Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em I Corintios, capítulo 16, versículos 5 ao 9, nos traz uma reflexão sobre nossas escolhas e decisões para 2026.Ao escrever aos coríntios, o apóstolo Paulo não fala apenas de planos de viagem. Ele revela uma postura espiritual diante do futuro. Em I Coríntios 16:5–9, Paulo diz que pretende passar pela Macedônia, ficar algum tempo com a igreja, talvez até o inverno, mas tudo está submetido à direção de Deus. Ao mesmo tempo, ele declara: “porque uma porta grande e oportuna se me abriu; e há muitos adversários”.Essa palavra nos ajuda a profetizar 2026 não como um ano de acaso, mas de propósito.1. O futuro é planejado, mas guiado por DeusPaulo tinha planos claros, porém não independentes de Deus. Profetizar 2026 não é tentar controlar o amanhã, mas alinhar nossos projetos à vontade do Senhor. O futuro pertence a Deus, e quando colocamos nossos planos no altar, Ele ajusta rotas, tempos e prioridades.2026 não será apenas o ano que você planejou, mas o ano que Deus conduziu.2. Permanecer onde Deus abre a portaPaulo afirma que ficaria em Éfeso porque havia uma porta grande e eficaz aberta. Nem sempre portas abertas são lugares confortáveis, mas são lugares estratégicos. Profetizar 2026 é declarar discernimento para reconhecer as portas de Deus e coragem para permanecer nelas.Onde Deus abrir portas em 2026, ali haverá propósito, crescimento e frutificação.3. Portas abertas não anulam adversáriosPaulo não romantiza o futuro: ele diz claramente que havia muitos adversários. Isso nos ensina que oposição não é sinal de fracasso, mas muitas vezes confirmação de que estamos no centro da vontade de Deus.Profetizar 2026 é declarar que, mesmo com lutas, a porta continuará aberta.4. Um ano de oportunidades espirituaisPaulo vê o tempo como oportunidade. Ele entende que cada estação tem uma missão. Profetizar 2026 é declarar que será um ano de sensibilidade espiritual, onde não perderemos o tempo, nem as oportunidades que Deus nos confiará.2026 será um ano de portas abertas, maturidade espiritual e avanço no Reino.Declaração profética: Profetizamos que 2026 será um ano guiado por Deus, marcado por portas abertas, discernimento para permanecer no propósito e coragem para enfrentar os desafios. Onde houver adversários, haverá graça. Onde houver desafios, haverá crescimento. E onde Deus nos posicionar, ali viveremos o cumprimento das Suas promessas.Que 2026 não seja apenas um novo ano, mas uma nova estação em Deus.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Lucas, capitulo 2, versículos 21 ao 32, nos traz uma reflexão sobre não percamos a esperança, assim como foi com Simeão.O texto acima, nos apresenta dois personagens quase silenciosos, mas profundamente cheios de fé: Simeão e Ana. Pessoas comuns, marcadas pelo tempo, pela espera e, certamente, por muitas perguntas sem respostas aparentes. Ainda assim, eles nos ensinam uma verdade poderosa: quem espera em Deus nunca espera em vão.Simeão tinha uma promessa. O Espírito Santo lhe havia revelado que ele não morreria antes de ver o Cristo do Senhor. Os dias passaram, os anos se acumularam, e nada parecia mudar. Contudo, Simeão não perdeu a esperança. Ele continuou indo ao templo, continuou crendo, continuou esperando. Até que, em um dia aparentemente comum, Deus transformou o ordinário em eterno. Um bebê nos braços, simples aos olhos humanos, mas suficiente para Simeão declarar: “Os meus olhos já viram a tua salvação.”A esperança verdadeira não depende da rapidez das respostas, mas da fidelidade de Deus às Suas promessas. Deus pode não agir no nosso tempo, mas Ele nunca se atrasa.Ana também aparece como sinal dessa esperança perseverante. Viúva, idosa, marcada por perdas, ela não se afastou da presença de Deus. Jejuava, orava e servia dia e noite. Quando viu Jesus, passou a anunciar que a redenção havia chegado. A esperança que permanece em Deus não apenas sustenta o coração, ela se torna testemunho para outros.Este texto nos lembra que a esperança não é negar a dor, mas crer apesar dela. Simeão e Ana viveram em um tempo de opressão, silêncio profético e incertezas, mas mantiveram o coração firmado em Deus.Talvez você esteja vivendo um tempo de espera. Talvez as promessas pareçam distantes, e o cansaço queira roubar sua fé. Lucas 2 nos convida a olhar para além das circunstâncias e confiar: Deus está agindo, mesmo quando tudo parece silencioso.Não perca a esperança. O que Deus prometeu, Ele cumprirá. O mesmo Cristo que Simeão tomou nos braços continua sendo hoje luz para iluminar os que estão em trevas e glória para o povo de Deus.Espere. Confie. Persevere. A esperança tem nome — JesusSe esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em Isaías, capítulo 9, versículos 1 ao 7, nos traz uma reflexão sobre o nascimento de Jesus, nosso presente e esperança.Isaías anuncia esperança em meio a um cenário de opressão, medo e escuridão. O povo carregava um jugo pesado, vivia sob a ameaça constante e sentia-se sem futuro. É nesse contexto que o profeta proclama: “um menino nos nasceu, um filho se nos deu”. A promessa de Deus não chega como um exército poderoso, mas como um presente — frágil aos olhos humanos, porém eterno em seu propósito.O texto afirma que Deus quebraria o jugo, o peso sobre os ombros, a vara do opressor. Isso revela que o nascimento desse Menino não é apenas um fato histórico ou simbólico; é uma intervenção divina na realidade humana. Onde havia escravidão, Ele traz libertação. Onde havia guerra, Ele anuncia o fim das armas. Onde reinava o medo, nasce a paz.Esse Menino recebe nomes que revelam quem Ele é: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Não são apenas títulos poéticos, mas declarações de cuidado. Ele aconselha quando estamos confusos, fortalece quando estamos fracos, permanece quando tudo passa e governa trazendo paz verdadeira — não a ausência de problemas, mas a presença de Deus no meio deles.Isaías também afirma que o governo está sobre os seus ombros. Isso nos lembra que o controle não está em nossas mãos nem nas circunstâncias, mas em Cristo. O presente que Deus nos deu não é temporário, não perde o valor com o tempo e não depende do nosso merecimento. Ele cresce, se estabelece e não tem fim.Por fim, o texto diz que o zelo do Senhor dos Exércitos fará isso. A promessa não se cumpre pela força humana, mas pelo amor fiel de Deus. O nascimento desse Menino é a maior prova de que Deus não desistiu da humanidade.Um menino nasceu. Um presente nos foi dado.Que essa verdade renove nossa fé, traga esperança ao coração cansado e nos lembre que, mesmo em tempos difíceis, Deus continua presenteando o mundo com Sua graça.