Este é o primeiro episódio do InfectoCast em 2026 e ele começa do jeito certo: com raciocínio clínico real, sem atalhos e sem respostas prontas.
No formato Derrube o Expert, apresentamos um caso clínico de início neurológico hiperagudo em um paciente idoso, sem diagnóstico prévio revelado. Os dados surgem aos poucos, como acontece na prática, e o desafio é construir hipóteses, reconhecer padrões, evitar armadilhas cognitivas e decidir com base em raciocínio clínico sólido.
Ao longo do episódio, discutimos como diferenciar causas neurológicas primárias de diagnósticos infecciosos, como interpretar sintomas sistêmicos inespecíficos, o impacto de eventos infecciosos recentes no quadro neurológico e por que o processo de pensamento é mais importante do que chegar rápido a uma resposta final.
Este episódio é indicado para médicos, residentes e estudantes que querem treinar raciocínio clínico aplicado à vida real, aprofundar a integração entre clínica médica e infectologia e desenvolver segurança diante de cenários complexos e incertos.
Escute com calma, pause quando precisar e tente resolver o caso junto com a gente. Aqui, o aprendizado acontece no caminho, não apenas no desfecho.
Se você quer evoluir nesse nível de raciocínio, vale conhecer os programas de Pós-graduação do InfectoCast, desenvolvidos para profissionais de saúde que valorizam ciência sólida, prática clínica e tomada de decisão consciente. As informações estão disponíveis no nosso site.InfectoCast. A gente conta o que ninguém te conta.
A Listeria monocytogenes é uma das bactérias mais desafiadoras da infectologia clínica, associada a infecções graves, alta letalidade e apresentações muitas vezes silenciosas até fases avançadas da doença. Neste episódio do InfectoCast, o nosso Will e João inauguram o quadro Stranger Bugs com uma conversa profunda sobre a listeriose, unindo microbiologia, fisiopatologia, clínica, epidemiologia e tomada de decisão baseada em evidências.
Ao longo da conversa, exploramos os mecanismos que permitem à Listeria monocytogenes invadir o organismo, sobreviver dentro das células e atravessar barreiras críticas como a hematoencefálica e a placentária. Discutimos a transmissão da listeriose, os principais alimentos envolvidos, o quadro clínico mais comum, as apresentações neurológicas e as particularidades da infecção em gestantes, incluindo riscos maternos, fetais e neonatais.
Também aprofundamos o raciocínio diagnóstico da listeriose, os principais diagnósticos diferenciais, os desafios do reconhecimento precoce e o impacto do atraso terapêutico. Analisamos o tratamento em casos leves e graves, os esquemas antibióticos utilizados na prática clínica, novas abordagens terapêuticas descritas na literatura e critérios para manejo em cenários de maior complexidade clínica.
Esse é um episódio essencial para quem atua em infectologia, clínica médica, obstetrícia, neurologia, UTI, vigilância epidemiológica e enfermagem, e para todos os profissionais de saúde que lidam com infecções alimentares de alto risco e decisões clínicas críticas baseadas em evidências.
O uso de antibióticos no fim da vida é uma das decisões clínicas mais complexas dentro dos cuidados paliativos. Neste episódio do InfectoCast, William e Jordan recebem o médico paliativista Dr. Fernando Greco para uma conversa profunda sobre quando, como e porquê tratar infecções em pacientes em terminalidade. A discussão une evidência científica, ética, comunicação difícil e tomada de decisão compartilhada.
Ao longo da conversa, exploramos o conceito de cuidados paliativos segundo a OMS, a visão multidimensional do paciente, as diferenças entre terminalidade, fase final da vida e processo ativo de morte, além de barreiras impostas por profissionais de saúde e o papel do vínculo com pacientes e famílias.
Também analisamos riscos reais do uso de antibióticos nesse cenário, como toxicidade, sobrecarga hídrica, neurotoxicidade, delírio e seleção de bactérias multirresistentes, além do impacto epidemiológico e econômico. Discutimos casos reais, ciclos curtos de teste terapêutico, uso por hipodermóclise, definição de parâmetros de resposta e limites do benefício clínico.
Um episódio essencial para quem atua em infectologia, clínica médica, cuidados paliativos, UTI, geriatria, oncologia e enfermagem, e para todos os profissionais que lidam com decisões críticas no fim da vida.
Para aprofundar esse tema na prática e revisar condutas essenciais do dia a dia, você pode conhecer o curso S.O.S Antibióticos do InfectoCast, criado para oferecer segurança clínica, racionalidade terapêutica e tomada de decisão baseada em evidências.
