Nesta pregação, caminhamos entre literatura, cultura e evangelho para confrontar a pergunta central da existência humana: quem realmente nos salva? A tragédia de Hamlet e a sina de Ofélia revelam a perda da própria vida ao tentar preservá-la sem verdade. A releitura moderna dessa história, popularizada na música contemporânea, expõe a falsa esperança de redenção através do amor humano. À luz do ensino de Jesus, entendemos que ganhar o mundo pode custar a alma. A mensagem culmina na promessa da verdadeira recompensa, a coroa que não vem dos homens, mas de Deus, produzindo uma transformação profunda da mente e do coração. Nenhum afeto terreno pode substituir o amor que se entregou por nós e redefine completamente quem somos.
A Bíblia não trata todo pecado da mesma forma. Nesta mensagem, somos confrontados com a gravidade da rebelião consciente (PESHA) — um pecado deliberado, intencional e traiçoeiro, que rompe a aliança e desafia uma autoridade legítima. À luz de Tiago 3, entendemos que a língua não é neutra: ela pode se tornar instrumento de rebelião por meio da fofoca, da contenda e da divisão entre irmãos. Provérbios 6 revela que Deus abomina aquele que semeia discórdia, e Isaías 53 nos lembra que Cristo foi ferido exatamente por nossas transgressões. Não se trata de erro involuntário (HATTAT) nem apenas de distorção moral (AVON), mas de uma escolha consciente que separa, fere e exige arrependimento genuíno.
Muitos cristãos aprenderam a associar poder espiritual a horários específicos, como se Deus estivesse condicionado ao relógio humano. Nesta mensagem, confrontamos à luz das Escrituras o mito da oração às 3h da manhã, distinguindo disciplina espiritual de superstição religiosa e explicamos a importância que a oração na madrugada tem, independente do horário dela. Além disso, a Bíblia nos chama a vigiar e orar em todo tempo, com o coração alinhado à verdade, não presos a místicas, medos ou tradições humanas. Deus responde àquele busca com fé verdadeira, não só na madrugada, mas em todo tempo.
Nesta mensagem, refletimos sobre por que tantas igrejas estão se esvaziando: não por falta de estrutura, música ou relevância cultural, mas pela ausência dos rudimentos do evangelho. Quando o ensino se limita à autoajuda, motivação e promessas de prosperidade, abandona-se a Palavra da Justiça, que confronta, forma caráter e conduz à maturidade espiritual. À luz de Hebreus 5:13 a 6:2, somos chamados a retornar ao fundamento da fé e avançar para o alimento sólido, entendendo que crescimento verdadeiro só acontece quando Cristo, Sua justiça e Seu caminho estreito ocupam novamente o centro da pregação.
Nesta mensagem, exploramos a cadeia lógica da fé salvadora — notitia, assensus, metanoia, fiducia e pistis — revelando como a Escritura descreve o caminho que leva um pecador do simples conhecimento do evangelho até a fé viva que transforma a vida. Partindo exclusivamente da Epístola aos Romanos, esta pregação mostra que crer não é apenas saber, mas concordar com a verdade, arrepender-se diante de Deus e confiar plenamente em Cristo. Uma jornada profunda, bíblica e necessária para todo discípulo.
Nesta mensagem baseada em Jeremias 9:23-24, somos confrontados com o chamado divino para abandonar toda confiança humana e buscar a verdadeira glória: conhecer ao Senhor. A pregação revela como esse conhecimento acontece pela leitura das Escrituras com maturidade espiritual, usando a Regra do Autor, a Regra do Mestre, a Regra da Unidade e a Regra do Texto/Contexto. Uma convocação para voltar à Bíblia com reverência, inteligência e paixão pelo Deus vivo.
Nesta mensagem forte e necessária, exponho o perigo crescente das “áreas VIP” nas igrejas modernas — espaços de favoritismo que contradizem o caráter de Deus e distorcem o evangelho. Mostro como a parcialidade fere a fé, divide o corpo de Cristo e cria barreiras que Deus nunca estabeleceu. Uma palavra que confronta a cultura de privilégios e nos chama de volta à essência do Reino: todos igualmente amados, igualmente alcançados e igualmente chamados.
Uma análise bíblica séria e necessária sobre o fenômeno The Chosen e o impacto espiritual que essa série tem causado entre cristãos. Nesta pregação, o pastor Ly expõe, à luz das Escrituras, como distorções sutis sobre Jesus, sobre o caráter de Deus e sobre o evangelho podem levar muitos ao engano.
Com profundidade, clareza e firmeza pastoral, esta mensagem confronta o ecumenismo disfarçado, a normalização de um “Jesus humanizado demais” e o risco de aceitar como verdade aquilo que não nasceu da Palavra.
Uma chamada urgente para discernimento, santidade e fidelidade absoluta ao Cristo das Escrituras.
No mesmo dia em que o mundo celebra o Halloween, lembrando trevas, medo e morte, os cristãos recordam o dia em que a luz da Palavra voltou a brilhar sobre a Igreja: a Reforma Protestante. Em 31 de outubro de 1517, Martinho Lutero afixou suas 95 teses, resgatando a fé genuína — somente a graça, somente a fé, somente Cristo, somente as Escrituras, e somente a glória de Deus. Um episódio que revela como Deus transformou uma data marcada pelo medo em um símbolo eterno de libertação espiritual.