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Geraldo Motta, com o texto em Marcos, capítulo 10, versículos 46 a 52, nos traz uma reflexão sobre o cego de Jericó e nós.Bartimeu estava à beira do caminho — e não apenas fisicamente. Cego, marginalizado e reduzido à condição de pedinte, ele vivia no limite da esperança. A multidão passava, a vida seguia, e ele permanecia ali, esquecido aos olhos humanos. Mas aquele dia não era comum: Jesus estava passando.Ao ouvir que era Jesus de Nazaré, Bartimeu não pediu informações, não esperou convite, não se calou diante das circunstâncias. Ele clamou: “Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim!”Tentaram silenciá-lo. A mesma multidão que caminhava com Jesus achava que o clamor de Bartimeu era incômodo. Mas a esperança verdadeira não se cala com a repressão. Quanto mais o mandavam calar, mais ele clamava. Porque quem sabe que precisa de um milagre não negocia sua fé.Jesus para. O clamor sincero sempre faz Cristo parar. Aquele que parecia invisível torna-se o centro da cena. Jesus manda chamá-lo, e então acontece algo poderoso: Bartimeu lança fora a capa. Aquela capa era mais do que um agasalho; era símbolo de sua identidade antiga, de sua dependência, de sua vida limitada. Ele deixa para trás o que o definia até então, porque quem crê de verdade entende que não se pode correr para o novo segurando o velho.Jesus pergunta: “Que queres que eu te faça?”A resposta é simples, direta e cheia de fé: “Mestre, que eu veja.”Bartimeu não pede esmola, pede visão. Ele não quer apenas sobreviver; quer viver plenamente. E Jesus declara: “Vai, a tua fé te salvou.”Imediatamente ele vê. Mas o milagre não termina nos olhos. O texto diz que Bartimeu passou a seguir Jesus pelo caminho. Antes estava à beira; agora está no caminho. Antes clamava por esperança; agora caminha com Aquele que é a própria esperança.Essa história nos confronta e nos convida: Onde você está hoje: à beira do caminho ou no caminho com Jesus?O que tem tentado calar o seu clamor?Que “capa” você precisa lançar fora para viver o novo de Deus?O clamor de Bartimeu nos ensina que fé não é silêncio conformado, é voz que insiste. Quem clama com fé pode até começar à beira do caminho, mas termina andando com Cristo.Nunca subestime o poder de um clamor cheio de esperança. Jesus ainda para. Jesus ainda chama. Jesus ainda transforma.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Romanos, capítulo 8, versículos 28 e 29, nos traz uma reflexão sobre todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, mesmo quando as cosias não vão bem.Há momentos na vida em que tudo escurece de repente. Como num eclipse, aquilo que antes iluminava o nosso caminho parece ser encoberto: sonhos, forças, certezas, respostas. O coração pergunta: “Onde Deus está?” — e o silêncio parece mais alto que a fé.Romanos 8:28 nos oferece uma verdade que não nega a dor, mas a ressignifica: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus…”Paulo não diz que todas as coisas são boas. Ele diz que cooperam para o bem. O eclipse não é a ausência do sol; é apenas um alinhamento momentâneo que encobre sua luz. Da mesma forma, o sofrimento não significa que Deus deixou de agir — muitas vezes, Ele está trabalhando justamente quando não conseguimos enxergar.O versículo 29 aprofunda esse entendimento ao revelar o propósito por trás do processo: “Porque os que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho…”O “bem” de Deus nem sempre é conforto imediato; é transformação eterna. Nos eclipses da vida, Deus não está apenas nos tirando de algo — Ele está nos formando em alguém: mais parecidos com Cristo. O caráter é moldado na sombra, a fé amadurece no silêncio, e a esperança se fortalece quando aprendemos a confiar sem ver.Assim como o eclipse passa e a luz volta a brilhar, também as estações difíceis não são permanentes. O sol nunca deixou de estar lá. Deus nunca deixou de estar presente. O que hoje parece confusão, amanhã será testemunho. O que hoje dói, amanhã revelará propósito.Se você está vivendo um eclipse, lembre-se: não é o fim da luz, é o início de um processo. Deus está alinhando todas as coisas — inclusive as que você não entende — para revelar em você a imagem do Filho.E quando a luz voltar a brilhar, você perceberá: não saiu ileso, saiu transformado.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, a Pra. Karlla Sales, com o texto em João, capítulo 1, versículos 12 e 13, nos traz uma reflexão sobre Jesus, o nosso presente de Natal.Há uma diferença profunda entre receber algo por mérito e receber por graça. João nos lembra:“Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus… os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.”A graça começa exatamente aí: não no que fizemos, mas no que recebemos. Ser feito filho de Deus não é resultado de esforço humano, tradição religiosa ou herança familiar. É um presente que vem do céu, uma decisão soberana de Deus em nos adotar.Quando entendemos isso, a gratidão deixa de ser apenas uma palavra e se torna uma postura de vida. Somos gratos porque não fomos rejeitados, fomos acolhidos. Não fomos apenas perdoados, fomos incluídos na família de Deus. A graça não apenas apaga o passado, ela redefine nossa identidade.João afirma que esse novo nascimento não vem da vontade do homem, mas de Deus. Isso nos livra do peso de tentar “merecer” o amor divino. Gratidão pela graça é descansar na certeza de que somos amados antes mesmo de sermos capazes de retribuir.Viver grato pela graça é caminhar todos os dias lembrando:Eu sou filho, não apenas servo.Eu pertenço, não estou de passagem.Eu fui escolhido, não esquecido.Que essa verdade gere em nós uma vida de humildade, adoração e obediência, não por obrigação, mas por gratidão. Afinal, tudo começa e termina na graça — e responder a ela com um coração grato é a nossa maior declaração de fé.