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Literatura Miojo
Filippe Rocha
179 episodes
1 week ago
Bem-vindo ao Literatura Miojo, o podcast idealizado por Filippe Rocha que serve clássicos da literatura em porções rápidas e cheias de sabor. Em poucos minutos, você ouve resumos, curiosidades e reflexões para abrir o apetite pela leitura. Produzido com o apoio da inteligência artificial, nosso objetivo é simples: te dar aquele empurrão pra abrir um livro. Porque nada substitui o prazer de ler a obra completa. Então sente aí, dá o play e aproveita — a literatura tá no ponto! Todos os dias às 10h uma obra nova!
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Bem-vindo ao Literatura Miojo, o podcast idealizado por Filippe Rocha que serve clássicos da literatura em porções rápidas e cheias de sabor. Em poucos minutos, você ouve resumos, curiosidades e reflexões para abrir o apetite pela leitura. Produzido com o apoio da inteligência artificial, nosso objetivo é simples: te dar aquele empurrão pra abrir um livro. Porque nada substitui o prazer de ler a obra completa. Então sente aí, dá o play e aproveita — a literatura tá no ponto! Todos os dias às 10h uma obra nova!
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Episodes (20/179)
Literatura Miojo
#39.2 - O estrangeiro - Albert Camus

No episódio de hoje do Literatura Miojo, abrimos O Estrangeiro, de Albert Camus, e entramos no silêncio desconfortável de Meursault, um homem que não finge sentimentos para agradar ninguém. Ele não chora no enterro da mãe, não dramatiza a vida e não explica o mundo — apenas existe. Mas, numa sociedade que exige sentido, emoção e culpa performada, isso é imperdoável.

Quando Meursault comete um crime, o julgamento deixa de ser sobre o ato e passa a ser sobre quem ele é — ou melhor, sobre quem ele não consegue parecer. Camus usa essa história seca e brutal para apresentar o absurdo: o choque entre nosso desejo de sentido e um mundo que não responde.

O Estrangeiro não oferece consolo. Oferece lucidez. E isso dói.

Obrigado por acompanhar o Literatura Miojo. Curtiu? Então procure a obra original porque nada supera o prazer da leitura. A literatura te espera — sem pressa, mas com prazer. Todas as terças e quintas-feiras às 10 horas um novo episódio.

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2 weeks ago
13 minutes 38 seconds

Literatura Miojo
#71.1 - Intelectuais e a sociedade - Thomas Sowell

No episódio de hoje, mergulhamos em Intelectuais e a Sociedade, onde Thomas Sowell dispara uma crítica afiada ao papel dos intelectuais na vida pública. Para ele, intelectuais são profissionais das ideias — mas nem sempre das consequências. Eles influenciam políticas, cultura e opinião, mas raramente pagam o preço quando suas teorias dão errado.

Sowell examina como visões de mundo, agendas e vaidades moldam discursos acadêmicos que parecem brilhantes no papel, mas podem gerar desastres quando viram prática. O livro questiona a autoridade moral dos “especialistas” e lembra que boas intenções não substituem resultados.

É provocação pura: pensar importa — mas responsabilidade importa muito mais.

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3 weeks ago
16 minutes 25 seconds

Literatura Miojo
#67.8 - Fenomenologia do espírito - 8 de 8 - Georg Hegel

No episódio de hoje do Literatura Miojo apresentamos o Capítulo 8 — “O Saber Absoluto” — da Fenomenologia do Espírito de Georg Wilhelm Friedrich Hegel (1807).
Aqui a jornada chega ao auge. Depois de atravessar sensações, certezas, lutas, consciência moral, razão, espírito, alienações e religiões, a consciência finalmente reconhece que tudo que parecia externo — o mundo, o outro, a história — sempre foi expressão de si mesma. O saber absoluto não é um saber “final”, mas um modo de ver: o Espírito se compreende na totalidade do seu percurso. A verdade não está em um ponto fixo, mas no movimento que revela como o sujeito e o objeto pertencem à mesma realidade dinâmica.

A consciência percebe que saber é reconciliar-se com o mundo, entendendo que toda experiência foi necessária para que o Espírito se reconhecesse plenamente. Esse capítulo conclui a obra, mas anuncia o início da filosofia propriamente dita.

