Recebemos o compositor, violoncelista e produtor musical Federico Puppi, artista italiano radicado no Brasil, para uma conversa sobre sua trajetória e sua atuação no espetáculo “Ficções”, protagonizado por Vera Holtz.Ao longo da entrevista, Federico fala sobre sua carreira na música instrumental e autoral, sua experiência como produtor musical — incluindo a produção de trabalhos de Maria Gadú, indicação ao Grammy Latino, e gravações ao lado de Milton Nascimento — além de sua atuação na criação de trilhas sonoras para teatro, cinema e televisão.Com forte presença na dramaturgia musical brasileira, Puppi assinou trilhas para espetáculos teatrais, filmes e novelas, incluindo a aclamada nova versão de Pantanal.Um dos pontos centrais da conversa é o espetáculo Ficções, inspirado no livro Sapiens – Uma Breve História da Humanidade, no qual Federico atua ao vivo no palco, transformando a trilha sonora em um elemento narrativo essencial, em diálogo direto com a performance intensa de Vera Holtz.
Acessibilidade e Libras no Clube dos Surdos (ACSJ) em Jundiaí é fundamental para a inclusão da comunidade surda, promovendo autonomia e participação social através de cursos de Libras (para ouvintes e surdos), oficinas de cultura surda (poesia, teatro), e incentivando a presença de intérpretes e recursos visuais em espaços públicos e corporativos, como cartórios e empresas, garantindo o direito à comunicação efetiva e ao pleno exercício da cidadania.
Nos estúdios do Francamente, as PLPs Dayane e Elizana falaram sobre a Marcha das Mulheres Negras, que reuniu 300 mil mulheres em Brasília. Um movimento que denuncia séculos de silêncio imposto pelo colonialismo e exige Reparação e Bem Viver. As mulheres negras reafirmam: não há democracia sem justiça racial. Marchar é reivindicar memória, autonomia, acesso à terra, educação, vida digna e o fim do racismo que ainda estrutura o Brasil. É construir um futuro onde todas as pessoas caibam — guiadas pela força ancestral que sempre sustentou este país.
O Teatro do Sesc Jundiaí recebeu, o espetáculo Vasikate, um encontro musical que uniu as vozes e histórias de Karyna Gomes (Guiné-Bissau) e Bela Zango (Moçambique). Vindas de países que foram silenciados por décadas pelos colonizadores, as duas artistas trouxeram ao palco a força de mulheres que resgatam suas identidades, honram suas culturas e suas ancestrais, e potencializam outras mulheres a reconhecerem sua própria potência. A apresentação, mergulhou nas conexões da lusofonia e das rotas afro-atlânticas, revelando narrativas que resistem e se reinventam.Vasikate, palavra que significa “mulher” na língua Chope, nasceu de um intercâmbio cultural realizado em 2023. O projeto propôs um diálogo vivo entre ancestralidade e contemporaneidade, trazendo uma sonoridade que honrou tradições enquanto criou novas possibilidades estéticas.No palco, Karyna e Bela apresentaram um repertório autoral profundo, poético e cheio de identidade — um gesto de afirmação cultural e de reinvenção das matrizes musicais de seus países. Elas dividiram a cena com a potente banda moçambicana formada por Matchume Zango, Nelton Miranda, Djibra Mussa e Roberto Chitsonzo Jr., ampliando ainda mais a força rítmica e afetiva do espetáculo.Mais que um show, Vasikate se consolidou como um espaço de partilha, memória e criação coletiva — uma celebração da diversidade africana e da potência feminina que constrói pontes entre continentes, gerações e futuros possíveis.
Passou por aqui a querida @fe.fermendes, presidenta da Rede Valentes de Jundiaí que destacou a importância da programação local alinhada ao Ministério das Mulheres dentro da campanha 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres.
Ela apresentou as iniciativas que serão realizadas na cidade para ampliar o diálogo, fortalecer redes de proteção e sensibilizar a população sobre os diferentes tipos de agressões que atingem meninas e mulheres no Brasil e no mundo.