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em Filipenses, capítulo 2, versículos 1 ao 11, nos traz uma reflexão sobre a humildade de Jesus, nosso exemplo.O texto acima, nos conduz ao centro da fé cristã: o mistério da humildade de Cristo. Paulo convida a igreja a viver em unidade, mansidão e serviço — mas não a partir de uma força humana, e sim inspirada no próprio Jesus, o Rei eterno que se fez servo.Quando Paulo diz: “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus”, ele nos apresenta o maior paradoxo da história: Aquele que era Deus não se agarrou ao Seu lugar de glória, mas desceu até a forma de escravo. Ele não apenas assumiu a humanidade; assumiu a posição mais baixa dentro dela. Ele não veio para ser servido, mas para servir — e servir até o fim, até a morte, e morte de cruz.Esse movimento de Cristo — da glória ao serviço, do trono à cruz — revela uma verdade profunda: a grandeza no Reino de Deus não é conquistada pelo poder, mas pela humildade. Ele é o Rei, mas um Rei que lava pés. Ele é soberano, mas escolheu a cruz. Ele é Senhor, mas tomou o avental do servo.Enquanto o mundo exalta quem sobe, Cristo é exaltado justamente porque desceu. “Pelo que Deus o exaltou soberanamente…” — Sua exaltação vem como resposta à Sua rendição. Isso nos ensina que, no Reino, o caminho para cima passa por descer; o caminho para a glória passa pelo serviço; o caminho para a vida passa pela entrega.E Paulo aplica isso diretamente a nós: se Cristo se humilhou, como nós poderíamos insistir em viver de forma orgulhosa?Se Ele serviu, como não serviríamos uns aos outros?Se Ele abriu mão de Seus direitos, como temos dificuldade em abrir mão dos nossos?O texto nos desafia:A deixar de lado disputas e vaidades.A colocar os interesses dos outros acima dos nossos.A viver não para sermos reconhecidos, mas para reconhecermos a Cristo em tudo.No final, quando confessamos que “Jesus Cristo é Senhor”, estamos dizendo mais que uma frase: estamos reconhecendo o Senhor que reina porque serviu, o Rei que venceu porque se entregou, o Deus que se fez escravo para nos libertar.Se esta mensagem edificou a sua via, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Lucas, capítulo 15, versículos 11 ao 32, nos traz uma reflexão sobre a parábola do filho pródigo.Quando olhamos para 2025, muitos de nós enxergamos uma palavra que parece resumir tudo: correria. Foi um ano intenso, cheio de compromissos, desafios, pressões, metas, cobranças e muitas vezes… distâncias.Distância de nós mesmos.Distância de quem amamos.Distância de Deus.E é justamente por isso que a parábola do filho pródigo fala tão profundamente com a gente neste momento de retrospectiva.1. A Correria que nos Afasta (v. 12–16)O filho mais novo tinha pressa. Pressa de viver, pressa de conquistar, pressa de ser dono da própria história.Mas a correria o levou para longe da casa do pai — e, finalmente, para longe de si mesmo.Assim como ele, talvez em 2025 você também correu muito…Correu atrás de resultados.Correu atrás de aceitação.Correu para tentar provar algo.Correu tanto que se perdeu no caminho.Há um tipo de correria que não nos leva para frente, mas para longe.2. O Cansaço que Desperta (v. 17)A Bíblia diz que o filho “caindo em si” decidiu voltar.Esse momento é precioso: o instante em que a correria desacelera e finalmente ouvimos o que a alma tenta sussurrar há meses.Talvez 2025 tenha sido o ano em que você também caiu em si:Percebeu que estava esgotado.Notou que estava tentando alimentar a alma com aquilo que não sustenta.Entendeu que não dá para viver longe da presença do Pai.O cansaço, às vezes, é a forma de Deus dizer: “Volta. Aqui é o teu lugar.”3. O Amor que Corre na Direção Oposta (v. 20)A correria de 2025 te afastou?A correria de Deus te traz de volta.O texto diz que o pai correu ao encontro do filho.Enquanto o filho vinha exausto, Deus vinha correndo com graça.Enquanto o filho vinha arrependido, Deus vinha com restauração.Enquanto o filho vinha com medo do futuro, Deus vinha com um abraço que cura o passado.O Pai não espera a tua perfeição. Ele te recebe do jeito que você está.4. A Festa da Restauração (v. 22–24)A retrospectiva do céu sobre você não é marcada pela sua queda, mas pela sua volta.Não é sobre onde você errou, mas sobre quem você voltou a ser.Quando o filho regressa, o pai não pergunta detalhes da falha, não humilha, não cobra. Ele celebra.2025 foi correria?Foi difícil?Foi confuso?Deus quer encerrar este ano não com juízo, mas com festa.Não com acusação, mas com acolhimento.Não com vergonha, mas com vestes novas.5. Final de Ano é Chamado à Consciência (v. 31–32)A fala final do pai ao filho mais velho nos lembra: “Tudo o que é meu é teu.”Ou seja:Pare de correr atrás do que já é seu.Pare de disputar aquilo que Deus já te deu.Pare de se comparar, se exaurir, se medir pelo ritmo dos outros.A correria nos tira da identidade.A presença do Pai nos devolve o propósito.Conclusão: Retrospectiva 2025: Correria não é apenas sobre o que você viveu, mas sobre o que Deus quer transformar.O ano pode ter sido turbulento, mas você não termina 2025 longe da casa do Pai.Você termina abraçado, restaurado, perdoado e plenamente amado.Que ao fechar este ciclo você possa dizer:“Eu corri muito… mas Deus correu atrás de mim ainda mais.”E que 2026 seja o ano não da correria, mas da presença.