“A substância é igualmente sujeito.”

Esse foi o Literatura Miojo. Rápido, mas com gosto de quero mais. Todas as terças e quintas, às 10 horas, uma obra nova. Curtiu? Então procure a obra original e experimente a leitura completa, porque nada substitui o prazer da leitura. A literatura te espera — sem pressa, mas com prazer.

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3 weeks ago
14 minutes 43 seconds

Literatura Miojo
#67.7 - Fenomenologia do espírito - 7 de 8 - Georg Hegel

No episódio de hoje do Literatura Miojo apresentamos o Capítulo 7 — “A Religião” — da Fenomenologia do Espírito de Georg Wilhelm Friedrich Hegel (1807).
Aqui, o Espírito tenta compreender a si mesmo por meio de imagens, símbolos e narrativas religiosas. A consciência sobe um degrau: da vida ética e moral, ela passa a buscar o absoluto. Hegel mostra três grandes etapas — a religião natural, em que o divino aparece disperso na natureza; a religião artística, onde a humanidade molda deuses à sua própria imagem; e a religião revelada, culminando no cristianismo, onde o infinito se mostra no finito, e o Espírito reconhece que o divino e o humano não são estranhos entre si.

Mas ainda há uma distância entre o que se crê e o que se sabe — e essa tensão empurra a consciência para o momento final: o saber absoluto.

“O conteúdo é o próprio Espírito absoluto, e o seu aparecer é a forma da consciência.”

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4 weeks ago
8 minutes 40 seconds

Literatura Miojo
#70.1 - O ópio dos intelectuais - Raymond Aron

No episódio de hoje do Literatura Miojo, apresentamos O Ópio dos Intelectuais (1955), de Raymond Aron.
Aqui, Aron faz um raio-X impiedoso da tentação ideológica que seduz pensadores brilhantes, mas os leva a enxergar o mundo por lentes distorcidas. Ele critica especialmente o fascínio de parte da intelectualidade pelo marxismo, mostrando como certos discursos prometem libertação, mas acabam funcionando como “ópio” — não para o povo, e sim para aqueles que deveriam pensar com rigor. Aron desmonta mitos, expõe contradições e lembra que a lucidez exige coragem: é preciso resistir à sedução das explicações fáceis e das utopias fechadas.
Como diz Aron: “A recusa em ver a realidade tal como ela é permanece sendo o mais perigoso dos vícios intelectuais.”

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1 month ago
16 minutes 40 seconds

Literatura Miojo
#23.3 - Quem deve ser o guardião da Constituição - Hans Kelsen

No episódio de hoje, entramos no debate afiado de Kelsen sobre quem deve proteger a Constituição. Esqueça a ideia de que o “povo”, o presidente ou o parlamento são os guardiões naturais. Kelsen vai direto ao ponto: o guardião deve ser um tribunal constitucional, um órgão especializado, técnico e independente — capaz de controlar leis, arbitrar conflitos e impedir abusos de poder.

Ele argumenta que deixar essa função nas mãos do próprio legislador é como pedir ao jogador para apitar o jogo. Para Kelsen, a estabilidade democrática exige um árbitro neutro, alguém que garanta que as regras do jogo constitucional não sejam violadas pelos próprios jogadores.

Um texto curto, firme e essencial para entender por que tantas democracias modernas confiam sua Constituição a juízes constitucionais.

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1 month ago
9 minutes 36 seconds

Literatura Miojo
#23.2 - O problema da Justiça - Hans Kelsen

No episódio de hoje, mergulhamos em O Problema da Justiça, onde Hans Kelsen desmonta, com sua precisão cirúrgica, a ideia de que exista uma definição única, eterna ou universal de justiça. Para ele, todos os sistemas que tentaram responder “o que é o justo?” revelam mais sobre valores, desejos e ideologias humanas do que sobre alguma verdade objetiva.

Kelsen passeia por Aristóteles, Kant, religião, direito natural e teorias morais, mostrando que cada resposta para a justiça é sempre relativa a um ponto de vista. A única coisa realmente sólida é o método científico do direito: descrever, não julgar. No fim, Kelsen nos lembra que a justiça absoluta talvez seja um ideal sedutor — mas inalcançável.

