Neste episódio, vamos falar da conspiração contrarrevolucionária para restaurar a Monarquia, e o seu líder, Paiva Couceiro
Neste episódio, vamos seguir os trabalhos da Assembleia Constituinte de 1911, e os debates e propostas que foram sendo feitos na preparação da Constituição de 1911
Neste episódio, vamos contar a história destas eleições, dos debates que houve antes de serem convocadas, da maneira como foram organizadas, das candidaturas que foram feitas para estas, e da eleição em si e os resultados que teve.
Avisamos desde já que estas eleições, tendo em conta a sua importância histórica, são bastante confusas e há muitos detalhes importantes destas que ficaram perdidos, muitas coisas que não fazem sentido e muitas fontes que se contrariam umas às outras de forma por vezes difícil de explicar.
Tentaremos navegar tudo isso convosco, ao longo do episódio, mas ficam desde já avisados que tudo vai parecer muito mais complicado do que deveria ser, tendo em conta o tópico em questão.
Neste episódio, apresentamos formalmente Afonso Costa, e discutimos o seu papel, nos primeiros meses da República, a levar a cabo a sua perseguição anticlerical
Nesta segunda conversa republicana, celebramos os 50 anos da Revolução Portuguesa propriamente dita falando sobre várias revoluções portuguesas e, como não podia deixar de ser, classificando-as de melhor para pior.
(Para os que só querem ouvir falar do 25 de abril, começa a ser discutido por volta dos 90 minutos de episódio)
Neste episódio, discutimos a onda grevista rural que se deu no Alentejo entre 1911 e 1912, que culminaria numa greve geral em Lisboa, de enorme importância para a história da classe trabalhadora portuguesa
Neste episódio, acompanhamos o desenvolvimento do movimento da classe trabalhadora nos últimos anos da Monarquia, mas em particular nos meses que se seguiram à Revolução Republicana, nos quais explodiu uma onda de greves como nunca antes vista, a que foi dada o nome da "Grevomania"
Na primeira Conversa Republicana, um segmento mais livre do podcast, discutimos as várias propostas de bandeiras sugeridas em 1910, explicando a sua origem, os seus símbolos e dando-lhes uma avaliação comparativa à bandeira realmente escolhida
Neste episódio, vamos seguir os eventos que ocorreram na província a seguir à chegada, por telégrafo, da República, contando as lutas entre os republicanos históricos e os "adesivos", e as tentativas da República de chegar ao mundo rural.
Neste episódio, contamos a história de quatro importantes símbolos nacionais que foram implementados pelos republicanos, três dois quais ainda estão vigentes.
Tratam-se da bandeira nacional, do busto da República, do escudo e do hino nacional. Falaremos da história e origem destes símbolos e das controvérsias que os rodearam quando foram propostos.
Neste episódio, falamos dos eventos que se seguiram imediatamente à Revolução Republicana em Lisboa, e da situação de poder dual entre a Carbonária, controlada por Machado Santos, e o Governo Provisório, e como esta se resolveu.
Neste episódio, procuramos explicar porque é que a história da Revolução Republicana aqui contada é tão diferente daquela que nos é ensinada nas escolas, explicando também o porquê de lhe chamar "Revolução" e não "Implantação" apenas
Neste episódio, seguimos as linhas telegráficas e falamos sobre como reagiram as pessoas às notícias da República. Vamos começar pelas periferias de Lisboa, onde a República não só não foi de facto “telegrafada”, mas teve a sua própria história, bastante curiosa, e ir cada vez mais distante, indo mesmo para as colónias, que também se viam, de repente, perante um regime completamente novo, sem qualquer aviso.
Neste episódio, seguimos, em modo de combate, a progressão da revolução republicana, em Lisboa, de 3 a 5 de outubro de 1910. Para acompanhar, sugerimos ir às redes sociais do podcast, onde publicámos um mapa de Lisboa com os movimentos das forças.
Para finalizar o episódio, incluímos a "Marcha dos combatentes da Rotunda" do disco "Viva a República Viva" de Vitorino, um tributo que considerámos muito adequado à revolução e aos seus combatentes.
