Neste episódio, são detalhadas as raízes do jongo, tradição que nasceu do encontro de povos bantos trazidos da África Central. Num contexto de escravidão, nas fazendas de café, o jongo surgiu como espaço de celebração, memória e resistência.
O jongo é uma experiência coletiva, e por isso alguns elementos são comuns na maioria das rodas. Embora ele reúna dança, canto, percussão e poesia em uma só expressão, sua estrutura não é rígida, ela se transforma de acordo com o lugar e as pessoas que o praticam.
Os pontos são poemas cantados, entoados por um solista e respondidos pelo coro. Cada ponto é uma mensagem que pode louvar, narrar, desafiar ou criticar e são usados como instrumentos de comunicação, educação e poder.
Neste episódio, entende-se as origens da taipa, uma técnica ancestral de construção em terra que atravessa séculos e continentes, conectando a sabedoria africana à formação cultural e arquitetônica do Brasil.
Entre cantos, barro e trabalho coletivo, este episódio revela o mutirão como prática comunitária e poética que dá vida às casas de taipa. Um mergulho na força criadora do povo e na memória viva da ancestralidade.
Neste episódio, é apresentado o Quilombo do Barranco e a importância de São Benedito para sua formação.
Neste episódio, as etapas da festa, seu sentido e a força da comunidade são apresentadas.
Neste episódio, apresentamos o surgimento do cacuriá, manifestação que se origina do Carimbó das Caixeiras, rito de descontração vivido pelos festeiros após o derrubamento do mastro da festa do Divino Espírito Santo.
Neste episódio, são apresentadas as principais características da dança e também os versos mais populares que compõem o Cacuriá.
Ao som do Bumba Meu Boi da Liberdade, a beleza do bordado em couro – também chamado de lombo – do boi, personagem principal do folguedo, é abordada neste episódio, assim como as diversas formas de bordar a pele do novilho.
Com a participação de Maria José, presidenta do Bumba Meu Boi do Maracanã, este episódio aborda a diversidade de imagens presentes nos lombos dos bois por todo o Maranhão.
Crédito: Dulce Ferreira (Youtube: @dulceferreiramaranhao9388)
Ao o som do Bumba Meu Boi Rama Santa, e com a participação das bordadeiras Lavínia Assunção e Marianna Ferreira, este episódio aborda temas como a responsabilidade de bordar o boi e a dedicação ao ofício.
Neste episódio, você conhecerá a história da Machadinha Krahô, tanto como um objeto arqueológico, muitas vezes encontrado no território dos Timbira, quanto a partir da mitologia Krahô.
Neste episódio, você conhecerá a forma como acontece o canto da Machadinha e os saberes que organizam essa prática.
O episódio conta a origem e a força simbólica do Boi Passa Fogo, tradição centenária de Viana (MA), onde o fogo não destrói, mas consagra.
Neste episódio, você acompanha os preparativos do ritual para passar fogo no boi.
No último episódio, apresentamos as etapas do processo de feitura das panelas e a função da cerâmica nas Terras de Makunaimî.
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No segundo episódio, falamos sobre o ofício das ceramistas Macuxi e como se dá a coleta do barro no alto das serras para a feitura das panelas.
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Neste episódio, apresentamos o povo Macuxi e sua cosmologia, que organiza a forma de viver nessa sociedade.
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Nesse episódio, apresento o povo indigena Kaingang, povo que segue seus princípios vitais por meio de um sistema dualista de metades: Kamé e Kairu.