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1 month ago
15 minutes

Literatura Miojo
#67.6 - Fenomenologia do espírito 6 de 8 - Georg Hegel

No capítulo 6, Hegel coloca o espírito diante de seu maior palco: a história. É aqui que a consciência deixa de ser apenas “eu” e vira povo, cultura, mundo em transformação. O espírito encarna instituições, leis, costumes e formas de vida. Ele se torna aquilo que Hegel chama de Espírito Objetivo — a vida coletiva que molda e é moldada pelos seres humanos.

O capítulo percorre três sabores hegelianos:
O espírito verdadeiro, preso às tradições e à certeza do costume.
O espírito alienado, que racha entre o que o indivíduo quer e o que a sociedade exige.
O espírito moral, que busca unir vontade, lei e liberdade.

No fim, Hegel mostra que o espírito amadurece ao longo das crises: só quem atravessa conflitos descobre que a liberdade é uma construção histórica — lenta, contraditória e profundamente humana.

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1 month ago
17 minutes 59 seconds

Literatura Miojo
67.5 - Fenomenologia do espírito 5 de 8 - Georg Hegel

No capítulo 5, Hegel nos leva da luta pelo reconhecimento para um novo patamar: a razão. Agora, a consciência quer mais do que ser reconhecida — ela quer entender o mundo e, claro, entender a si mesma como parte dele. É o momento em que o espírito anuncia: “Tudo é razão — e eu sou a razão que vê tudo.”

Hegel apresenta a razão como um impulso inquieto, quase impaciente: ela corre atrás das leis da natureza, investiga comportamentos, tenta decifrar padrões e, às vezes, se encanta demais consigo mesma. Entre ciência, moralidade e desejo de totalidade, a razão hegeliana é essa personagem ambiciosa que sempre acredita: “Se eu pensar o suficiente, eu domino o mundo.”

Mas o sabor final do capítulo é outro: a razão só é plena quando percebe que não basta olhar o mundo — é preciso agir dentro dele, transformar, participar. A razão é conhecimento, mas também é vida em movimento.

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1 month ago
6 minutes 47 seconds

Literatura Miojo
#67.4 - Fenomenologia do espírito 4 de 8 - Georg Hegel

No capítulo 4 da Fenomenologia do Espírito, Hegel nos coloca na arena onde nasce algo decisivo: a autoconsciência. Aqui, o espírito não quer só perceber o mundo — ele quer se perceber, se afirmar, se reconhecer. E, claro, Hegel não deixa isso ser simples.

O capítulo gira em torno da tensão básica da vida humana:
“Eu sou… mas só sou de verdade quando o outro me reconhece.”

Essa corrida pelo reconhecimento cria um conflito inevitável: cada consciência quer ser a dominante da história. E é aí que Hegel apresenta um dos momentos mais famosos da filosofia: a dialética do senhor e do escravo. Uma disputa que começa com luta, passa pelo medo e pelo trabalho, e termina revelando que o poder de verdade não está em mandar — mas em transformar.

🔥 Moral miojo: a liberdade não nasce da vitória, mas da consciência que descobre a si mesma no trabalho, na relação e no olhar do outro.

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1 month ago
7 minutes 46 seconds

Literatura Miojo
#69.1 - O Viajante Imprudente - René Barjavel

No episódio de hoje do Literatura Miojo, apresentamos Le Voyageur Imprudent (O Viajante Imprudente), de René Barjavel, publicado em 1943. A história acompanha um cientista que descobre um método de viajar no tempo e, junto a um jovem soldado, começa a explorar passado e futuro. Mas, ao mexer no curso da história, o viajante acaba criando o famoso paradoxo do avô: se você volta no tempo e impede a existência de um de seus antepassados, como poderia ter nascido para voltar no tempo? Barjavel transforma essa ideia em drama humano e moral: o tempo não é um brinquedo, e cada escolha reverbera em todas as direções.
Citação da obra: “Le passé est aussi imprévisible que l’avenir.”

Todas as terças e quintas às 10h, uma obra nova. Curtiu? Então procure a obra original.
A literatura te espera — sem pressa, mas com prazer.


