Abandone a lista de metas para 2026.
E se, neste novo ano,
você fizesse algo diferente?
Ao invés de mais uma lista de metas…
você olhasse com carinho
para quem você foi no ano que passou.
Aquela versão que errou.
Que tentou.
Que caiu.
Que fracassou.
Ela não era fraca.
Ela estava fazendo o melhor que podia
com o que sabia naquela época.
Ela queria ser amada.
Vista. Aceita.
Quando você olha para essa versão
com compaixão,
o cérebro entende uma coisa muito importante:
o perigo passou.
E aí, a culpa fica no passado.
O peso vai embora.
A energia muda.
Meu convite é simples.
Mas poderoso.
Abandone a lista.
E aceite tudo o que o novo ano tem para te mostrar.
Dentro de você existe um potencial enorme
de transformação.
De transformar dor em amor.
Medo em presença.
Fracasso em aprendizado.
E quando esse é o único “objetivo”,
coisas que você nem planejou
começam a acontecer.
Quase sozinhas.
Se isso fez sentido pra você,
comenta aqui.
E compartilha com alguém
que precisa começar o ano
com menos cobrança
e mais amor.
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Com carinho,
DONA ANA 💕🌿
Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
#Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo
Somos cegos do amor
Somos treinados a procurar pelo amor.
Mas quase nunca a reconhecer o amor.
Às vezes, o amor chega cedo.
Arruma a casa.
Cuida do seu descanso.
Fica.
Constrói.
Mas não fala.
E quando a nossa linguagem de amor é palavra,
o silêncio vira ameaça.
O cérebro do apego ansioso não pergunta:
“o que ele faz por mim?”
Ele pergunta:
“e se ele for embora?”
A neurociência explica.
Quando já existiu abandono lá atrás,
qualquer sinal neutro vira perigo.
E aí acontece a cegueira do amor.
Você enxerga a ausência do elogio,
mas não vê a presença diária.
Você escuta uma frase solta
e ignora anos de comportamento.
Amor não é só o que se diz.
Nem só o que se faz.
Amor precisa ser traduzido.
Relacionamentos não acabam por falta de amor.
Eles se desgastam por falta de leitura emocional.
E quase todo mundo, em algum momento,
fica cego do amor.
Se esse texto te atravessou,
talvez seja hora de olhar de novo.
Com mais presença.
E menos medo.
💬 Comenta aqui:
você sente amor mais por palavras ou por atitudes?
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Com carinho,
DONA ANA 💕🌿
Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
#Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo
O que eu faço nos meus dias difíceis
Todo mundo tem dias difíceis.
Mas dias difíceis não são o problema.
O problema é quem assume o comando nesses dias.
Quando algo aperta, o Corpo de Dor acorda.
Ele quer açúcar, excessos, fuga.
Quer bagunça no sono.
Quer reclamação.
Quer resistência.
Porque resistência alimenta o sofrimento.
Então eu faço o oposto.
Eu cuido do meu corpo.
Eu descanso.
Eu me movimento.
Eu escolho não reclamar.
E, principalmente, eu aceito.
Aceitar não é concordar.
Aceitar é parar de brigar com a realidade.
E quando a briga acaba, o sistema nervoso se acalma.
Eu não visto máscaras.
Nem da abandonada.
Nem da rejeitada.
Nem da injustiçada.
Nem da vítima.
Nem da traída.
Eu olho para a situação e faço uma pergunta simples:
“O que de melhor eu tenho para oferecer agora?”
Se existe solução, eu ajo.
Se não existe, eu escuto.
Porque toda dor que insiste,
está tentando ensinar algo
que ainda não foi visto.
Silenciar o Corpo de Dor
não é virar alguém perfeito.
É parar de deixar uma parte ferida
decidir a sua vida.
E isso muda tudo.
O jeito com que você pensa.
O jeito com que você sente.
O jeito com que você vive.
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Com carinho,
DONA ANA 💕🌿
Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
#Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo
O que uma criança pensa quando vê um adulto bêbado?
Você pode não gostar do que vou dizer.
Mas você precisa ouvir isso.
Criança não entende o efeito da bebida.
Criança sente clima que se forma.
O corpo da criança entende só duas coisas:
. estou seguro
. ou estou em perigo
Então, quando o adulto muda a voz.
Muda o olhar.
Sai do controle.
Não existe meio termo no sistema nervoso infantil.
A criança sente medo.
Confusão.
Solidão.
E o mais importante:
ela sente tudo isso sozinha.
