas.
Além disso, problemas financeiros impactam na autoestima do indivíduo, gerando sentimento de culpa pela situação em que se encontram ou, muitas vezes, os fazem acreditar que não há saída.
De outro modo, estar bem financeiramente - não rico, mas estabilizado - contribui para que haja um equilíbrio emocional e psicológico na vida das pessoas.
Como evitar o estresse financeiro e manter a saúde mental em dia?
Sabendo da importância da saúde financeira para obter uma saúde mental plena, trouxemos algumas dicas que podem te ajudar a evitar o estresse financeiro. Veja quais são elas:
1. Revise seu orçamento e se planeje
Começamos com o básico: alinhar o orçamento familiar e "não gastar mais do que recebe". Portanto, considere gastos fixos (como moradia, transporte, alimentação, saúde), que são essenciais, e os variáveis (lazer, compras eventuais, cartão de crédito).
Entender como seu dinheiro está sendo gasto e investido é o primeiro passo para recalcular a rota e fazer os cortes necessários para evitar o endividamento.
2. Tenha uma reserva financeira
Sabemos que isso é difícil para algumas pessoas, especialmente para quem tem uma renda que é a conta para cobrir os gastos mensais. Mas que tal pensar em um plano a longo prazo para conquistar essa disciplina?
Economizar uma pequena quantia que seja viável para você, adequando a sua realidade, já é um passo importante para criar a sua reserva.
3. Procure entender sobre educação financeira
Nunca é tarde para entender sobre finanças, investimentos e gestão de dívidas. Na internet, existem ótimos conteúdos gratuitos para te ajudar nessa.
Inclusive, a Fundação Bradesco conta com diversos cursos grátis para inici...
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3 weeks ago
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7 soft skills mais exigidas no mercado de trabalho e como desenvolvê-las?
Para você que ainda não conhece, as soft skills são um grupo de competências ou de habilidades que um profissional possui.
Com a modernização das relações de trabalho, as empresas também estão evoluindo e, com isso, se tornando cada vez mais exigentes.
Neste artigo, te mostraremos como essas habilidades são essenciais para qualquer área profissional, citando as mais requisitadas e apresentando dicas de como desenvolvê-las. Continue a leitura e aprenda com a gente!
O que são soft skills?
As soft skills são as competências comportamentais que um indivíduo apresenta e que, apesar de serem características particulares ou pessoais deste, podem ser aplicadas como um diferencial na vida profissional.
Em outras palavras, soft skills são as habilidades da vida pessoal, mas que são utilizadas também no ambiente de trabalho.
Principais soft skills para o mercado de trabalho
Seja para conseguir uma promoção ou mesmo para conquistar uma vaga de emprego, demonstrar quais são as suas soft skills pode ser um diferencial que te destaca de outros profissionais ou candidatos.
Por tal razão, separamos abaixo algumas das soft skills mais procuradas no mercado de trabalho. Confira:
1. Comunicação
Comunicar-se bem com outras pessoas é muito importante para a vida como um todo, sendo que, no ambiente profissional não seria diferente.
Vale dizer que, além de comunicar-se bem, é igualmente preciso ouvir com atenção o que o outro tem a dizer, o que auxilia no networking e na troca de informações eficaz, fator relevante para a rotina de uma empresa.
2. Empatia
Esta competência está diretamente ligada à habilidade da comunicação, pois, por meio dela, a pessoa consegue se colocar no lugar do outro e, com isso, compreender e acolher no que for necessário.
Ao levar em consideração a história do próximo, tratando-o com respeito e educação, o profissional contribui para que a cultura organizacional da empresa seja mais saudável, especialmente porque torna-se possível uma ajuda mútua entre os membros da equipe.
Desta forma, ao surgirem conflitos internos, a comunicação ocorre de um modo mais compreensível, com diálogos apropriados e com maiores chances de resolução dos impasses.
3. Inteligência emocional
Essa competência é frequentemente buscada no mercado de trabalho, já que, por meio dela, além de entender e controlar suas próprias emoções, o profissional também consegue perceber os sentimentos de outras pessoas.
Um indivíduo com inteligência emocional escuta ativamente a situação do outro, colocando-se no lugar deste, assim como tem um bom controle emocional sobre si para agir assertivamente diante de certos contextos.
4. Organização do tempo
O uso de técnicas para uma boa gestão do tempo é bem visto pelas empresas na análise de um colaborador, já que permite que este organize de forma eficaz suas atividades pessoais e profissionais.