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1 month ago
18 minutes 43 seconds

Literatura Miojo
#67.3 - Fenomenologia do espírito 3 de 8 - Georg Hegel

No episódio de hoje do Literatura Miojo apresentamos a obra Fenomenologia do Espírito, de Georg Wilhelm Friedrich Hegel, publicada em 1807.
No Capítulo 3 – Força e Entendimento, Hegel mostra que nosso modo de conhecer o mundo avança da percepção imediata para uma busca por estruturas mais profundas. Já não vemos apenas coisas isoladas: buscamos as forças invisíveis que explicam o movimento e a relação entre os fenômenos. O entendimento tenta organizar essas forças em leis universais, mas descobre que toda lei é sempre um recorte, uma tentativa provisória de capturar o real vivo. Assim, o pensamento persegue algo que sempre escapa e, nesse movimento, reconhece que conhecer é um processo dialético, não uma conclusão fixa. O mundo não é estático — é tensão, ação, jogo entre visível e invisível. A consciência começa a perceber que ela própria participa da realidade que tenta explicar.

Como Hegel diria, não há verdade pronta — há caminho.

Esse foi o Literatura Miojo. Rápido, mas com gosto de quero mais. Todas as terças e quintas, às 10 horas, uma obra nova. Curtiu? Então procure a obra original e experimente a leitura completa, porque nada substitui o prazer da leitura.
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16 minutes 41 seconds

Literatura Miojo
#67.2 - Fenomenologia do espírito 2 de 8 - Georg Hegel

No capítulo 2 da Fenomenologia do Espírito, Hegel sai da “certeza sensível” e entra no mundo da percepção — aqui, o sujeito já não vê só o imediato, mas tenta organizar o mundo em coisas com propriedades. Parece simples: eu vejo uma mesa, digo que ela é sólida, marrom, de madeira. Mas Hegel destrói essa inocência: essas qualidades mudam conforme o olhar, o contexto, o que a torna uma mistura confusa entre unidade e multiplicidade.

O drama? A percepção quer agarrar a verdade, mas a coisa percebida já se desfaz em contradições. O sujeito tenta separar o que é dele e o que é da coisa, mas tudo é um jogo de espelhos — quem garante que a cor é da mesa e não do modo como eu a vejo? Resultado: o conhecimento humano é como montar um móvel sueco sem manual — cheio de peças e nada encaixa direito.

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2 months ago
12 minutes

Literatura Miojo
#68.1 - A Sociedade aberta e seus Inimigos - Karl Popper

No episódio de hoje do Literatura Miojo, mergulhamos em The Open Society and Its Enemies, Volume I: “The Spell of Plato” (1945), de Karl Popper.
Popper acende o fogo da crítica contra um dos gigantes da filosofia: Platão. Segundo ele, o autor de A República não era o herói da razão que muitos pintam, mas o arquiteto de uma sociedade fechada — hierárquica, rígida e inimiga da liberdade. Popper vê em Platão o “encantamento” da certeza, o feitiço de quem prefere a ordem absoluta à crítica e ao debate.
Com sua escrita afiada, Popper defende que o verdadeiro progresso nasce da dúvida e da contestação — de uma sociedade aberta, onde ideias possam brigar sem que pessoas precisem brigar.
É filosofia política, história e rebeldia intelectual servidas em um prato quente: questionar é o primeiro ato de liberdade.
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2 months ago
17 minutes 5 seconds

Literatura Miojo
#67.1 -Fenomenologia do espírito - Georg Hegel - 1 de 8

Nesse episódio do Literatura Miojo, mergulhamos no capítulo 1 da Fenomenologia do Espírito, de Hegel: “A Certeza Sensível.” Aqui, Hegel começa sua jornada mostrando o primeiro passo da consciência — aquele momento em que acreditamos conhecer o mundo apenas pelo que sentimos e vemos. Mas ele logo desmonta a ilusão: o que parece “certeza” é pura aparência. O “isto” e o “agora” mudam a cada instante, e o sensível se dissolve. A lição? A percepção imediata não é saber — é só o ponto de partida da mente em busca de verdade.
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2 months ago
16 minutes 53 seconds

Literatura Miojo
#26.6 - Crepúsculo de Ídolos - Friedrich Nietzsche

No episódio de hoje do Literatura Miojo, vamos com “Crepúsculo dos Ídolos, ou Como Filosofar com o Martelo”, escrito por Friedrich Nietzsche em 1888. Nesta obra curta e afiada, Nietzsche ergue o martelo — não para destruir, mas para testar os “ídolos” da cultura ocidental: a moral tradicional, a filosofia socrática, a religião cristã e até mesmo a ideia de verdade absoluta. Cada seção é como um golpe que ressoa, revelando rachaduras onde muitos viam solidez. O filósofo defende a vida, a força criadora e a superação das ilusões decadentes.