Trauma não é o que aconteceu fora.
Trauma é o que ficou dentro dela.
Sem ninguém pra ajudar a regular.
Depois, na vida adulta, isso aparece no dia a dia.
Hipervigilância.
Medo de errar.
Necessidade de controlar tudo.
Ou de anestesiar a dor com comida, álcool ou relações.
Não é fraqueza.
É adaptação.
Seu filho não precisa de um adulto perfeito.
Precisa de um adulto presente.
Inteiro.
Consciente do impacto que gera.
Isso não é uma questão moral.
É neurobiologia.
É sistema nervoso.
Refletir também é amar.
E proteger é um ato de coragem.
Se isso tocou você, compartilhe.
Esse conteúdo pode proteger mais gente do que você imagina.
Com carinho,
DONA ANA 💕🌿
Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
#Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo
Terminei, mas ainda sinto ciúmes.
Você terminou.
Mas o ciúmes ficou.
E isso te confunde.
Porque parece amor.
Mas não é.
Na maioria das vezes,
o que dói não é perder a pessoa.
É perder o seu eu que existia dentro daquela relação.
O cérebro se apega aos lugares que ocupava.
À rotina.
À sensação de ser escolhido.
Ao papel que você tinha.
Quando você imagina a outra pessoa vivendo isso com alguém novo,
o medo aparece.
E o ciúmes também.
A mente tenta justificar:
“Eu só me preocupo com a pessoa.”
“Quero proteger a pessoa.”
“A pessoa ainda está frágil.”
Mas isso é uma armadilha emocional.
A outra pessoa tem o direito de viver a própria história.
E você precisa desocupar esse lugar.
Desapegar não é sobre esquecer.
É sobre soltar a versão de você que já cumpriu o papel na vida da pessoa.
Quando você faz isso, você abre espaço interno.
E espaço para uma nova pessoa chegar na sua vida.
Quem entende o próprio padrão de apego
sofre menos,
se respeita mais
e recomeça com mais clareza.
Se você quer entender por que esse ciúmes aparece
mesmo depois do fim,
descobrir o seu tipo de apego muda tudo.
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Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
#Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo
Não me vejo mais em um relacionamento…
“Um ano solteiro(a) e não me vejo mais em um relacionamento.”
E você começa a se perguntar:
“Será que isso é normal?”
É normal, sim.
Principalmente quando você se alimenta, todos os dias, de discursos como:
“Casamento é ruim.”
“Relacionamento só dá problema.”
“É melhor ficar sozinho.”
O cérebro aprende por repetição.
O que você escuta, você acredita.
O que você acredita, você sente.
E aí o seu corpo entra em proteção.
Ele associa amor a desgaste.
Vínculo a perigo.
Entrega a perda de liberdade.
Mas deixa eu te contar algo que vejo todos os dias no consultório.
Pessoas que diziam:
“Não quero mais ninguém.”
“Não tenho mais paciência.”
“Não me vejo em relação nenhuma.”
Até o dia em que encontram alguém que não ativa medo.
Que não ativa luta.
Que não ativa defesa.
Nesse dia, o discurso cai.
Os vídeos perdem força.
E o coração lembra de algo simples:
amar é bom.
Relacionar é bom.
Abrir o coração é bom.
Não porque você precisa.
Mas porque o amor certo não aprisiona.
Ele expande.
Talvez você não tenha desistido do amor.
Talvez só esteja cansado de relações que doem.
E isso… faz todo sentido.
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Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
#Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo
Quero terminar, mas não quero magoar a pessoa
A máscara da “boa pessoa” também te aprisiona.
Em algum momento da vida,
você vai ser vilão ou vilã
na história de alguém.
E tá tudo bem.
Muita gente continua em relações
não por amor,
mas por medo de magoar.
Usar a máscara da “boa menina”
ou do “bom menino”, parece altruísmo.
Mas não é.
Ao tentar evitar a rejeição você
ativa o seu sistema de sobrevivência
e mantém o seu corpo em alerta.
Você não fica
porque quer.
Fica porque tem medo
da reação do outro.
E quando você fica por piedade,
tira do outro algo muito importante:
a chance da pessoa crescer.
A dor faz parte do amadurecimento.
Não é crueldade permitir que o outro sinta.
Crueldade é ficar
sem verdade.
Relacionamento saudável
não se sustenta em culpa.
Se sustenta em escolhas
e consequências.
Talvez o que te prenda
não seja o amor pelo outro…
mas o medo de deixar
de ser a “pessoa boazinha”.