Essa habilidade favorece não apenas o dia a dia profissional do indivíduo e a qualidade dos serviços prestados à empresa, mas, ainda, é benéfica para a saúde mental, pois atua na prevenção do estresse e ansiedade para realizar as funções designadas.
5. Criatividade
Um profissional criativo está sempre em busca de melhorias e inovações para benefício da empresa, fazendo o que for possível com os recursos ao seu alcance.
As instituições valorizam pessoas criativas, pois o aprimoramento do conhecimento e as experiências vividas fazem com elas exerçam suas atividades com excelência, se destacando pela produção de bons ou melhores resultados a partir de suas convicções.
6. Resiliência
Aliada à habilidade de inteligência emocional, a resiliência ajuda a encarar os problemas com outros olhos, lidando com eles sem desistir. Ainda que seja difícil, o profissional consegue ser maduro, recomeçar e superar as adversidades.
A pessoa resiliente sabe que os erros acontecem em qualquer fase de aprendizagem, no entanto, ela também acredita que pode conseguir fazer bom uso das experiências vividas e levar o que aprendeu para resistir às dificu...
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1 month ago
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Por que e como cuidar da saúde mental na gravidez?
Cuidar da saúde mental na gravidez é muito importante para a gestante. Isso porque este é um período caracterizado por inúmeras transformações, descobertas, mas também muitos desafios.
Assim, é preciso adotar os cuidados necessários para que tanto a grávida quanto o bebê passem por esta fase da maneira mais saudável possível, especialmente em razão dos fatores hormonais e psicológicos envolvidos.
Durante a gestação, é comum ocorrer um aumento nos níveis de ansiedade, estresse e até o surgimento da depressão. Logo, é necessário tentar preveni-los.
Por isso, continue a leitura deste artigo e saiba como viver esta fase da vida de forma mais leve!
Por que é importante cuidar da saúde mental na gravidez?
Como dito, a gravidez é uma fase de muitas transformações, sejam elas físicas, psicológicas ou, até mesmo, nas relações sociais.
Justamente por isso é que se torna necessário cuidar da saúde mental, principalmente para impedir o desenvolvimento de depressão pós-parto.
Vale dizer que, nesse período, os hormônios da grávida ficam mais alterados do que o normal, o que a leva a oscilações de humor, menos disposição, medo excessivo do futuro, entre outras modificações.
Desta forma, é essencial ter uma atenção redobrada a este novo cenário, prezando sempre pelo bem-estar físico e mental.
8 dicas para cuidar da saúde mental na gravidez
É totalmente comum sentir-se "perdida" ao longo da gestação e no puerpério.
No entanto, isso não deve ser normalizado pelas mulheres, a fim de que seja possível evitar consequências graves do adoecimento mental, como rejeição ao bebê e à maternidade. Daí a importância de cuidar da saúde mental na gravidez!
Veja abaixo algumas dicas que separamos para te ajudar nesse momento:
1. Faça o pré-natal
Você sabia que o pré-natal é essencial também para a gestante? Sim, além dos cuidados com o bebê, para garantir a saúde da grávida, é preciso passar pelos cuidados necessários assim que confirmada a gestação.
Nesta etapa, a mulher passa por medidas preventivas realizadas por meio de consultas e exames que monitoram o desenvolvimento da gravidez, sendo capaz de constatar eventuais intercorrências para mãe e filho.
Assim, faça o seu pré-natal regularmente, seguindo as orientações e realizando os exames solicitados, porque, deste modo, é possível garantir uma evolução saudável para você e seu bebê.
2. Mantenha uma alimentação equilibrada
Uma boa alimentação no dia a dia já é primordial para a saúde de uma pessoa, na gravidez, então, esta responsabilidade aumenta, sobretudo, porque a saúde da mãe e do filho estão diretamente ligadas.
Assim, alimentar-se de forma saudável na gestação propicia o bom desenvolvimento fetal e a integridade da saúde física e mental da mulher, além de reduzir riscos e complicações.
3. Pratique atividades físicas
A realização de exercícios físicos durante a gravidez é outro exemplo de prática que colabora para a saúde mental da gestante. Lembrando que, para tanto, é sempre necessária uma orientação e autorização médica.
No geral, exercícios mais leves como caminhadas, hidroginásticas, pilates, alongamentos, danças, entre outros, são indicados para manter a saúde do corpo e o controle da ansiedade.