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A nova vacina de dose única contra dengue do Instituto Butantan marca um avanço histórico no controle da doença no Brasil. Neste episódio do InfectoCast, o infectologista Dr. Ferdinando Lima de Menezes explica como essa vacina foi desenvolvida, quais evidências sustentam sua eficácia e o que muda na prática clínica, no SUS e no manejo das arboviroses.Ao lado do Dr. William Dunke, a conversa aprofunda desde a evolução das vacinas anteriores até os resultados do estudo de fase 3, que acompanhou mais de 16 mil participantes. O episódio esclarece diferenças entre as vacinas da Sanofi, Takeda e Butantan e detalha segurança, efeitos adversos e proteção contra os quatro sorotipos da dengue.
A resistência bacteriana não é exclusividade dos Gram-negativos. Entre Staphylococcus, Streptococcus e Enterococcus, há um universo de mecanismos e desafios terapêuticos que continuam moldando a prática clínica.
Neste episódio, o infectologista Carlos Kiffer e William Dunke revisitam os principais agentes Gram-positivos de relevância clínica, explorando o que mudou, o que preocupa e como a resistência segue evoluindo nos hospitais e na comunidade.
Do alerta de Alexander Fleming, em 1945, aos cenários atuais de MRSA, pneumococos com sensibilidade reduzida e VRE, o episódio mostra como cada decisão terapêutica é parte da história — ainda em escrita — da resistência bacteriana.
▶️ Assista e fortaleça seu raciocínio clínico frente às infecções por Gram-positivos.
FLEMING, A. Penicillin Nobel Lecture, 1945. NobelPrize.org, 1945. Disponível em: https://www.nobelprize.org/prizes/medicine/1945/fleming/lecture/.
LOWY, F. D. Staphylococcus aureus infections. New England Journal of Medicine, v. 339, n. 8, p. 520–532, 1998. doi:10.1056/NEJM199808203390806.
WEINSTEIN, R. A.; HUSKINS, W. C. The changing epidemiology of Staphylococcus aureus. Clinical Infectious Diseases, v. 42, supl. 1, p. S40–S44, 2006. doi:10.1086/491709.
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Boletim Epidemiológico – Resistência Antimicrobiana em Staphylococcus, Streptococcus e Enterococcus. Brasília: MS, 2024. Disponível em: https://www.gov.br/saude/.
LASSEN/INSTITUTO ADOLFO LUTZ. Monitoramento de resistência em pneumococos invasivos: Relatório SERAE 2024. São Paulo: Instituto Adolfo Lutz, 2024.
ARAUJO, M. R.; RIBEIRO, V. B.; GALES, A. C. Vancomycin-resistant Enterococci in Brazil: epidemiology, clinical impact and control strategies. Brazilian Journal of Infectious Diseases, v. 27, n. 2, p. 91–102, 2023. doi:10.1016/j.bjid.2023.02.004.
No InfectoXpert, direto de São Paulo, recebemos o Dr. Fabrizio Motta para uma aula completa sobre pneumonia grave na pediatria — um tema essencial para infectologistas, intensivistas e profissionais que atendem crianças em hospitais gerais, onde a complexidade do cuidado pediátrico frequentemente recai sobre as equipes de infectologia.
O episódio aborda:
• Epidemiologia da pneumonia infantil, mortalidade global e impacto da sazonalidade viral.
• Diferenças etiológicas por faixa etária: recém-nascido, lactente, pré-escolar, escolar e adolescente.
• Mudanças no comportamento do Streptococcus pneumoniae após a introdução da vacina pneumocócica.
• Importância dos sorotipos, dos padrões de resistência e da interpretação dos valores de MIC.
• Diagnóstico clínico, papel da radiografia, ultrassom, biomarcadores e leitura crítica de culturas.
• Racional de antibióticos na pediatria: doses adequadas, PK/PD, hiperfiltração, distribuição e quando ajustar esquemas.
• Condutas para pneumonia comunitária, pneumonia grave, manejo de Staphylococcus aureus (incluindo MRSA) e uso de terapia endovenosa.
• Duração do tratamento, evidências para cursos curtos e impacto da disbiose.
• Situações especiais: sepse comunitária, suspeita de atípicos e interpretação dos painéis moleculares.
No final do episódio, discutimos também o uso de doses altas de amoxicilina, critérios de escolha entre ceftriaxona, ampicilina, piperacilina-tazobactam e estratégias práticas para acertar na primeira prescrição.