A campanha, que no Brasil acontece de 20 de novembro a 10 de dezembro, começou no Dia da Consciência Negra, reconhecendo a dupla vulnerabilidade vivida pelas mulheres negras.
Trata-se de uma mobilização anual, mundial e intersetorial, que envolve sociedade civil, poder público e instituições comprometidas com a prevenção e o enfrentamento à violência de gênero. Em escala global, a ação integra os 16 Dias de Ativismo, celebrados entre 25 de novembro — Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher — e 10 de dezembro, Dia dos Direitos Humanos.
Em Jundiaí, a Rede Valentes coordena uma programação diversa e participativa, reforçando a importância da informação, do acolhimento e do protagonismo feminino:
📞 ATENDIMENTO REDE VALENTES: 11 98832-1690
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O teatro vive! Esta rolando a segunda edição do FestivÉOS em Jundiaí, e nos estúdios Ulisses Vertuan n e Marici Nicioli do performaticoeos falando sobre artes cênicas, formação de público e a resiliência do teatro independente.
O Festival de artes cênicas envolve mais de 80 pessoas e acontece até o final do mês, entre exposição, apresentações e leituras dramáticas.
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Nos estúdios, os professores Rafael Galeoti e Anelize Vergara, voluntários na ONG Cursinho Prof. Chico Poço, em Jundiaí. Falamos do acesso à educação, o prejuízo das reformas no ensino, precarização da escola pública e sobre os interesses econômicos e políticos na mercantilização da educação. O cursinho popular vem há 19 anos democratizando o ensino de qualidade e aprovando alunos no ensino superior, mitigando o impacto da desiguadade social ao acesso às Universidades. 📖 ESTUDE NO CP EM 2026 👇🏻forms.gle/3rrRs5R8eTxGQCtu9
O Dia da Consciência Negra é mais do que um feriado: é um compromisso coletivo com a luta antirracista.Em Jundiaí, essa data nos lembra da força, da resistência e da contribuição histórica do povo negro na construção da cidade. É um momento de reconhecer desigualdades ainda presentes, fortalecer políticas públicas, valorizar a cultura afro-brasileira e ampliar espaços de voz e representatividade.Celebrar a Consciência Negra é reafirmar que a luta por igualdade não é só de um dia — é de todos os dias. E Jundiaí segue avançando quando assume esse compromisso de forma coletiva, consciente e transformadora.
Peça inspirada nas obras de Lewis Carroll encenada pela Cia dos Sonhos de Teatro, em parceria com o Grupo Casca de Teatro, " O Sonho de Alice" foi idealizado pelas atrizes Catarina Eichenberger e Monique Silva Ferreira, o projeto convidou a diretora Liana Yuri para conduzir a montagem. A peça também integra a pesquisa de mestrado de Catarina Eichenberger na ECA/USP, que investiga a relação entre adolescentes e a obra literária de Lewis Carroll. No elenco estão ainda a atriz convidada Duda Ohoe, responsável também pelas visualidades da montagem.A montagem propõe um mergulho no universo onírico de Carroll, dialogando com os desafios e transformações vividos na transição da infância para a adolescência.
A cantora e compositora Chai Odisseiana, passou por aqui para falar do seu primeiro EP solo que mistura Rap e ritmos afro-brasileiros.
Ela tem uma trajetória no grupo Odisseia das Flores, e no papo fala sobre o trabalho solo, processo criativo, mulheres no rap, ancestralidade, maternidade e sobre o papel da arte para jovens em vulnerabilidade social.
