Neste episódio dos Bastidores da Liderança, recebo Patricia Costa, com quem tive o privilégio de trabalhar por muitos anos.Com sensibilidade e verdade, ela compartilha como um gesto aparentemente simples, uma sugestão sobre a rotina com sua filha recém-nascida e que marcou profundamente sua vida pessoal e profissional.O episódio se transforma em uma reflexão sobre maternidade, culpa, equilíbrio entre vida e trabalho e o papel da liderança empática na vida real.Eu e minha irmã, Márcia Gioffi, comentamos como o cuidado, a escuta e a disponibilidade genuína fazem parte de uma liderança mais humana, especialmente em momentos de transição e vulnerabilidade.🎧 Uma conversa para líderes que entendem que cuidar de pessoas é parte do resultado.Assista no YouTube ou ouça no Spotify.Inscreva-se, curta, compartilhe e envie para alguém que precisa ouvir isso hoje.
No episódio de hoje, recebo o querido Júlio Emmert, com quem convivo há mais de dez anos e que traz duas marcas profundas dessa nossa trajetória: o cuidado genuíno com as pessoas e o compromisso em abrir caminhos para que cada um alcance seus sonhos.Ele relembra momentos em que a presença, a atenção e o interesse verdadeiro pela vida, pelas ambições e pelas dores de cada pessoa fizeram diferença real no seu desenvolvimento. E conta como, a partir dessas conversas, eu busquei criar oportunidades para que ele pudesse se aproximar de um desejo antigo: tornar-se professor universitário.Ao lado da Márcia Gioffi, reflito sobre:* O poder do interesse genuíno nas relações de trabalho* A importância de reconhecer sonhos individuais e apoiar cada trajetória* Como a liderança se fortalece quando o cuidado deixa de ser discurso e vira prática* Por que entender o que faz sentido para cada pessoa é essencial no mundo atualLiderar é sobre servir, apoiar e caminhar junto. É sobre enxergar o potencial do outro e abrir portas para que ele possa florescer.Se essa história te tocou, compartilhe com alguém que acredita na força das relações humanas na liderança.
Liderança não é sobre centralizar. É sobre compartilhar espaços, dividir o palco e confiar no outro.No episódio de hoje, recebo o depoimento generoso do querido Guilherme Portugal, com quem compartilhei muitos projetos, desafios e aprendizados ao longo de quase duas décadas de convivência.Guilherme fala sobre como nossa parceria ajudou a expandir sua visão de empatia, a melhorar sua escuta e a lidar com diferentes estilos de comunicação e liderança, inclusive em família. E eu, por outro lado, também aprendi demais com sua clareza, objetividade e consistência.Junto com a Márcia Gioffi, refletimos sobre:*A importância da empatia cognitiva na liderança.*A adaptação de linguagem e escuta para se conectar com o outro.*Como oferecer oportunidades concretas revela a verdadeira confiança no time.Liderar é dar espaço para que outros brilhem.É perceber que a força de um time competente nasce da confiança, da escuta e da presença real.Se esse episódio tocou você, compartilhe com quem acredita que liderança se faz todos os dias, nas grandes decisões e também nos gestos simples.
Nem sempre é fácil dizer “não”. Mas às vezes é exatamente isso que forma um bom líder e ajuda a formar outros também.Neste episódio do Bastidores da Liderança, recebo o depoimento da querida Paula Salomão, que relembra o momento em que eu disse que ela ainda não estava pronta para assumir um novo cargo. Foi uma conversa franca, difícil e necessária.Junto com minha irmã, Márcia Gioffi, reflito sobre como a liderança exige coragem para sustentar decisões com respeito e sensibilidade, especialmente quando elas não são aquilo que o outro esperava ouvir.Falamos sobre:* A responsabilidade de dizer o que precisa ser dito, com cuidado e verdade.* Como preparar alguém para crescer, mesmo depois de um "não".* A importância de liderar com humanidade, mesmo nas conversas difíceis.Liderar é também formar.É ter coragem de segurar a mão, mesmo quando o caminho inclui um desvio inesperado.Se esse episódio te inspirou, compartilhe com outras pessoas que acreditam na liderança como ferramenta de desenvolvimento, e não só de promoção.