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Caleb Loureiro, com o texto em Filipenses, capítulo 1, versículos 20 ao 22, nos trás um reflexão sobre como viver uma vida que vale a pena.O apóstolo Paulo, ao escrever aos Filipenses, revela talvez um dos maiores níveis de maturidade espiritual que alguém pode alcançar. Em meio a prisões, incertezas e perigos, ele declara: “Para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro.” (Fp 1:21)Essa não é uma frase bonita para ser citada; é uma convicção profunda, nascida de alguém que entendeu o verdadeiro propósito da vida.1. Viver é Cristo: A vida como missãoPaulo deixa claro que a vida só faz sentido quando Cristo é o centro.Não é viver com Cristo, nem para Cristo apenas — é viver Cristo.Significa que: Cristo é o motivo das nossas escolhas; Cristo é a direção dos nossos passos; Cristo é o conteúdo das nossas ações; Cristo é a razão da nossa existência.Quando Paulo diz “viver é Cristo”, ele está dizendo:“Se eu continuar vivendo, será para frutificar. Minha vida pertence a Ele.”E aqui está um ponto crucial: Viver não é sobreviver.Viver não é apenas existir.Viver não é só cumprir rotinas, pagar contas e esperar o próximo problema.Viver é Cristo significa viver com propósito, com missão, com frutos que glorificam a Ele.2. Morrer é lucro: A perspectiva eternaPara o mundo, morrer é perda.Mas para aquele que pertence a Cristo, morrer é lucro, porque significa estar para sempre com Ele.Paulo não via a morte como um fim, mas como um encontro.Não como derrota, mas como recompensa.Não como algo a temer, mas como algo que sela a vitória.E isso só é possível quando se entende que: Nada neste mundo vale mais do que Cristo; A eternidade é mais real do que a vida terrena; A nossa esperança não está aqui, mas Nele.3. O dilema de Paulo: ficar ou partirNos versículos 22 e 23, Paulo revela o conflito do coração:Se viver, frutifica; Se morrer, descansa com Cristo; De ambos os lados, ele vê propósito e vitória.Esse dilema não é medo — é maturidade.Paulo não está dividido entre vida e morte, mas entre serviço e encontro.Entre continuar a missão e finalmente ver Aquele por quem viveu.4. E nós?A grande pergunta é: O que é viver para nós hoje?Temos vivido Cristo… ou apenas vivido?Se tirassem nossos títulos, cargos, bens, planos e rotinas… o que sobraria?Sobraria Cristo?Se para nós, “morrer” ainda é sinônimo de perda, talvez seja porque viver ainda não se tornou Cristo.5. Conclusão: O convite de Filipenses 1:20–22 é simples e profundo: Faça de Cristo o centro da sua vida hoje… para que a eternidade seja o lucro de amanhã.Quando Cristo é nossa razão de viver, a vida é fruto, e a morte é vitória.Que possamos alcançar a maturidade de Paulo e declarar com convicção: “Viver é Cristo. E morrer… é lucro.”Se esta mensagem edificou a sua vida, surta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em II reis, capítulo 13, versículos 13 ao 20, nos traz uma reflexão sobre a vida do rei Jeoás, e a importância da fé e da ação decisiva.Há momentos na vida em que a nossa força acaba, o ânimo some, e a frase que brota da alma é: “Por mim eu parava agora.” Parece que tudo pede pausa, desistência, rendição. E é justamente nesse ponto que o texto de 2 Reis 13:14–20 conversa com a nossa realidade.Eliseu estava doente, à beira da morte. Humanamente, ele estava no limite. Mas é justamente nessa hora que o rei Joás o procura, desesperado por uma direção. E mesmo debilitado, Eliseu não se entrega à paralisia. Ele não diz: “Por mim, eu parava agora.”Pelo contrário: ele abre uma janela de esperança, dá instruções, profetiza vitória, e ensina um princípio poderoso:1. A exaustão humana não cancela o propósito divino.Eliseu já tinha servido por décadas. Podia dizer: “Chega.”Mas ele entende algo: o propósito não termina quando a força do homem acaba, mas quando Deus diz que terminou.Quantas vezes nós pensamos:“Se dependesse só de mim, eu parava.”“Eu não tenho mais energia para continuar.”“Parece que já dei tudo.”Mas a voz de Deus diz: Ainda não acabou.Há um último ato, uma última flecha, um último impacto que você ainda precisa causar.2. Deus usa pessoas cansadas para gerar futuro.Eliseu, fraco, ordenou ao rei: “Atire a flecha!”E aquela flecha representava futuro, vitória, promessa que vai além da sua condição atual.Mesmo cansado, Eliseu ainda tinha algo para liberar.Mesmo cansado, você ainda carrega algo que Deus quer usar.Às vezes, achamos que o cansaço nos inutiliza. Mas, para Deus, cansaço não é impedimento — é palco para depender dEle.3. O perigo de parar antes da hora.Joás até começou animado. Pegou o arco, lançou uma flecha… mas quando Eliseu mandou ferir o chão, ele parou cedo demais.Ele bateu apenas três vezes.Ele interrompeu o propósito por causa da falta de intensidade.E Eliseu declarou: “Você só vencerá três vezes…”Porque quem para cedo demais limita o que Deus quer fazer.Quantas vezes nós fazemos o mesmo?Começamos… mas cansamos.Iniciamos… mas perdemos o ritmo.Temos promessas… mas deixamos a persistência cair.E o Espírito Santo sussurra: “Não pare cedo demais. Não pare agora.”4. Mesmo no seu limite, Deus ainda te conduz.A grande verdade é que Eliseu morreu no verso 20.O corpo parou… mas o legado não.A palavra dele continuou ecoando.E até depois da sua morte, um morto tocou em seus ossos e reviveu.Isso nos lembra:Quando você pensa que acabou, Deus ainda não terminou.Se hoje você está dizendo: “Por mim eu parava agora…”Deus está respondendo: “Eu sei que dói, eu sei que pesa… mas ainda existe uma flecha para atirar, ainda existe chão para ferir, ainda existe propósito para cumprir.”Você não vai continuar pela sua força — vai continuar porque Deus não finalizou a obra.E quando Ele está no comando, até o pouco que resta se transforma em tudo que é necessário.Continue.Mais uma flecha.Mais um passo.Mais um ato de fé.A vitória já foi liberada — só não pare antes da hora.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em João, capítulo 15, versículos 1 ao 4, nos traz uma reflexão sobre nosso posicionamento em Cristo, permanecer ou ficar?Em João 15:1–4, Jesus usa uma das imagens mais fortes de toda a Escritura: Ele é a videira verdadeira, e nós somos os ramos. Nessa metáfora simples, Ele revela uma verdade profunda: há uma grande diferença entre ficar e permanecer.Ficar é temporário. Permanecer é relacional.Muita gente fica perto de Deus apenas em momentos de necessidade, dor ou urgência. É como alguém que visita uma casa, mas não mora nela. Fica por um instante, busca algo, e depois vai embora.Mas Jesus não nos chamou para “ficarmos perto Dele” de vez em quando. Ele disse: “Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós.” (v.4)Permanecer é mais profundo. Permanecer é habitar, é criar raízes, é união contínua.O ramo que permanece frutifica. O que apenas fica, resseca.O ramo não produz fruto porque tenta, mas porque está ligado.A força, o vigor, a vida e o fruto vêm da seiva da videira — e essa seiva espiritual é a presença de Cristo em nós.Quem apenas fica nunca frutifica, porque não recebe fluxo