4. Busque informações sobre o parto
Se a gravidez é um misto de emoções na vida da gestante, com o momento do parto não seria diferente, fato que acaba interferindo no psicológico.
Desta forma, estar por dentro das diversas transformações que esse período pode trazer é uma maneira de trabalhar a mente para que tudo ocorra da forma mais tranquila possível.
Logo, vale a pena tirar suas dúvidas com o profissional que te acompanha, fazer pesquisas em sites confiáveis e ler livros a respeito do assunto, para que, quando chegar o momento do parto, você se sinta mais confiante e segura.
5. Faça um planejamento
Especialmente se você for mãe de primeira viagem, é sempre bom já deixar as coisas mais organizadas possíveis, pois isso te ajudará naqueles momentos em que a cabeça pode estar a mil com os cuidados ...
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1 month ago
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Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts
Como saber se você está inserido em um ambiente tóxico?
Um ambiente tóxico é aquele tipo de convívio que, aos poucos, pode começar a afetar seu bem-estar emocional sem que você perceba de imediato.
Assim, a convivência diária, seja em casa, no trabalho ou entre amigos, pode se tornar uma fonte constante de estresse e desgaste emocional quando há padrões negativos repetitivos. Mas como identificar se isso está acontecendo com você?
Neste artigo, você vai entender o que caracteriza um ambiente emocionalmente prejudicial, conhecer os principais sinais de alerta e descobrir o que fazer ao perceber que está vivendo em um. Boa leitura!
O que é um ambiente tóxico?
Um ambiente tóxico pode ser definido como um espaço em que a convivência se torna emocionalmente desgastante, seja por comportamentos hostis, falta de apoio ou relações desequilibradas.
Assim, em vez de promover acolhimento e crescimento, esse tipo de ambiente gera tensão, insegurança e desgaste psicológico. Ele pode existir em diversos contextos - familiar, profissional, social ou afetivo - e muitas vezes se desenvolve de forma sutil, tornando difícil perceber seus efeitos no dia a dia.
Vale ressaltar que a toxicidade não está apenas nas atitudes explícitas, como agressões verbais, mas também em dinâmicas silenciosas que anulam a individualidade, promovem culpa ou fazem com que a pessoa duvide de si mesma.
Viver em um ambiente assim pode comprometer seriamente o bem-estar emocional, tornando essencial reconhecer seus sinais e buscar formas de proteção ou mudança.
Como um ambiente tóxico pode impactar a sua vida?
Um ambiente tóxico pode comprometer sua saúde mental, causando:
Estresse constante;
Redução da autoestima;
Crises de ansiedade;
Depressão.
Portanto, seus efeitos afetam a qualidade de vida e o equilíbrio emocional no dia a dia.
7 sinais de que você está inserido em um ambiente tóxico
Reconhecer um ambiente prejudicial nem sempre é simples, especialmente quando estamos emocionalmente envolvidos ou expostos há muito tempo.
Além disso, muitas vezes, os sinais aparecem de forma sutil e vão se intensificando aos poucos, até que o desconforto se torna parte da rotina.
Abaixo, listamos os principais indícios de que você pode estar vivendo em um ambiente prejudicial, seja em casa, no trabalho, em círculos sociais ou relacionamentos afetivos.
Preste atenção: identificar esses padrões é o primeiro passo para se proteger.
1. Você sente que precisa se "podar" o tempo todo
Se expressar com autenticidade se torna um risco. Assim, em vez de agir naturalmente, você sente a necessidade constante de se censurar para evitar julgamentos ou conflitos.
Em um ambiente tóxico, até gestos simples podem ser mal interpretados ou usados contra você, gerando insegurança e medo. Essa autocensura prolongada, por sua vez, afeta sua identidade e cria uma sensação de sufocamento.
2. Há uma presença constante de críticas destrutivas
As críticas não surgem para ajudar você a crescer, mas para diminuir sua autoestima, o que faz você se sentir inferiorizado, mesmo quando dá o seu melhor. As observações são carregadas de ironia, sarcasmo ou desprezo.
Em um ambiente tóxico, o erro é amplificado, e os acertos, ignorados. Com o tempo, isso gera culpa, dúvida sobre suas capacidades e desgaste emocional.
3. Suas emoções são invalidadas com frequência
Sempre que você expressa tristeza, raiva ou frustração, a resposta é desdém ou minimização, e frases como "você está exagerando" ou "isso é drama" são comuns. Assim, essa desvalorização constante faz você duvidar dos próprios sentimentos.
