Os textos da celebração de Epifania apontam aspectos importantes para percebermos como Deus nasce e se manifesta entre nós. Começando pela profecia das discípulas e discípulos de Isaías, escrita depois do exílio. Esta profecia apresenta toda a esperança na reconstrução da cidade com o fim da violência e opressão. Hino de alegria por novos tempos (Is 60,1-6). O Salmo 72, uma bela oração messiânica que diz que o messias que vem, julgará com justiça e será a defesa dos pobres conforme o direito e a paz. Fará justiça aos pobres e esmagará o opressor. A Carta aos Efésios (Ef 3,2-6) vai dizer que a participação no projeto de Deus e messias é promessa para toda gente.
Domingo I do Natal – Mateus 2,13-23
Por Valdir Miguel Tromm
CEBI-SC
Estamos vivendo, no mundo cristão, as alegrias do Natal, celebrando o nascimento de Jesus de Nazaré. O evangelista Mateus, assim como Lucas, narra de modo particular alguns fatos da infância de Jesus. Enquanto Lucas dá destaque ao anúncio do anjo a Maria, Mateus destaca a figura de José, esposo de Maria.
Neste Natal, celebramos a Deidade que nasce entre as pessoas empobrecidas, caminha com as oprimidas e reacende em nós a esperança que resiste.
Que a luz da estrela nos conduza à justiça, à partilha e à vida digna para todos os povos. O Natal é compromisso com a vida, com a terra e com a dignidade humana.
Por Ruan Isnardi
No quarto domingo do Advento, o Evangelho de Mateus (1,18–24) nos convida a contemplar o nascimento de Jesus a partir de um lugar pouco iluminado pela história oficial: o conflito, a vergonha social, o medo e a decisão silenciosa de José. É nesse terreno concreto, marcado por tensões reais da vida, que Deus escolhe entrar no mundo.
Por Daylíns Rufín Pardo
MATEUS 11, 2-11
Não há nada que aprisione mais do que a incerteza , sobretudo quando ela toca a própria vida e a esperança. Em Mateus 11,2-11, João Batista encontra-se duplamente preso: no corpo e na dúvida (v. 2). Desde esse lugar de encerramento, porém, experimenta a ação libertadora do Espírito, que sussurra e orienta. O texto diz que ele “ouviu” (v. 2b), e assim se inicia um caminho de busca.
Maria do Socorro Rodrigues dos Santos Morais
José de Arimateia Morais
Eltiene Araújo
CEBI-RN
MATEUS 3,1-12
Esse texto apresenta em síntese uma pequena descrição da missão de João Batista apresentado por Mateus. É muito importante para compreender a missão de João e de JESUS e é carregada de teologia no “Deserto da Judeia”. O deserto possui um profundo significado teológico porque é o lugar de encontro com Deus e a presença de João no deserto é um convite para Israel romper as estruturas vigentes de injustiças e opressão e retornar as suas origens e voltar a ser um povo livre.
Não é o Fim, é Espera: A Escatologia Como Resistência em Mateuspor Barroco de Oliveira –CEBI/RJ com a colaboração da Coordenação do Grupo de Estudo Bíblico: Arqueologia Bíblica (Wellington Marques e Ellen Centini)Querida gente, estamos convidados a nos aproximarmos do contexto descrito em Mt 24,36-44. Juntas, ouviremos essas comunidades e escutaremos o que querem comunicar para nós, mulheres e homens, viventes no ano de 2025.
Domingo de Cristo Rei do Universo Lucas 23,35-43
Osiel Assunção – Piauí
Para nós, que vivemos numa república e não temos rei há mais de 130 anos, entender o papel de um monarca é algo meio distante, quase coisa de filme. Até mesmo a Monarquia Britânica, que é famosa, às vezes confunde nossa cabeça com essa mistura de poder simbólico e influência política.
Domingo XXXIII do Tempo Comum
Lucas 21,5-19
Landes Marinho – CEBI Pernambuco
Estimados irmãos e irmãs, estamos celebrando o trigésimo terceiro domingo do tempo comum. Os textos litúrgicos destes últimos domingos já nos deixam sentir os bons ventos do novo ano litúrgico que se aproxima, como também, nos convidam a refletirmos sobre questões relacionadas ao fim dos tempos e a parusia.