O que permanece quando tudo passa?Para mim, é a ética. E foi sobre isso que conversei com o querido Leonardo Corio neste episódio dos Bastidores da Liderança.Ele relembra momentos intensos que vivemos juntos: reuniões tensas, decisões difíceis e situações em que ser transparente e verdadeira era mais importante do que agradar ou atender aos interesses da empresa.Junto com a minha irmã Márcia, reflito sobre o impacto de reconhecer erros com humildade, da coragem de falar verdades com respeito e da importância de liderar pelo exemplo, mesmo quando o instinto é se defender.Falamos sobre:* Como a ética molda a confiança na liderança* A coragem de assumir erros e pedir desculpas* A diferença entre parecer e ser, e como isso marca trajetóriasLiderar, pra mim, também é ensinar que errar faz parte do caminho.Mas é preciso coragem para reconhecer, aprender e continuar, com verdade, respeito e presença.Se essa história te tocar, compartilhe com quem acredita que a liderança é, acima de tudo, um legado.
Como se lidera em um ambiente hostil, sob pressão extrema, enfrentando jornadas de 15 horas de trabalho, cobranças desrespeitosas e ainda mantendo o equilíbrio emocional?Neste episódio, o querido Guilherme de Menezes relembra dois momentos marcantes de sua trajetória em contextos de grande tensão, mas também de enorme aprendizado.De um projeto sob clima tóxico à gentileza silenciosa de oferecer uma mala nova a um colega constrangido, os gestos e escolhas da liderança ganham camadas de significado.Junto com Márcia Gioffi, refletimos sobre os impactos emocionais da liderança e como decisões aparentemente simples têm o poder de construir ambientes mais humanos, respeitosos e seguros.Falamos sobre:* Como lidar com ambientes de risco psicossocial* A importância da autorregulação emocional em contextos de pressão* O valor da empatia, mesmo nos detalhes mais cotidianosLiderar é sobre entregar, mas também é sobre enxergar o outro.É sobre proteger, ouvir e inspirar.É sobre lembrar que cada gesto constrói confiança… ou destrói.Se essa história te tocou, compartilhe com quem lidera ou com quem deseja fazer diferente.
Sabe aquela liderança que começa com expectativa, passa pela confiança... e termina em admiração?Foi assim com Flávia Feijó, convidada deste episódio dos Bastidores da Liderança. No início do projeto, ela sentiu o peso da responsabilidade de trabalhar lado a lado com alguém que já admirava de longe. Com o tempo, a troca foi se tornando mais próxima, mais sensível, mais potente.Junto com minha irmã Márcia Gioffi, refletimos sobre como, muitas vezes, a vaidade da liderança ocupa o lugar que deveria ser do outro. E como ouvir com atenção pode transformar relações, abrir caminhos e criar vínculos que ultrapassam o profissional.Falamos sobre:🎯 O impacto da escuta respeitosa nas relações de trabalho💬 Como reconhecer e valorizar diferentes estilos de comunicação🧭 O papel da liderança nas dores e nas conquistas da equipeNeste episódio, celebramos também a coragem de trazer sensibilidade para a liderança e o quanto isso gera segurança, inspiração e pertencimento.Às vezes, o maior sinal de força de uma liderança… é a capacidade de deixar o outro brilhar.Se essa história ressoar com você, compartilhe com quem lidera ou com quem ainda acredita que escutar é parte essencial de liderar.#BastidoresDaLiderança #SandraGioffi #FlaviaFeijó #LiderançaHumanizada #EscutaAtiva #GestãoComEmpatia #Podcast #YouTube #Spotify #BeNiceSempre