Neste episódio, vemos os dois anos do reinado de D. Manuel II da perspetiva da conspiração republicana que se preparava para o derrubar do seu trono. Falamos de como, na falta de interesse do Partido Republicano, foi a Carbonária quem puxou pela revolução, e apresentamos o líder que fez da Carbonária uma organização incrivelmente poderosa, Machado Santos.
Seguimos como, sob a sua liderança, a Carbonária se conseguiu infiltrar entre a sociedade civil, entre as Forças Armadas, dentro do Partido Republicano e da Maçonaria, e daí, levar essas instituições a juntarem-se à revolução.
Apresentamos também Cândido dos Reis, comandante supremo das forças revolucionárias, e do seu importante contributo para a revolução.
Por fim, explicamos como tudo correu mal, até ao último momento, incluindo o assassinato de Miguel Bombarda. Mas como, ainda assim, a revolução saiu à rua na noite de 3 para 4 de outubro de 1910.
Neste episódio, seguimos o reinado de D. Manuel II, e as diferentes crises e escândalos que o atormentaram. Falamos sobre a acalmação e o crescimento dos grupos radicais, tanto de esquerda, como de direita, na forma do Bloco de Defesa da Monarquia, que tudo fazia para salvar a Monarquia de si mesma e do seu destino.
Falamos também de Gaby Deslys, a amante do Rei, e o impacto que esta relação teve na vida política portuguesa ao longo deste Reinado. No que toca a mulheres importantes na vida do Rei, também não deixamos de fora a sua Mãe, a Rainha Dona Amélia, e o papel que esta teve no reinado do seu filho.
Abordamos também a questão dinástica e externa, com as monarquias europeias, em particular a Grã-Bretanha, a abandonar D. Manuel II e a sua família à sua sorte ao longo deste processo.
Neste episódio, falamos sobre o Regicídio de 1908, um dos eventos mais importantes da História Portuguesa. Apresentamos a Família Real em 1908, o seu impacto na política portuguesa e os ataques que sofria na imprensa republicana, e a história da Intentona do Elevador, como prelúdio para o Regicídio em si.
Contextualizamos também o Regicídio dentro da tradição terrorista europeia da época, e apresentamos os dois regicidas conhecidos, Manuel Buíça e Alfredo Costa, antes de apresentar o impacto que o Regicídio teve no decorrer da História portuguesa
Neste episódio, seguimos o Partido Republicano, desde o seu ponto mais baixo, em 1903, quando se abeirava do abismo da História, até cerca de 1908, quando se tinha reconstruído como uma máquina política impressionante que, no espaço de 2 anos, tomaria o poder.
Exploramos como foi possível reconstruir esse partido de tal maneira, começando pela Revolta do Grelo, em Coimbra, e explorando duas personalidades cruciais dessa época, Bernardino Machado e António José d'Almeida, e os seus contributos para a causa republicana. Analisamos também o carácter de classe deste partido, tanto das suas bases como dos seus dirigentes.
Neste episódio, seguimos a ditadura de João Franco, entre 1906 e 1908. Explicamos o contexto, doméstico e internacional, que levou à sua chegada ao poder, e acompanhamos a vida deste homem em detalhe para perceber quem ele era e quais eram as suas ideias.
Explicamos também o que era uma "ditadura" nos termos da época, muito diferente de como entendemos o conceito hoje, e de porque é que Franco, que surgiu como um reformador liberal, se tornou a figura bastante mais tenebrosa que recordamos hoje.
Neste episódio, exploramos uma diáspora bastante peculiar, a dos portugueses no Havai. Transportados como trabalhadores contratados para trabalhar nas plantações de açúcar, os portugueses tornaram-se, no final do século XIX, toda uma classe própria no sistema racializado havaiana, sem serem nativos, nem imigrantes asiáticos, mas também não sendo vistos como brancos.
Exploramos as condições da sua viagem e do seu trabalho, o que levou portugueses, em particular da Madeira e dos Açores, a aceitarem ir para tão longe, e no contributo que tiveram para a cultura moderna havaiana.
Deixamos também uma mensagem de solidariedade para com o povo do Havai, neste momento que recupera de uma catástrofe natural sem precedentes.
A música no final é "Malasadas" por Sonny Chillingworth.