Se você trabalha com pediatria, infectologia ou emergência, este conteúdo é indispensável. Em breve, novidades sobre a nova Pós-Graduação em Pediatria em parceria com o InfectoXpert.
No episódio desta semana, Tânia Vergara e Marcos Moura se juntam a Jordan Monteiro Pinheiro e Klinger Faico para um bate-papo imperdível sobre a trajetória da prevenção do HIV — do início da epidemia à chegada da PrEP injetável.
Tânia compartilha histórias marcantes dos primeiros anos da AIDS no Brasil, as mudanças na abordagem clínica e o impacto das novas estratégias de prevenção.
Uma conversa cheia de história, aprendizado e esperança para o futuro da infectologia.
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William Dunke e Jordan Monteiro encaram um caso real cheio de pegadinhas: paciente com febre alta, icterícia e plaquetas despencando. Uma cerveja esquecida no porão muda tudo.Será que o Jordan acerta o diagnóstico?Dá o play e vê se você descobriria antes dele.🎟️ Ingressos pro InfectoXpert já disponíveis:https://infectoxpert.infectocast.com.br/Referência abaixo : -_________________________________________________________________________________________________________________Vista do Leptospirose evoluindo com Doença de Weil: um relato de caso [Internet]. Sbcm.org.br. 2025 [cited 2025 Nov 7]. Available from: https://www.sbcm.org.br/ojs3/index.php/rsbcm/article/view/978/619
No episódio dessa semana, Klinger e Lino seguem na segunda parte da Diretriz Brasileira de Bacilos Gram Negativos Multirresistentes, agora explorando os não fermentadores!
Eles discutem os principais mecanismos de resistência e as recomendações para o tratamento de Pseudomonas aeruginosa, Acinetobacter baumannii, Stenotrophomonas maltophilia e Burkholderia cepacia.
Dê o play e embarque na continuação da diretriz mais aguardada pelos Infectologistas!
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No episódio dessa semana, Klinger e Lino discutem a Diretriz Brasileira de Bacilo Gram-Negativo Multirresistente, em especial o tratamento de Enterobactérias produtoras de ampC, ESBL, KPC e NDM.
Dê o play e embarque na primeira parte da Diretriz mais aguardada pelos Infectologistas!
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A tuberculose do sistema nervoso central está entre as formas mais graves e desafiadoras da doença. Mesmo tratada, pode cursar com alta mortalidade e deixar sequelas importantes. Neste episódio, William Dunke e João Prats recebem o infectologista Leonardo Torioni, especialista em neuroinfectologia, para discutir o diagnóstico, a fisiopatologia e o manejo da meningite tuberculosa. A conversa aborda a relação com o HIV, os principais achados clínicos e laboratoriais e os desafios diagnósticos — do líquor à biologia molecular, passando por imagem, cultura e escore diagnóstico. Também são discutidos os pilares terapêuticos, o papel do corticoide, a importância do início precoce do tratamento e os limites da abordagem empírica diante de exames subótimos.
▶️ Confira o episódio completo e aprofunde seu raciocínio clínico sobre uma das manifestações mais complexas e fatais da tuberculose.
Referências do episódio
Referência citada aos 02:19
GLOBAL BURDEN OF DISEASE STUDY 2019. Global, regional, and national burden of meningitis, 1990–2019: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2019. The Lancet Neurology, v. 20, n. 11, p. 918–931, 2021. doi:10.1016/S1474-4422(21)00224-7.
Referência citada aos 24:15
WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Xpert MTB/RIF and Xpert MTB/RIF Ultra tests for the diagnosis of tuberculosis and rifampicin resistance. Geneva: WHO, 2021. Disponível em: https://www.who.int/publications/i/item/9789241550093.
Referência citada aos 33:19
THWAITES, G. E. et al. Diagnostic score for tuberculous meningitis: a systematic individual patient data meta-analysis. Clinical Infectious Diseases, v. 77, n. 8, p. 1172–1184, 2023. doi:10.1093/cid/ciad120.
Referência citada aos 43:31
TOROK, M. E. et al. Adjunctive dexamethasone in tuberculous meningitis. The New England Journal of Medicine, v. 351, n. 17, p. 1741–1751, 2004. doi:10.1056/NEJMoa040573.
As infecções de pele e partes moles estão entre as mais prevalentes na prática clínica, mas ainda cercadas de confusões conceituais e condutas inconsistentes. Neste episódio, Klinger Soares Faíco Filho recebe as infectologistas Beatriz Soares, Laís Seriacopi e Stefânia Prebianchi para discutir o que realmente importa na abordagem de celulite e erisipela da diferenciação clínica entre os quadros ao manejo racional de antibióticos e à prevenção de recorrências.
