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Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
IBRBH
146 episodes
6 days ago
Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte. Culto domingo às 10h e sábado às 19h. R. das Canárias, 50 - Santa Branca, Belo Horizonte - MG, 31560-050. Instagram: @batistareformadabh Aqui são disponibilizadas todas as pregações expositivas do Evangelho, ministradas em nossa igreja. Que essas mensagens possam abençoar a sua vida.
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Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte. Culto domingo às 10h e sábado às 19h. R. das Canárias, 50 - Santa Branca, Belo Horizonte - MG, 31560-050. Instagram: @batistareformadabh Aqui são disponibilizadas todas as pregações expositivas do Evangelho, ministradas em nossa igreja. Que essas mensagens possam abençoar a sua vida.
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Episodes (20/146)
Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Culto – Advento de Natal – Boas Novas de Grande Alegria: Anúncio do Nascimento de Jesus aos Pastores

Neste culto de Natal, o Pastor Fabricio Corrêa (@fabriciofik) pregou sobre o anúncio do nascimento de Jesus aos pastores em Lucas 2:8-20, enfatizando o evangelho como "boas novas de grande alegria para todo o povo". A mensagem começou relembrando como Deus soberanamente moveu o império de César Augusto para cumprir Suas promessas — o mesmo Deus que continua governando sobre todos os governantes hoje, razão pela qual cristãos não devem viver ansiosos.

O texto narra que pastores estavam nos campos cuidando de seus rebanhos quando um anjo apareceu cercado pela glória divina, deixando-os aterrorizados. Pastores naquela época não tinham boa reputação — eram considerados ritualmente impuros por estarem constantemente em contato com animais. Eram homens corajosos que lutavam contra lobos, ursos e leões, mas ficaram aterrorizados diante da manifestação angelical. É profundamente significativo que os anjos não foram ao palácio de César Augusto nem aos poderosos — foram a pessoas humildes e desprezadas, cumprindo as palavras de Maria de que Deus derruba governantes mas exalta os humildes.

O anjo trouxe "boas novas de grande alegria" — o Pastor enfatizou que o melhor que Deus poderia fazer por nós já veio, não está guardado para o próximo ano. O anúncio foi específico sobre a identidade do bebê: "Hoje na cidade de Davi lhes nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor." Três títulos reveladores. Primeiro, Salvador — porque todos precisamos ser salvos; ninguém é justificado pelas obras da lei. Segundo, Cristo (Messias) — aquele prometido que nasceria de mulher para cumprir a lei em nosso lugar; sem Ele como mediador, não podemos nos achegar a Deus. Terceiro, Senhor (Yahweh) — o próprio Deus eterno criador dos céus e da terra que se fez bebê. O Criador se fez criatura.

Após o anúncio, apareceu uma multidão do exército celestial louvando: "Glória a Deus nas alturas e paz na terra". Havia 400 anos de silêncio profético e frieza espiritual. Mas enquanto havia esse ambiente humilde na terra, os anjos — que não precisam de salvação — cantavam em alegria, admirados diante do que Deus estava realizando. Eles anunciavam que Jesus traria verdadeira paz — não a paz de César Augusto, mas a paz que apazigua a consciência. Os pastores correram para Belém e encontraram o bebê numa manjedoura — o "prato do boi", comedouro de animais. A humildade com que Deus enviou Seu filho demonstra que não colocou obstáculos para chegarmos a Jesus. Se nascesse num palácio, poucos teriam acesso. Na manjedoura, tornou-se totalmente acessível.

Os pastores contaram a todos o que ouviram, e todos ficaram admirados. Maria guardava essas coisas em seu coração. Os pastores voltaram glorificando e louvando a Deus. A mensagem concluiu com três aplicações.


Primeiro: se o evangelho não nos leva a glorificar e render graças, não o entendemos. A insatisfação generalizada vem de buscar satisfação em coisas passageiras — empregos, relacionamentos, conquistas materiais. Nossa plena satisfação está em glorificar a Deus.


Segundo: temos responsabilidade de anunciar o evangelho, não é para escondermos.


Terceiro: o Pastor encerrou com uma verdade tocante — não sabemos o peso e altura daquele bebê, mas sabemos que seu peso eram nossos pecados e sua altura era a majestade dos céus. Naquela pequena manjedoura habitava o Deus eterno encarnado. Quando O reconhecemos como Salvador, Cristo e Senhor, Deus tira de nós o peso que nos oprime e o coloca sobre Aquele suficiente para suportá-lo.

Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofik


Local: Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte


Textos-Base: Lucas 2:8-20; Lucas 2:1-7

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6 days ago
55 minutes 8 seconds

Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Culto – Advento de Natal – Boas Novas de Grande Alegria: Nascimento de Jesus

Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa (@fabriciofik) pregou sobre o nascimento de Jesus com base em Lucas 2:1-7, enfatizando como Deus orquestrou providencialmente eventos históricos globais para cumprir Suas promessas. A mensagem começou destacando que Lucas, como médico e historiador meticuloso, não apenas narra fatos, mas situa o nascimento de Jesus em um contexto histórico específico — "naqueles dias de César Augusto e Quirino" — para demonstrar que a vinda do Messias não foi acidental, mas parte de um plano divino soberano que moveu impérios inteiros.

O Pastor detalhou quem era César Augusto: o primeiro imperador de Roma (27 a.C. - 14 d.C.), filho adotivo de Júlio César, que recebeu o título "Augusto" (majestoso) e era chamado "filho do divino". Após anos de guerras civis brutais, ele estabeleceu a famosa "Pax Romana" (paz romana) que durou 200 anos — período que coincidiu precisamente com o nascimento de Jesus e a expansão do evangelho. César Augusto construiu estradas, portos, profissionalizou o exército com 300.000 soldados, e criou até mesmo um sistema de aposentadoria para seus soldados. Tudo isso foi providencialmente orquestrado por Deus para preparar o caminho para o evangelho — sem a paz romana, os apóstolos não poderiam ter viajado pregando de cidade em cidade. O decreto para um censo em todo o império tinha dois propósitos: identificar homens para o exército e cobrar impostos. Na Síria especificamente, sob o governador Quirino, mulheres acima de 12 anos também precisavam participar do censo — a única região do império com essa exigência. Isso forçou Maria, descendente de Davi, a viajar 135 km de Nazaré até Belém, grávida de 8-9 meses, numa jornada perigosa de 31 horas. O anjo Gabriel nunca disse a Maria que ela precisaria ir a Belém — mas Deus moveu um império inteiro para cumprir a profecia de Miqueias 5:2.

Ao chegarem a Belém, uma vila pequena com apenas cerca de 1.000 habitantes, não havia lugar na hospedaria porque o censo havia enchido a cidade de viajantes. José e Maria acabaram numa caverna usada para abrigar animais, onde Jesus nasceu e foi colocado numa manjedoura — um comedouro de pedra ou madeira para animais. O Pastor questionou: por que Deus não planejou um lugar melhor? A resposta é profunda: o Rei dos Reis atravessou as fronteiras do tempo, espaço e matéria para se tornar acessível a todos. Se Jesus nascesse num palácio, poucos teriam acesso a Ele. Mas numa manjedoura, num lugar simples e humilde, o Filho de Deus se tornou acessível a todos, identificando-se completamente com a humanidade — inclusive na miséria, pobreza e solidão. A mensagem concluiu com uma aplicação poderosa: o mesmo Deus que moveu a história para a primeira vinda de Cristo está movendo todas as coisas para Sua segunda vinda. Como cristãos, não servimos a César ou circunstâncias — servimos ao Rei eterno que governa céus e terra. Jesus se fez pobre para que nos tornássemos ricos em vida eterna. Não há como participar da glória sem se identificar com a humildade e o escândalo do nascimento e da cruz de Cristo. Verdadeiros discípulos são aqueles que se identificam com a humildade de Cristo — e somente esses, pela fé, se identificarão com Sua glória eterna.