E eu te pergunto:
quem você seria
se largasse essa máscara?
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Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
#Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo
O perdão começa quando você se perdoa
Levei muitos anos para chamar meu pai de pai.
Não o pai que me criou.
O meu pai biológico.
Durante muito tempo, eu dizia para mim mesma:
“Ele não merece.”
Mas a vida é sábia.
E às vezes ela cura sem discurso.
Ela cura em silêncio.
Quando minha filha chamou ele de avô,
durante uma vídeo chamada,
algo se abriu dentro de mim.
Não foi sobre ele.
Foi sobre mim.
Vou te explicar, com base na neurociência:
quando guardamos mágoa, o corpo vive em alerta.
Em defesa.
Em dor.
E achamos que não perdoamos porque o outro não merece.
Mas a verdade é outra.
A gente não perdoa
porque ainda não conseguiu se perdoar.
Perdoar não apaga o que aconteceu.
Não justifica.
Não nega a dor.
Perdoar libera o seu corpo da prisão do passado.
Quando você se perdoa,
o seu coração relaxa.
O seu sistema nervoso acalma.
E o amor encontra espaço para entrar.
No fundo, no fundo,
o que todos nós queremos
é pertencer.
É amar.
É ser amado.
Ainda há tempo.
Abra o coração.
Se perdoe.
E permita que algo novo entre. 🤍
Se esse vídeo tocou você, comenta aqui, eu quero saber.
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Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
#Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo
Apego Ansioso não imagina por mal.
“Minha cabeça cria mil histórias.”
Se você vive isso, respira e fica aqui comigo.
No apego ansioso,
a imaginação não é criatividade.
É defesa.
O cérebro entra em alerta e pensa assim:
“Se eu prever o pior, talvez eu consiga evitar a dor.”
E então surgem as cenas.
Conversas que não aconteceram.
Abandonos que não vieram.
Perdas que ainda não existem.
Isso é ansiedade.
O futuro vira ameaça.
E o corpo tenta se proteger.
Mas olha isso com carinho:
o problema não é a sua cabeça.
É o medo por trás dela.
Medo de perder.
Medo de não ser escolhido(a).
Medo de não pertencer.
Deixa eu te explicar:
quando o medo é ativado,
o seu cérebro sai do momento presente
e passa a criar histórias para tentar sobreviver.
Só que essas histórias cansam.
Confundem.
Machucam.
E quanto mais você acredita nelas,
mais inseguro(a) você se sente.
A saída não é controlar os seus pensamentos.
É trabalhar a sua segurança interna.
Quando você aprende a se sentir seguro(a) em você,
a sua mente desacelera.
As cenas perdem força.
O momento presente volta a existir.
E é exatamente isso que você aprende na assinatura
“Descubra seu Tipo de Apego – Transforme seu Relacionamento.”
Não para mudar quem você é.
Mas para silenciar o medo que te faz sofrer.
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Com carinho,
DONA ANA 💕🌿
Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
#Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo
Um desejo simples para este Natal
Nem tudo saiu como você planejou.
E tudo bem.
A vida não acontece para nos contrariar.
Ela acontece para nos ensinar.
Quando a gente resiste demais ao que é, ao que acontece,
o corpo entra em alerta.
O cérebro luta.
A emoção pesa.
A neurociência explica isso:
quanto mais resistência você tem em relação a algo,
mais estresse é gerado.
Mais cortisol é liberado.
Menos clareza você tem.
Aceitar não é desistir.
Aceitar é parar de brigar com o presente
para finalmente ter energia para mudar.
Neste fim de ano,
eu te convido a olhar com mais carinho para a sua história.
Teve conquista, sim.
Mesmo que pequena.
Mesmo que silenciosa.
Às vezes, a maior conquista
foi você ter continuado.
Respire.
Abrace o que foi possível.
Dê espaço para o novo chegar.
Quando o corpo relaxa,
a vida flui.
Que você aceite a mudança.
Que você celebre.
Que tudo possa ser diferente.
É isso que eu te desejo neste final de ano. 🤍
Me conta qual conquista você vai comemorar neste fim de ano.
Com carinho,
DONA ANA 💕🌿
Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
#Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo
Não foi “do nada”. Foi a sua criança interior pedindo cuidado.
Você não surta do nada.
Você não chora do nada.
Você não rejeita o toque do nada.
O que acontece é outra coisa.
Dentro de você existe uma criança.
E essa criança viveu situações que machucaram.
Essas situações viraram emoções.
