Maria Madalena anuncia que o túmulo está vazio. Pedro e o discípulo amado correm até lá. Um chega primeiro, vê os lençóis, mas espera. Pedro entra e observa os detalhes. Então o outro discípulo entra também, vê e… acredita. Hoje vamos meditar sobre essa corrida, essa visão, e esse ato de fé que nasce diante dos sinais da ressurreição.
Jesus alerta seus discípulos sobre as perseguições que sofrerão: serão entregues aos tribunais, açoitados, levados diante de governadores. Mas promete que o Espírito do Pai falará por eles. Prevê divisões familiares e ódio geral, mas garante: 'Quem perseverar até o fim, esse será salvo'.
São João inicia seu Evangelho revelando que no princípio estava a Palavra, que era Deus e por quem tudo foi feito. Esta Palavra é a luz verdadeira que veio ao mundo, mas muitos não a acolheram. Aos que a receberam, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus. E a Palavra se fez carne e habitou entre nós.
Por causa de um decreto de César Augusto, José e Maria viajam a Belém, onde ela dá à luz seu filho primogênito e o deita numa manjedoura. A pastores nos campos aparece um anjo que anuncia: ‘Nasceu para vós um Salvador’. Uma multidão de anjos canta: ‘Glória a Deus e paz aos homens’.
Zacarias, cheio do Espírito Santo, profetiza sobre a salvação que Deus está realizando. Louva a Deus por visitar e libertar seu povo, cumprindo as promessas feitas a Abraão. Em seguida, dirige-se a seu filho João, anunciando sua missão de precursor do Senhor, que trará a luz e a paz.
Isabel dá à luz João. No oitavo dia, na circuncisão, os parentes querem dar-lhe o nome de Zacarias, mas Isabel insiste: 'Chamar-se-á João'. Zacarias, consultado por sinais, confirma por escrito: 'João é o seu nome'. Imediatamente recupera a fala e começa a louvar a Deus, causando admiração a todos.
Após a saudação de Isabel, Maria entoa seu cântico de louvor: o Magnificat. Ela glorifica a Deus por suas maravilhas, reconhece sua própria pequenez, celebra a misericórdia divina e proclama a inversão dos valores do mundo. Depois, permanece três meses com Isabel.
Maria concebe pelo Espírito Santo antes de viver com José. José, sendo justo, decide deixá-la secretamente para não difamá-la. Em sonho, um anjo lhe revela a origem divina da criança e ordena que receba Maria e dê ao filho o nome de Jesus. José obedece imediatamente.
No sexto mês da gravidez de Isabel, o anjo Gabriel é enviado a Nazaré, a uma virgem chamada Maria, prometida em casamento a José. O anjo a saúda como 'cheia de graça' e anuncia que ela conceberá um filho que se chamará Jesus, Filho do Altíssimo. Maria pergunta como será possível, e o anjo explica que o Espírito Santo virá sobre ela. Maria então pronuncia seu 'sim': 'Faça-se em mim segundo a tua palavra!'.
Zacarias, sacerdote idoso e justo, serve no Templo quando o anjo Gabriel lhe anuncia que sua esposa Isabel, também idosa e estéril, dará à luz um filho que se chamará João. Zacarias duvida e fica mudo até o cumprimento da promessa. Isabel engravida e se recolhe por cinco meses.
Maria, prometida em casamento a José, concebeu pelo Espírito Santo antes de viverem juntos. José, sendo justo e não querendo denunciá-la, decide deixá-la em segredo. O anjo do Senhor aparece-lhe em sonho, revela a origem divina da gravidez, e ordena que receba Maria e dê ao filho o nome de Jesus. José obedece.
São Mateus inicia seu Evangelho apresentando a genealogia de Jesus Cristo, começando por Abraão e passando por Davi, até chegar a José, esposo de Maria. A lista inclui patriarcas, reis, homens e mulheres marcantes, e se organiza em três séries de catorze gerações.
Jesus conta aos sumos sacerdotes e anciãos a parábola de um pai que pede a dois filhos para trabalhar na vinha. O primeiro diz 'não', mas depois vai; o segundo diz 'sim', mas não vai. Jesus pergunta qual fez a vontade do pai e, quando respondem 'o primeiro', aplica a parábola dizendo que publicanos e prostitutas precederão no Reino aqueles que dizem 'sim' a Deus mas não praticam.
Jesus é questionado pelos sumos sacerdotes e anciãos sobre a autoridade com que age. Ele responde com outra pergunta: ‘Donde vinha o batismo de João: do céu ou dos homens?’ Eles, temendo o povo e a si mesmos, respondem ‘não sabemos’. Então Jesus também se recusa a responder sua pergunta.
João Batista, na prisão, envia discípulos para perguntar a Jesus se Ele é ‘aquele que há de vir’. Jesus responde apontando para suas obras messiânicas e elogia João como mais do que profeta, o mensageiro enviado para preparar seu caminho.
Ao descerem do monte da Transfiguração, os discípulos perguntam a Jesus por que os mestres da Lei ensinam que Elias deve vir primeiro. Jesus responde que Elias já veio, mas não foi reconhecido, e que sofrerá como o Filho do Homem. Os discípulos então compreendem que Ele falava de João Batista.
Após a Anunciação, Maria parte apressadamente para a região montanhosa da Judeia, para visitar sua prima Isabel. Ao ouvir a saudação de Maria, Isabel fica cheia do Espírito Santo, e a criança em seu ventre salta de alegria. Isabel proclama Maria bendita entre as mulheres, e Maria responde com seu cântico de louvor.
Jesus declara a multidão que João Batista é o maior de todos os homens nascidos de mulher, mas que o menor no Reino dos Céus é maior que ele. Afirma que desde João o Reino sofre violência e que os violentos o conquistam. Revela que João é o Elias que havia de vir e conclui: ‘Quem tem ouvidos, ouça!’
Jesus dirige a nós um convite pessoal e universal: ‘Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso’. Ele nos convida a tomar seu jugo, aprender de sua mansidão e humildade, e encontrar descanso para nossas almas.
Jesus conta uma parábola simples mas profunda: um pastor tem cem ovelhas e uma se perde. Ele deixa as noventa e nove nas montanhas e vai procurar a perdida até encontrá-la. Ao encontrá-la, alegra-se mais com ela do que com as que não se perderam. Assim é o Pai do céu, que não quer que nenhum de seus pequeninos se perca.