No último episódio do ano do Impacto Científico, Izadora Mattiello conversa com Camila Aloi, gerente de programas do Instituto de Cidadania Empresarial, sobre como as universidades podem assumir um papel mais ativo na geração de impacto social.
Ao longo da entrevista, Camila compartilha sua trajetória entre educação, sociedade civil e economia de impacto, e reflete sobre os caminhos possíveis para integrar ensino, pesquisa e extensão de forma mais conectada com os desafios reais da sociedade.
Falamos sobre o modelo da tríplice hélice e sua ampliação para incluir a sociedade civil, o lugar da extensão universitária na formação de profissionais mais comprometidos com impacto socioambiental, as barreiras institucionais das universidades e os sinais de transformação que já estão em curso no Brasil.
Uma conversa para quem atua ou se interessa por ciência, educação superior, inovação social e pela relação entre universidade e território.
Neste episódio, conversamos com Elisa Mueller (Minha Campinas), Gustavo Palma (mestrando em Demografia/Unicamp) e Prof. Igor Cavallini Johansen (IFCH/Unicamp) sobre o Mapeamento das Iniciativas de Saúde Mental das Juventudes em Campinas, realizado em parceria entre a Minha Campinas, Unicamp e com apoio da FEAC.
Falamos sobre como nasceu a parceria, o papel das OSCs como produtoras de conhecimento, os bastidores da pesquisa, os aprendizados metodológicos, o mapeamento georreferenciado das ações no território e os próximos passos para transformar esses dados em políticas públicas e investimentos mais estratégicos.
📄 Leia o relatório completo:Mapamentes Juventudes
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Este estudo foi realizado com apoio da FEAC, que financiou a pesquisa e estimulou a parceria entre universidade e sociedade civil para ampliar o entendimento sobre saúde mental das juventudes nas periferias de Campinas.
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Como a ciência pode servir quem mais precisa?No novo episódio, a pesquisadora Luiza Cruz (DNDi) conta sua jornada e explica como funciona o modelo global e colaborativo que desenvolve medicamentos para doenças negligenciadas. Uma conversa sobre ciência, justiça e impacto social.
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O que acontece quando biólogos, engenheiros, programadores, antropólogos e comunidades locais se unem para enfrentar um dos maiores desafios do nosso tempo: mapear e conservar a biodiversidade das florestas tropicais?
Hoje, no Dia do Biólogo(a), um episódio especial com Simone Dena, pesquisadora do Museu de Diversidade Biológica da Unicamp e integrante do time brasileiro que conquistou o 3º lugar no XPRIZE Rainforest.
Falamos sobre como a ciência feita em museus pode transformar a sociedade, os bastidores dessa competição internacional que exigiu soluções de ponta para monitorar a floresta sem sequer entrar nela, e a importância da colaboração entre áreas tão diversas quanto biologia, robótica e antropologia.
Uma conversa inspiradora sobre trajetórias possíveis na biologia e sobre como a ciência, quando colaborativa, pode ter impacto muito além da academia.
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Simone Dena é bióloga, gestora/líder e educadora do Museu de Diversidade Biológica (MDBio), da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atua especialmente na curadoria e no gerenciamento das coleções científicas de sons (Fonoteca Neotropical Jacques Vielliard FNJV), vídeos, fotos e coleções de vertebrados.
É bacharela e licenciada em Ciências Biológicas pela UNICAMP e mestre em Ecologia pela mesma universidade. Possui experiência nas áreas de coleções audiovisuais, monitoramento acústico, bioacústica, comunicação animal e ecologia de populações e comunidades. Também atua no desenvolvimento e na execução de ações educativas vinculadas às exposições permanentes e itinerantes do Museu. Além disso, coordena o grupo de Bioacústica do Brazilian Team uma das equipes que participaram da competição internacional XPRIZE Rainforest e conquistaram o terceiro lugar geral. O grupo se dedica ao desenvolvimento de soluções para amostragem, análise e identificação de sons de animais em florestas tropicais, utilizando ferramentas de robótica e inteligência artificial.
Você já pensou em mudar completamente de carreira? Foi o que aconteceu com Rodolfo Moreira Hojda, que deixou o mundo corporativo para se dedicar ao terceiro setor e, mais recentemente, mergulhou em um mestrado na FGV para entender como a ciência pode fortalecer organizações que atuam com a população em situação de rua.