Nos estúdios o pesquisador, psicólogo e mestre em filosofia, Guilbert Kallyan fala sobre a obra e a relevância contemporânea de Frantz Fanon, um dos grandes pensadores do século XX.Fanon é referência incontornável quando falamos sobre colonialismo, racismo, identidade e libertação. Seu pensamento — atravessado pela psicanálise, fenomenologia, marxismo, negritude e psiquiatria — constrói uma crítica radical ao eurocentrismo e à internalização da inferioridade negra, iluminando as contradições da modernidade e o papel do racismo em sua fundação.Ao propor uma reestruturação do mundo a partir das experiências do sujeito colonizado, Fanon desafia os limites disciplinares e convida à construção de novas epistemologias.Nesta entrevista, Guilbert Kallyan nos ajuda a compreender por que o pensamento de Fanon permanece tão necessário — e tão urgente — para refletirmos sobre as encruzilhadas da subjetividade, da política e da descolonização no mundo de hoje.#frantzfanon #decolonial #fanon
Um papo sobre educação, violência e racismo.
FORMAÇÃO ANTIRACISTA
08/11 às 14h na APEOESP Jundiaí - O que é Racismo? Texto base: Fanon, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. (Leitura do prefácio e dos capítulos 1, 2 e 5).
15/11 às 14h no Clube 28 - Racismo e Classe. Moura, Clóvis. Dialetica Radical do Brasil Negro. Prefácio e Capítulo 1 "Do Escravismo Pleno ao Escravismo Tardio".
22/11 às 14h no Clube 28 - Raça e Revolução. Gonzalez, Lélia. Por um feminismo afro-latino-americano. (Ensaios 5.Por um feminismo afro-latino-americano).
⏩ INSCREVA-SE: https://forms.gle/uZPsJiWqbYmSvVTS7
Trio Caldeira lança seu primeiro álbum: “Entrega”Formado por Thiago Lourenço (piano), Cahê Boldrini (baixo) e Bruno Tonini (bateria), o grupo celebra mais de uma década de amizade e estrada, reunindo no disco composições que atravessam diferentes fases da vida."Entrega” é um convite para estar presente — com o coração aberto e os ouvidos atentos.O Trio Caldeira apresenta o show de lançamento de “Entrega”, seu primeiro álbum autoral, no dia 31 de outubro, às 20h. Ingressos: R$15 (meia) e R$30 (inteira) pelo SymplaLocal: Sala Glória Rocha – Centro das Artes (Barão de Jundiaí, 1093)Siga: @triocaldeira
Ela nasceu em Campinas. Aos 17 anos, já levantava a voz nos corredores da Unicamp — onde começou sua militância no movimento estudantil, defendendo o direito de estudar, de existir, de sonhar.Socióloga, doutoranda em Ciência Política, feminista e ativista pelos direitos humanos, Mariana Conti fez da política um espaço de coragem. Em 2016, foi eleita vereadora — a única mulher daquela legislatura. Em 2020, se tornou a mais votada de toda a cidade. E fez história: foi a primeira mulher a presidir uma sessão de posse na Câmara Municipal de Campinas.Em 2024, eleita, novamente a mais votada. Mas o compromisso de Mariana ultrapassou fronteiras.Em 2025, ela integrou uma missão humanitária internacional à Faixa de Gaza, junto a ativistas de mais de 40 países. A iniciativa, de caráter civil e não violento, buscava levar alimentos e medicamentos à população palestina. A embarcação foi interceptada em águas internacionais por forças israelenses. Mariana foi detida, interrogada, privada de sono. Em setembro, uma comissão da ONU classificou as ações israelenses em Gaza como genocídio. A Corte Internacional de Justiça também determinou que Israel permita a entrada de auxílio no enclave, onde mais de 60 mil pessoas morreram desde 2023.Mariana, que pediu licença não remunerada e custeou todos os gastos da viagem, de volta ao Brasil, enfrenta um pedido de cassação de mandato. A análise do pedido de abertura da Comissão Processante está marcada para o dia 29 de outubro, às 18h, na Câmara Municipal de Campinas.Apoio a Mariana: https://marianacontipsol.com.br/estou-com-mariana/?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAadVc49fzkd-6eQq5xQ4o-3UsZfhdqN7FEBIhYSDqbnWrwwKTt_oYusLSkP28g_aem_N1GPvam7OQUToEDSb0B1tw#assinar
No Francamente de hoje, recebemos Luis Augusto, mais conhecido como Ócio - artista visual e arte-educador que encontrou no grafite e na cultura hip-hop muito mais do que expressão criativa: um verdadeiro caminho de transformação social.Desde a adolescência, o desenho é seu estilo de vida. Durante a faculdade de Design Gráfico, mergulhou na arte urbana e descobriu no hip-hop uma ferramenta potente de educação, resistência e pertencimento. Hoje, leva oficinas de grafite para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade, além de atuar em projetos de ressocialização, sempre valorizando a força do gesto simples: escrever o próprio nome como afirmação de identidade.No papo, Ócio fala sobre sua trajetória, o poder da arte como ferramenta de mudança e a importância de ocupar espaços com cor, traço e voz.Assista, compartilhe e apoie quem transforma vidas através da arte!
