O Evangelho é um chamado ao relacionamento.
É um chamado de pertencer a Deus. Aqui não apenas por um direito de criação, mas um convite a uma relação íntima onde somos dEle, e podemos dizer que Ele é nosso. Além de dono e salvador, nosso noivo e amigo.
A mensagem que salva e transforma tem origem totalmente divina; deve ser recebida (acolhida) como palavra de Deus; e opera eficazmente na vida de quem verdadeiramente crê.
Você deseja mais a Eternidade a cada dia, ou continua sedento por livramentos temporarios para que possa desfrutar mais deste mundo?
O cristão é aquele que, por está em Cristo, provou da morte e ressureição com Ele. Sendo assim, ele tem a obrigação de matar a velha vida, despir-se de algumas vestes, que não lhe são mais adequadas, e revestir-se das virtudes do próprio Cristo. O cristão é uma nova criação, para viver uma nova realidade, de acordo com a sua nova vida.
a)Embora a transformação inicial do coração ocorra no momento da salvação, ela também é um processo contínuo conhecido como santificação. Filipenses 1:6 assegura aos crentes: "Aquele que começou boa obra em vocês continuará a aperfeiçoá-la até o dia de Cristo Jesus". Esse processo envolve submissão diária à vontade de Deus, crescimento contínuo na maturidade espiritual e crescente conformidade com a imagem de Cristo.
b) A transformação do coração tem implicações práticas para a vida diária. Ela afeta relacionamentos, prioridades e tomada de decisões, à medida que os crentes buscam viver os mandamentos de Cristo. Em Mateus 22:37-39 , Jesus resume a lei com os maiores mandamentos: "Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o primeiro e maior mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo". Um coração transformado é aquele que ama a Deus de todo o coração e estende esse amor aos outros.
c) Em resumo, a transformação do coração é uma obra divina iniciada por Deus, facilitada pelo Espírito Santo e evidenciada por uma vida que reflete cada vez mais o caráter e o amor de Jesus Cristo. É tanto uma mudança definitiva no momento da salvação quanto uma jornada de crescimento e renovação ao longo da vida.
Jesus nos advertiu que o amor de quase todos esfriaria, mas não disse que não seria possível reverter esse quadro caótico, que muitos de nós temos vivido.
Se quisermos vencer o esfriamento precisamos voltar à fonte, voltar à cruz, voltar ao calvário, onde o amor de Cristo nos constrange, onde o sangue derramado nos lembra sobre o preço da nossa salvação.
Reconheçamos a nossa frieza; voltemos à oração e à palavra; valorizemos a comunhão com os santos; sirvamos ao Senhor com alegria; tiremos os nossos olhos do mundo e os fixemos firmemente no Autor e Consumador de nossa fé.
Conforme observado, praticamente tudo o que tem acontecido, e que tem sido chamado de "Avivamento", não passa da ação de homens, que insistem em conduzir a obra de Deus, sem uma real dependência do Deus da obra. Iisto apenas reforça a idéia de que necessitamos urgentemente de um verdadeiro avivamento, que somente Deus pode produzir, e que tem como ponto de partida um retorno para Ele, por parte do Seu povo, com humilhação, choro, pranto e santidade, ou seja, com um profundo arrependimento.
Devemos viver de tal maneira, que em qualquer momento que Jesus voltar, estejamos prontos para recebê-Lo, afinal de contas, podemos não saber o dia em que Ele vai voltar, mas temos a certeza de que Ele virá.
A pregação do verdadeiro Evangelho e encharcada da Pessoa de Cristo. Ele é a fonte, o autor, o auxiliar na Pessoa do Espírito, e o objetivo a ser alcançado.
Toda contaminação deve ser vista como maldição, por mais graciosa que pareça ser.
Trabalho, família, ministério muito menos dinheiro não devem substituir o centro do Evangelho.
O caminho para o discipulado cristão é aceitar o desafio para uma jornada de fé, sacrifício e dedicação a Cristo, onde o foco principal é a vontade de Deus e a busca pela vida eterna.
Os falsos profetas são o juízo de Deus para um povo que odeia a verdade do evangelho; que rejeita a verdade e ama a mentira; que deseja um cristianismo sem cruz e um céu sem santidade. Esta é a razão pela qual as palavras de Paulo continuam ressoando em alto e bom som: “prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina.”
Este evento serve como um aviso sobre a importância da obediência e da reverência na adoração a Deus, enfatizando a santidade de Deus e a necessidade de adoração que esteja em conformidade com as suas instruções.
Com Davi aprendemos, que independente do quão desesperado possa estar o nosso coração, inclusive com a sensação de que Deus está distante de nós, podemos clamar a Ele. Também aprendemos que existe uma rocha bem mais alta do que nós, onde podemos estar seguros, afinal de contas Deus é refúgio, torre forte, esconderijo e abrigo para o Seu povo.
Devemos levar em grande consideração as palavras de Cristo, mantendo o cuidado necessário para não sermos seduzidos pelas mentiras dos falsos profetas. Para isso precisamos estar firmados e alicerçados nas verdades sólidas da palavra de Deus, tendo em vista que o principal teste de um profeta é a sua fidelidade às Escrituras.
Para não corrermos o risco de termos uma fé em Cristo que seja vã, devemos fundamentar toda nossa fé e confiança no evangelho de Cristo, acreditando piamente em tudo o que por Jesus e os Seus apóstolos foi ensinado, rejeitando assim qualquer ensinamento que lhe seja contrário.
A tragédia de um povo tem sempre o mesmo roteiro: soberba, prosperidade financeira, despreocupação com as coisas que realmente importam e egoísmo. O ápice de todo esse processo é toda sorte de pecados abomináveis aos olhos de Deus e, consequentemente, o derramar do Seu juízo.
“Se alguém não vos receber, nem ouvir as vossas palavras, ao sairdes daquela casa ou daquela cidade, sacudi o pó dos vossos pés. Em verdade vos digo que menos rigor haverá para Sodoma e Gomorra, no Dia do Juízo, do que para aquela cidade.”
Mateus 10:14-15
Não podemos atribuir a Deus culpa alguma pelos fracassos que experimentamos, diante das provações e tentações que passamos, pois Ele não é o autor do mal, nem tão pouco a ninguém tenta. Somos os únicos responsáveis pelos nossos tropeços e quedas. Por isso, a advertência de Jesus: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação”. (Mc.14:38a). Não há desculpa para o pecado. Somos os únicos responsáveis por cometê-lo.
“Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar.”
1 Coríntios 10:13
Devemos estar atentos aos falsos profetas, por mais sinais ou prodígios que sejam por eles realizados. Devemos nos envolver profundamente com Deus e Sua Palavra, de tal maneira que estejamos protegidos contra eles e assim possamos rejeitá-los e combatê-los.
A fé nos introduz em um relacionamento com Deus e com a Sua Palavra; o amor evidencia a nossa fé em Deus e em Sua Palavra; e a esperança enche o nosso coração de expectativas por um futuro glorioso, por causa das promessas de Deus em Sua Palavra.
Que a visão da gloria de Cristo nos humilhe, atraindo o nosso coração para sua majestade. Que tal experiência nos livre de todo o temor nos levando cada vez mais próximo dEle.