Michel Eltchaninoff
Nascido em Paris em 1969, tem umaagrégation e um doutoramento em Filosofia e foi professor no liceu e na universidade antes de se juntar à equipa da revista Philosophie, onde é chefe de redação. Publica uma coluna sobre geopolítica, artigos sobre a história da Filosofia e reportagens, por exemplo, sobre a Ucrânia em guerra no inverno passado. É especialista em Filosofia russa e fenomenologia e interessa-se particularmente pelas ideologias contemporâneas. Entre os seus livros contam-se Dans la tête de Vladimir Poutine (Actes Sud, 2015), Les Nouveaux Dissidents (Stock, 2016), Dans la tête de Marine Le Pen (Actes Sud, 2017) e Lénine a marche sur la lune (Actes Sud, 2022). Atualmente, está a escrever uma série de artigos sobre a ascensão de Donald Trump ao poder nos Estados Unidos.
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Michel Eltchaninoff
Nascido em Paris em 1969, tem umaagrégation e um doutoramento em Filosofia e foi professor no liceu e na universidade antes de se juntar à equipa da revista Philosophie, onde é chefe de redação. Publica uma coluna sobre geopolítica, artigos sobre a história da Filosofia e reportagens, por exemplo, sobre a Ucrânia em guerra no inverno passado. É especialista em Filosofia russa e fenomenologia e interessa-se particularmente pelas ideologias contemporâneas. Entre os seus livros contam-se Dans la tête de Vladimir Poutine (Actes Sud, 2015), Les Nouveaux Dissidents (Stock, 2016), Dans la tête de Marine Le Pen (Actes Sud, 2017) e Lénine a marche sur la lune (Actes Sud, 2022). Atualmente, está a escrever uma série de artigos sobre a ascensão de Donald Trump ao poder nos Estados Unidos.
Michel Eltchaninoff
Nascido em Paris em 1969, tem umaagrégation e um doutoramento em Filosofia e foi professor no liceu e na universidade antes de se juntar à equipa da revista Philosophie, onde é chefe de redação. Publica uma coluna sobre geopolítica, artigos sobre a história da Filosofia e reportagens, por exemplo, sobre a Ucrânia em guerra no inverno passado. É especialista em Filosofia russa e fenomenologia e interessa-se particularmente pelas ideologias contemporâneas. Entre os seus livros contam-se Dans la tête de Vladimir Poutine (Actes Sud, 2015), Les Nouveaux Dissidents (Stock, 2016), Dans la tête de Marine Le Pen (Actes Sud, 2017) e Lénine a marche sur la lune (Actes Sud, 2022). Atualmente, está a escrever uma série de artigos sobre a ascensão de Donald Trump ao poder nos Estados Unidos.
Criar assusta e transporta o criativo para terrenos onde a expressão do medo se faz sentir de várias formas, desde o medo da página em branco, ao medo criativo e à Síndrome do Impostor passando pelo medo da irrelevância até ao medo da repetição, são cenários caóticos que exigem uma intervenção combativa. O medo humano de perder a identidade, a memória, seja coletiva ou individual, conduz-nos a todos para lugares onde se impõe um esforço de apaziguamento e a coragem para o enfrentamento. O paradoxo do trauma como instilador de coragem ou de cobardia e os desafios que isso impõe às sociedades.
Se só a filosofia nos pode salvar e dissipar os “terrores da mente”, como escreveu Lucrécio, poderá também o cinema ter um efeito catártico, terapêutico, para enfrentar as ansiedades que o mundo nos provoca e “pôr a descoberto a verdadeira natureza das coisas”? Estaremos nós num Mundo: Fight or Flight? E a filosofia será aqui uma Philosofight?
O teatro é um corpo casa, e o medo contemporâneo de envolvimento do corpo pode afastar-nos afetivamente uns dos outros, pode levar-nos a comportamentos de evitação do confronto emocional, indo sempre diretos ao prazer para abandonar, descartar o que é desconfortável. A literatura, utópica e distópica, é uma forma de retratar, projetar e simular cenários para os nossos medos. Há histórias que assustam, há histórias que nos fazem confiar, mas há também histórias únicas ou sobre-simplificadas. E a par de tudo isto, há a tecnologia, a inteligência artificial que acrescenta ao mundo outra dimensão assustadora; que medos são esses que hoje foram adicionados a este novo Homem Hiper conectado? A benevolência poderá ser encontrada em botes e na inteligência artificial? Quais são os maiores medos do homo connexus?
O medo é um dos obstáculos fundamentais na construção de uma vida filosófica, pois reduz a nossa capacidade de conhecer e de nos conhecermos a nós próprios; de nos abrirmos e de nos desdobrarmos no mundo…
Uma das coisas que a filosofia tem de explicar ao mundo é o facto embaraçoso de não ter oferecido à humanidade um único assunto que seja radicalmente diferente dos outros assuntos.
Neste episódio é explicado como este tipo de medo pode estar próximo de emoções que, à primeira vista, parecem muito diferentes, como o assombro e a admiração.
Neste episódio, o filósofo Peter Sloterdijk faz uma abordagem imunológica à questão de saber se é razoável ter medo de fontes de dano e lesão que parecem estar distantes.
O medo da morte é um dos medos mais comuns e pervasivos da existência humana e também um dos temas que mais suscitou reflexão filosófica desde o início da sua história.
O medo é uma emoção humana que serve para facilitar a nossa sobrevivência face ao perigo.
Existem medos específicos na sociedade contemporânea que nos permitem falar de um aumento do medo?
Neste episódio vamos ser desafiados para refletir sobre a solidão na nossa era de isolamento, enquanto assistimos à ascensão da nova extrema-direita em várias partes do mundo.
O assombro manifesta-se como uma sensação de estranheza e inospitalidade perante a perda de objetos ou pessoas, atitudes inesperadas, mudanças súbitas no familiar, ou situações como a doença na infância e despedidas.
O medo nunca abandonou a humanidade. Todas as épocas tiveram as suas angústias: guerras, fomes, epidemias. O medo já não se limita aos conflitos armados ou às crises económicas, mas está presente em todos os aspetos da vida quotidiana.
Neste episódio, procurar-se-á caracterizar o medo que se anuncia hoje através dos perigos trazidos pelas alterações climáticas, pelos avanços da extrema-direita mundial, pela inteligência artificial e outros fatores. Analisaremos diversos tipos e funções sociais do medo, para descrever o sentimento que parece estar a invadir e a moldar as subjetividades atuais.
Michel Eltchaninoff
Nascido em Paris em 1969, tem umaagrégation e um doutoramento em Filosofia e foi professor no liceu e na universidade antes de se juntar à equipa da revista Philosophie, onde é chefe de redação. Publica uma coluna sobre geopolítica, artigos sobre a história da Filosofia e reportagens, por exemplo, sobre a Ucrânia em guerra no inverno passado. É especialista em Filosofia russa e fenomenologia e interessa-se particularmente pelas ideologias contemporâneas. Entre os seus livros contam-se Dans la tête de Vladimir Poutine (Actes Sud, 2015), Les Nouveaux Dissidents (Stock, 2016), Dans la tête de Marine Le Pen (Actes Sud, 2017) e Lénine a marche sur la lune (Actes Sud, 2022). Atualmente, está a escrever uma série de artigos sobre a ascensão de Donald Trump ao poder nos Estados Unidos.