Nesta primeira agenda de 2026, os destaques se voltam para os indicadores de inflação, atividade e confiança, tanto no Brasil quanto no exterior. Entre os mais relevantes, chamam atenção a Pesquisa Focus, o IGP-DI e os dados do mercado de trabalho nos Estados Unidos, além dos índices de confiança empresarial e de atividade.
Os mercados globais iniciaram a semana em um tom construtivo e sinais de retomada do apetite por risco. Nos Estados Unidos, os principais índices encerraram a semana com viés positivo, enquanto os ativos brasileiros negociados no exterior acompanharam esse impulso. Nesta manhã, a Europa também sinaliza otimismo, com o DAX avançando em meio a um ambiente de expectativas equilibradas. No câmbio, o dólar mantém leve alta frente a moedas pares, ao passo que as commodities exibem trajetória ascendente: o minério de ferro e a soja reforçam a percepção de demanda resiliente, e o petróleo opera com inclinação favorável, refletindo um mercado atento às condições geopolíticas, mas ainda disposto a sustentar posições em ativos reais.
Em ano surpreendente, incertezas foram ofuscadas pelo otimismo com a tecnologia.
Em um ano que começou recheado de incertezas e riscos, especialmente por conta da imposição de pesadas tarifas de importação pelo governo dos Estados Unidos (EUA) e por conflitos geopolíticos relevantes, a euforia dos mercados com as inúmeras possibilidades prometidas pelo uso cada vez maior da inteligência artificial resultou em ganhos notáveis nas principais bolsas de valores do mundo.
Neste cenário, impulsionado ainda por cortes de juros na maior economia do mundo, mesmo ativos de risco com pouca relação com a tecnologia de ponta foram amplamente beneficiados.
Vamos aos destaques desta primeira sexta-feira do ano! Os mercados internacionais iniciam o ano com viés positivo, sustentados pelo otimismo em relação às ações do setor de Inteligência Artificial. As bolsas europeias sobem em torno de 0,4%, enquanto os futuros do S&P 500 avançam 0,6% e os do Nasdaq ganham 1,0% aproximadamente. Entre as commodities, o petróleo é negociado a cerca de US$ 60, com leve queda de 0,1%, enquanto o minério de ferro avança próximo de 0,4%. Já a taxa dos Treasuries americanos, recuam, com o título de 10 anos em 4,16%, e o dólar index opera com leve variação positiva.
Na agenda internacional, destaque para a ata do FOMC, que reforçou o cenário de estabilidade dos juros nos próximos meses após o corte preventivo realizado em dezembro. O documento indicou que novos ajustes dependerão da trajetória da inflação, ainda pressionada por tarifas, e da evolução do mercado de trabalho, que segue com sinais de fragilidade. Além disso, os dados da China surpreenderam: o índice de gerentes de compras, conhecido pela sigla PMI, referente ao setor industrial avançou para 50,1 pontos em dezembro conforme dados oficiais, indicando retorno frágil à expansão, enquanto o setor de serviços mostrou desaceleração e reforçou a percepção de necessidade de estímulos adicionais.
Vamos aos destaques desta terça-feira. Os mercados internacionais operam com baixa liquidez nesta manhã, refletindo o período de fim de ano, e registram pequenas variações nos principais ativos. As bolsas europeias avançam 0,4%, enquanto os futuros do S&P 500 e Nasdaq permanecem estáveis. O índice VIX sobe para 14,5 pontos, sinalizando leve aumento na volatilidade.
Na agenda internacional, destaque para a divulgação da ata do FOMC, que detalha a decisão de dezembro, quando o Fed promoveu a terceira redução consecutiva da taxa básica de juros. Além disso, os dados recentes mostram melhora no setor imobiliário: as vendas pendentes de imóveis residenciais nos EUA avançaram 3,3% em novembro, maior nível desde fevereiro de 2023, impulsionadas por queda nas taxas hipotecárias e maior oferta de imóveis. Já no Brasil temos os dados da PNAD-c e do Caged, referentes a novembro, com nova queda da taxa de desemprego na série com ajuste sazonal, enquanto o Banco Central divulga os números fiscais do setor público em novembro.
Nesta última semana de dezembro, encurtada pelo feriado de ano novo na quinta-feira, os destaques da agenda econômica concentram-se nos indicadores de emprego, inflação e atividade, além de dados fiscais e sondagens industriais. Entre os mais relevantes, destacamos as divulgações do CAGED, do IGP-M e da PNAD Contínua no Brasil, bem como os índices de gerentes de compras, os PMIs na sigla em inglês, da China, dos Estados Unidos e da Europa, além da ata do comitê de política monetária do Federal Reserve, o FOMC.
Vamos aos destaques desta segunda-feira. Os mercados internacionais fecharam a sexta‑feira passada sob apetite por risco mais contido: as ações de tecnologia recuaram e pesaram sobre os principais índices, enquanto juros dos Treasuries e o dólar frente a moedas pares operaram próximos da estabilidade. Em paralelo, as commodities mostraram fôlego, com o petróleo sustentando alta diante de ruídos geopolíticos. Na Europa, os índices das bolsas alemã e francesa abriram o dia de hoje próximas da estabilidade, com viés de queda no caso do DAX.
Vamos aos destaques que marcaram a economia global e brasileira nessa semana encurtada pelo feriado de Natal. Começando com os mercados, os principais índices acionários do exterior avançaram até o início da tarde de hoje, em meio a liquidez reduzida e ajustes de posições. Nos Estados Unidos, o S&P 500 acumulava +1,51%, enquanto o Nasdaq subia +0,94%, apoiado por ganhos moderados em tecnologia e leitura de risco mais equilibrada. Já o DXY, que mede o dólar frente a uma cesta de moedas, recuava 0,84%, sinalizando menor demanda por proteção. Em paralelo, os mercados de commodities mostraram ajustes relevantes: petróleo Brent avançava +1,63%, enquanto o minério de ferro recuava 0,1% e a soja subia +1,75%. A curva de juros seguia em alta, refletindo reprecificação moderada das expectativas de política monetária.