No dia 16 de outubro, o Centro das Artes de Jundiaí recebe mais uma edição do TEDxJundiaí, parte do circuito mundial de conferências independentes licenciadas pela TED. Em 2025, o tema escolhido é “Essência”: um convite a refletir sobre o que realmente sustenta, conecta e transforma nossas vidas.EssênciaEm meio a um mundo de ruídos, excessos e certezas absolutas, o TEDxJundiaí propõe uma pausa para que possamos ouvir o que pulsa em silêncio. A essência é feita dos valores que nos orientam, das conexões que nos moldam e dos propósitos que nos movem.Esse olhar atravessa diferentes dimensões:-Individual, quando pensamos na construção de quem somos e no que expressamos;-Coletiva, quando se manifesta na arte, na cultura e nos valores que definem uma comunidade;-Global, quando nossas escolhas impactam o mundo em que vivemos.Palestras que inspiram, ideias que conectamAssim como em anos anteriores, o palco do TEDxJundiaí será tomado por pessoas que têm em comum a capacidade de inspirar com suas histórias e projetos. Cada palestra busca revelar a força da essência em palavras, gestos e ações capazes de fortalecer comunidades, reinventar caminhos e propor transformações possíveis.O evento é conhecido por reunir palestrantes de diferentes áreas, sempre valorizando tanto vozes locais quanto nomes reconhecidos nacionalmente. Essa diversidade é o que torna cada edição única, refletindo a pluralidade de perspectivas que compõem a identidade da cidade e da região.Um espaço para comunidade e reflexãoMais do que um evento, o TEDxJundiaí é uma experiência coletiva. Ao longo de sua recente trajetória, já se consolidou como um espaço de encontro e diálogo, onde público e palestrantes compartilham não apenas ideias, mas também vivências que deixam marcas duradouras.Neste ano, os portões se abrem às 18h, com exibição de palestras TED no telão para já aquecer o público. Às 19h, os portões se fecham e tem início a programação oficial, com as palestras ao vivo e as gravações que farão parte do registro mundial de ideias.ServiçoEvento: TEDxJundiaí 2025: EssênciaData: 16 de outubro de 2025Local: Centro das Artes – Sala Glória Rocha, Jundiaí (SP)Abertura dos portões: 18h (palestras TED no telão)Início das gravações e palestras ao vivo: 19hIngressos: disponíveis no SymplaPatrocínios, apoios e informações: projetos@mov8.com.br
Como olhamos para a cidade em que vivemos?Entre a especulação imobiliária, a degradação de áreas naturais e o medo que nos faz erguer muros, esta exposição propõe um olhar mais atento e sensível sobre o território que habitamos.Nesta entrevista com os curadores Alexandre Stockler e Marília Scarabello, refletimos sobre nossa relação com a cidade, a paisagem em transformação e o processo de criação da mostra “Paisagens Moventes [nesta terra, em se plantando, tudo dá]”, em cartaz na Galeria de Arte Fernanda Perracini Milani, no Centro de Jundiaí (SP).A exposição reúne obras de Alberto Duvivier Tembo, Bea Pastorini Nogueira, Caró, Cecília Celandroni, Daniela de Moraes, Elton Hipolito, Lima Bo e Marina Ceglie da Silva, e convida o público a pensar sobre movimento e mudança.