Nessa aula vimos a aplicação das conjunções, preposições e advérbios ao texto, suas influências e as possíveis interpretações a partir de contextos. Tudo isso sob o aspecto da Revolução Francesa e Revolução Industrial, além de elementos da história brasileira durante o início da Era Nacional da literatura.
Nessa aula vimos a aplicação das conjunções, preposições e advérbios ao texto, suas influências e as possíveis interpretações a partir de contextos. Tudo isso sob o aspecto da Revolução Francesa e Revolução Industrial, além de elementos da história brasileira durante o início da Era Nacional da literatura.
Nessa aula vimos o que é o pronome, para que ele serve, os principais tipos, o que é a topicalização, a ordem direta e o deslocamento à esquerda, o que é e como se dá a dêixis, a anáfora e a catáfora, além das suas principais regras de utilização e de seus respectivos pronomes demonstrativos, referente tanto ao espaço, tempo e nossas próprias palavras.
Nessa aula vimos o que é o pronome, para que ele serve, os principais tipos, o que é a topicalização, a ordem direta e o deslocamento à esquerda, o que é e como se dá a dêixis, a anáfora e a catáfora, além das suas principais regras de utilização e de seus respectivos pronomes demonstrativos, referente tanto ao espaço, tempo e nossas próprias palavras.
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Hoje vimos os principais elementos que nos ligam à comunicação e expressões através das artes e linguagens. Para entender essa relação intrínseca, precisamos entender o que é a intertextualidade, paráfrase, paródia, e os elementos da literatura comparada, correlacionando discursos.
Para que possamos utilizar corretamente os conectivos, devemos saber o que é coerência e coesão textual. Existem alguns princípios básicos da coerência textual, como o princípio da não contradição, da não tautologia, da relevância, continuidade temática e progressão semântica. Além da coerência, temos também a relação entre as conjunções e a coesão, principalmente na coesão por conjunção e a coesão sequencial, o que nos leva aos valores semânticos dos conectivos. E por falarmos de conjunções, temos as pontuações das orações subordinadas, seja na não pontuação de algumas subordinadas substantivas, ou não só na pontuação da substantiva apositiva, mas também como da separação de termos que exerçam a mesma função sintática. Temos também a diferença entre as orações subordinadas adjetivas explicativas e restritivas, e, por fim, a pontuação das subordinadas adverbiais deslocadas.
Vimos aqui em que consiste o gênero jornalístico, como se compõem a notícia e a reportagem, as matérias frias, quentes e suas estruturas. Relembramos como se estrutura um resumo e em que consiste. Também estudamos a crônica, seu conceito, origem, como se estruturam e os tipos, como a narrativa, descritiva, argumentativa, jornalística e histórica.