A conversa percorre desde o reconhecimento das portas de entrada e o controle de comorbidades até o uso criterioso de exames complementares, a definição do tempo de tratamento e os critérios de internação. Um episódio que transforma diretrizes em prática e reforça o papel do julgamento clínico na condução das infecções de pele e partes moles.
▶️ Confira o episódio completo e aprimore sua condução diante de um dos temas mais comuns — e desafiadores — da infectologia.
Referências do episódio
Referência citada aos 06:40
STEVENS, D. L. et al. Practice Guidelines for the Diagnosis and Management of Skin and Soft Tissue Infections: 2014 Update by the Infectious Diseases Society of America (IDSA). Clinical Infectious Diseases, v. 59, n. 2, p. e10–e52, 2014. doi:10.1093/cid/ciu296.
Referência citada aos 18:20
BRASIL. Ministério da Saúde. Consenso Brasileiro de Terapia Antimicrobiana: Infecções de Pele e Partes Moles. Brasília: Ministério da Saúde, 2019. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/antimicrobianos.
Referência citada aos 22:05
ECDC. Antimicrobial resistance surveillance in Europe 2023 – 2021 data. European Centre for Disease Prevention and Control, 2023. Disponível em: https://www.ecdc.europa.eu/en/publications-data/antimicrobial-resistance-surveillance-europe-2023.
Os vírus respiratórios COVID-19, Influenza e VSR (Vírus Sincicial Respiratório) continuam a definir diagnósticos e internações. Se destacam como os mais relevantes nos últimos dados epidemiologicos quando falamos de pneumonia viral . Neste episódio do InfectoCast, William e João analisam a sazonalidade recente no Brasil, discutem formas práticas do uso dos testes rápidos e destacam como o subdiagnóstico interfere em condutas clínicas e medidas de isolamento. Também exploram o uso racional de antivirais na COVID-19, a profilaxia pós-exposição na Influenza e as novidades em imunização contra o VSR, reforçando o papel desses vírus no raciocínio infectológico atual.
▶️ Confira o episódio completo e atualize sua prática frente às infecções respiratórias mais relevantes.
Referências do episódio
1.Amani B, Amani B. Efficacy and safety of nirmatrelvir/ritonavir (Paxlovid) for COVID‐19: A rapid review and meta‐analysis. Journal of Medical Virology. 2023 Jan 10;95(2).
2.Tian H, Yang C, Song T, Zhou K, Wen L, Tian Y, et al. Efficacy and safety of paxlovid (nirmatrelvir/ritonavir) in the treatment of COVID‐19: An updated meta‐analysis and trial sequential analysis. Reviews in Medical Virology. 2023 Jul 23;33(5).
Prevenir PAV( Pneumonia Associada à Ventilação mecânica) é missão central para quem atua em UTI e CCIH. No episódio #159 do InfectoCast, Lino e William detalham as estratégias mais eficazes para reduzir riscos — protocolos de desmame e sedação, cabeceira elevada, higiene oral, cuff, tubos subglóticos e medidas adicionais baseadas em evidências.
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📚 Confira aqui o link citado no episódio:
Observação: No minuto 27 a referência a Anfotericina é utilizada em alguns estudos de descontaminação digestiva seletiva sempre em combinação com outros antibióticos (como tobramicina e colistina), e nunca uso islado. ²
Strategies to prevent ventilator-associated pneumonia, ventilator-associated events, and nonventilator hospital-acquired pneumonia in acute-care hospitals: 2022 Update
Referências:
1.Klompas M, Branson R, Cawcutt K, et al. Strategies to prevent ventilator-associated pneumonia, ventilator-associated events, and nonventilator hospital-acquired pneumonia in acute-care hospitals: 2022 Update. Infection Control & Hospital Epidemiology. 2022;43(6):687-713. doi:10.1017/ice.2022.88
2.N.L. Plantinga, A.M.G.A. de Smet, E.A.N.Selective digestive and oropharyngeal decontamination in medical and surgical ICU patients: individual patient data meta-analysis,Clinical Microbiology and Infection,Volume 24, Issue 5,2018,
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Reconhecida clinicamente no início do século XX, a Paracoccidioidomicose segue como desafio endêmico negligenciado no Brasil. Neste episódio, João, Jordan e Dra Paula Peçanha discutem os impasses diagnósticos, as armadilhas clínicas e os pontos críticos que podem definir o desfecho do paciente.