Além disso, em um ambiente danoso, o afeto é substituído por frieza, e a empatia dá lugar à indiferença ou ao julgamento velado.
4. Conflitos são recorrentes e mal resolvidos
Discussões constantes, falta de escuta e acusações são frequentes, pois não há espaço para diálogo respeitoso ou reconciliação verdadeira. Dessa forma, em vez de soluções, surgem ressentimentos acumulados.
Nesse espaço, conflitos viram ciclos de tensão que desgastam emocionalmente, e até questões pequenas se...
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1 month ago
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Neurodivergência: como acolher diferentes formas de pensar
Vivemos em uma sociedade que, por muito tempo, valorizou apenas um tipo de inteligência, comportamento e forma de aprender.
No entanto, cada vez mais pessoas têm compreendido que o cérebro humano é diverso - e que essa diversidade é algo que merece ser reconhecido e acolhido.
É dentro dessa perspectiva que surge o conceito de neurodivergência, uma forma de olhar para as diferenças neurológicas como variações naturais da mente humana, e não como erros ou defeitos.
Entender o que significa ser neurodivergente e como lidar com isso - seja você uma pessoa neurodivergente ou alguém que convive com uma - é um passo importante para construir uma sociedade mais inclusiva, empática e saudável.
O que é neurodivergência?
O termo neurodivergência surgiu dentro do movimento pela neurodiversidade, criado nos anos 1990 por ativistas e pesquisadores, especialmente pessoas autistas, que buscavam mudar a maneira como o mundo via o autismo e outras condições neurológicas.
Em vez de considerar essas diferenças como "transtornos" que precisam ser corrigidos, a ideia é que elas fazem parte da variação natural da mente humana, assim como existem diferenças de cor de pele, altura ou personalidade.
A neurodivergência, portanto, refere-se a pessoas cujos cérebros funcionam de maneira diferente do que se considera "neurotípico" - ou seja, do padrão mais comum na sociedade.
Isso inclui diferentes modos de perceber o mundo, processar informações, lidar com emoções e se comunicar.
Exemplos de condições neurodivergentes
É importante lembrar que o termo neurodivergente não é um diagnóstico médico, mas um conceito que engloba várias condições neurológicas e cognitivas.
Entre os exemplos mais conhecidos estão:
Transtorno do Espectro Autista (TEA)
Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)
Dislexia
Dispraxia
Discalculia
Transtorno do Processamento Auditivo
Síndrome de Tourette
Transtornos de aprendizagem
Altas habilidades/superdotação
Essas condições variam muito de pessoa para pessoa. Duas pessoas com o mesmo diagnóstico podem ter experiências completamente diferentes, e é por isso que a escuta, a empatia e o acolhimento individualizado são fundamentais.
Neurodiversidade x neurodivergência
Antes de avançar, vale diferenciar dois termos que, embora relacionados, têm significados diferentes.
Neurodiversidade é o conceito que reconhece que existem múltiplas formas válidas de funcionamento neurológico. Ela se refere à diversidade como um todo.
Neurodivergência descreve as pessoas que se desviam do padrão considerado neurotípico.
Em outras palavras, a neurodiversidade é o conjunto, e a neurodivergência é uma de suas partes.
Todos nós, coletivamente, formamos uma sociedade neurodiversa.
Por que falar de neurodivergência é importante
Discutir a neurodivergência é essencial porque ajuda a quebrar estigmas e preconceitos que historicamente colocaram as pessoas com diferenças neurológicas em posições de exclusão.
Muitos indivíduos neurodivergentes enfrentam dificuldades de adaptação em ambientes que não foram pensados para acolher suas necessidades - seja na escola, no trabalho ou nas interações sociais.
Essas dificuldades não surgem por falta de capacidade, mas porque as estruturas sociais foram construídas com base em um único modelo de pensamento.
Falar sobre neurodivergência é, portanto, falar sobre inclusão, respeito e saúde mental.
Como a sociedade costuma lidar com a neurodivergência
Infelizmente, ainda há muita desinformação sobre o tema. A sociedade tende a enxergar a neurodivergência como algo a ser corrigido, o que pode gerar pressão para a normalização e culpabilização.
Crianças com TDAH, por exemplo, podem ser vistas como "preguiçosas" ou "desatentas", enquanto adultos autistas muitas vezes são taxados de "frias" ou "sem empatia".
Por conta disso, a psicoterapia infantil ou mesmo para adultos é importante para entender os motivos por trás de certos comportamentos.