O oitavo episódio do Bastidores da Liderança já está no ar!Dessa vez, trago uma história contada em dupla: Denise Bueno e Giulliane Castro compartilham um episódio inusitado vivido no auge da pandemia.Um momento de tensão, pressão, pão de queijo e até um esporro na Alexa 👀Mas, mais do que uma história engraçada, esse episódio fala sobre inteligência emocional, escuta e respeito, mesmo quando as emoções escapam.Liderar é também saber reconhecer quando erramos.E ter a coragem de fazer diferente na próxima vez.Vem assistir no YouTube ou ouvir no Spotify.Os links estão nos stories e no destaque “Bastidores”.#BastidoresDaLiderança #SandraGioffi #InteligênciaEmocional #LiderançaNaPrática #Podcast #LiderançaComHumanidade #YouTube #Spotify
No sétimo episódio do Bastidores da Liderança, recebo a querida Monise Fukuda. Ela compartilha um dos momentos mais desafiadores da nossa jornada juntas: a crise de 2008 e a necessidade de desligar pessoas em meio à instabilidade econômica.Mas, mesmo diante dessa dureza, foi possível agir com respeito, empatia e humanidade.Criamos cartilhas para recolocação, treinamos líderes para dar feedback com cuidado e construímos alternativas para amenizar o impacto das decisões.Junto com minha irmã Márcia Gioffi, refletimos sobre o papel do líder que assume a responsabilidade, que não se esconde e que busca, acima de tudo, preservar a dignidade das pessoas.Falamos sobre:* Tomar decisões difíceis com humanidade.* Adaptabilidade em contextos imprevisíveis.* A importância de respeitar quem está saindo e não só quem fica.Liderar também é atravessar as crises.E, principalmente, não terceirizar a responsabilidade de cuidar de gente.Se esse episódio te inspirou, compartilhe com quem lidera ou está passando por tempos difíceis.Tem sempre um jeito mais humano de seguir em frente.#BastidoresDaLiderança #SandraGioffi #MoniseFukuda #LiderançaNaCrise #Adaptabilidade #EmpatiaNaLiderança #GestãoComAfeto #YouTube #Spotify #podcast
A confiança muda a forma como enfrentamos os desafios do dia a dia, principalmente quando sabemos que temos alguém ao nosso lado.No episódio de hoje, ouvimos o depoimento de Marcelo Buzato, que compartilha situações vividas ao longo da sua trajetória e reflete sobre o impacto de uma liderança que acolhe, escuta, fortalece e age com firmeza nos momentos difíceis.Junto com minha irmã Márcia Gioffi, conversamos sobre como o vínculo entre pessoas é essencial para atravessar ambientes desafiadores sem perder o equilíbrio emocional, a autoestima ou o propósito coletivo.Falamos sobre:* O valor da escuta em momentos de insegurança* A força de uma liderança que confia e não abandona* A construção de times com vínculos reais* Como admiração e autonomia andam juntasA liderança não precisa estar em todos os lugares ao mesmo tempo, mas precisa ser sentida.E, mais do que técnica, ela se faz de presença, respeito e coerência.Se essa conversa te trouxe reflexões, compartilhe com alguém que lidera ou quer liderar com mais humanidade.#BastidoresDaLiderança #SandraGioffi #MarceloBuzato #Liderança #LiderançaHumanizada #Gestão #Respeito #EscutaAtiva #YouTube #Spotify
Grávida, insegura, em meio a um projeto crítico.E, do outro lado, uma líder que disse: “Vai. Eu acredito em você.”Neste quinto episódio do Bastidores da Liderança, recebo o depoimento sincero e potente da Marcela Rezende, que relembra como recebeu uma das maiores responsabilidades da sua carreira justamente em um momento de profunda vulnerabilidade. E como isso mudou não só sua visão sobre liderança, mas também sobre si mesma.Junto com minha irmã Márcia Gioffi, refletimos sobre a força da confiança e da autonomia na construção de um ambiente psicologicamente seguro e verdadeiramente humano.Falamos sobre:* O impacto da confiança genuína sobre a autoestima e o desempenho* O direito à escolha durante a maternidade, sem suposições ou bloqueios* A importância de não limitar quem está pronto para voar* Como a liderança se fortalece ao dar espaço para o outro agirLiderar também é isso: entregar com coragem, apoiar com presença e reconhecer que quem está diante de você pode estar prestes a fazer o melhor trabalho da sua vida, mesmo sem saber ainda.Se essa história te inspirou, compartilhe com quem precisa de confiança, espaço e um voto de fé.#BastidoresDaLiderança #SandraGioffi #MarcelaRezende #Confianca #Autonomia #Lideranca #Podcast #YouTube #Spotify