Tirai tudo isso daqui e não façais da casa de meu Pai uma casa de negócios (Jo 2,16)
Domingo XXXII do Tempo Comum
João 2,13-22
João Ferreira Santiago – CEBI Paraná
O título dado a este texto encontra-se na liturgia do lecionário católico do XXXII Domingo do Tempo Comum (Jo 2,13-22). Jesus subiu para Jerusalém, pouco antes da Páscoa dos judeus e através de uma sincronia entre gestos e palavras, deixa uma mensagem codificada e de difícil compreensão naquele momento. Tanto assim, que os judeus jamais a entenderam e até mesmo os seus discípulos somente compreenderam aquela mensagem em sua plenitude após a ressurreição.
Domingo XXXI do Tempo Comum
Lucas 19,1-10
Ronaldo Sales Jr. – CEBI Borborema/PB
A narrativa da conversão de Zaqueu não é apenas a história de uma conversão pessoal e espiritual, mas um poderoso anúncio do caráter concreto e transformador da salvação que Jesus traz, com profundas implicações sociais, econômicas e políticas.
Domingo XXX do Tempo Comum
Lucas 18,9-14
Antonio de Pádua Rocha, CEBI-MG
O texto na Bíblia de Jerusalém começa assim: “ Contou ainda essa parábola para alguns que convencidos de serem justos, desprezavam os outros”( versículo 9). Parece que o texto está no contexto da frustração diante da parúsia (segunda vinda de Jesus), que não aconteceu imediatamente, e a comunidade teme que a espera seja em vão. Diante do grupo com quem se fala há um problema na comunidade: aquela turma cheia de normas e regras, mas que parece ainda não estar claro, se convence de que tudo tem que ser normatizado. A espera de um Messias que vai salvar os “cumpridores” da lei.
Reflexão do texto bíblico segundo a comunidade Lucana, capítulo 18, 1-8, feita por Carlos Rockenbach e lida por Francisca Feitosa, CEBI-MS.
Domingo XXVIII do Tempo Comum
Reflexão sobre Lucas 17, 11-19
Alex Sandro – CEBI/MTO texto de hoje nos faz refletir sobre vários pontos importantes das experiências humanas sobre fé e preconceito. Apesar de curto, há uma reflexão profunda e significativa a ser feita, sobre as incapacidades humanas de acolhimento, para diversas situações em que as pessoas se encontram e que por assim estarem se tornam marginalizadas
Domingo XXVII do Tempo Comum
Reflexão sobre Lucas 17,5-10
Félix Lopes Lima – CEBI/MA
O anúncio do Evangelho de Jesus, proclamado nas nossas celebrações, quase que invariavelmente, começa com a expressão: “naquele tempo”. Uma boa ajuda para a contextualização. Uma vez que as boas reflexões nos remetem a dois tempos, o tempo do texto e o tempo de quem reflete e de quem ouve. Nunca esquecendo a contextualização da época do texto; os conflitos da época, de quem interessa, quem aparece nos escritos; e da realidade presente que o texto pretende iluminar – o hoje. É relevante o contexto sociopolítico e religioso, do texto e do presente.
Neste domingo, XXVI do Tempo Comum, temos a reflexão sobre Lucas 16,19-31, realizado por Manoel David Neto com a participação da Fatinha Castelan, do CEBI-ES.
A Vida acima do Lucro por Simone Furquim Guimarães - Cebi Planalto Central
Neste domingo, o Evangelho de Lucas 16,1-13, nos convida a refletir sobre a parábola que Jesus fala a seus discípulos, conhecida como “parábola do administrador desonesto.
Para este Domingo XXIV do Tempo Comum, contamos com a Ana Valéria – CEBI/CE, para nos ajudar a refletir a partir do Evangelho segundo Lucas 15, 1-10.
Hoje, o Gilson Dias, CEBI Manaus-AM, hoje faz a reflexão sobre Lucas 14,25-33, para o Domingo XXIII do Tempo Comum.
"As reflexões deste fim de semana, nos convidam a pensar sobre a sabedoria, desapego e prudência ao confrontar com o que realmente importa. Iniciamos com o livro da sabedoria, (Sb 9,13-18), a comunidade autora da bíblia, desafia a pessoa leitora “ Quem pode conhecer os desígnios de Deus? (V.13)"
Em meados de agosto deste 2025, alguns canais de comunicação, ligados a grupos católicos tradicionalistas, celebraram o fato de que o Papa Leão XIV escreveu aos bispos católicos da Amazônia que a missão da Igreja é anunciar Jesus Cristo e teria também aludido de que não devemos adorar a Mãe-Terra.