constante da vida de Deus. Mas quem permanece experimenta transformação diária: Paz em meio às tempestades.Força em tempos de fraquezaDireção quando o caminho parece escuroCrescimento mesmo quando nada à volta mudaPermanecer é confiar no processo.Jesus diz que o Pai é o agricultor. Ele poda — e podar dói.Mas Deus não poda para destruir… Ele poda para frutificar mais.Quem apenas fica foge da poda; Quem permanece entende que cada corte é um cuidado do Pai.Permanecer é dependência, não passividade.Jesus diz: “Sem mim, nada podeis fazer.”Não é um convite à preguiça espiritual, mas ao reconhecimento humilde de que a vida verdadeira só flui quando permanecemos ligados à Fonte.Permanecer é escolher diariamente depender de Cristo:Pela PalavraPela oraçãoPela obediênciaPela comunhãoPergunta final: Você está ficando… ou permanecendo?Ficar é confortável.Permanecer exige entrega.Ficar é visita.Permanecer é morada.Ficar é conhecer Jesus de longe.Permanecer é viver como ramo unido à Videira.Que o Espírito Santo te ajude, hoje, a dar esse passo mais profundo: não apenas ficar… mas permanecer. Bosquejar raízes em Cristo. Receber d’Ele vida nova todos os dias. E assim, frutificar para a glória do Pai.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em João, capítulo 15, versículos 1 e 2, nos traz uma reflexão sobre nosso posicionamento na vida cristã.Neste texto acima, Jesus nos chama a uma reflexão profunda sobre quatro verbos que definem nossa caminhada espiritual: ser, estar, permanecer e ficar. À primeira vista, eles parecem semelhantes, mas no Reino de Deus cada um deles revela uma postura diferente diante de Cristo.1. SER – A nossa identidade em Cristo.“Eu sou a videira verdadeira”.Antes de qualquer coisa, Jesus afirma quem Ele é, e isso revela quem nós somos.Ser é identidade.Como ramos, fomos criados para depender da Videira. Não existe vida, propósito ou fruto sem essa verdade.Muitos querem fazer para Deus, mas se esquecem de primeiro ser Nele.Antes de produzir, precisamos pertencer.2. ESTAR – Uma posição, não uma entrega.Jesus diz: “Todo ramo que, estando em mim, não dá fruto…”É possível estar próximo de Jesus, participar de cultos, cantar, ouvir a Palavra… e ainda assim não estar conectado de verdade.Estar é momentâneo.É como visitar alguém, mas não morar com ele.Há pessoas que estão em Cristo aos domingos, mas não são ramos conectados durante a semana.3. PERMANECER – A escolha que gera fruto.A grande diferença espiritual não está em estar, mas em permanecer.Permanecer é compromisso.É fidelidade.É estar ligado à Videira mesmo quando o Pai poda, mesmo quando dói, mesmo quando não entendemos o propósito.A poda não vem para destruir; vem para aperfeiçoar.Quem permanece floresce, amadurece e frutifica.4. FICAR – A tentação da imobilidade.Ficar pode ser conforto.Ficar pode ser paralisia.Ficar é quando alguém não se afasta, mas também não cresce, não amadurece, não frutifica.É o crente que não vai embora, mas também não se entrega por completo.Ficar não é o mesmo que permanecer.Permanecer transforma.Ficar apenas estaciona.Conclusão: Deus nos chama para mais do que “estar” — Ele nos chama a permanecer.O Pai não busca ramos apenas presentes na videira, mas vivos, conectados, dependentes e frutíferos.Hoje, o Espírito Santo nos pergunta: Você é ou apenas parece?Você está ou realmente pertence?Você permanece ou apenas fica?Você aceita a poda ou rejeita o agir de Deus em sua vida?Que a nossa resposta seja de entrega: “Senhor, eu não quero só estar… eu quero permanecer.”E todo ramo que permanece n’Ele, certamente frutifica.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em João, capítulo 6, versículos 60 ao 69, nos traz uma reflexão sobre para onde iremos sem Jesus?O capítulo 6 de João descreve um dos momentos mais decisivos do ministério de Jesus. Depois de multiplicar os pães e ensinar sobre o “Pão da Vida”, muitos que o seguiam começaram a murmurar. O próprio texto diz: “Duro é este discurso; quem o pode ouvir?” (v.60).Jesus não ameniza a mensagem. Ele não muda o discurso para agradar. Pelo contrário, Ele aprofunda: “As palavras que eu vos disse são espírito e vida.” Mas, diante da verdade, muitos retrocedem. A multidão que antes corria atrás do milagre agora vira as costas para Aquele que é o próprio sentido da vida.É nesse momento que Jesus olha para os Doze e faz uma pergunta que atravessa séculos e chega até nós: “Quereis vós também retirar-vos?” (v.67)E então Pedro responde com aquilo que se torna um grito de fé, rendição e reconhecimento:“Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.” (v.68)1. Quando a Palavra confronta, ela também revela.Os discípulos que foram embora não estavam dispostos a abrir mão de suas expectativas. Eles queriam o pão, mas não queriam a entrega; queriam o milagre, mas não queriam o compromisso.Assim também é conosco. Há momentos em que a Palavra nos confronta, exige renúncia, disciplina e mudança de rota. É nessas horas que as verdadeiras intenções do coração aparecem.2. A fé verdadeira não está nos sinais, mas na pessoa de Jesus.Pedro não disse: “Para onde iremos?”Ele disse: “Para quem iremos?”A fé verdadeira não está no lugar, na igreja, no cargo, ou na atmosfera.A fé autêntica está em uma Pessoa: Jesus.Quando tudo à nossa volta muda, quando a vida se torna difícil, quando a vontade é desistir… a pergunta é: existe outro que nos ofereça vida eterna?Não. Só Jesus.3. A caminhada com Deus tem dias duros — mas é a única que leva à vida.Mesmo os discípulos que ficaram não entenderam tudo naquele momento. Mas eles sabiam de algo: Qualquer caminho sem Jesus é morte.E isso nos ensina que seguir a Cristo não é sobre compreender tudo, mas sobre confiar nEle.Há dias em que não entendemos o processo.Há dias em que dói.Há dias de silêncio, de espera, de luta interior.Mas é nesses dias que o Espírito Santo nos lembra:“Para quem nós iremos? Só Ele tem vida.”4. Permanecer é a maior declaração de fé.Pedro declara: “E nós cremos e sabemos que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.” (v.69)Permanecer quando muitos vão embora é prova de maturidade espiritual.Continuar mesmo sem entender tudo é sinal de confiança.Não soltar a mão de Jesus é a decisão que define destino eterno.Conclusão: A vida nos oferece muitos “caminhos fáceis”, muitas distrações, muitas vozes.Mas nenhuma delas traz vida, esperança e eternidade.Quando o peso aumentar, quando a luta apertar, quando o coração vacilar… lembre-se da pergunta de Jesus: “Você também vai embora?”E responda como Pedro: “Senhor, para quem iremos? Só Tu tens as palavras da vida eterna.”Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em II Reis, capítulo 4, versículos 8 ao 16, nos traz uma reflexão sobre a mulher sunamita e as suas atitudes diante das dificuldades.Há momentos na vida em que simplesmente percebemos: “Eu preciso recomeçar.”Não porque tudo deu errado, mas porque algo dentro de nós está pedindo um novo ciclo, uma nova estação, uma nova oportunidade.A história da mulher sunamita é um retrato perfeito disso.1. Ela era uma mulher estabelecida, mas incompleta.A sunamita não era uma mulher qualquer:– Tinha recursos,– Tinha casa estruturada,– Era generosa,– Era reconhecida como “mulher importante”.Mesmo assim… havia um vazio silencioso.Ela mesma disse: “Eu habito no meio do meu povo.”Ou seja, exteriormente estava tudo bem, mas internamente havia algo não resolvido — um sonho enterrado, uma área em que ela não ousava mais esperar.Quantas vezes também vivemos assim?Com estrutura, com fé, com rotina… mas carregando um “quarto trancado” dentro da alma.Às vezes o recomeço começa quando reconhecemos que algo precisa nascer de novo.2. O recomeço começa quando abrimos espaço para Deus entrar,A sunamita constrói um quarto para Eliseu.Um espaço no alto, separado, preparado.Esse ato simboliza: “Eu abro espaço para o mover de Deus na minha vida.”Recomeçar exige isso:– Ajustar prioridades,– Criar um espaço espiritual,– Permitir que Deus fale,– Voltar a ter sensibilidade ao Espírito.Antes do recomeço, vem o preparo.Talvez Deus esteja dizendo hoje: “Me dá um espaço para agir.”3. Recomeçar também mexe em áreas que deixamos morrer.Quando Eliseu pergunta o que ela deseja, ela diz que não precisa de nada.Mas Deus sabia o que o coração dela não queria mais tocar: o sonho de ser mãe.Ela tinha enterrado o desejo,ela tinha aceitado a esterilidade,ela tinha parado de esperar.E é justamente ali que Deus decide recomeçar.Talvez exista algo em você que morreu:– um projeto,– a esperança,– a alegria,– a fé,– a visão do futuro.Mas o Senhor está dizendo: “No próximo ano, nesse mesmo tempo, um recomeço estará em teus braços.” (2 Reis 4:16)O recomeço de Deus não vem para remendar; Ele vem para renascer.4. O recomeço de Deus sempre excede aquilo que achávamos possívelA sunamita não pediu nada.Ela nem acreditava mais.Mas Deus foi além da sua expectativa.Quando Deus decide fazer você recomeçar, Ele faz:– No tempo certo,– Do jeito certo,– Tocando a área que você achava impossível,– E produzindo vida onde só havia frustração.Conclusão: Recomeçar não é um ato de força humana, mas de rendição.A história da sunamita nos lembra que:Deus recomeça histórias onde o coração já não acredita mais.Ele revive sonhos enterrados, renova forças, restaura a esperança e declara:“Eu ainda não terminei contigo. Prepare-se para recomeçar.”Hoje, deixe este texto ecoar dentro de você: “Eu preciso recomeçar.”E permita que Deus prepare o milagre que virá no tempo determinado.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Filipenses, capítulo 3, versículos 12 ao 14, nos traz uma reflexão sobre a vida de Jefté, em contraste com o texto de Paulo.Há momentos na vida em que uma decisão muda tudo — um ponto de virada. Pode ser um passo de fé, um sim corajoso, uma renúncia difícil, ou simplesmente a escolha de não permitir que o passado determine o futuro. Paulo descreve esse ponto de virada quando decide esquecer o que está para trás e avançar para o que está diante.E quando olhamos para a vida de Jefté, encontramos alguém que viveu esse mesmo movimento transformador.Jefté: um homem marcado pelo passado, mas não definido por eleJefté nasceu em circunstâncias difíceis. Filho de uma prostituta, rejeitado pelos irmãos, expulso da casa do pai — tudo apontava para uma vida de fracasso e obscuridade. A história parecia já escrita.Mas Deus é especialista em reescrever histórias.A Palavra diz que Jefté tornou-se “um homem valente” — não porque sua origem era nobre, mas porque ele decidiu levantar-se apesar de tudo. Jefté teve um ponto de virada quando, em vez de se conformar com a rejeição, permitiu que Deus o moldasse em meio à dor.O ponto de virada chega quando Deus nos chama para algo maior!Assim como Paulo afirma que “não alcançou ainda”, Jefté também sabia que não era perfeito. Suas feridas emocionais, seus traumas familiares e até suas limitações espirituais eram reais.Mas quando o povo clamou por um libertador, o Espírito do Senhor pousou sobre ele.E ali, naquele momento inesperado, rejeitado por todos, mas chamado por Deus, Jefté viveu o ponto de virada de sua vida.A jornada de Paulo e a jornada de Jefté se encontram:1. Ambos deixaram o passado para trásPaulo abandona sua antiga vida e segue o propósito de Cristo.Jefté deixa para trás o rótulo de rejeitado para abraçar seu chamado como líder de Israel.2. Ambos entendem que não são perfeitos, mas seguem em frente:Paulo diz: “não que eu seja perfeito”.Jefté, mesmo com erros e impulsos humanos, se deixa usar por Deus.3. Ambos avançam para alcançar um propósito maior:Paulo corre atrás do “alvo”.Jefté corre para libertar seu povo da opressão.O ponto de virada também chega para nós.A vida de Jefté nos lembra:O que aconteceu com você não determina o que Deus vai fazer através de você.Paulo nos lembra:Não importa onde você está — continue avançando.Há um momento em que Deus nos chama a sair do vale da rejeição, da dor, do trauma, da limitação e dar um passo em direção ao propósito. Esse é o nosso ponto de virada.E talvez hoje seja o seu.Conclusão: Assim como Jefté e Paulo, você também pode viver um novo capítulo.Talvez o passado tente gritar: “Você não pode, você não consegue, você não é suficiente.”Mas Deus te chama para olhar para frente e dizer:“Esquecendo-me das coisas que atrás ficam… prossigo para o alvo.”O ponto de virada não é quando tudo muda ao redor — é quando você decide mudar. E Deus faz o restante.