Nem sempre a liderança está nas grandes decisões. Muitas vezes, ela aparece no jeito de acolher alguém que está começando.Neste quarto episódio do Bastidores da Liderança, recebo o querido Caio Vahanian, que compartilha um momento marcante do seu primeiro mês como estagiário. Em meio à insegurança natural de quem está começando, ele relembra como um ato de atenção e acolhimento gerou pertencimento, confiança e, principalmente, aprendizado.Junto com minha irmã Márcia Gioffi, refletimos sobre o impacto de atitudes que muitas vezes parecem pequenas, mas que têm o poder de transformar relações, ambientes e trajetórias.Falamos sobre:* A importância de ler os sinais do outro (até os que não são ditos)* A linguagem corporal como ponto de conexão e segurança* Os diferentes tipos de empatia e como desenvolvê-los na práticaLiderar é estar presente. É perceber.É demonstrar com ações que o outro importa.E é também lembrar que todo início carrega vulnerabilidades que merecem ser acolhidas.Se essa história tocou você, compartilhe com alguém que lidera ou está começando a trilhar esse caminho.#BastidoresDaLiderança #SandraGioffi #CaioVahanian #EscutaAtiva #Empatia #Liderança #Podcast #YouTube #Spotify
Era só mais uma entrega de relatório. Mais um dia de tensão, prazo apertado e time travado nos detalhes.Neste episódio do Bastidores da Liderança, a querida Carolina Martins relembra um momento em que o simples ato de parar, respirar e perguntar “isso está bom o suficiente?” foi o ponto de virada para seguir em frente com confiança, clareza e menos pressão.Eu e minha irmã Márcia Gioffi, refletimos sobre o poder de três atitudes fundamentais na liderança:• A presença genuína no momento de maior tensão• O apoio emocional como ferramenta de produtividade• O exercício da escuta ativa como prática real e transformadoraÀs vezes, o time não precisa de um super plano.Precisa de alguém que sente junto. Que olhe nos olhos.Que esteja ali de verdade.Porque liderar também é saber quando é hora de avançar e quando é hora de parar e acolher.Se essa história te tocou, compartilhe com quem lidera, com quem está no meio do caos, ou com quem só precisa ouvir que está tudo bem não ter tudo perfeito.#BastidoresDaLiderança #SandraGioffi #CarolinaMartins #LiderançaNaPrática #EscutaAtiva #Empatia #EstáBomOSuficiente #YouTube #Spotify #GestãoComHumanidade
Uma conversa no banheiro do trabalho. Uma música cantada para aliviar a tensão. Um projeto desafiador.
Neste segundo episódio do Bastidores da Liderança, recebo o depoimento emocionante da querida Samantha Dutra, com quem tive a alegria de compartilhar muitos projetos ao longo da vida. Samantha me relembrou que, às vezes, a liderança mais poderosa não está nos grandes discursos, mas na presença silenciosa de quem cuida e confia. Junto com minha irmã Márcia Gioffi, refletimos sobre três dimensões essenciais para quem lidera:
* A comunicação como ponte entre pessoas e resultados
* A vulnerabilidade como ferramenta de conexão
* A diferença como virtude que amplia o olhar e fortalece o time
Porque comunicar não é só falar, é escutar com empatia.
Ser vulnerável não é fraqueza, é coragem que aproxima.