Neste episódio, falamos sobre os desafios e aprendizados de uma transição de vida, os mitos que cercam a população em situação de rua, os dilemas de gestão das organizações sociais e como a academia pode se conectar de forma mais prática e eficiente com quem está na ponta.
Um papo inspirador para quem busca unir propósito, ciência e impacto social.
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Rodolfo Moreira Hojda é gestor de projetos e operações com 24 anos de experiência, sendo os últimos 10 dedicados ao terceiro setor. Atua no desenvolvimento e implementação de programas voltados à atenção de pessoas em situação de vulnerabilidade de alta complexidade, com foco em inclusão produtiva, segurança alimentar e mensuração de impacto. É mestre em Gestão de Políticas Públicas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), sociólogo formado pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), com MBA em Gestão de Projetos pela FGV e pós-graduação em Gestão de Negócios.
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Como fazer com que a ciência responda aos desafios reais do nosso tempo?
Quem define o que é inovação e pra quem ela serve?
Neste episódio, Izadora Mattiello conversa com Gaston Kremer, diretor executivo da WTT, sobre como transformar a política de CT&I para que ela seja mais justa, territorializada e conectada aos saberes locais.
Falamos sobre ciência orientada por missões, filantropia científica, o papel das organizações de base, a relação entre poder e território, e como produzir conhecimento com impacto social real.
Gaston é formado em Relações Internacionais, especialista em Gestão da Inovação pela UFRGS, com atuação em projetos no Brasil e na África, sempre na interseção entre inovação, políticas públicas e transições justas.
No final, ele ainda compartilha 5 livros que marcaram sua trajetória:
Blockchain Chicken Farm, de Xiaowei Wang
Mission Economy, de Mariana Mazzucato
The Innovation Delusion, de Lee Vinsel e Andrew L. Russell
Big Bets, de Rajiv Shah
Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves
Dá o play e vem repensar o que é fazer ciência com propósito.
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Esta temporada do Impacto Científico é uma correalização com a Wylinka, organização sem fins lucrativos que conecta ciência e mercado para gerar impacto real na sociedade. Nesta série especial, discutimos como a filantropia e o investimento social privado podem acelerar a inovação científica no Brasil.
Neste nono e último episódio, revisitamos os aprendizados da temporada “Ciência e Filantropia” com um olhar crítico, afetivo e cheio de bastidores. Ana Calçado (CEO da Wylinka), Izadora Mattiello (idealizadora do podcast) e Paulo Mendonça (gerente de parcerias da Wylinka) compartilham impressões sobre os episódios anteriores e refletem sobre o papel da filantropia na construção de uma ciência conectada com a sociedade.
Neste episódio, você vai ouvir sobre:
— 🔗 Saiba mais: – Wylinka → https://bit.ly/4i2a2vJ
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🎙️ Dessa vez, nos aprofundamos nas raízes e nas possibilidades da filantropia científica no Brasil, em uma conversa imperdível com o Prof. Marcos Kisil, referência no tema e idealizador do GEMA-Filantropia, grupo de estudos do IEA/USP que busca fortalecer a cultura de apoio à ciência no país.
Discutimos os marcos históricos que moldaram (ou travaram) essa relação no Brasil, os aprendizados do modelo norte-americano e os caminhos que podem tornar a filantropia uma aliada real da produção de conhecimento.
🧠 Reflexões que atravessam política pública, cultura institucional e visão de futuro.
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Neste sétimo episódio, exploramos como a filantropia pode contribuir para a sustentabilidade financeira das universidades públicas, sem comprometer sua autonomia. A partir da trajetória e experiência de Guilherme Ary Plonski, discutimos como superar preconceitos, criar estruturas de captação e preparar o campo acadêmico para dialogar com filantropos e investidores sociais.
🎙️ Guilherme Ary Plonski Professor sênior da FEA e do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, é uma das vozes mais respeitadas quando o assunto é gestão universitária e inovação. Coordena o GEMA Filantropia, grupo de estudos voltado a promover a cultura de doação em apoio à ciência, e lidera o GT “Filantropia em Apoio à Ciência” da SBPC. Tem uma longa atuação em conselhos do Sistema Nacional de CT&I e é Pesquisador-Emérito do CNPq.