Tópico: Nascimento de Jesus


Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofik


Local: Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte


Textos-Base: Lucas 2:1-7; Miqueias 5:2; Filipenses 2:6-8; 2 Coríntios 8:9

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2 weeks ago
43 minutes 49 seconds

Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Culto – Advento de Natal – Boas Novas de Grande Alegria: O Cântico de Maria

Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa (@fabriciofik) deu continuidade ao tema "Boas Novas de Grande Alegria", explorando Lucas 1:39-56, onde Maria visita Isabel e entoa o seu cântico de louvor conhecido como Magnificat. A pregação começou contextualizando Lucas como um historiador meticuloso que buscou apresentar um relato ordenado dos eventos da vida de Cristo, provavelmente tendo entrevistado a própria Maria. O Pastor destacou que Deus estava rompendo 400 anos de silêncio profético, e este texto representa o momento onde as promessas do Antigo Testamento se encontram com o cumpridor dessas promessas.

A mensagem enfatizou três aspectos centrais da obra do Espírito Santo. Primeiro, o Espírito sempre traz clareza no conhecimento de Jesus — nunca age contrário à Palavra revelada nas Escrituras. Segundo, toda adoração espiritual genuína deve estar fundamentada na revelação bíblica de quem é Cristo. Terceiro, o Espírito Santo é o agente regenerador que abre nossos olhos para reconhecer Jesus como Salvador, assim como revelou a Isabel que aquele embrião no ventre de Maria era o Senhor. O Pastor explicou que quando Isabel ficou cheia do Espírito Santo e o bebê João Batista se agitou em seu ventre, não foi apenas um movimento físico natural, mas uma revelação divina confirmando a presença do Messias.

O cântico de Maria foi apresentado como um profundo ato de adoração fundamentado no conhecimento das Escrituras. Maria demonstra que sua fé não era superficial—suas palavras estavam encharcadas do Antigo Testamento, mostrando alguém que amava a Palavra e conhecia os feitos de Deus através das gerações. O Pastor destacou que Maria se reconhece como necessitada de um Salvador ("meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador"), refutando a doutrina da imaculada conceição. Ela expressa gratidão pela misericórdia divina que escolheu uma serva humilde, reconhecendo que Deus derruba os soberbos mas exalta os humildes, enche os famintos mas despede os ricos de mãos vazias.

A mensagem concluiu com um desafio direto: a pergunta fundamental da fé cristã não é teológica ou intelectual, mas pessoal — "Quem é Jesus para você?" O Pastor enfatizou que não há salvação sem humildade genuína, que é reconhecer claramente quem Jesus é (o Salvador suficiente) e quem nós somos (servos necessitados). A fé cristã não pode ser terceirizada através dos pais, da igreja ou do conhecimento teológico — ela exige uma resposta pessoal de reconhecimento e confiança em Cristo como único e suficiente Salvador.Tema central: Cântico de Maria (Magnificat)Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTextos-Base: Lucas 1:39-56; João 14 e 16; 1 Coríntios 14; 2 Samuel 2

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4 weeks ago
53 minutes 10 seconds

Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
EBD – Discipulado: Relacionamentos Verdadeiros na Contramão da Cultura do Isolamento

Nesta Escola Bíblica Dominical, o Pastor Fabricio Corrêa (@fabriciofik) deu sequência à série sobre discipulado, mudando o foco de "nós para com Jesus" para "ensinar outras pessoas a seguir a Jesus". A aula começou apresentando um problema cultural contemporâneo que impacta diretamente a vida da igreja: o crescente isolamento social e a preferência por relacionamentos simulados em detrimento de relacionamentos verdadeiros e profundos.


O Pastor trouxe dados alarmantes mostrando o aumento exponencial de pessoas vivendo sozinhas: nos Estados Unidos, passou de 10% das residências em 1950 para 29% em 2023 (chegando a 50% em algumas metrópoles). No Brasil, saltou de 2,4% no ano 2000 para 19% no último censo—uma em cada cinco casas tem apenas um morador. Esse fenômeno reflete uma cultura de independência que promove relacionamentos cada vez menores e mais superficiais. A sociedade contemporânea troca relacionamentos verdadeiros e profundos por relacionamentos simulados—através de academias, restaurantes, redes sociais—que dão um falso senso de pertencimento sem exigir compromisso ou responsabilidade real. O grande problema é que essa mentalidade cultural invade a igreja, onde mesmo em contexto de membresia pactual, as pessoas dificilmente se permitem ter relações profundas de intimidade, vulnerabilidade e compromisso mútuo.

O Pastor enfatizou que isso vai totalmente contra a essência do cristianismo. A história da redenção nos apresenta um Deus transcendente que rompe as barreiras do tempo, espaço e matéria para vir ao nosso encontro e relacionar-se conosco—resgatando aqueles que estavam sozinhos. O próprio cerne da Trindade é relacional, e através de Cristo somos chamados não apenas para um relacionamento vertical com Deus, mas também horizontal uns com os outros. O cristianismo nunca foi e nunca será uma religião individualista—os próprios sacramentos (ceia e batismo) são comunitários. Jesus, ao responder sobre o maior mandamento (Marcos 12:29-31), acrescentou voluntariamente "amar o próximo como a si mesmo". A Grande Comissão nos ordena fazer discípulos—e parte da nossa obediência pressupõe auxiliar outros a também fazerem discípulos. Discipular significa influenciar pessoas inevitavelmente, para o bem ou para o mal. O padrão bíblico começa na família (Deuteronômio 6:7) e se estende às relações intencionais: Moisés com Josué, Eli com Samuel, Elias com Eliseu, Paulo com Timóteo.

O Pastor concluiu com uma perspectiva eterna que deve transformar nossos relacionamentos: não podemos olhar para os irmãos com uma visão terrena, superficial e passageira. Devemos vê-los como companheiros de viagem rumo à cidade celestial—pessoas que cantarão louvores eternos ao lado de nós na glória. Citando Spurgeon e "O Peregrino" de Bunyan, ele definiu discipulado como "conduzir as pessoas e caminhar com elas até dentro dos portões da cidade celestial". Não existe meio termo: ou somos discípulos de Cristo ou do mundo. E como discípulos de Cristo, somos chamados a caminhar lado a lado com outros peregrinos, matando dragões, cortando cabeças de gigantes, guiando os tímidos e temerosos até que todos cheguemos com segurança à presença do Senhor.