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Leonardo Teixeira, com o texto em Jonas, capítulo 1, versículos 1 ao 17, nos traz uma mensagem sobre nossa obediência ao chamado de Deus em nossa vida.O capítulo 1 do livro de Jonas começa com uma frase poderosa: “Veio a palavra do Senhor a Jonas...”Deus falou. Deus direcionou. Deus deixou claro o caminho.Mas mesmo assim, Jonas fugiu.Quantas vezes Deus também fala conosco — através da Palavra, de uma convicção no coração, de uma direção que Ele coloca diante de nós — e ainda assim tentamos correr para o lado oposto?Jonas recebeu uma missão: ir a Nínive e pregar arrependimento.Mas ele decidiu ir para Társis, o extremo oposto.Não porque não ouvia Deus, mas porque não queria lidar com o peso do chamado.1. Fugir não resolve — só aumenta a tempestadeQuando Jonas tenta escapar, o texto diz que “o Senhor enviou um forte vento sobre o mar”.A fuga de Jonas não trouxe paz, trouxe tempestade.Assim é conosco: fugir de Deus nunca produz descanso.Pode ser que a fuga pareça confortável no início, como o porão do navio onde Jonas dormia…Mas logo percebemos que o lugar da fuga se torna o lugar da inquietação.2. A desobediência afeta outrosOs marinheiros, que nada tinham a ver com a missão de Jonas, quase perderam suas vidas pela sua fuga.Há pessoas que são impactadas quando deixamos de cumprir o que Deus nos chamou para fazer.Seu “sim” ao chamado de Deus pode destravar cura, direção e transformação na vida de alguém.3. O arrependimento abre portas para o resgateAo perceber que era o causador da tempestade, Jonas não escondeu. Ele admitiu:“Eu sou o responsável.”Reconhecer o erro é o primeiro passo para voltar ao centro da vontade de Deus.E quando Jonas se entrega, Deus envia um grande peixe para salvá-lo — não como castigo, mas como meio de resgate.O peixe não foi fim, foi proteção.Não foi julgamento, foi misericórdia.4. Deus sempre oferece uma segunda chanceMesmo quando fugimos, Deus não desiste do chamado que colocou em nós.Jonas tentou escapar, mas Deus insistiu — porque o propósito era maior do que o medo e as limitações humanas.Talvez você também esteja tentando correr para Társis quando Deus está te chamando para Nínive.Talvez exista uma direção clara que você tem adiado, ignorado ou até mesmo temido.Hoje, Deus te lembra:Não fuja do seu chamado.Há graça para recomeçar.Há misericórdia para quem se arrepende.Há propósito esperando por você no caminho da obediência.Mensagem final: Se a tempestade está forte, se o barco parece prestes a quebrar, talvez seja hora de olhar para dentro e perguntar: “Senhor, o que estou evitando? Para onde estou fugindo?”Volte ao propósito.Volte à direção que Deus já te deu.O lugar mais seguro não é o navio da fuga, é o centro da vontade de Deus.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em Apocalipse, capítulo 21, versículos 1 ao 8, nos trás uma reflexão sobre a volta de Jesus.Apocalipse 21 nos leva ao clímax da esperança cristã: um novo céu, uma nova terra e a plena manifestação do Reino de Deus. João descreve não apenas um cenário futuro, mas um chamado urgente para o presente. É como se, ao ver o fim glorioso de todas as coisas, Deus estivesse nos lembrando: “Permaneçam firmes. A promessa é real. Eu estou voltando.”1. A promessa do novo (vv. 1–2) João contempla o que nenhum olho humano jamais viu:“Vi novo céu e nova terra… e vi a santa cidade, a nova Jerusalém…”Esse novo céu e essa nova terra não são apenas um ambiente transformado, mas um convite ao reencontro eterno com Deus. A Nova Jerusalém desce adornada como uma noiva — isso fala de beleza, pureza, compromisso e preparação.Se a noiva se prepara, nós também precisamos estar em posição: ajustados, alinhados, atentos.2. Deus habitará com o Seu povo (v. 3) “Eis o tabernáculo de Deus com os homens…”A maior promessa não é ouro, ruas de cristal ou portas de pérolas.A maior promessa é a presença eterna de Deus.Jesus está voltando para restaurar aquilo que o pecado tentou destruir:a comunhão perfeita entre Deus e o homem.Quem crê nessa promessa vive de forma diferente. Vive em santidade, vigilância, propósito e esperança.3. O fim das dores e o início do eterno (vv. 4–5) “Ele enxugará de seus olhos toda lágrima…”A morte, a dor, o luto, o pranto — tudo se encerra diante do Trono.Mas essa promessa vem seguida de um alerta: “Eis que faço novas todas as coisas.”Se Deus está preparando o novo, nós precisamos viver renovados hoje.Não dá para caminhar em direção à eternidade carregando velhos hábitos, pecados escondidos ou um coração dividido.4. A recompensa e o alerta (vv. 6–8) Jesus afirma: “A quem tiver sede, darei da fonte da água da vida…”Quem perseverar herdará todas as coisas.Mas o texto também aponta quem ficará de fora:os incrédulos, idólatras, mentirosos, impuros, medrosos na fé...A eternidade não é conquistada pela força, mas confirmada pela fidelidade.Esse alerta não serve para condenar, mas para lembrar:É hora de permanecer firme. É hora de ajustar a vida. É hora de ficar na posição.5. Fique na posição!Se Jesus está voltando — e Ele está — então este é o tempo de: Vigiar, porque a volta será repentina.Santificar-se, porque a noiva se prepara.Esperar com fé, porque o que Ele prometeu, Ele cumprirá.Perseverar, porque a recompensa está próxima.Viver com propósito, porque a eternidade é mais real do que o presente.A volta de Cristo não deve gerar medo, mas esperança e responsabilidade.É o chamado para não se distrair, não se perder, não se contaminar.É o convite para estar com a vida em ordem, o coração aceso e a fé firme.Conclusão: Apocalipse 21 nos lembra: o fim não é destruição — o fim é restauração.E essa restauração está logo à porta.Jesus está voltando. Fique na posição. Permaneça fiel. Ajuste o coração. Mantém a lâmpada acesa. Porque aquele que prometeu — virá e não tardará.