Há quem enterre a Bíblia buscando proteção, mas acaba enterrando junto a própria fé. Deus nunca chamou Seu povo para soterrar a Palavra, e sim para vivê-la e proclamá-la. O gesto que parece espiritual pode esconder uma raiz de superstição — quando o símbolo substitui a obediência. Esta mensagem revela o engano por trás desse costume e chama a Igreja a levantar a Palavra, não escondê-la debaixo da terra.
Deus nos chama a viver uma vida de santidade que vai além da religião e alcança cada detalhe do nosso comportamento. Somos separados para refletir o caráter do Senhor em pensamentos, palavras e atitudes. A pureza não é uma opção, mas um chamado inegociável para todo discípulo de Cristo. Nesta mensagem, aprendemos que a verdadeira santificação não está no isolamento, mas na rendição total a Deus, que nos capacita a viver em santidade diante d’Ele.
Vivemos em um tempo em que arquétipos, símbolos e filosofias tentam moldar a identidade das pessoas, prometendo poder, sucesso ou realização. No entanto, existe apenas um arquétipo perfeito e absoluto: Cristo, a plena expressão de Deus e a revelação completa da nossa esperança. Neste episódio, refletimos sobre como somente nele encontramos plenitude, propósito e verdadeira liberdade. Sua autoridade suprema transforma corações, concede identidade eterna e nos chama a viver conforme a verdade da aliança e aguardando a promessa de vida eterna na glória.
Em João 10:10, Jesus afirma ser a vida em abundância, mas essa abundância não significa ausência de tribulações. Nesta mensagem, veremos como as sete declarações “EU SOU” revelam quem Cristo é e como nossa comunhão com Ele nos fortalece diante das lutas. A vida cristã não é um mar de bênçãos materiais, mas a oportunidade de provarmos fidelidade a Deus. Só em Cristo, nosso Bom Pastor, encontramos forças para resistir às tentações e perseverar até o fim.
Romanos 5:3-5 revela um profundo mistério da vida cristã: a tribulação não é sinal de derrota, mas instrumento de Deus para forjar caráter e esperança. Paulo ensina que o sofrimento produz perseverança, a perseverança gera experiência, e a experiência fortalece nossa confiança no Senhor. Essa esperança não é vã, pois está firmada no amor de Deus derramado em nossos corações pelo Espírito Santo. Nesta mensagem, veremos como a dor se transforma em glória eterna.
Josué, diante de Israel, declarou com firmeza sua decisão: “Eu e a minha casa serviremos ao SENHOR”. Essa não foi apenas uma escolha pessoal, mas um pacto familiar de fidelidade a Deus em meio a um povo dividido entre servir ao Senhor ou aos ídolos. Hoje, essa palavra ecoa como desafio e esperança para nossas famílias: assumir uma posição clara, rejeitar as distrações do mundo e viver integralmente para Cristo, influenciando gerações com fé e obediência.
A Bíblia revela que a jornada do cristão não termina apenas com a salvação, mas com recompensas eternas preparadas pelo Senhor. Entre elas estão cinco coroas: a da vida, para os que perseveram; a da justiça, para os que aguardam a vinda de Cristo; a incorruptível, para os que vencem a carne; a de júbilo, para os que ganham almas; e a de glória, para os que servem com fidelidade. Venha descobrir como conquistá-las!
A carta aos Gálatas começa com uma advertência séria: abandonar o evangelho da graça é trocar a liberdade de Cristo por escravidão. Em Gálatas 1:6-12, Paulo denuncia a perversão da mensagem verdadeira e declara maldito todo falso evangelho. Nesta pregação, veremos como os judaizantes tentavam misturar Lei e graça, e por que a salvação é somente pela fé em Jesus. Seremos desafiados a permanecer firmes, rejeitando qualquer distorção que diminua a suficiência da cruz.
O acesso ao Deus vivo foi aberto por um alto preço: o sangue de Cristo. Esse privilégio exige fé sincera, pureza de coração e compromisso com a comunhão. A vida cristã não é virtual nem individualista. Esta mensagem confronta a falsa ideia de que cultos online substituem a congregação real. Deus nos chama a nos reunirmos com ousadia, amor e perseverança — não como espectadores, mas como participantes ativos do Corpo vivo que é a Igreja.
A mudança genuína na vida do crente vai além de aparência — é uma transformação profunda operada por Deus. Em Filipenses 3:21, Paulo fala da metaschematízō, a mudança de forma do nosso corpo. Mas tudo começa com a metanoia (arrependimento), como em Lucas 15:9, e continua com a metamorphóō (transformação), em Romanos 12:2. Esta pregação revela o processo divino que conduz o cristão fiel à imagem gloriosa de Cristo. Mudança real vem do alto.
Nesta pregação, refletimos sobre o impacto do consumo de bebidas alcoólicas na vida do cristão e o chamado à sobriedade como sinal de santidade. Exploramos o contraste entre viver segundo os desejos da carne e andar no Espírito, e como nossas escolhas influenciam os mais fracos na fé. Também abordamos a importância de discernimento, transformação da mente e obediência à vontade de Deus. A pergunta central é: o que realmente está governando a sua vida?