Tema Central: Discipulado: Relacionamentos Verdadeiros na Contramão da Cultura do IsolamentoPastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTextos-Base: Marcos 12:29-31; Mateus 28:19; Deuteronômio 6:7; Marcos 3:13-14; 2 Timóteo 2:2; Atos 16:3

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4 weeks ago
44 minutes 7 seconds

Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Culto – Advento de Natal – Boas Novas de Grande Alegria – O Anúncio do Salvador: Graça e Submissão

Neste culto, o Pastor Daniel Deeds (@pr.danieldeeds) da Igreja Batista Histórica trouxe uma mensagem sobre o anúncio da vinda de Cristo, explorando Lucas 1:26-38, onde o anjo Gabriel anuncia a Maria que ela conceberá o Messias. A pregação contextualizou a vinda de Cristo dentro da expectativa messiânica que permeava Israel desde o Antigo Testamento, com promessas feitas a Abraão, Moisés e especialmente a Davi, de cuja linhagem nasceria o Salvador eterno. O Pastor Daniel destacou que a nação de Israel, na época do nascimento de Jesus, estava sob opressão romana e em decadência espiritual profunda, com um templo corrompido por exploração financeira e uma liderança religiosa hipócrita. Em meio a esse cenário de trevas, Maria foi escolhida por graça divina—assim como Noé foi preservado em sua geração corrupta. A declaração do anjo "achaste graça diante de Deus" não foi por mérito pessoal, mas porque Deus soberanamente a separou e salvou para esse propósito especial na plenitude dos tempos.

A mensagem aprofundou-se na importância teológica do nascimento virginal de Jesus. O Pastor explicou que, segundo Romanos 8 e outras passagens, todos os descendentes de Adão nascem com natureza pecaminosa—a "inclinação da carne" que é inimizade contra Deus e não pode se sujeitar à Sua lei. Para que Jesus fosse o Cordeiro sem mácula, capaz de nos salvar, Ele precisava nascer sem pecado original. Por isso, o Espírito Santo operou o milagre da concepção virginal, criando um corpo santo no ventre de Maria. Jesus é geneticamente descendente de Davi através de Maria, mas legalmente herdeiro do trono através de José—cumprindo as profecias messiânicas de forma única, inclusive contornando a maldição sobre Jeconias (Joaquim) mencionada em Jeremias 36.

O Pastor também enfatizou a atitude de submissão exemplar de Maria diante do chamado divino. Mesmo sabendo dos riscos imensos—poderia ser apedrejada, enfrentar vergonha pública, perder seu noivado—ela respondeu: "Aqui está a serva do Senhor, que se cumpra em mim conforme a tua palavra." Essa postura de total entrega, confiando as consequências a Deus, é apresentada como modelo para todo crente. Maria não exigiu garantias nem explicações detalhadas; simplesmente obedeceu, reconhecendo-se como escrava do Senhor.

A mensagem concluiu com um desafio: precisamos ter essa mesma atitude de confiança radical em Deus, obedecendo à Sua Palavra independentemente das consequências aparentes, entregando nossa vida completamente nas mãos do Senhor e permitindo que Ele faça conosco conforme Sua vontade soberana.

Tópico: Anúncio da vinda de Cristo através do anjo Gabriel para MariaPastor: Daniel Deeds | @pr.danieldeeds (Igreja Batista Histórica)Local: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTextos-Base: Lucas 1:26-38; Gênesis 6:5-9; Romanos 8:3-8; Jeremias 36:30Temas Centrais: O anúncio do nascimento virginal de Cristo a Maria, a graça divina em meio à decadência espiritual de Israel, a importância teológica do nascimento virginal para a redenção e o exemplo de submissão radical de Maria à vontade de Deus.

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1 month ago
59 minutes 52 seconds

Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Culto – Discipulado: Fui Crucificado com Cristo

Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa (@fabriciofik) encerrou a série de mensagens sobre discipulado, focando na transformação do ego e do caráter do discípulo de Jesus, com base no texto de Gálatas 2:20: "Fui crucificado com Cristo, assim já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim." A pregação explorou a crise de identidade do crente que tenta sustentar seu "eu" (ego) fora da obra redentora de Cristo. Segundo o Pastor Fabricio, o ego natural (o "velho homem" de Romanos 6) apresenta características problemáticas: ele é vazio porque o ser humano foi criado unicamente para a glória de Deus, e a tentativa de preencher esse vazio com coisas mundanas só gera crises de autoexistência. Além disso, o ego pode ser inflado/orgulhoso—o discípulo não foi criado para receber glória ou ser o centro das atenções—e a busca por uma autoestima exagerada causa dor, mágoa e frustração. Por outro lado, a baixa estima é igualmente apresentada como um pecado de um ego corrompido, pois desvaloriza o que Cristo fez na cruz, vivendo uma existência distante da alegria e aceitação garantidas por Deus. A raiz de toda essa crise é a escravidão à imagem e às expectativas externas (esposo, sociedade, redes sociais), levando o discípulo a um desgaste contínuo e à hipocrisia, tentando ser o que os outros esperam dele.A única solução para o ego é a crucificação com Cristo, que gera a humildade cristã. A humildade, na visão bíblica, não é pensar menos ou mais de si, mas sim pensar em si à luz do Evangelho. A convicção de que o "eu" foi crucificado traz a liberdade do autoesquecimento, pois o discípulo entende que seu veredito já foi anunciado e cumprido na cruz por Jesus. Cristo assumiu o julgamento divino em nosso lugar, e por isso, o crente não precisa mais buscar justificação por meio do seu desempenho ou da hipocrisia. Por ter sido enxertado em Cristo, o discípulo é recebido como Filho Amado de Deus, e o veredito da cruz garante sua aceitação plena. A vida do discípulo, portanto, deixa de ser focada em agradar a si mesmo ou aos outros para se concentrar em alegrar-se em Cristo por aquilo que Ele já fez. Essa transformação, marcada pelo autoesquecimento e pela dedicação aos outros, é o que garante a satisfação e a capacidade de auxiliar outros irmãos no discipulado.Tópico: DiscipuladoPastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTexto-Base: Gálatas 2:20; Romanos 6:1-10; 1 Coríntios 3:21-23Tema Central: A crucificação do ego, a crise de identidade do discípulo e a humildade cristã como autoesquecimento.

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1 month ago
59 minutes 38 seconds

Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Culto – Discipulado: Negar a Si Mesmo, Tomar a Cruz e Seguir a Cristo

Neste culto da Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte, o presbítero Diego Barbosa (@_diego_bf) ministrou sobre o tema do Discipulado em um Culto de Domingo, baseando-se nas passagens de Marcos 8:31-38 e Lucas 14:25-33. A mensagem enfatizou que o discipulado cristão tem um alto preço e exige uma negação radical de si mesmo, juntamente com um relacionamento intencional com o próximo. A pregação começou analisando a reação de Pedro (Marcos 8:31-33), que, apesar de ter a revelação de que Jesus era o Cristo, repreendeu o Mestre ao ouvir sobre Seu sofrimento e morte, revelando assim o egoísmo e as ambições humanas que buscam os benefícios de Cristo, mas rejeitam o sofrimento. O discipulado exige, então, negar a si mesmo, o que significa abrir mão de tudo que se coloca entre nós e Deus (32:03), submetendo-se totalmente à Sua vontade, e tomar a cruz, que não é aceitar um azar na vida, mas sim morrer lentamente e dolorosamente para os anseios pecaminosos e se tornar maldito para o mundo por amor a Cristo.O pregador introduziu o conceito da dupla conotação do discipulado (38:51): não é apenas seguir os ensinamentos para se parecer com Cristo, mas também ajudar outras pessoas a fazê-lo, caminhando e ensinando-as. O pastor alertou que não existe discipulado sem relacionamento (43:01); o cristão não deve viver isolado numa "bolha", mas desenvolver amizades profundas, imitando o ministério contracultural de Jesus. A falha em buscar novas amizades e em se importar com a falha do irmão é um fracasso em imitar a Cristo. A verdadeira marca que distingue o discípulo, que resume todas as demais práticas e conhecimentos, é o Amor (João 13:34-35). O julgamento bíblico se manifesta através do amor a ponto de se importar com o erro do outro e tomar a sua dificuldade para si, ajudando-o a superá-la.Por fim, a mensagem concluiu que o discipulado custa uma vida inteira e pode custar o sofrimento e a oposição, exigindo a renúncia de velhos hábitos e associações, e até mesmo dos planos pessoais (57:45). Contudo, a Bíblia garante que, no final de todas as coisas, o crente ganhará muito mais do que perderá, tendo a certeza da promessa de vida eterna com Deus. O presbítero incentivou a congregação a não hesitar em demonstrar sua fé, pois a vida na Terra é um sopro comparado à eternidade com o Senhor, sendo necessário unidade e amor para que a jornada de santificação e a missão se cumpram.Tópico: DiscipuladoPresbítero: Diego Barbosa | @_diego_bfLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTexto-Base: Marcos 8:31-38; Lucas 14:25-33; João 13:34-35Tema Central: O custo do discipulado (negação de si) e a necessidade de relacionamento para a santificação e a missão.