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2 months ago
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Literatura Miojo
#66.1 - O caso dos denunciantes invejosos - Lon L. Fuller

No episódio de hoje do Literatura Miojo:
O Caso dos Denunciantes Invejosos, de Lon L. Fuller, 1949.

Nesse famoso caso hipotético, Fuller nos transporta para uma sociedade onde vizinhos invejosos denunciam cidadãos por descumprirem leis injustas de um regime tirânico. Com a queda do governo, surge o dilema: como julgar os denunciantes? Eles apenas seguiram a lei ou foram cúmplices de uma injustiça? Fuller apresenta o debate entre legalistas, que defendem a obediência formal à lei, e jusnaturalistas, que sustentam que leis injustas não têm validade moral. O caso revela as tensões entre legalidade, moralidade e justiça, mostrando que aplicar o direito não é apenas seguir regras, mas enfrentar dilemas éticos.

Frase final da obra:
"Não é porque algo está na lei que se torna justo."

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2 months ago
20 minutes 38 seconds

Literatura Miojo
#65.1 - Princípios de Moral e Legislação - Jeremy Bentham

No episódio de hoje do Literatura Miojo:
Princípios de Moral e Legislação, de Jeremy Bentham, publicado em 1789.

Nesta obra fundamental do utilitarismo, Bentham apresenta o princípio da utilidade como critério para julgar ações e leis: aquilo que promove a maior felicidade para o maior número é o que deve guiar a moral e a política. Ele analisa como prazeres e dores determinam a conduta humana e propõe uma "aritmética dos prazeres", onde cada ação deve ser medida pelo equilíbrio entre benefícios e sofrimentos que gera. A obra também discute punições, recompensas e a função das instituições legais, defendendo que a legislação deve sempre buscar o bem-estar coletivo. É uma defesa racional da moralidade e do direito, com base na experiência e nas consequências práticas.

Frase final da obra:
"A maior felicidade do maior número é a medida do certo e do errado."

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2 months ago
20 minutes 16 seconds

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#64.1 - Do Contrato Social - Jean-Jacques Rousseau

No episódio de hoje do Literatura Miojo:
Do Contrato Social, de Jean-Jacques Rousseau, publicado em 1762.

Nesta obra clássica da filosofia política, Rousseau reflete sobre como os homens podem viver em sociedade sem abrir mão da liberdade. Ele defende que o poder legítimo não nasce da força, mas do acordo coletivo: o contrato social. Cada indivíduo, ao se unir à comunidade, submete-se à vontade geral, que não é a soma dos interesses particulares, mas a busca do bem comum. Rousseau distingue entre soberania, que é do povo, e governo, que deve apenas executá-la. É um chamado para pensar a política como expressão da liberdade e da igualdade, e não da opressão.

Frase final da obra:
"O homem nasce livre, e por toda parte encontra-se acorrentado."

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2 months ago
17 minutes 6 seconds

Literatura Miojo
#63.1 -O discurso do Método - René Descartes

No episódio de hoje do Literatura Miojo:
O Discurso do Método, de René Descartes, publicado em 1637.

Nesta obra fundamental da filosofia moderna, Descartes apresenta seu projeto para alcançar a verdade por meio da razão. Ele propõe quatro regras básicas: aceitar apenas o que é claro e distinto; dividir cada problema em partes; ordenar o pensamento do simples ao complexo; e revisar tudo cuidadosamente. Ao duvidar de tudo, encontra uma certeza indestrutível: “Penso, logo existo” (Cogito, ergo sum). O livro também reflete sobre ciência, moral provisória e a importância de usar a razão como guia para viver e conhecer. É um manifesto pela autonomia do pensamento e pela confiança no método racional como caminho seguro para a verdade.

Todos os dias às 10h, uma obra nova.

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2 months ago
16 minutes 39 seconds

Literatura Miojo
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