E emoções são energia em movimento.
Quando algo dói e não é cuidado,
essa energia fica guardada no corpo.
Isso é o que a neurociência chama de memória emocional.
Aí, um dia, algo parecido acontece.
Um tom de voz.
Uma frase.
Um olhar.
E pronto.
O corpo reage antes da mente entender.
Não é fraqueza.
Não é drama.
É o seu corpo dizendo:
“Isso aqui ainda precisa ser visto.”
O gatilho não é o problema.
O gatilho é o convite.
Convite para olhar para dentro.
Para acolher a criança que aprendeu a se defender.
Para parar de brigar com a emoção
e começar a escutar o que ela quer ensinar.
Quando você entende isso,
você para de se culpar.
E começa a se cuidar.
E é assim que a cura começa.
Não negando a criança interior.
Mas dando a ela o que faltou:
presença, segurança e acolhimento.
Se você sente que reage mais forte do que gostaria,
talvez não seja exagero.
Talvez seja um corpo pedindo ajuda.
Na imersão “Saindo da Turbulência do Apego Ansioso”,
eu te ensino a reconhecer esses gatilhos
e sair do modo reação para o modo presença.
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Com carinho,
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Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
#Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo
O caso das Havaianas e o seu Relacionamento
Você não reage ao que acontece.
Você reage ao que dói em você.
A Havaianas não falou de política.
Ela falou com a sua dor.
E quando a sua dor é ativada,
a razão sai de cena.
Funciona assim:
Um fato chega.
Neutro.
Simples.
Mas ele passa por tudo o que você já viveu.
Pelo que te faltou.
Pelo que te abandonou.
Pelo que te feriu.
E aí o que era só uma pergunta
vira ataque.
O que era só um convite
vira rejeição.
Vou te explicar:
Quando o seu Corpo de Dor é ativado,
o seu “cérebro emocional” assume o controle.
A sua amígdala reage.
O seu sistema de defesa é acionado.
Nesse estado emocional,
ninguém escuta ninguém.
Ninguém vê o outro.
Cada um responde à sua própria história.
É assim que casais brigam por “nada”.
É assim que famílias se rompem no Natal.
É assim que relações lindas acabam.
Não porque faltou amor.
Mas porque sobrou dor não vista.
O mais perigoso do Corpo de Dor
é que ele cria realidades “paralelas”.
E faz você acreditar que elas são verdadeiras.
Por isso, antes de discutir,
antes de reagir,
antes de se defender…
Se pergunte:
Isso é o que está acontecendo agora?
Ou é algo antigo falando dentro de mim?
Me conta aqui:
“Você já percebeu o seu Corpo de Dor em ação?”
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Com carinho,
DONA ANA 💕🌿
Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
#Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo
Quando evitativo quer terminar, faz isso rápido?
Quando uma pessoa evitativa quer terminar,
ela raramente faz isso de forma direta.
Não porque não sinta.
Mas porque sente demais
e não sabe lidar com isso.
Na cabeça dela,
ela ainda está tentando fazer dar certo.
Mesmo que, do lado de fora, para você
pareça pouco.
Ou quase nada.
A pessoa evitativa não se move na mesma intensidade.
Não entrega na mesma velocidade.
Mas acredita que já está fazendo
tudo o que consegue.
A pessoa evitativa é insegura.
E, sim, também é dependente emocional.
Por isso, terminar exige enfrentar
a maior ferida dela:
a rejeição.
Então o que ela faz?
Ela desativa a relação.
Responde menos.
Se doa menos.
Some mais.
Engaja menos.
É um desligamento silencioso.
E agora se isso vai ser rápido ou lento?
Isso depende da história de vida dela.
Não existe regra fixa.
Por isso, antes de sofrer tentando “decifrar”,
vale uma pergunta honesta:
com quem, de fato, eu estou me relacionando?
Nem todo afastamento é evitativo.
Às vezes é só desinteresse.
Às vezes é algo mais complexo.
Clareza poupa tempo, energia
e coração.
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DONA ANA 💕🌿
Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
#Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo
Como Reatar com Evitativo?
Você voltou a conversar com a pessoa evitativa
e a pergunta virou uma só:
“Como faço pra reatar?”
Respira.
Reatar não depende só de você.
Existe algo muito importante aqui:
a sua energia deve estar
voltada para o que depende de você.
O que depende de você?
. Sua Autoconsciência.
. Sua Autoconfiança.
. a Segurança em quem você é.
Quando você se sente bem na própria pele,
isso muda tudo.