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1 month ago
50 minutes 29 seconds

Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Retiro IBRBH - Ministério Pastoral: Perguntas para os Pastores

RODADA DE PERGUNTAS E RESPOSTAS: MINISTÉRIO PASTORAL

Neste bloco, os pastores Daniel Deeds, Rubner Durais, Judiclay Santos e Arlei Carvalho respondem perguntas da congregação sobre eclesiologia, plantação de igrejas e desafios do ministério.

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1 month ago
49 minutes 55 seconds

Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Retiro IBRBH - Ministério Pastoral: Graça, Vocação e Integridade | Pr. Judiclay Santos

O Pastor Judiclay Santos (@judiclay) ministrou sobre o Ministério Pastoral com base em 2 Coríntios 4:1-15. A mensagem enfatizou a necessidade da Igreja de manter o equilíbrio entre ser uma "escola que ensina" (doutrina) e uma "mãe que acolhe" (relacionamentos). O pastor destacou quatro verdades essenciais para o ofício pastoral, extraídas da defesa de Paulo contra os falsos mestres em Corinto.O primeiro ponto é que o ministério pastoral é um dom concedido pela graça, e não um talento adquirido por mérito. Citando 2 Coríntios 4:1 ("segundo a misericórdia que nos foi feita"), o pregador afirmou que tanto a salvação quanto os dons ministeriais vêm da soberania de Deus. Em segundo lugar, o ministério é uma atividade cansativa e exaustiva, mas a graça de Deus é suficiente para sustentá-lo. Paulo, que experimentou perseguição, abandono e açoites, pôde dizer "não desfalecemos" (v. 1). O pastor encorajou os ministros a se fortificarem na graça que está em Cristo Jesus (2 Timóteo 2:1), lembrando que há uma diferença vital entre estar cansado na obra e estar cansado da obra, e o segredo é a perseverança.Em terceiro lugar, o ministério pastoral exige integridade no conteúdo da pregação. Um pastor verdadeiro não usa truques nem "adultera a Palavra de Deus" (v. 2), o que significa não adicionar nem subtrair nada do evangelho — nem o liberalismo que subtrai verdades (como o nascimento virginal), nem o pentecostalismo que adiciona falsas revelações. O pregador é um mensageiro que entrega a mensagem do Rei sem manipulação ou busca por glória. Esta integridade se conecta com o quarto ponto: o pastor deve buscar uma consciência limpa (v. 2) por anunciar todo o conselho de Deus (Atos 20:26-27), mesmo as partes difíceis. Sua maior glória é chegar ao final do ministério e dizer: "Estou limpo do sangue de todos".A mensagem culminou na ideia de que o evangelho é um tesouro carregado em vaso de barro (v. 7). O pastor e a igreja são os vasos frágeis, mas o Evangelho (o conteúdo) é o tesouro de imenso valor, e Deus o preserva no vaso frágil "para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós". Paulo enfrentou a oposição maligna que cega o entendimento dos incrédulos (v. 4), mas não desanimou diante da falta de resultados imediatos, lembrando que o papel do pregador é preencher o púlpito, e os resultados pertencem a Deus. O verdadeiro pastor não prega a si mesmo, mas a Cristo Jesus como Senhor (v. 5), pois é a intercessão de Cristo que sustenta o servo em meio às perplexidades, tribulações e lutas.Tópico: Ministério PastoralPastor: Judiclay Santos | @judiclayLocal: Acampamento IBRBHTexto-Base: 2 Coríntios 4:1-15Tema Central: A vocação pastoral como dom da graça, a necessidade de integridade na pregação e o poder de Deus manifestado na fragilidade do ministro.

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1 month ago
49 minutes 12 seconds

Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Retiro IBRBH - Credo Apostólico: Creio no Espírito Santo | Pr. Fabricio Corrêa

O Pastor Fabricio Corrêa (@fabriciofik), pastor titular da IBRBH, encerrou o retiro com uma profunda exposição sobre a terceira e última seção do Credo Apostólico, que abrange a fé no Espírito Santo e a consumação da obra de Deus. A pregação estabeleceu que a fé sadia se sustenta sobre pilares como o Credo, os Dez Mandamentos e o Pai Nosso, e que a deficiência na fé moderna se deve, em parte, ao divórcio entre os três pilares da teologia: Teologia Bíblica, Histórica e Sistemática. O pastor corrigiu a visão comum de que o Espírito Santo surgiu apenas no Pentecostes, afirmando que Ele é co-eterno, co-igual e consubstancial com o Pai e o Filho, sendo o agente vivificador desde a Criação e atuando continuamente na história da salvação, demonstrando a progressão da revelação bíblica.Com base em 1 Coríntios 2:6-16, o Pastor Fabricio abordou a natureza da obra do Espírito Santo, alertando contra a "cultura da imagem" que infecta o culto e busca manifestações visíveis e sensoriais para comprovar Sua presença. Ele enfatizou que o Espírito é como o vento (invisível e soberano), e Sua obra não é de imagem, mas da Palavra pregada que transforma o crente de dentro para fora. A obra principal e o prazer do Espírito Santo é glorificar a Jesus Cristo (João 16:12-14), fazendo com que o povo de Deus se lembre de Sua palavra e de Sua obra. Um culto verdadeiramente espiritual é aquele onde o Filho é exaltado, e não aquele que se baseia em manifestações desassociadas da verdade revelada.Por fim, a mensagem tratou das designações do Espírito na vida do crente. A regeneração é o ato soberano e criativo de Deus que dá nova vida ao morto espiritual; a santificação é o processo gradual e a luta constante do crente que possui uma dupla natureza. A Comunhão dos Santos (a Igreja) é o meio indispensável que o Espírito Santo usa para aperfeiçoar o crente nesse processo. Finalmente, a última parte do Credo, a ressurreição da carne e a vida eterna, é a promessa futura, a garantia de que o mesmo Espírito que ressuscitou Cristo concluirá Sua obra, transformando o crente em plena conformidade com a vontade de Deus, sem mais a luta da dupla natureza.Tópico: Credo dos ApóstolosPastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Acampamento IBRBHTexto-Base: 1 Coríntios 2:6-16; João 16:12-14Tema Central: A glória do Espírito Santo em Sua divindade, Sua obra de glorificar Cristo e Seu papel na regeneração, santificação e vida eterna do povo de Deus.