Neste episódio, você vai ouvir sobre: – O papel legítimo da filantropia na universidade pública – Desafios e resistências internas à captação de recursos privados – Casos marcantes de filantropia na USP e aprendizados práticos – Como equilibrar autonomia acadêmica e apoio externo – Estratégias institucionais para estruturar o diálogo com filantropos – Caminhos para o futuro da sustentabilidade universitária
— 🔗 Saiba mais: – GEMA-USP → https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/gema-filantropia – Livro “Filantropia de risco” → https://sinapse.gife.org.br/download/filantropia-de-risco-do-desenvolvimento-cientifico-ao-desenvolvimento-social – Livro “Doações e doadores da USP” → https://repositorio.usp.br/item/003238180 – IEA-USP no YouTube → https://www.youtube.com/@iea-usp – Wylinka → https://bit.ly/4i2a2vJ
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Apoiar a ciência é investir no futuro, mas por que ainda há tão poucos recursos filantrópicos destinados à pesquisa?
Neste episódio do @impactocientifico, recebemos Sergio Teixeira Ferreira e Luiza Serpa para uma conversa essencial sobre o papel da filantropia na ciência.
Falamos sobre como traduzir o impacto científico para diferentes públicos, a importância da linguagem para aproximar cientistas e filantropos e o potencial transformador da filantropia de risco.
Também discutimos como engajar novos doadores e tornar a ciência mais acessível como causa, além da urgência de construir uma cultura de doação colaborativa no Brasil.
Comente e compartilhe para quem vai gostar desse assunto!
Nossos convidados:
Sergio Teixeira Ferreira, professor titular na UFRJ, membro da Academia Brasileira de Ciências e chairman do Comitê Científico da Alzheimer’s Association International Conference. Pioneiro no Brasil em pesquisas sobre a perda de memória na doença de Alzheimer, ele traz uma bagagem multidisciplinar que conecta bioquímica, física e neurociências.
Luiza Serpa, fundadora e diretora executiva do Instituto Phi, referência no fortalecimento do Terceiro Setor e na mobilização de recursos para causas sociais. Fellow da Skoll Foundation, reconhecida como Empreendedora Social pela Folha de S. Paulo, é uma líder que potencializa o impacto da filantropia no país.
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Neste episódio, conversamos sobre como ampliar o acesso à ciência e à filantropia exige, antes de tudo, por reconhecer e valorizar a diversidade de gênero, raça, território e saberes. A partir das experiências da Women in Action no INSPER e da Rede Comuá, refletimos sobre o que significa, na prática, construir ambientes acolhedores, apoiar quem já está inovando nos territórios e produzir conhecimento que realmente transforme realidades.
Você vai ouvir sobre:
Por que não basta abrir vagas para mulheres e grupos diversos na ciência se o ambiente não for seguro e acolhedor;
A importância de redes de apoio, tanto para impulsionar quanto para amparar quem está inovando;
Como a Rede Comuá fortalece lideranças comunitárias e reconhece saberes não acadêmicos como parte legítima da produção de conhecimento;
O papel da filantropia como capital catalítico, que não substitui o poder público, mas abre caminhos e aposta em soluções reais criadas por quem vive os desafios;
A urgência de uma ciência intencionalmente diversa para que as respostas estejam mais conectadas às demandas locais.
Convidados:
Tania Haddad Nobre, primeira mulher a presidir o Conselho Deliberativo do Insper, com uma trajetória marcada por ações em prol da inclusão de mulheres na ciência e educação, além de liderar iniciativas filantrópicas na KPX e Haddad Foundation.
Jonathas Azevedo, diretor executivo da Rede Comuá, ativista por uma filantropia voltada à justiça socioambiental, com atuação internacional e foco em inovação social e defesa de direitos.
Vem refletir com a gente sobre como construir um ecossistema científico mais diverso, justo e inovador.
Saiba mais:
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Neste quarto episódio, exploramos dois conceitos fundamentais para o avanço da ciência e dos negócios de impacto: o capital paciente e o blended finance. Para essa conversa, reunimos dois grandes nomes da inovação financeira para impacto socioambiental:
Tatiana Botelho
Cofundadora e diretora do Instituto Guayí Ventures, Tatiana tem mais de 25 anos de atuação em sustentabilidade, avaliação ambiental e investimentos de impacto. Engenheira ambiental com formação internacional e ampla experiência em instituições filantrópicas e multilaterais, ela traz uma visão sistêmica sobre como o capital pode transformar realidades — com tempo, estratégia e compromisso.
Marco Gorini
Investidor e empreendedor social, Marco é CEO do Grupo Din4mo e um dos precursores das debêntures de impacto no Brasil. Com uma trajetória reconhecida por instituições como ONU-Habitat e IFC, ele defende uma abordagem inovadora na mobilização de recursos e acredita que o sucesso depende menos da ideia e mais do perfil da equipe e da governança desde o início.