Vamos aos destaques da última sexta-feira deste ano. Na volta do feriado de Natal, os mercados internacionais mantiveram um tom de estabilidade com viés construtivo. O rali de fim de ano nas ações seguiu presente, amparado por expectativas de resultados corporativos e uma atividade ainda resiliente. Além disso, as commodities avançaram de forma moderada — com metais e petróleo sustentados por oferta ajustada e questões geopolíticas — enquanto os juros dos treasuries permaneceram próximos da estabilidade. Na Europa, as bolsas abriram sem direção definida.
Vamos aos destaques desta terça-feira. Os juros dos Treasury Bonds recuaram e o dólar perdeu fôlego no índice global, enquanto as bolsas caminharam próximas da estabilidade à espera da segunda revisão do PIB dos EUA. Na Europa, os índices abriram com viés ligeiramente positivo, reforçando um ambiente de liquidez moderada e cautela nas mesas.
Nesta semana encurtada pelo feriado de Natal, os destaques da agenda econômica concentram-se nos indicadores de inflação e atividade no Brasil, além de dados relevantes nos Estados Unidos. Entre os mais importantes, chamam atenção o IPCA-15 de dezembro, a arrecadação federal de impostos e a segunda revisão do PIB norte-americano.
Na semana que inicia reduzida em função do feriado de Natal, o ambiente começou com viés ligeiramente construtivo: as bolsas sinalizaram um tom positivo com tecnologia à frente, enquanto commodities caminharam em alta, puxadas por petróleo e ouro em meio ao ruído geopolítico entre Estados Unidos e Venezuela. Em paralelo, as taxas longas voltaram a avançar, com os papéis japoneses em destaque. A agenda nos Estados Unidos inicia a semana com poucos eventos, favorecendo movimentos contidos.
No exterior, o sentimento permaneceu contido e os índices mostraram variações semanais modestas até o início da tarde de hoje: o S&P 500 caminhava para ‑0,01%, enquanto o Nasdaq avançava +0,45%. Em paralelo, na Europa, o DAX, índice da bolsa alemã, acumulava +0,42%, ao passo que o DXY, que mede a força do dólar frente a uma cesta de moedas pares, apontava +0,27%, sinalizando demanda ligeiramente maior por segurança em meio a um ambiente global ainda marcado por incertezas.
O tom dos mercados internacionais amanheceu relativamente construtivo: bolsas sinalizaram apetite moderado por risco, apoiadas por expectativas de cortes futuros nos Estados Unidos após leituras mais frias de inflação, enquanto o fortalecimento dos juros globais acompanhou o ajuste no Japão: o Iene cedeu na ausência de sinalização clara do Banco do Japão sobre próximos passos. Na Europa, o quadro permaneceu contido, com atenção à postura cautelosa do Banco Central Europeu.
Nos mercados internacionais, o tom amanheceu mais construtivo: as bolsas refletiram um apetite ligeiramente maior por risco após estimativas de receitas acima do esperado em empresa líder de semicondutores, enquanto investidores calibraram expectativas para o índice de preços ao consumidor, CPI, nos Estados Unidos e para a decisão do Banco Central Europeu, que tende a manter juros. A Europa iniciou com viés positivo e os futuros em Wall Street apontaram avanço moderado, em ambiente ainda atento às comunicações de política monetária.
Os mercados iniciaram o dia com um tom cauteloso, refletindo um ambiente ainda marcado por incerteza geopolítica e menor apetite por risco. As bolsas globais indicaram comportamento misto, com suporte vindo do avanço das commodities energéticas, enquanto o mercado de câmbio refletiu uma postura mais defensiva dos investidores, em um contexto de agenda econômica modesta nos Estados Unidos e aumento da percepção de risco político internacional.
Nos mercados internacionais, o ambiente começou mais cauteloso: ativos de risco operaram em leve baixa, com investidores à espera de novos sinais do mercado de trabalho nos Estados Unidos, enquanto as taxas dos Treasuries apontaram discreta alta — um quadro compatível com apetite moderado por risco nesta manhã.
Nesta semana, os principais destaques da agenda econômica concentram-se nos indicadores de atividade e inflação, tanto no Brasil quanto no exterior. Entre eles, chamam atenção o IBC-Br, que sinaliza a evolução da atividade doméstica, e os índices de preços, como o IGP-10, além das divulgações sobre política monetária e confiança do consumidor. No cenário internacional, os dados de inflação da Zona do Euro e dos Estados Unidos também devem influenciar as expectativas.
Os mercados internacionais abrem a semana com viés construtivo, respaldado por expectativas mais favoráveis para 2026, enquanto os rendimentos dos títulos do Tesouro norte‑americano recuaram na véspera de novos dados de trabalho. As bolsas europeias e os índices futuros nos Estados Unidos operaram em alta moderada, refletindo menor aversão ao risco. Em paralelo, sinais mais fracos vindos da China adicionaram alguma cautela nas commodities e nas moedas de países exportadores.
Vamos aos destaques dessa semana, com os principais índices acionários externos apresentando um desempenho desigual na semana observada até o início da tarde de hoje, em meio à decisão do Federal Reserve de reduzir a taxa básica em 25 pontos-base, sinalizando postura prudente diante de incertezas.