Valorizar a diferença não é discurso, é prática diária de quem deseja inovar, crescer e transformar.
Esse episódio é um lembrete de que liderança é, acima de tudo, comportamento humano. E que os maiores ensinamentos, muitas vezes, vêm de gestos simples vividos nos bastidores.
Se essa história tocou você, compartilhe com outros líderes ou com quem está a caminho de se tornar um.
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Nesse episódio tão especial do podcast Líderes que me Inspiram, recebo uma mulher que admiro profundamente: Silvia Tyrola. Ou melhor, a Silvinha, como é conhecida por quem tem o privilégio de caminhar ao lado dela.
Nos conhecemos na Accenture, nos conectamos pelos valores, pelo propósito e, claro, pela leveza que a gente leva a vida. A Silvia é referência nacional em diversidade, equidade e inclusão. Sua trajetória impressiona, sua fala acolhe, sua energia transforma. Conversamos sobre os desafios e avanços do Brasil nos últimos 20 anos quando o assunto é diversidade nas organizações. Falamos sobre o papel da liderança, sobre respeito, saúde mental, inclusão real e as novas gerações.
A Silvinha compartilhou vivências pessoais, dores, aprendizados e uma mensagem poderosa: não há inclusão sem intenção. E não há transformação sem respeito. Esse episódio é um convite ao aprendizado contínuo. Um lembrete de que todos temos histórias para contar e algo a ensinar.Silvinha, obrigada por essa aula com afeto.
Espero que quem assistir também se sinta tocado por essa conversa e inspirado a fazer parte da mudança. 💜
Redes Sociais Sandra Gioffi:
Instagram: @sandragioffi
Linkedin: Sandra Gioffi
Redes Sociais Silvia Tyrola
Instagram: @silviatyrola
Linkedin: Silvia Tyrola
Edição: Dindos Soluções Digitais
Instagram: dindos_soluções_digitais
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Foi numa conversa regada a vinho, durante um encontro do Board W. Mulheres Inteligentes, Generosas e do Bem que nasceu a ideia deste projeto.A querida Thaisa Thomaz, com quem trabalhei anos atrás, relembrou um momento que pra mim era apenas parte do cotidiano... mas que, pra ela, se transformou em lição de vida.Era um projeto difícil, um dia tenso, uma equipe exausta. Cheguei de surpresa, pedi uma pizza, e naturalmente servi cada um que estava ali. “Servir é um ato de carinho”, eu disse. Anos depois, essa frase voltou como um símbolo da liderança que acredito: a que se faz presente, humana e disponível.Neste episódio de estreia do Bastidores da Liderança, eu e minha irmã Márcia Gioffi refletimos sobre o que está por trás de um gesto simples e como ele pode transformar ambientes, restaurar a confiança de um time e abrir espaço para o melhor de cada um.Falamos sobre:*A liderança que serve e não se impõe.*Inteligência emocional em momentos de crise.*O poder da escuta e do acolhimento genuíno.Liderar não é sobre ter todas as respostas. É sobre estar disponível. Sentar ao lado. Ouvir. Reconhecer. Servir.Que essa história te inspire como me inspirou. E que ela te lembre que, às vezes, o que seu time mais precisa... é de uma fatia de leveza servida com carinho.Se esse conteúdo ressoar com você, compartilhe com quem lidera, com quem quer liderar e com quem ainda acredita que a liderança começa nos bastidores.@thaisathomaz#BastidoresDaLiderança #SandraGioffi #BeNice #Liderança #Podcast #Spotify #YouTube #Empatia
A vida sempre me trouxe presentes…
Quando decidi lecionar no Insper, onde ensinei por sete anos e criei a disciplina de Gestão da Mudança para o curso de pós-graduação em Gestão de Projetos, fui motivada pelo convite de um ex-cliente e amigo, Guy Cliquet. Ele valorizava meu trabalho e entendia a importância de uma metodologia estruturada para impactar o comportamento organizacional.
