Se fosse dor tudo na vida, seria a morte o grande bem, assim começa o poema de Manuel Bandeira, publicado no primeiro livro dele, onde ele retrata a condição humana no desamparo e solidão. Escute o episódio da semana. Obrigado.
Algo muito mais valioso que qualquer presente, esse é o verdadeiro pedido em uma noite de natal. Escute essa prece acompanhado de Danny Bensi com Going for a Ride. Obrigado.
Affonso Romano de Sant’Anna (1937-2025) escritor e poeta mineiro, conseguiu, como poucos, explicar tão bem um país e poucas vezes um poeta explicou tão bem o seu poema… Escute o episódio da semana acompanhado da Veridis Quo de Daft Punk. Obrigado.
Tudo o que eu amei, amei sozinho, escreveu Poe nesse poema que transita pelo amor, mas que irremediável é um poema de terror. Escute o episódio da semana. Obrigado.
Albert Camus (1913-1960) escritor, filósofo e jornalista franco-argelino. Escreveu sobre o mito de Sísifo, condenado ao trabalho sem esperança, até Camus expor a opinião dele. Escute que opinião foi essa no episódio da semana. Obrigado.
Torquato Neto (1944-1972) poeta piauiense, retrata a contradição entre vida e morte como uma coisa natural. Acompanha o poema a obra Stabat Mater de Antonio Caldara. Escute o episódio da semana. Obrigado.
O tempo e a vaidade juntos, torna saudoso o passado, desprezam o presente e desejam o futuro, passamos a cuidar daquilo que não temos. Esse é o cuidado que os autores tiveram nesse poema. Escute o episódio da semana. Obrigado.
Antero de Quental (1842-1891) escritor e poeta português, escreveu mors amor identificando a morte com o amor, onde ambos exprimem o anseio vão de realizar a perfeição do género humano através do indivíduo. Escute o episódio da semana. Obrigado.
Armando Freitas Filho (1940-2024), poeta carioca, escreveu esse poema com parte da letra do hino nacional brasileiro e o subverte deixando vestígios do crime de uma nação. Escute o episódio da semana acompanhado de Joie de Vivre de Chopin. Obrigado.
Nada mais clichê que um poema de amor, mas o que sempre me cativa é a inocência trazida pelo autor. Escute esse belo poema de amor no episódio da semana, acompanhado da obra Fletcher's Song de Justin Hurwitz. Obrigado.
Álvares de Azevedo (1831-1852) escritor e poeta paulistano, decorre sobre o sertanejo galanteando a donzela. Inocência que merece ser ouvida. Acompanha o poema a obra Bachianas Brasileiras nº 4 de Villa-Lobos. Escute o episódio da semana. Obrigado.
Gabriel Garcia Marquez (1927-2014) escritor colombiano, escreveu que viajar não é somente conhecer outros lugares nem pessoas. Quer entender que viajem é essa? Escute o episódio da semana. Obrigado.
Uma oração que seja pessoal, não herdada, foi a inspiração de Jorge Luis Borges ao escrever esse poema. Escute o episódio da semana acompanhado de Pixinguinha com a obra Ingênuo. Obrigado.
Diógenes da Cunha Lima (1937) professor, poeta e biógrafo. Celebra alguns detalhes da vida quase nunca percebidos. Escute o episódio da semana, na companhia da obra Footloose and Fancy Free de Rael Jones. Obrigado
Toda história é contada depois, até porque não se sabe o final, e esse final não é no futuro que ainda não foi sentido e não é no passado que já foi contado, é no presente onde é vivido. Então, viva o hoje e escute o podcast da semana acompanhado de Ennio Morricone com Il pinguino. Obrigado.
Assim como uma bailarina com o cabelo lilás surge delicada em nossa frente e de súbito desaparece, é recado que precisa ser interpretado. Alceu Valença esteve assim e inspirou essa letra. Escute o episódio da semana. Obrigado.
Hermann Hesse (1877-1962) escritor e pintor alemão, usa uma metáfora da árvore para mostrar-nos o que é realmente felicidade. Escute o episódio da semana acompanhado do grande clássico Cavalgada das Valquírias de Richard Wagner. Obrigado.
Meridianos, planos e fronteiras são nossas invenções, a Terra não sabe de nada disso. Mário Quintana no poema e Andrea Guerra no acompanhamento musical. Escute o episódio da semana. Obrigado.
Frida Kahlo (1907-1954) pintora mexicana, teve uma vida curta regrada a doenças e acidentes, o que a impediu de estudar medicina mas não de se tornar uma famosa artista, revelou nesse texto particularidades da personalidade dela, forte e autossuficiente. Acompanha o texto a obra Divertissement de Saint-Preux. Obrigado.