Não por mágica.
Mas por coerência.
A neurociência explica:
o nosso cérebro capta segurança, calma e presença.
Isso é magnético.
Isso organiza o vínculo.
Quando você tenta usar joguinhos,
estratégias prontas
ou técnicas pra “fazer o outro voltar”,
você até pode gerar curiosidade.
Mas não gera base.
Relacionamentos são espelhos.
Se o outro não acompanha o seu estado interno,
não é o seu esforço que vai sustentar.
E quando você entende isso,
algo muda profundamente:
você para de tentar convencer a outra pessoa
e começa a se escolher.
Se for pra reatar,
que seja com alguém que consiga se encontrar
com você nesse seu novo lugar.
E se não for,
você não se perde tentando segurar
alguém que não quer ficar.
✨ Clareza é liberdade.
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Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
#Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo
Você não estará lá quando conquistar. E isso dói.
Você já olhou para o passado
e pensou:
“Meu Deus… eu cheguei lá.”
Mas não sentiu?
Isso tem nome.
Cegueira Emocional.
Você Faz.
Você Conquista.
Você Avança.
Mas Você não Sente.
Não porque não foi suficiente.
Mas porque estava com medo.
Medo de perder alguém.
Medo de não ser aceito.
Medo de não provar o seu valor.
O cérebro, quando vive em medo,
não registra prazer.
A amígdala dispara.
O corpo entra em alerta.
E o presente passa… sem ser vivido.
A neurociência explica:
sem segurança emocional,
não há sensação de conquista.
Você pode conquistar o corpo.
O trabalho.
O relacionamento.
E ainda assim sentir um vazio.
E um dia…
olhar para trás
e perceber que esteve lá.
Que conquistou o que desejava.
Mas você não estava presente.
Hoje, talvez você já seja
quem um dia sonhou em ser.
Só falta sentir.
Estar.
Acolher.
Viver o Agora.
Se você não quer se chocar de novo
com o passado dizendo
“eu vivi e não senti”…
Existe um caminho.
No curso “Liberdade Emocional – Silenciando o Corpo de Dor”,
eu te ensino a sair do medo
e voltar para o presente.
Se fez sentido, comenta me conta que quero saber.
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Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
#Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo
Narcisista pode ter dependência emocional?
Sim.
Narcisista pode ter dependência emocional, e isso confunde muita gente.
Mas não do jeito que você imagina.
Ele não depende de você.
Ele depende das suas emoções.
Ele precisa do seu medo.
Da sua culpa.
Da sua dúvida.
Ele se alimenta do impacto que causa em você.
Se você fica mal, ele se sente forte.
Se você se explica demais, ele se sente no controle.
Se você tenta provar seu valor, ele se sente maior.
Isso também é dependência emocional.
Só que invertida.
Na psicologia, isso é claro:
quem manipula, precisa do outro desregulado.
Uma pessoa emocionalmente livre
não precisa controlar.
Não precisa confundir.
Não precisa diminuir ninguém.
Ela gasta energia com a própria vida.
Não com jogos emocionais.
Por isso tanta gente se perde.
Confunde narcisismo com evitativo.
Confunde desinteresse com trauma.
E enquanto tenta entender o outro,
vai se perdendo de si.
Se você vive cansado(a).
Confuso(a).
Questionando a própria sanidade…
Talvez o problema não seja apego.
Talvez seja o tipo de pessoa com quem você está se relacionando.
👉 Descobrir isso muda tudo.
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Com carinho,
DONA ANA 💕🌿
Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
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“Como superar um ficante?”
Não é sobre superar o ficante. É sobre entender o lugar que você deu a ele.
Então, talvez, a pergunta seja outra.
Que espaço essa pessoa ocupava na sua vida?
Porque ficante, de verdade,
é alguém que entra e sai.
Fica e vai embora.
Sem promessa.
Sem futuro projetado.
Quando dói tanto assim,
não era só um ficante.
Era alguém ocupando
um lugar que não foi nomeado.
E o cérebro odeia isso.
A incerteza ativa ansiedade.
A ausência de limite ativa apego.
Você cria vínculo onde não houve acordo.
Aqui vem o aprendizado.
Quantos anos você tem?
O que você espera da sua vida hoje?
Qual é o seu tempo emocional?
Querer clareza não é pressão.
É autorrespeito.
“Ah, mas hoje em dia as pessoas ficam primeiro…”
Sim.
E hoje em dia também se normaliza o desrespeito.