🖼️ Visitação gratuita📍 Galeria de Arte Fernanda Perracini Milani – Rua Barão de Jundiaí, 176, Centro (ao lado do Teatro Polytheama)🗓️ De segunda a sexta, das 9h às 11h e das 13h às 16h📅 Em cartaz até 1º de novembroA exposição foi viabilizada por edital da Secretaria Municipal de Cultura de Jundiaí, com apoio da Política Nacional Aldir Blanc e do Ministério da Cultura.Assista, reflita e compartilhe: como as paisagens moventes também se transformam dentro de você?#PaisagensMoventes #ArteContemporânea #Jundiaí #CulturaSP #LeiAldirBlanc #ExposiçãoDeArte #GaleriaFernandaMilani #Cidade #Território #Reflexão #MinistérioDaCultura #francamente #tainan
Primeira presidenta da Associação Comercial de Jundiaí, a empresária traz uma perspectiva única para os desafios enfrentados pelo pelo setor educacional, a partir de sua experiência na gestão como mantenedora do Colégio Elíseos.
Campola Rock City Festival Anota aí:🗓 11 de outubro⏰ Das 13h às 20h📍 Hotel Fazenda Morada do Verde🎟 Entrada francaPrepare-se pra um dia de muito rock, natureza e diversão com:🔥 Fud’s Gang🔥 Arquivo Inválido🔥 Marcos Lobão e Banda🔥 Yuri Apsy Blues ExperienceAgora com mais tempo pra aquecer os motores e curtir com tudo esse festival que promete sacudir Campo Limpo Paulista! 🤘📞 Informações e reservas: (11) 99286-6814📍 Rod. Edgard Máximo Zambotto - Km 54, Campo Limpo Paulista/SP, Hotel Morada do Verde✅ HOTEL FAZENDA MORADA DO VERDE
A trajetória da cidade de Jundiaí no esporte brasileiro é celebrada com a exposição "Cidade em Movimento"A mostra, que será aberta no dia 03 de outubro no Sesc Jundiaí, reúne registros históricos, objetos e imagens que marcaram o esporte jundiaiense.Reconhecendo a relevância do esporte na formação da identidade de Jundiaí (SP), tanto no cenário regional como nacional, relembrando atletas, equipes, fatos e curiosidades históricas, o Sesc realiza a exposição inédita “Cidade em Movimento” em sua unidade em Jundiaí. A mostra, que será aberta em 3 de outubro às 11h, recebe visitantes entre os dias 04/10/2025 e 22/02/2026.Com curadoria das pesquisadoras Aira Bonm e Luciane de Castro, e assistência curatorial de Michele Silva Joaquim, a exposição reunirá, distribuídos entre os cerca de 500 m² do percurso expositivo, registros históricos, objetos, imagens e relatos que revelam a importância dos espaços esportivos e das práticas corporais para a vida comunitária da cidade. EXPOSIÇÃO CIDADE EM MOVIMENTOAbertura 3 de outubro de 2025 às 11hVisitação de 4 de outubro de 2025 a 22 de fevereiro de 2026Sesc JundiaíHorários: Terça a sexta, das 9h às 21h. Sábados, domingos e feriados, 10h30 às 17h30Endereço: Av. Antônio Frederico Ozanan, 6600 - Jardim Botânico, Jundiaí – SPTelefone: (11) 4583-4900Grátis – Agendamentos pelo e-mail agendamento.jundiai@sescsp.org.br Mais informações: www.sescsp.org.br/jundiaiINFORMAÇÕES À IMPRENSAAtendimento à imprensa Sesc JundiaíRafael Castori imprensa.jundiai@sescsp.org.br 11.4583-4935 | 11.99230-0063