Antónia escrevia. Poemas, artigos, crónicas, nunca se conformando com o papel secundário que a sociedade do século XIX atribuia às mulheres. Foi a primeira mulher em Portugal a dirigir um jornal.
O homem que (quase) circum-navegou, mas que sendo português, pôs o seu talento ao serviço de Espanha. Ajudou a batizar computadores de crianças e um estreito na América do Sul.
Quando Arruda pensava que era território exclusivo das bruxas, eis que Évora apresenta a sua bruxa local. Quem era esta misteriosa mulher? Ou seriam várias? Sigamos o rasto do mistério...
Antónia das Neves fugiu da mãe que era líder de um culto no Douro para se reinventar como homem no Porto. Após ser desmascarada e comentada por toda a cidade, havia de se casar para, no último capítulo da sua vida, perecer numa tragédia.
Dobrar cabos não é para os fracos de coração. Como foram estas aventuras que levaram os portugueses a tantos lugares desconhecidos?
Realidade ou mito? O certo é que nos perigosos mares atlânticos navegava um famoso pirata: Bartolomeu. Seria real ou apenas ficção baseada na vida de Bartholomew Roberts, o pirata galês?
De ricas meninas influenciadoras da moda lisboeta do século XIX a alvo de chacota popular, as irmãs Carolina e Josefina nunca se deixaram abater pelos caprichos do destino. O Chiado era a sua passerele e Perliquitetes era a sua afirmação de independência.
Gravado durante o Tribeca Festival em Lisboa, fomos à procura de um rei cuja vida daria um filme épico. O escolhido foi D. João II que lidou com morte, intriga, traições, espionagem e romance e tantas outras coisas que mal cabem numa longa metragem.
Gravado durante o Tribeca Festival Lisboa, este episódio é sobre quatro das maiores estrelas do cinema em Portugal. Vasco Santana, Beatriz Costa, Laura Alves e António Silva.
Egas Moniz e o Dr. Egas Moniz são pessoas diferentes. Um era fiel aio de D. Afonso Henriques e o outro, acreditando-se descendente do primeiro, brilhante médico, vencedor de um prémio Nobel. Mas como teria sido a sua vida?
O teatro português não seria o mesmo sem a extraordinária carreira de Amélia Rey Colaço. De origem aristocrática, como chegou Amélia aos melhores palcos?
Nuno Gonçalves foi o misterioso autor dos famosos Painéis de São Vicente de Fora. Apesar de ser uma das figuras representadas no Padrão dos Descobrimentos quase nada se sabe sobre a sua vida. E até os próprios painéis estão envolvidos em mistério...
Desde muito pequena que Maria de Lourdes, ou simplesmente, Milu desejava voar. Mas a família e as convenções da época tornaram esta tarefa quase impossível de alcançar. Mas contra tudo e todos, Milu havia de concretizar o seu sonho.
A cidade do Porto é palco de uma tenebrosa e trágica história de abandono, amor e mistério. A sua protagonista é Henriqueta Emília da Conceição. Quem foi, afinal, esta mulher?
Mirita Casimiro e Palmira Bastos partilhavam a paixão pelo palco. E foi lá que foram felizes. Mas como todas as grandes Divas, também sofreram tragédias. Neste episódio falamos da vida de Mirita, mas também revisitamos Palmira, para repôr a verdade sobre o seu magnífico percurso.
Apesar do nome, Raoul Mesnier de Ponsard nasceu na cidade do Porto. Engenheiro notável, é dele a autoria de muitos elevadores, funiculares e ascensores, incluindo o de Santa Justa em Lisboa e o do Bom Jesus em Braga.
Manuel Maria Barbosa du Bocage era tão genial quanto polémico. Autor de sátiras e poemas inflamados de amores proibidos, teve uma vida tudo menos aborrecida.
NOVO EPISÓDIO: O homem mais odiado de Portugal, rosto do domínio filipino no reino, não foi poupado quando se declarou a restauração da independência. Escondido num armário, acabou por ser atirado pela janela, dando novo fulgor ao verbo defenestrar.
NOVO EPISÓDIO: Engenheira de formação, Maria de Lourdes Pintassilgo seria a única mulher a liderar um governo português. Com um currículo invejável e uma vida pessoal muito reservada, deixou um importante legado para as novas gerações.
Cottinelli Telmo, arquiteto, cineasta e artista. Entre as suas criações, destacam-se a Estação Marítima de Alcântara e a Praça do Império, em Belém. Realizador do filme "A Canção de Lisboa", foi também ilustrador, cenógrafo e urbanista, participando em vários projetos culturais e artísticos.