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1 month ago
1 hour 22 minutes 8 seconds

Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Retiro IBRBH - Credo Apostólico: Ressuscitou, Subiu aos Céus e Há de Julgar | Pr. Arlei Carvalho

O Pastor Arlei Carvalho (@pr.arleicarvalho), da Igreja do Alto Monte, ministrou sobre o ponto culminante da obra de Cristo no Credo: Sua exaltação — "ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir julgar os vivos e os mortos." A pregação enfatizou que a ressurreição não foi apenas um evento histórico, mas a prova cabal da aceitação do sacrifício de Jesus pelo Pai e a confirmação de Sua divindade. A Bíblia declara que o Messias não poderia ser retido pela morte (Atos 2:24), e Sua ressurreição demonstrou que o preço do pecado foi totalmente pago, anulando o poder da morte e do Diabo. O corpo ressurreto de Cristo é as primícias de uma nova criação e a garantia da ressurreição futura de todos os crentes, sendo a vitória sobre a última tirania que a humanidade enfrenta.Em seguida, o Pastor Arlei abordou a Ascensão de Cristo. Este evento não é apenas a despedida física de Jesus, mas sim o início de Sua entronização como Sumo Sacerdote e Rei. Ao subir aos céus, Ele não abandonou Seu povo, mas inaugurou Seu ministério celestial, entrando no Santuário Celeste com Seu próprio sangue para interceder perpetuamente pelos Seus (Hebreus 7:25). A Ascensão está diretamente ligada à Sua posição atual: sentado à direita de Deus Pai Todo-Poderoso. Esta posição não é um lugar físico, mas uma afirmação de Sua autoridade absoluta sobre todo o universo (Filipenses 2:9-11). Cristo governa ativamente a história e Sua Igreja, e tudo está sendo submetido ao Seu domínio antes de Sua volta.A conclusão da mensagem focou no destino escatológico de Cristo: donde há de vir julgar os vivos e os mortos. O retorno de Jesus, que será visível e corporal, traz consigo a certeza do Juízo Final. O pastor explicou que o mesmo Cristo que padeceu e ressuscitou voltará como Juiz Soberano para consumar o Seu Reino, pondo fim à injustiça e estabelecendo a retidão completa. A certeza desse julgamento serve tanto como advertência para os descrentes quanto como supremo conforto para os crentes. A exaltação de Cristo — Sua ressurreição, ascensão e reinado à direita do Pai — é o fundamento da esperança cristã e a base de toda a autoridade e missão da Igreja na Terra.Tópico: Credo dos ApóstolosPastor: Arlei Carvalho | @pr.arleicarvalhoLocal: Acampamento IBRBHTexto-Base: Atos 2:24; Hebreus 7:25; Filipenses 2:9-11Tema Central: A glória e soberania de Cristo em Sua exaltação, ministério celestial e retorno como Juiz.

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Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Retiro IBRBH - Credo Apostólico: Padeceu, Foi Crucificado, Morto e Sepultado | Pr. Daniel Deeds

O Pastor Daniel Deeds (@pr.danieldeeds) retornou para ministrar sobre a parte central do Credo Apostólico, que trata da obra de Cristo: "que padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; [creio] na remissão dos pecados." A pregação se concentrou em Isaías 53, mostrando que o Messias veio ao mundo com o propósito central de morrer, sendo a cruz o fundamento da salvação e do Evangelho. O pastor explicou que, desde o início, os sacrifícios de animais no Antigo Testamento, embora incapazes de remover a culpa, comunicavam a seriedade do pecado e a necessidade de um substituto que levasse a morte que o pecador merecia.A passagem de Isaías 53 profetiza o Servo Sofredor que, diferentemente da nação de Israel (que sofria por seus próprios pecados), é justo, inocente e sem pecado (v. 9). O Pr. Daniel argumentou que essa profecia só pode se referir a Jesus, que voluntariamente tomou sobre Si (v. 4) as iniquidades de "nós todos" (v. 6), sendo "traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades" (v. 5). A morte de Cristo é o único caminho para a redenção, pois, para que Deus fosse justo e justificador, era necessário um sacrifício de valor infinito (somente o próprio Deus) com a natureza humana (para experimentar a ira como um de nós). Deus agradou-Se em moê-lo (v. 10) para satisfazer Sua justiça.A justificação só é possível por este sacrifício. O pastor refutou a ideia de que Deus poderia perdoar por mero decreto (o que comprometeria Sua justiça), afirmando que a morte de Jesus era o único meio para que Deus fosse "justo e justificador" (Romanos 3:26). A evidência da eficácia desse sacrifício é que os sacrifícios da Antiga Aliança (touros e bodes) tiveram que ser repetidos continuamente, enquanto o sacrifício do corpo de Cristo foi realizado uma vez por todas (Hebreus 10) e é definitivo. A profecia de que o Servo "prolongará os Seus dias" (v. 10) aponta para a ressurreição (celebrada na Páscoa). Finalmente, Jesus verá o fruto do penoso trabalho de Sua alma e ficará satisfeito (v. 11), pois a Sua morte garantiu a remissão dos pecados para o Seu povo.Tópico: Credo dos ApóstolosPastor: Daniel Deeds | @pr.danieldeedsLocal: Acampamento IBRBHTexto-Base: Isaías 53; Hebreus 2:10-18; Romanos 3:26Tema Central: A justificação e o perdão dos pecados pela substituição penal na cruz.

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Retiro IBRBH - Credo Apostólico: Creio em Jesus Cristo, Nosso Senhor | Pr. Judiclay Santos

O Pastor Judiclay Santos (@judiclay) da Igreja Batista do Jardim Botânico ministrou sobre a porção cristológica do Credo dos Apóstolos: "Creio em Jesus Cristo, Seu único Filho, nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria." A mensagem iniciou-se defendendo o valor dos credos e catecismos como recursos pedagógicos que sintetizam a fé bíblica, contrastando com o "evangélico de alma católica" que se apega ao mérito e à performance religiosa. Com base no prólogo de João 1:1-3, 14, o Pastor Judiclay apresentou Jesus Cristo como o centro da fé, expondo a doutrina da Dupla Natureza: Ele é plenamente divino e plenamente humano em uma só Pessoa. Ele é o Verbo (Logos) eterno, que sempre existiu e estava em plena comunhão com o Pai; é distinto do Pai e é plenamente Deus, consubstancial a Ele, refutando heresias antigas como o arianismo, que tentavam diminuir Sua divindade.

O pastor sublinhou a divindade de Cristo ao afirmar que Ele é o agente da criação e o sustentador do universo (João 1:3; Colossenses 1; Hebreus 1:3). Jesus é o instrumento através do qual o Pai, pelo Espírito, criou todas as coisas — visíveis e invisíveis — e que agora sustenta a Terra em sua órbita. Em seguida, o pregador abordou o aspecto plenamente humano, que se manifesta na encarnação: "O Verbo se fez carne" (João 1:14). Este é o grande mistério, o "escândalo inalcançável à mente humana" — o ilimitado entrando na limitação. A concepção miraculosa pelo Espírito Santo e o nascimento virginal acentuam essa dualidade de naturezas (Lucas 1:35), provando que Jesus não nasceu pela via humana comum, mas por uma intervenção sobrenatural que O preservou do pecado herdado de Adão. O nascimento virginal é, portanto, a guarda da porta do mistério da redenção.