▶️ Ouça agora e fortaleça sua prática frente às micoses sistêmicas endêmicas.
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Neutropenia febril e stewardship antimicrobiano podem andar juntos?
Jordan e João Prats mostram como iniciar terapia empírica com segurança, descalonar antibiótico no tempo certo e evitar escalonamentos desnecessários em pacientes onco-hematológicos.
• Três cenários: sem foco, clínico, microbiológico
• Terapia empírica inicial: cefepime ou piperacilina-tazobactam em dose máxima
• Após 72 horas afebril e sem foco: descalonamento ou suspensão com segurança• Microbiota e uso criterioso de carbapenêmicos
Fechamento técnico: escalonar apenas com instabilidade ou novo foco; persistência de febre estável pede investigação (como tomografia de tórax e seios da face, além de vírus e efeitos de fármacos), não espectro cada vez maior.
Ouça este episódio no Spotify e veja como aplicar stewardship em cenários críticos.
Quer dominar stewardship em neutropenia febril e decisões empíricas/descalonamento?Curso SOS Antibióticos — do básico ao avançado, direto para sua prática clínica.Inscreva-se: https://infectocast.com.br/sos-antibioticos-atualizado/
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“Alérgico à penicilina” no prontuário: mito ou ameaça real?
No episódio #156 do InfectoCast, o Dr. Edson Duarte (HC-USP) e Willian trazem uma conversa direta sobre alergia a penicilinas e cefalosporinas — um dos rótulos mais comuns (e mais equivocados) da prática clínica. Até 25% dos pacientes chegam com esse registro, mas em 90% dos casos não se trata de alergia verdadeira.
Esse erro muda protocolos, priva pacientes de antibióticos-chave (sífilis na gestação, gonorreia, infecções graves) e sabota o stewardship antimicrobiano.
A conversa passa por:
Imunomediadas x não imunomediadas
IgE imediata x SCARs tardias
O papel da cadeia lateral R1 na reação cruzada
Testes cutâneos/provocação oral para desrotular com segurança
Quando a dessensibilização é a única saída
Abrir mão de um beta-lactâmico sem necessidade custa caro.
Dê o play e entre nesse debate que pode mudar sua conduta à beira-leito.
Salve salve. No episódio especial do Agosto Dourado, Lino recebe a infectologista Julia Mari para uma imersão no tema aleitamento humano sob a ótica da infectologia.
Eles discutem desde os avanços no cenário epidemiológico do HIV no Brasil até as recomendações mais recentes para pessoas gestantes vivendo com HIV.
O papo aborda dilemas éticos e clínicos, o impacto das desigualdades sociais no acesso à saúde, a importância da PrEP, além das controvérsias atuais sobre amamentação em mães com HIV — tema que envolve ciência, políticas públicas e decisões compartilhadas.
Um episódio que conecta evidências, prática médica e humanização no cuidado.
Neste episódio especial de Derrube o Expert (desafio clínico para descobrirmos o diagnóstico juntos ao longo do episódio), William e João investigam um caso intrigante — e inusitado. Entre pistas e hipóteses, eles avançam passo a passo até chegar ao diagnóstico final.
Será que você descobre antes deles, ou a marmota te pega antes?
Referência do episódio:
https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11295852/
Wang W, Li X, Wu J, Fu X, Li B. Imaging analysis of pneumonic plague infection in Xizang, China: a case report and literature review. BMC Pulm Med. 2024 Aug 1;24(1):378. doi: 10.1186/s12890-024-03187-3. PMID: 39090583; PMCID: PMC11295852.
Na Semana Nacional de Combate à Leishmaniose, William, Jordan e Carolina recebem o Dr. José Angelo Lauletta Lindoso — consultor da OPAS e do Ministério da Saúde, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas e pesquisador do Instituto de Medicina Tropical da USP — para um bate-papo profundo sobre leishmaniose tegumentar.
Neste episódio, eles discutem:
Principais regiões de ocorrência no Brasil e diferenças epidemiológicas
Por que a doença ainda é subdiagnosticada, mesmo em áreas endêmicas
Métodos diagnósticos: da avaliação clínica ao uso de PCR e biópsia
Opções terapêuticas disponíveis no SUS e quando usá-las
Casos clínicos reais e condutas práticas na ponta
Um conteúdo indispensável para profissionais de saúde que desejam aprimorar a suspeita clínica e garantir diagnóstico e tratamento oportunos de uma doença negligenciada.