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, a Elaine Martins, com o texto em Salmos 46, nos traz uma reflexão sobre a fé, perfeita em Deus.O Salmo 46 é um convite ousado e consolador para vivermos uma fé que transcende circunstâncias, uma fé perfeita em Deus. Não é uma fé que ignora a realidade, mas uma que enxerga além dela. É a fé que permanece firme quando tudo ao redor treme.O salmista declara com convicção:“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.” (Salmos 46:1)Esta afirmação é o fundamento da fé perfeita: não confiamos em chances, sorte ou forças humanas, mas em um Deus que está presente — não distante, não indiferente — mas perto, atuando no exato momento da crise.1. Uma fé que permanece mesmo quando a terra se abala.O salmo continua descrevendo imagens de caos: montes que se movem, águas que rugem, nações em tumulto. É como se o cenário externo gritasse insegurança. Mas é nesse cenário que surge o maior contraste: “Portanto, não temeremos…” (Salmos 46:2)A fé perfeita não depende de estabilidade externa, mas da estabilidade interna que vem de Deus.Mesmo quando tudo o que é “sólido” parece desmoronar, nossa confiança permanece porque Deus não muda, não falha e não perde o controle.2. Uma fé que descansa no Deus que está no meio da cidade.O texto apresenta a imagem de um rio que alegra a cidade de Deus — símbolo de provisão, paz e sustento.“Deus está no meio dela; não será abalada.” (Salmos 46:5)A fé perfeita sabe onde colocar os olhos: não no barulho das águas turbulentas, mas no rio da presença de Deus.Quem tem essa fé entende que: Se Deus está no meio, então não seremos abalados.Se Ele ajuda ao romper da manhã, então a noite não é o fim, é só preparação para o socorro que vem.3. Uma fé que se aquieta para ouvir a voz de Deus.No auge da tensão, Deus dá uma ordem simples e profunda: “Aquietai-vos, e sabei que Eu sou Deus.” (Salmos 46:10)A fé perfeita não é barulhenta, desesperada ou apressada.Ela se aquieta.Ela descansa.Ela confia.Ser “aquietado” não significa “não fazer nada”, mas significa “não deixar o medo governar”. É colocar o coração no lugar certo e permitir que Deus seja Deus — soberano, poderoso e fiel.4. Uma fé ancorada na certeza final: Deus reina.O salmo termina com a verdade que sustenta toda fé perfeita:“O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.” (Salmos 46:11)Ele está conosco — presença.Ele é nosso refúgio — proteção.Ele governa as nações — soberania.Quando entendemos isso, nossa fé deixa de ser vacilante e se torna firme, madura e perfeita em Deus.Conclusão: Ter fé perfeita em Deus não significa entender tudo, mas confiar n’Aquele que entende.Não significa evitar tempestades, mas atravessar tempestades com Aquele que acalma o mar.Não significa ausência de lutas, mas certeza de vitória, porque Deus é o nosso refúgio, nossa fortaleza e nosso socorro presente.Que sua fé seja aperfeiçoada hoje.Que seu coração se aquiete.E que você experimente a segurança inabalável daquele que diz: “Eu sou Deus.”Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Marcos, capítulo 5, versículos 21 a 34, nos traz uma reflexão dos milagres da mulher do fluxo de sangue e o da filha de Jairo. O texto acima nos apresenta uma das histórias mais marcantes de fé e intervenção divina — a mulher que sofria de uma hemorragia havia doze anos. Ela já tinha tentado de tudo: procurou médicos, gastou tudo o que possuía, mas em vez de melhorar, piorava. Humanamente, seu caso era impossível.Mas quando ela ouviu falar de Jesus, algo nasceu dentro dela: a fé no Deus do impossível.Ela não tinha força, não tinha recursos, e nem mesmo podia se aproximar das pessoas por causa de sua impureza segundo a lei. Contudo, ela disse consigo mesma:“Se eu apenas tocar nas suas vestes, ficarei curada.” (Marcos 5:28)Esse pensamento, simples mas carregado de fé, mudou completamente sua história. Ao tocar em Jesus, imediatamente o fluxo de sangue cessou, e ela sentiu em seu corpo que estava curada.Jesus, por sua vez, sentiu que d’Ele havia saído poder. Ele poderia ter deixado passar despercebido, mas escolheu encontrar aquela mulher. E quando a viu, disse:“Filha, a tua fé te salvou; vai em paz e fica livre do teu mal.” (Marcos 5:34)Reflexão: Quantas vezes nos encontramos como aquela mulher — sem forças, esgotados por tentar resolver o impossível com nossas próprias mãos? A fé verdadeira não ignora a realidade, mas a entrega nas mãos de quem pode transformá-la.Deus continua sendo o mesmo Deus do impossível. O mesmo que curou aquela mulher, que ressuscitou Lázaro, que abriu o mar, é o mesmo que age hoje na tua vida.Talvez você esteja orando há anos, sem ver resultado. Mas lembre-se: o toque da fé ainda move o coração de Jesus. O impossível só é impossível até que Deus entre na história.Mensagem final: Não importa o tamanho da tua dor, a duração do teu problema ou a escassez de tuas forças. Um toque de fé é suficiente para que o milagre aconteça.Creia, persevere e declare com confiança:“Meu Deus é o Deus do impossível, e nada está fora do alcance das Suas mãos!”Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Adhemar de Campos, com o texto em Isaías, capítulo 43, versículo 21 e Isaías, capitulo 43, versículo 1, nos traz uma reflexão sobre o pertencermos a Deus.Há algo profundamente restaurador nestas palavras: “Tu és meu.”Em um mundo onde as pessoas buscam incessantemente um lugar de aceitação, reconhecimento e identidade, Deus nos lembra que pertencemos a Ele — não por acaso, mas por propósito.Antes mesmo de nascermos, Deus nos formou. Antes de darmos o primeiro passo, Ele já nos chamou pelo nome. Isso significa que o nosso valor não está no que fazemos, mas em quem somos Nele.Pertencer a Deus é mais do que ser conhecido — é ser amado, guardado e intencionalmente escolhido.Isaías 43:21 revela o motivo desse pertencimento: fomos criados para o louvor da Sua glória. Ou seja, a nossa existência é um reflexo do amor e da glória do Criador.Quando entendemos isso, as vozes que tentam definir nossa identidade — o passado, os erros, as rejeições — perdem força, porque sabemos a quem pertencemos.Deus diz: “Eu te redimi”.Isso quer dizer que, mesmo quando o pecado tentou nos afastar, Ele pagou o preço para nos trazer de volta.Pertencer a Deus é viver sob a certeza de que não estamos sozinhos, e de que há um propósito divino em cada detalhe da nossa história.Reflexão final: Você não é fruto do acaso, nem alguém esquecido no meio da multidão.Deus te conhece, te chama pelo nome e diz: “Tu és meu.”E quem pertence a Deus nunca está perdido — está seguro nos braços do Pai, vivendo para refletir a Sua glória.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!