Finalmente, a mensagem destacou o propósito redentivo da encarnação: a missão de Jesus era nos reconciliar com Deus e nos libertar da tríplice tirania: do pecado (salvando Seu povo dos seus pecados, Mateus 1:21), do Diabo (destruindo Suas obras, 1 João 3:8) e da morte. Sendo o único ser plenamente divino e humano, somente Cristo poderia ser o representante federal perfeito, cumprindo a lei e morrendo na cruz para satisfazer a justiça de Deus. O Pastor Judiclay concluiu que a boa teologia e o estudo dessas verdades (como as expressas nos Credos de Niceia e Calcedônia) não são abstratas, mas têm profundas implicações práticas, sustentando o crente diante das provações e hostilidades, transformando a morte, pelo poder de Cristo, em apenas um "rio que você atravessa" para estar nos braços do Salvador.Tópico: Credo dos ApóstolosPastor: Judiclay Santos | @judiclayLocal: Acampamento IBRBHTexto-Base: João 1:1-3, 14; Lucas 1:35; Hebreus 1Tema Central: A dupla natureza de Jesus Cristo (Verbo Eterno e Homem Perfeito) e o mistério da Sua concepção.

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Retiro IBRBH - Credo Apostólico: Creio no Deus Criador | Pr. Rubner Durais

Nesta terceira mensagem do acampamento, o Pastor Rubner Durais (@rubnerdurais) deu continuidade ao estudo do Credo dos Apóstolos, focando na cláusula "Criador dos céus e da terra". A pregação enfatizou que, assim como o conhecimento de Deus (quem Ele é) exige a revelação especial, a compreensão da origem de todas as coisas (como Ele fez) também é impossível para o homem sem que o Criador conte. O pastor usou o relato de Gênesis 1 para mostrar que Deus, no poder da Sua palavra, primeiramente deu forma (separando luz/trevas, céus/águas, terra/mares) e depois preencheu a criação com exuberância e variedade (luzeiros, aves, animais, vegetação), demonstrando um poder inigualável e majestoso. A glória e a sabedoria de Deus são evidentes em cada detalhe da criação, desde as baleias e sardinhas até as cores e texturas das pedras.

O ponto culminante da criação foi o ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus (Gênesis 1:26-27), o único que carrega o privilégio e a responsabilidade de manifestar a glória do Senhor de forma peculiar, atuando como mordomo submisso. O Pastor Rubner explicou que a motivação de Moisés ao escrever Gênesis não era apenas corrigir a teologia dos israelitas libertos do Egito (mostrando que o sol, o sapo e o gato não são deuses), mas principalmente ensiná-los a viver para a glória do Criador, submetendo-se à Sua lei. A história triste do livro de Juízes — onde o povo destrói a Terra Prometida ao fazer o que "achava mais certo aos seus próprios olhos" — demonstra a consequência da rejeição à autoridade de Deus como Legislador e Rei.

A conclusão da mensagem ressaltou que a crença no Deus Criador, que é autoridade suprema, implica também a confiança no Seu cuidado providencial. O pastor fez uma conexão direta entre Gênesis e o Sermão do Monte, citando Jesus (Mateus 6) que argumenta: se Deus criou a vida e o corpo, Ele tem o poder e o desejo de alimentar e vestir (sustentar) Suas criaturas. A certeza de que Deus é o Criador dos céus e da terra sustenta a vida cristã, pois implica que nada foge ao Seu controle e que Ele está cuidando daqueles que O amam, mesmo em meio às dificuldades. O desafio final foi para que a igreja conheça a Deus profundamente para viver com a convicção plena do Seu cuidado e submissão à Sua vontade, priorizando o conhecimento de Deus sobre as "perfumarias" da vida.Tópico: Credo dos ApóstolosPastor: Rubner Durais | @rubnerduraisLocal: Acampamento IBRBHTexto-Base: Gênesis 1Tema Central: A glória do Deus Criador como Autoridade Suprema e Provedor.

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Retiro IBRBH - Credo Apostólico: Creio em Deus Pai Todo-Poderoso | Pr. Rubner Durais

O Pastor Rubner Durais (@rubnerdurais), da Igreja Batista Vila Branca, deu continuidade à série sobre o Credo dos Apóstolos, abordando a segunda cláusula: "Creio em Deus Pai Todo-Poderoso". A mensagem iniciou-se questionando a identidade desse Deus, cuja existência foi confirmada na pregação anterior, e ressaltou a importância da revelação especial (a Escritura) para mover o conhecimento de Deus além da mera percepção limitada da revelação geral. O pastor utilizou a analogia dos cegos e o elefante para ilustrar como a percepção humana, isolada, leva à confusão sobre a divindade; somente quando o "elefante fala" – quando Deus se revela – é que se pode conhecer a verdade completa.

O centro da revelação especial é o monoteísmo cristão, ou seja, a afirmação de que existe somente um Deus e não há outro, conforme claramente declarado em textos como Deuteronômio 6 e Isaías 45, onde o profeta reitera diversas vezes que "não há outro". No entanto, o Pastor Rubner explicou que a luz plena da revelação do Novo Testamento, comparada à chegada da luz elétrica em uma sala escura, revela o mistério da Trindade: Deus é uno em essência, mas subsiste em três pessoas (Pai, Filho e Espírito Santo). Ele enfatizou que essa relação não é uma contradição (como a água em três estados, que quebra a diversidade) nem uma divisão (como o ovo, que quebra a unidade), mas uma unidade e diversidade eternamente preservadas. As heresias sobre o ser de Deus, historicamente, sempre quebraram uma dessas duas realidades.

Por fim, a pregação abordou as duas partes da cláusula. A afirmação "Pai" não se refere primeiramente a Ele ser nosso Pai, mas sim que Ele é Pai do Filho (Efésios 1:3), que é eternamente gerado. A paternidade de Deus é afirmada em função do Filho, e a adoção de pecadores como filhos só é possível por meio de Jesus Cristo. Já a afirmação "Todo-Poderoso" foca na transcendência de Deus, ou seja, em Seus atributos incomunicáveis, como onipotência, onisciência e, especialmente, a Eternidade (sem início nem fim, existindo fora do tempo e espaço). Essa majestade é tão pura e justa que naturalmente repele o pecador (citando Adão se escondendo, Moisés e Isaías temendo a morte, e Pedro caindo aos pés de Jesus). Contudo, o ponto mais extraordinário é que esse Deus todo-poderoso, que já tinha um Filho, decidiu em amor adotar pecadores por meio da obra de Cristo, permitindo que aqueles que estão em Cristo se acheguem a Ele com intrepidez e O chamem de Pai.Tópico: Credo dos ApóstolosPastor: Rubner Durais | @rubnerduraisLocal: Acampamento IBRBHTexto-Base: Isaías 45 e Efésios 1:3-5Tema Central: A unidade e diversidade de Deus (Trindade) e a paternidade revelada em Cristo.