Esses rótulos prejudicam a autoestima e o bem-estar emocional das pessoas neu...
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1 month ago
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Autonegligência: como saber se você está se descuidando?
A Autonegligência é o nome dado ao comportamento de descuido com as próprias necessidades físicas, emocionais ou sociais, algo que, embora comum, muitas vezes passa despercebido no dia a dia.
Nesse sentido, cuidar de si mesmo pode parecer simples, mas, na prática, fatores como excesso de responsabilidades, baixa autoestima ou sofrimento emocional podem levar uma pessoa a abrir mão do autocuidado pouco a pouco.
Neste artigo, você vai entender o que é a autonegligência, como identificar seus sintomas, quais são suas causas, os efeitos que pode gerar e, principalmente, como tratar e prevenir esse padrão de comportamento. Boa leitura!
O que é a autonegligência?
Autonegligência é o ato de deixar de cuidar de si mesmo, mesmo quando se tem condições físicas e mentais para isso.
Esse comportamento vai além de momentos isolados de cansaço ou distração, trata-se de um padrão repetitivo de descuido com necessidades básicas, como alimentação, higiene, saúde, sono e bem-estar emocional.
Pessoas que sofrem com autonegligência frequentemente evitam buscar ajuda, não seguem tratamentos médicos ou ignoram sinais claros de que algo não vai bem.
Por isso, esse comportamento está relacionado à baixa autoestima, sentimentos de desvalorização ou quadros como depressão, ansiedade e traumas não resolvidos.
É importante entender que autonegligenciar-se não significa preguiça ou desleixo, mas sim um sinal de sofrimento psíquico que precisa de atenção.
Quais são os sintomas da autonegligência?
Os sinais de autonegligência podem variar de pessoa para pessoa, mas costumam envolver comportamentos repetitivos de descuido com a própria saúde, segurança e bem-estar. ,
Então, veja os principais sintomas:
Falta de higiene pessoal (não tomar banho, não escovar os dentes, não trocar de roupa).
Alimentação irregular ou inadequada, com longos períodos sem comer ou consumo excessivo de alimentos pouco nutritivos.
Recusa ou abandono de tratamentos médicos, mesmo diante de diagnósticos importantes.
Sono desregulado ou insuficiente, com insônia ou excesso de sono.
Isolamento social, evitando contatos, encontros e interações afetivas.
Ambiente doméstico desorganizado, sujo ou inseguro.
Uso de roupas sujas, danificadas ou inadequadas para o clima.
Falta de motivação para cumprir tarefas básicas, como estudar, trabalhar ou resolver questões do dia a dia.
Dificuldade em priorizar o próprio bem-estar, colocando sempre as necessidades dos outros à frente das suas.
Sentimentos persistentes de desvalorização, culpa ou falta de merecimento.
Perceber esses sintomas no dia a dia é fundamental para interromper o ciclo da autonegligência. Quanto mais cedo forem identificados, maiores são as chances de retomar o autocuidado e buscar ajuda adequada.
O que causa a autonegligência?
A autonegligência pode ser resultado de diversos fatores emocionais, psicológicos e contextuais. Muitas vezes, eles se combinam e criam um ciclo difícil de romper.
Entre as principais causas estão:
Transtornos mentais, como depressão, ansiedade, transtorno bipolar e transtorno de personalidade.
Baixa autoestima, com sentimentos de inferioridade, culpa ou de que "não vale a pena cuidar de si".
Histórico de traumas, como abusos, negligência na infância ou experiências emocionais dolorosas.
Estresse crônico ou sobrecarga, especialmente quando a pessoa assume muitas responsabilidades e se anula.
Isolamento social, com ausência de vínculos afetivos ou apoio emocional.
Falta de sentido ou propósito de vida, levando à apatia e à perda de motivação.
Problemas de saúde física ou limitações cognitivas, que dificultam o autocuidado.
Ambientes desestruturados, como contextos familiares negligentes ou disfuncionais.
Entender as causas da autonegligência é essencial para lidar com ela de forma mais consciente e empática.
Quais são as consequências na vida de uma pessoa autonegligente?
A autonegligência não afeta apenas a rotina ou a aparência de quem a vivencia, ela pode comprometer seriamente a saúde física, emocional...
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1 month ago
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Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts
Os áudios dos conteúdos são gerados por IA - Inteligência Artificial a partir das centenas de textos e artigos elaborados por psicólogos.