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Ecio Costa - Economia e Negócios
Ecio Costa
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1 day ago
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Após solavanco no início do ano, PIB de Pernambuco avança
Ecio Costa - Economia e Negócios
3 days ago
Após solavanco no início do ano, PIB de Pernambuco avança
O PIB de Pernambuco do terceiro trimestre foi divulgado pelo Governo do Estado, mostrando que o ano teve um início difícil, mas que agora vem mostrando recuperação. O início do ano foi marcado por uma forte queda no primeiro trimestre na indústria de transformação do estado, por conta da paralisação temporária da produção da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), refletindo o processo de modernização e ampliação do seu parque industrial no Trem 1. A RNEST tem o maior peso no cálculo do PIB industrial de Pernambuco. Sua paralização no primeiro trimestre trouxe uma queda de 19,6% no PIB da indústria de transformação do estado, que repercutiu em uma queda de 16,4% do PIB da indústria do estado. O PIB da indústria representa 23% do PIB total do estado, o que trouxe como consequência uma queda de 5,0% do PIB no primeiro trimestre em relação ao trimestre anterior e de 1,2% em relação ao primeiro trimestre de 2024. O efeito da paralisação temporária da RNEST para a conclusão do Trem 1 foi sentido no PIB do estado no início do ano, mas trouxe uma expectativa positiva posterior. Os dados extraídos da Agência Nacional de Petróleo (ANP), já demonstram o impacto da conclusão do Trem 1 da RNEST, o que acarretou num aumento robusto na produção. Esse aumento trará um impacto positivo gradual no PIB, à medida que a expansão produtiva seja efetivada. Com o investimento de ampliação para o Trem 2, a expectativa é que entre em operação em 2029, trazendo ainda mais relevância à contribuição do PIB de Pernambuco. Nos trimestres seguintes, a recuperação do PIB de Pernambuco ocorreu, com crescimentos de 4,6% e 1,7% nos segundo e terceiro trimestres, respectivamente, na comparação com o trimestre imediatamente anterior. Comparando ao desempenho nacional, enquanto a economia brasileira mostrou forte desaceleração de sua atividade econômica, com crescimentos de 0,3% e 0,1%, o PIB de Pernambuco acelerou nos trimestres seguintes, mostrando um desempenho mais robusto que o nacional. No acumulado do ano, o impacto do primeiro trimestre ainda é visto, porém. Enquanto o Brasil cresceu 2,4% até o terceiro trimestre, Pernambuco apresentou crescimento de 0,9%, demonstrando o forte impacto da paralisação da RNEST. O crescimento mais baixo, puxado pela RNEST, não foi visto nos demais setores econômicos do estado, pois, no acumulado do ano, a Agropecuária, que responde por apenas 6% do PIB de Pernambuco, apresentou crescimento de 7,4%; a Indústria, como um todo, teve queda menor de 3,1%; e, o setor de serviços, que representa 72% do PIB pernambucano, cresceu 1,2%. Os resultados apresentam uma questão importante: a RNEST tem um peso relevante sobre a economia pernambucana. Junto com a Stellantis, respondem, aproximadamente, por 10% do PIB do estado, apontando para uma necessidade de manutenção dessas indústrias de peso no estado, mas também para a exigência de uma política de atração de investimentos ainda mais forte, principalmente vislumbrando a eminência da implantação da Reforma Tributária e o fim da guerra fiscal.
Ecio Costa - Economia e Negócios
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