Quando você se respeita,
você sofre menos.
E quando sofre, sofre por algo que existiu de verdade.
Se você sempre se envolve com pessoas “confusas”,
talvez não seja azar.
Talvez seja falta de critério emocional.
Foi por isso que eu criei o e-book
“Evitativo, Desinteressado ou Narcisista?”
Com um teste simples.
Objetivo.
Pra você identificar, logo no começo,
com quem está se relacionando
e parar de investir onde não tem espaço.
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DONA ANA 💕🌿
Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
#Relacionamento #CorpoDeDor #LiberdadeEmocional #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo #Autoconhecimento #Psicologia #DonaAna
Evitativo sente menos Desejo S&XU@L?
Evitativos não são frios.
Nem assexuados.
Nem “menos ativos”.
O desejo não vive sozinho.
Ele depende do corpo.
Da mente.
E, principalmente, da paz.
O cérebro precisa se sentir seguro para liberar dopamina, ocitocina e testosterona.
Sem isso, o corpo entra em modo defesa.
E defesa não sente tesão.
Quando a relação vira cobrança, pressão, vigilância e ansiedade…
O evitativo perde o que ele mais precisa para se conectar:
PAZ.
Sem paz, o sistema nervoso fecha.
Sem fechamento, não há entrega.
Sem entrega, o desejo some.
Não é falta de atração.
É excesso de alerta.
E aqui vem a parte importante:
isso não acontece só com evitativos.
Qualquer pessoa sob estresse emocional perde libido.
Relacionamento não se sustenta só com química.
Se sustenta com segurança.
Quando você entende seu tipo de apego,
para de personalizar o comportamento do outro
e começa a regular o seu próprio corpo.
E aí o desejo deixa de ser luta
e volta a ser encontro.
Se isso fez sentido pra você,
talvez seja hora de descobrir
como você ama, reage e se conecta.
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Com carinho,
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Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
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Evitativo e Ansioso podem dar certo?
Podem.
Mas não do jeito que estão.
Quando os dois estão inseguros,
vira um jogo de puxar e soltar.
Um corre atrás.
O outro foge.
O ansioso quer certeza.
O evitativo quer espaço.
E o problema não é falta de amor.
É excesso de medo.
Na neurociência, isso é simples.
Corpos em alerta não conseguem amar em paz.
Um sistema nervoso ativado só pensa em sobreviver.
Agora vem o ponto chave.
Basta um deles começar a buscar segurança.
Quando alguém fica mais seguro:
. cobra menos
. reage menos
. se afasta menos
. observa mais
. comunica melhor
O corpo desacelera.
O cortisol diminui.
A relação respira.
E aí, se o outro também quiser,
ele sente mais segurança.
Mais confiança.
Mais vontade de ficar.
Não é mágica.
É regulação emocional.
Relacionamento não melhora
quando o outro muda.
Melhora quando alguém sai da insegurança.
Se você quer parar de repetir a mesma dinâmica,
o primeiro passo é entender o seu tipo de apego.
Porque consciência muda comportamento.
E comportamento muda relações.
Me conta: você é mais ansioso ou evitativo?
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Com carinho,
DONA ANA 💕🌿
Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
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Quem vive com medo de traição acaba criando o próprio inferno
“Ela traiu ele comigo.
Vai me trair também?”
Essa é uma pergunta humana.
Mas perigosa.
A verdade é simples:
eu não sei o que a pessoa vai fazer.
Ninguém sabe.
Mas a neurociência mostra algo importante:
Nós ficamos muito bons naquilo que mais tememos.
Se você vive com medo de ser traído,
o seu corpo entra em alerta.
Você vira hipervigilante.
Você começa a desconfiar.
Do tom de voz.
Do silêncio.
Da demora.
Do olhar.
E sem perceber,
você transforma a relação em um campo de tensão.
Relações tensas adoecem.
A energia some.
A leveza vai embora.
E quando a relação vira controle,
o outro se afasta.
Não porque queria trair.
Mas porque ninguém consegue viver sendo vigiado.
O ponto não é prever o futuro da pessoa.
O ponto é olhar para o que essa ideia
está fazendo com você agora.
A obsessão não protege.
Ela corrói.
Liberdade emocional não é garantia de que nada vai dar errado.
É a capacidade de não se perder de si
tentando evitar uma dor imaginada.
Se você sente que vive em alerta,
não é sobre o outro.
É sobre o seu corpo de dor pedindo silêncio.
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Com carinho,
DONA ANA 💕🌿
Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
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