Na época, meu objetivo era investir em uma segunda carreira. Algo que trouxesse propósito, pudesse ser conciliado com minhas atividades como Diretora na Accenture e me proporcionasse momentos de estudo e reflexão.
Mas o que eu não sabia era que essa ação poderia inspirar e me conectar com jovens (na sua maioria mulheres) que buscavam a mudança como promoção de um mundo melhor. E foi assim que eu conheci essas duas lindezas! Duas sobrinhas, como gosto de chamar. Mulheres, jovens, lindas, inteligentes, privilegiadas, mas inconformadas com a desigualdade e as oportunidades das minorias, em especial Mulheres.
Descontentes com o papel da mulher em um mundo machista, confiantes no poder de transformação e ávidas por conhecimento e conexões, elas se destacaram. Confesso que vejo muito da Sandra jovem nelas. Talvez essa identificação tenha sido o ponto de conexão: minha admiração ao vê-las ousarem se aproximar e, de forma única, me “colocarem na parede”, pedindo para fazer parte do meu mundo organizacional e pessoal.
Como dizer não a alguém que pede aquilo que você sempre quis ter coragem de pedir? Como negar algo que você, por tanto tempo, achou que não merecia? Como ignorar o pedido de jovens mulheres que reafirmam que você está no caminho certo, mesmo quando a sociedade insiste em dizer que você não pertence a este lugar?
Amanda e Karol são como eu gostaria de ter sido: livres, firmes, delicadas, sensíveis e inquietas.
No podcast, gravamos conversas espontâneas sobre como essa nova geração pode nos inspirar a ser quem realmente queremos ser. Falamos sobre aceitar nossos erros, abandonar a busca pela perfeição e desafiar expectativas sociais: ser ou não mãe, buscar um parceiro ou parceira, ou seguir sozinhas, trabalhar por uma carreira ou apenas trabalhar? Em resumo, sobre QUERER, PODER e DEVER ser quem quisermos em um mundo cheio de regras e expectativas.
Obrigada, minhas lindezas, por sempre despertarem o que há de melhor em mim. Espero que vocês também curtam nossa conversa e compartilhem com quem vocês querem inspirar.
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Nesse episódio, entrevistei alguém que admiro profundamente, não apenas pelo talento, mas pela coragem de viver com autenticidade: Marcelo Buzato.
Muitas pessoas só mudam de carreira quando a situação exige — quando tudo desmorona ou os desafios se tornam insustentáveis. Mas Marcelo escolheu ressignificar sua jornada por conta própria, priorizando sua verdade, sua família e seus valores. Essa decisão reflete um dos traços mais inspiradores da geração Y: a busca por propósito e alinhamento entre vida e trabalho.
Tive o privilégio de trabalhar com o Buzato por anos, e sempre me impressionei com sua consistência. Era evidente na forma como lidava com clientes, na dedicação ao trabalho, na interação com os colegas e, principalmente, na verdade que carregava em cada fala e atitude. Consistência — uma qualidade que, como Simon Sinek destaca, é fundamental para o sucesso em qualquer papel ou jornada.
Recentemente, ele traduziu essa experiência no livro VENCER, um guia indispensável para quem deseja superar desafios com coragem e propósito. Se você está precisando daquele empurrãozinho para transformar seu futuro, não deixe de conferir nosso bate-papo. Tenho certeza de que Marcelo também vai inspirar você, assim como sempre me inspirou.
Buz, gratidão por compartilhar sua história aqui!