Neste episódio, você vai ouvir sobre:
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A nova temporada do Impacto Científico é uma correalização com a Wylinka, organização sem fins lucrativos que, há mais de 12 anos, conecta ciência e mercado para gerar impacto real na sociedade. Nesta série especial, discutimos como a filantropia e o investimento social privado podem acelerar a inovação científica no Brasil.
Neste terceiro episódio, mergulhamos em uma estratégia fundamental para garantir a sustentabilidade de longo prazo do financiamento científico: os fundos patrimoniais, também conhecidos como endowments.
Para essa conversa, recebemos duas especialistas que estão na linha de frente desse tema no Brasil:
Paula Fabiani: CEO do IDIS (Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social), Paula é uma das principais vozes no país quando o assunto é filantropia estratégica. Defende os fundos patrimoniais como instrumentos essenciais para financiar causas com visão de futuro, incluindo a ciência e a educação.
Cristiane Sultani: Fundadora do Instituto Beja, Cristiane tem apostado em modelos inovadores de apoio ao conhecimento e à justiça social. É uma das idealizadoras do Fundo USP Diversa, criado para apoiar a permanência de estudantes negros e indígenas na universidade pública.
Neste episódio, você vai ouvir sobre:
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A nova temporada do Impacto Científico é uma correalização com a Wylinka, organização sem fins lucrativos que, há mais de 12 anos, conecta ciência e mercado para gerar impacto real na sociedade. Nesta série especial, discutimos como a filantropia e o investimento social privado podem acelerar a inovação científica no Brasil.
Neste episódio, conversamos com dois líderes que têm transformado o campo do apoio à ciência no país:
José Luiz Setúbal, presidente da Fundação José Luiz Setúbal (FJLS), é médico pediatra, filantropo e um dos principais defensores da causa da saúde infantil e do financiamento à ciência no Brasil. Ele atua ativamente para sensibilizar o setor privado sobre o papel estratégico da ciência no desenvolvimento nacional.
Hugo Aguilaniu, Diretor-presidente do Instituto Serrapilheira. Hugo é geneticista especialista em envelhecimento. Após uma carreira acadêmica na França, assumiu a liderança do primeiro instituto privado de fomento à ciência no Brasil. Hoje, lidera iniciativas que apoiam pesquisas de excelência e promovem a divulgação científica.
Nesta conversa, você vai ouvir sobre:
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Livros indicados no episódio:– Filantropia de Risco (Fundação FJLS): https://fundacaojles.org.br/biblioteca/filantropia-de-risco/– The Usefulness of Useless Knowledge, de Abraham Flexner
Conheça o trabalho das organizações envolvidas:– Fundação FJLS → https://fundacaojles.org.br– Instituto Serrapilheira → https://serrapilheira.org– Wylinka → Link que te passei
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Essa é a nova temporada Ciência e Filantropia, uma parceria com a Wylinka – organização sem fins lucrativos que, há 12 anos, conecta a ciência ao mercado para gerar impacto real na sociedade.
A conversa de hoje é uma apresentação do que vai ouvir aqui ao longo de 8 episódios, de como a ciência contribui para enfrentar grandes desafios globais e de que forma a filantropia e o investimento social privado podem acelerar essa jornada. Na nova temporada teremos três hosts: Izadora Mattiello, pesquisadora e empreendedora social, Ana Carolina Calçado, Fundadora e CEO da Wylinka, e Paulo Mendonça, Gerente de Relacionamento e Parcerias da Wylinka.
Então, se esse tema te interessa, segue o podcast para não perder nenhum episódio e compartilhe com quem também vai gostar dessa conversa! Os episódios serão lançados quinzenalmente às quartas-feiras.
Estamos nas principais plataformas de podcast, Youtube da Wylinka e no Instagram (@wylinka e @impactocientifico).
Vamos juntos?
Neste episódio do Impacto Científico, Indira Eyzaguirre – engenheira ambiental e pesquisadora – conta sua trajetória do Peru ao Brasil e revela como o Observatório do Mangue está unindo comunidades por meio da ciência cidadã para o desenvolvimento local e conservação dos mangues.
Conversamos sobre como eles fazem para engajar os jovens nas pesquisas, a luta das comunidades para a conservação local, o valor do conhecimento tradicional, as demandas sociais, os desafios na captação de recursos e como eles fazem para continuar o projeto.