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1 month ago
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Retiro IBRBH - Credo Apostólico: Creio em Deus | Pr. Daniel Deeds

Nesta primeira mensagem da série sobre o Credo dos Apóstolos, o Pastor Daniel Deeds (@pr.danieldeeds) da Igreja Batista Histórica focou na afirmação "Creio em Deus", baseando-se em Hebreus 11:6. A pregação estabeleceu que a fé na existência de Deus é o alicerce indispensável da vida cristã, pois aquilo que o indivíduo crê reflete diretamente na forma como ele vive, ressaltando que as doutrinas são o fundamento da conduta. O pastor destacou que os credos surgiram historicamente para preservar a verdade do cristianismo, diferenciando a fé genuína das distorções, e afirmou que a crença em Deus é o ponto de partida para responder a todas as grandes questões da vida, como origem e significado.

O Pr. Daniel Deeds dedicou parte do sermão a apresentar as evidências da criação (Argumento Cosmológico), citando Romanos 1:18-20 para sustentar que os atributos invisíveis de Deus são manifestos e inegáveis na natureza. Ele detalhou a perfeição do design no universo, mencionando a massa exata da Terra, a função reguladora da Lua e das marés, a composição perfeita da atmosfera e a complexidade do olho humano, argumentando que a coincidência de todas essas condições de vida é estatisticamente impossível. O testemunho da criação demonstra a bondade e provisão de Deus, o que deveria levar o ser humano à gratidão.

Por fim, o pastor confrontou o ateísmo, caracterizando-o não como uma conclusão científica, mas como uma fuga intencional das evidências, motivada por um argumento imoral: a aversão a um Deus justo que exige retidão e prestação de contas. Conforme Romanos 2:4, a ingratidão do homem impede o arrependimento, apesar da bondade de Deus. A mensagem se encerrou com o desafio de escolher a fé, reconhecendo que o desejo de incredulidade é um desejo para que a justiça não prevaleça no universo.Tópico: Credo dos ApóstolosPastor: Daniel Deeds | @pr.danieldeedsLocal: Acampamento IBRBHTexto-Base: Hebreus 11:6Tema Central: A fé na existência de Deus e o testemunho da criação

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Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Culto – Discipulado: O Chamado do Senhor e a Autoridade que Envia

Neste culto da Igreja Batista Reformada de Belo Horizonte, o pastor titular, Fabricio Correa (@fabriciofik), pregou sobre o tema do discipulado cristão com base na Grande Comissão de Mateus 28:16–20. A mensagem inaugurou uma série de pregações e aulas dominicais voltadas para aprofundar a compreensão da igreja sobre o que significa ser discípulo de Jesus, viver sob sua autoridade e participar da missão de fazer outros discípulos.A mensagem começou contextualizando o momento pós-ressurreição, quando os onze discípulos foram até a Galileia, conforme Jesus havia indicado. Ali, o Cristo ressurreto se apresenta a eles e declara: “Foi-me dada toda a autoridade nos céus e na terra”. Segundo o pastor, este é o ponto de partida do discipulado: reconhecer que Jesus é Senhor de todas as coisas. Não há discipulado verdadeiro sem a rendição a essa autoridade absoluta — autoridade sobre o mundo físico, sobre as realidades espirituais, sobre a morte, e sobre cada aspecto da vida.Fabricio destacou que o discipulado não é meramente uma adesão religiosa ou um programa de igreja, mas uma relação de sujeição, adoração e obediência ao Mestre. O verdadeiro discípulo não segue Jesus apenas quando tudo vai bem. Ao contrário, o discipulado é testado nos momentos de dor, crise, doença e perseguição. Jesus não chamou os seus seguidores para uma vida confortável, mas para um caminho de entrega integral, que envolve negar a si mesmo, tomar a cruz e segui-lo.Ao tratar do imperativo “fazer discípulos”, o pastor explicou que isso só é possível para aqueles que já são discípulos. A missão da igreja começa com reconhecer quem Jesus é — sua pessoa, sua obra e sua autoridade — e então testemunhar essas verdades a outros. O discipulado é, antes de tudo, apresentar Cristo às pessoas, e isso se desdobra no batismo (como ato público de identificação com Cristo) e no ensino (como prática contínua de formação cristã).Um ponto forte da mensagem foi a crítica à substituição do discipulado autêntico por estruturas e métodos. Fabricio alertou que, embora ministérios e programações sejam importantes, eles jamais podem substituir a centralidade de Cristo no processo de formação espiritual. Muitos se envolvem com as “coisas de Deus”, mas perdem o amor pelo “Deus das coisas”. O discípulo não vive em função da estrutura, mas vive em função do Senhor da estrutura — aquele que o chamou, salvou, comprou com preço de sangue e permanece com ele até o fim dos tempos.Por fim, o pastor desafiou a igreja a avaliar sua caminhada: se há pouco desejo por Cristo, se o seguimento a Ele se tornou pesado, se a fé está centrada apenas em benefícios terrenos, há algo errado no coração. A vida cristã é uma jornada de amor crescente por Jesus, e o discipulado é a expressão natural de quem contempla sua glória. Aqueles que verdadeiramente o viram, o ouviram e foram transformados por Ele, desejam que outros também o conheçam. Fazer discípulos é, portanto, um milagre que só é possível porque Jesus está conosco — todos os dias — até o fim.Texto-base: Mateus 28:16–20Pastor titular: Fabricio Correa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteInstagram: @batistareformadabh

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1 month ago
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Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
EBD – Discipulado: Seguir e Imitar a Cristo como Caminho de Vida

Nesta Escola Bíblica Dominical da Igreja Batista Reformada de Belo Horizonte, o pastor titular, Fabricio Correa (@fabriciofik), iniciou uma série de reflexões sobre o discipulado cristão, com base em 1 Tessalonicenses 1:2–10. A aula integrou o início de um mês de estudos e pregações sobre o tema, que será explorado tanto nos cultos quanto nas aulas de EBD ao longo de novembro e início de dezembro.O estudo se concentrou na dimensão mais essencial do discipulado: o chamado de cada cristão para seguir e imitar a Jesus Cristo. A partir do exemplo da igreja de Tessalônica, o pastor destacou que Paulo via naquela comunidade os frutos claros da eleição divina — não apenas pela fé professada, mas pela transformação visível de vida. Aqueles irmãos haviam se tornado imitadores de Cristo ao observar e seguir o modelo dos apóstolos, e com isso tornaram-se também modelos para outras igrejas, espalhando sua fé e testemunho por toda a Macedônia e Acaia.O discipulado foi apresentado não como um programa, mas como um modo de vida moldado pela admiração e imitação. O cristão é alguém que foi cativado por Cristo, e por isso deseja conhecê-lo, ouvi-lo e segui-lo em todos os aspectos da vida. Mas esse processo de imitação nunca acontece de forma isolada: ele é sempre mediado por pessoas — os apóstolos, líderes espirituais, irmãos maduros — que também seguem o Senhor e se tornam referência para os demais. A fé cristã se constrói e se transmite por meio de uma cadeia viva de discípulos que seguem, aprendem e reproduzem a vida do Mestre.O pastor também fez um alerta contra a cultura atual marcada por individualismo, originalidade forçada e relativismo. Em tempos onde se prega a autenticidade a qualquer custo, muitos cristãos perdem de vista a beleza da imitação. A tentativa de ser totalmente único e “diferente de todos” pode afastar o discípulo de Cristo do próprio caminho de discipulado. A vida cristã não é inventada por nós, mas herdada, transmitida, compartilhada. E o discipulado não é uma busca por ser original, mas por ser semelhante a Cristo, como foram os que vieram antes de nós.Foi enfatizado que todo ser humano imita algo ou alguém, e que os desejos mais profundos são moldados pela admiração. Por isso, é urgente refletir sobre quem temos admirado e quais desejos essas pessoas estão gerando em nós. Quando líderes, influenciadores ou modelos que seguimos não estão próximos do evangelho, inevitavelmente cultivamos em nós desejos que nos afastam de Cristo. Isso também vale dentro da igreja: se pastores e líderes buscam apenas poder, fama ou dinheiro, produzirão esses mesmos desejos em seus discípulos. O discipulado verdadeiro começa na adoração, e não apenas na imitação moral — pois não basta admirar a ética de Jesus, é preciso adorá-lo como Senhor e desejá-lo como Salvador.O pastor concluiu com uma exortação à igreja: será que temos sido modelos para que outros conheçam e sigam a Jesus? Será que temos imitado Cristo de forma que nossa fé se torne conhecida e admirável? Assim como Paulo escreveu à igreja de Tessalônica, ele perguntou: se uma carta fosse enviada hoje à nossa igreja, haveria nela uma ação de graças pelo nosso testemunho visível, frutífero e fiel? O discipulado cristão é, antes de tudo, um convite para negarmos a nós mesmos, abandonarmos a obsessão por autenticidade e permitirmos que Cristo seja visto, desejado e seguido por meio de nossa vida.Texto-base: 1 Tessalonicenses 1:2–10Pastor titular: Fabricio Correa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteInstagram: @batistareformadabh