“Se você não gosta de pessoas, não saia de casa!”Essa foi uma das frases marcantes que ouvi da minha convidada, Edna Bedani, durante a gravação do nosso podcast sobre Liderança. À primeira vista, pode parecer uma afirmação dura, mas ela é incrivelmente direta e verdadeira. Eu gosto de dizer ainda: se você não gosta de gente, não lidere…Vivemos em um mundo de constante transformação, especialmente com a revolução digital. No entanto, por mais que a tecnologia seja uma grande facilitadora, ela jamais substituirá o valor das conexões humanas. É o toque humano — a empatia, a escuta ativa, a colaboração — que realmente faz a diferença. Nossas emoções, a capacidade de construir confiança e apoiar uns aos outros são insubstituíveis.Essa visão reflete perfeitamente quem é a própria Edna. Várias pessoas do meu círculo costumavam dizer: "Você precisa conhecê-la, ela é incrível!" Isso sempre despertou minha curiosidade, até que nossos caminhos finalmente se cruzaram. Foram eventos de RH, encontros sociais ou iniciativas de impacto, enfim, nossas trajetórias se alinharam, e eu logo entendi o porquê de tantos elogios.Sem querer, somos um exemplo de quem gosta de se relacionar e que não desperdiça os benefícios dessa dinâmica tão humana. É fascinante como podemos aprender e crescer em simples conversas. Em tempos de lifelong learning, um bate-papo com a Edna — uma profissional dedicada a ajudar pessoas a se tornarem suas melhores versões — pode valer mais do que anos de estudo teórico.E aqui fica uma provocação: ouçam nosso episódio com atenção e reflitam sobre isso — o que você aprendeu com a última pessoa que conheceu? Seja no bar da esquina, na fila do supermercado, ou em uma festa de casamento, como você valorizou e usou esse encontro? Confesso que ao longo dos meus cinquenta e tantos anos, aprendi a nunca desperdiçar um bom *insight*.
Eu conheci a Ana na minha entrevista de seleção para a posição de Dir RH da GSC, na qual ela era CEO. Logo que a encontrei, vi aquela mulher linda, alta, dress code esportivo, com uma fala receptiva e forte. Médica, inteligente e com vasta experiência no setor, ela compartilhou bagagem e visão de um mercado altamente complexo e colapsado, que eu até então desconhecia. Mas foi quando a Ana me falou do sonho de mudar o mundo, de dar acesso à saúde para pessoas em situação de vulnerabilidade, de democratizar o direito de ser saudável a todos, que nos conectamos. Essa empreendedora de sucesso já vinha fazendo muito pelo setor, era uma mulher bem sucedida na sua carreira, havia vendido sua empresa para um grande grupo de saúde e “teoricamente” não precisava fazer mais nada. Só curtir a vida e a família linda que tem. Mas sabe aquelas pessoas teimosas, com convicção que não vieram ao planeta só pra viver, então… É justamente isso que me encanta.No meu podcast, tenho como princípio compartilhar as histórias de pessoas incríveis que conheço e esse mês, do nosso aniversário (porque somos leoninas, orgulhosas e com orgulho) gravamos uma conversa deliciosa. Um presente para nós mesmas, sobre nossa amizade.No nosso papo, exploramos várias das nossas crenças, desejos, experiências, mas acima de tudo, o quanto que o esporte, tão presente na vida da Ana Elisa e da família impacta no perfil empreendedor e de sucesso que tem: a disciplina, o constante se desafiar, a resiliência física e emocional. Falamos também sobre a carreira de nós mulheres e o quanto que o mercado “machista e etarista” continua tentando nos excluir, mesmo depois de termos provado que somos “duras na queda” rsrs. Mas que ao mesmo tempo, esse comportamento nos impacta, mas não nos impede. Mulheres como a Ana, com essa vontade de fazer e de viver, não se intimidam com o preconceito e limitação do outro. As corridas de aventura, as noites de bike “literalmente” no mato, na lama. As fraturas e calos adquiridos nas provas, já prepararam ela, o suficiente para que as decisões de quando e onde parar, sejam exclusivamente dela. Ou seja, nós só vamos parar, quando a gente quiser! Que fique claro!Então, sim, vamos continuar tentando mudar o mundo, aos 50, 60, 70, 80, 90, enfim. Se Deus quiser, com muitos “entas”...Nem que seja para o benefício da geração futura!Vale a pena. Ana, você é gigante. Você impactou muito a minha vida e a Sandra que sou hoje. E quero continuar essa jornada com você, na nossa amizade e na nossa crença.