Além de você encontrar muita inspiração sobre como trabalhar com ciência cidadã, você vai sentir a paixão da Indira pelo trabalho e como ela transforma positivamente o meio ambiente e a sociedade.
Saiba mais do Observatório do Mangue no Instagram: @observatoriodomangue
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Um bom episódio pra você!
Sobre o podcast:
Produção e host: Izadora Mattiello
Som: BlueDot Sessions
O que é o Terceiro Setor? E filantropia? Quais são as principais causas? Quem financia os atores que trabalham com projetos de impacto social? E quais semelhanças com a academia?
Para a conversa de hoje e responder essas questões, não tinha pessoa melhor que o Fábio Deboni.
O Fábio é engenheiro agrônomo e mestre em Recursos Florestais pela ESALQ/USP.
Tem experiência na implementação de políticas públicas no Gov. Federal (2003 a 2010); na gestão de investimento social no setor privado (2011 - 2020) e atua como gestor de programa voltado à sustentabilidade da Amazônia (2020 - atual).
É escritor, produtor de conteúdo e idealizador do podcast Impacto na Encruzilhada - no ar desde 2019. Lançou em 2024 seu sexto livro: O que não te contaram sobre Impacto Social.
Sobre o podcast:
Produção e host: Izadora Mattiello
Músicas: Blue Dot Session
Instagram e Linkedin: @impactocientifico
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Em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência - celebrado no dia 11/02, no episódio de hoje doImpacto Científico conversamos sobre o porquê é tão importante não parar de falar de diversidade na ciência, sobretudo sobre o número de mulheres negras no mundo acadêmico e no setor privado das áreas de STEM.
Para falar sobre isso, tive o prazer de receber as fundadorasAna Nascimento eLívia Rodrigues, MSc doPretas na Ciência, uma organização que vem mostrando como é essencial garantir espaço para mulheres negras na ciência.
Conversamos sobre sua jornada, desafios, avanços e o que ainda precisa ser feito para tornar a ciência realmente diversa e acessível.
Obrigada Ana e Lívia pela conversa dinâmica, cheia de energia e conteúdo! Foi um prazer conhecê-las!
Ana Paula Peres Nascimento é CEO e cofundadora do Pretas na Ciência. Formada em Processos Químicos, ela é especializada em Design e UX. Com quase 10 anos de experiência em desenvolvimento de produtos e inovação, Ana tem trabalhado e lançado produtos para diversas marcas. Além disso, ela é ativa em causas sociais relacionadas a gênero e raça.
Lívia Rodrigues é cofundadora e CEO do Pretas na Ciência. É carioca, apaixonada por ciência, diversidade e comunicação . Licenciada em Química pelo IFRJ, é mestre em Ciência e Tecnologia de Polímeros pela UFRJ. São 6 anos de experiência em multinacional de cosméticos, trabalhando com produtos para pele e cabelo para diferentes marcas.
Você sabia que, em muitas escolas que possuem laboratórios de ciências, mas poucos microscópios, uma turma de 25 alunos pode ter apenas 2 minutos por aluno para usar o equipamento?
Agora imagine se cada aluno pudesse ter seu próprio microscópio durante a aula inteira, colocando a mão na massa e aprendendo ciência na prática, explorando a curiosidade, errando, testando e descobrindo o mundo microscópico de verdade?
Essa é a história que você vai ouvir da Cintia Capasso, uma audiologista, mas que se apaixonou por um microscópio portátil de papel sintético e que, desde então, tem levado às escolas do Brasil.
O episódio já está no ar no seu tocador de podcast favorito!
Um bom episódio pra você!
WeCap Tech: microscopia acessível com o projeto Micromundo
Sobre o podcast:
Produção, edição e apresentação: Izadora Mattiello
Trilha Sonora: BlueDot Sessions
Instagram: @impactocientifico
A conversa de hoje foi com a Aline Gonçalves Videira de Souza, Sócia de Inovação, Negócios de Impacto e ESG na SBSA Advogados. Doutora em Administração Pública e Governo na FGV, especialista L.LM em Direito Societário pelo Insper. Integrante do Grupo Jurídico do Sistema B.
Conversamos sobre:
Trajetória inspiradora no Direito e como pesquisadora na área do impacto;
O que são Aceleradoras de negócios de impacto no Brasil;
Como conciliar pesquisa e trabalho;
Recomendações culturais e de carreira.
Uma conversa bem inspiradora para esse início de ano!
Já disponível em todas as plataformas de podcast.
Links do que foi mencionado:
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