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1 month ago
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Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Culto – A História da Igreja: A Igreja Medieval e os Pré-Reformadores

Neste culto da Igreja Batista Reformada de Belo Horizonte, o pastor titular, Fabricio Correa (@fabriciofik), pregou sobre o desenvolvimento da Igreja Cristã desde o século V até os momentos que antecederam a Reforma Protestante. A mensagem foi baseada na carta à igreja de Laodiceia (Apocalipse 3:14–22), usada como espelho da condição espiritual da Igreja durante a Idade Média: rica em estruturas e influência, mas espiritualmente apática, acomodada e distante de Cristo.O sermão começou abordando a institucionalização da Igreja após sua oficialização pelo imperador Teodósio, em 380 d.C., quando o cristianismo passou a ser a religião oficial do Império Romano. Com isso, muitos passaram a fazer parte da Igreja não por fé, mas por interesses sociais e políticos. A estrutura eclesiástica adotou o modelo imperial romano, e a fé se tornou distante do povo comum, criando um clericalismo que afastava as Escrituras das mãos do povo. Para combater essa decadência espiritual, surgiram os movimentos monásticos, onde monges se retiravam para o deserto em busca de uma vida piedosa e consagrada, como uma forma de protesto contra a corrupção do cristianismo institucionalizado.O pastor também destacou os grandes desafios enfrentados nesse período, como as invasões bárbaras que culminaram na queda do Império Romano do Ocidente, o surgimento e expansão do islamismo, que em cerca de um século conquistou dois terços do território cristão, e a aliança entre Igreja e Estado no ocidente, marcada por figuras como Carlos Magno. Foi nesse contexto que se iniciaram as cruzadas — campanhas militares organizadas pela Igreja para retomar Jerusalém e outros territórios sagrados, nas quais muitos foram incentivados a lutar em troca de indulgências, ou seja, promessas de perdão total dos pecados.Outro ponto abordado foi o surgimento das universidades, como Oxford, Paris e Bolonha, que, embora originadas no seio da Igreja, se tornaram berço do renascimento intelectual e da redescoberta das Escrituras. Este cenário preparou o terreno para o surgimento de homens que antecederam a Reforma Protestante — os chamados pré-reformadores. Entre eles, destacaram-se John Wycliffe, que traduziu a Bíblia para o inglês e combateu o papado; Jan Hus, que foi condenado e queimado vivo por suas pregações fiéis; e Girolamo Savonarola, um pregador italiano que denunciou a corrupção eclesiástica e também foi executado.Encerrando a pregação, o pastor destacou o alerta de Cristo à igreja de Laodiceia: “Eis que estou à porta e bato”. Assim como naquela época, a igreja contemporânea precisa reconhecer sua mornidão espiritual e abrir novamente espaço para Cristo reinar no centro da fé, da adoração e da vida. A mensagem terminou com um chamado urgente ao arrependimento, à fidelidade bíblica e à vigilância contra o conformismo religioso, para que a igreja de hoje não repita os mesmos erros da era medieval.Textos-base: Apocalipse 3:14–22Pastor titular: Fabricio Correa | @fabriciofikLocal da gravação: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteInstagram: @batistareformadabh

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2 months ago
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Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Culto – A História da Igreja: Falsos Ensinos e Heresias nos Primeiros Séculos

Neste culto da Igreja Batista Reformada de Belo Horizonte, o pastor titular, Fabricio Correa (@fabriciofik), pregou sobre os falsos ensinos e heresias enfrentados pela Igreja nos primeiros séculos, dando sequência à série especial de pregações sobre a História da Igreja em comemoração ao mês da Reforma Protestante.

A partir da epístola de Judas (versículos 3–4 e 12–13, NVI), o pastor expôs como a Igreja primitiva foi severamente atacada por falsos mestres e movimentos doutrinários perigosos, muitos dos quais ecoam até os dias de hoje.

Entre os principais erros doutrinários tratados estavam:

Gnosticismo: que negava a encarnação de Cristo, desvalorizava a criação e propagava misticismo esotérico como meio de salvação.

Marcionismo: que rejeitava o Antigo Testamento e distorcia a divindade de Deus e de Jesus.

Montanismo: que colocava "novas revelações" acima das Escrituras.

Maniqueísmo: que promovia um dualismo entre o bem e o mal, como se Deus e Satanás tivessem forças equivalentes.

Arianismo: que negava a divindade plena de Cristo, combatido nos primeiros Concílios da Igreja (Niceia, Calcedônia etc.).

O pastor mostrou como esses falsos ensinos tentavam desviar os cristãos da fé bíblica, muitas vezes levando a extremos como o legalismo severo ou a libertinagem moral, ambos combatidos pelas Escrituras.

Foram citados nomes como Irineu de Lyon, Policarpo e Atanásio, que se levantaram contra as heresias com clareza doutrinária e fidelidade às Escrituras.A pregação reforçou que a verdadeira igreja sempre batalhou pela sã doutrina — não como formalismo estéril, mas como base para adoração verdadeira e uma vida cristã frutífera.

Judas alerta que os falsos mestres são como "nuvens sem água", "árvores sem fruto", "pastores que só cuidam de si mesmos" — e que não devemos negligenciar a doutrina sob o pretexto de amor ou unidade.

A mensagem foi encerrada com um chamado à autenticidade teológica, confrontando os ouvintes com perguntas fundamentais:“Em que você sustenta sua fé? Quem é Jesus para você? O que é o Evangelho que você crê e prega?”

Pastor titular: Fabricio Correa | @fabriciofik
Local da gravação: Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Instagram: @batistareformadabh

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2 months ago
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Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte. Culto domingo às 10h e sábado às 19h. R. das Canárias, 50 - Santa Branca, Belo Horizonte - MG, 31560-050. Instagram: @batistareformadabh Aqui são disponibilizadas todas as pregações expositivas do Evangelho, ministradas em nossa igreja. Que essas mensagens possam abençoar a sua vida.