Neste episódio de O Mundo na Tua Mente, voltamos ao presente para compreender as marcas do passado.
Depois de revisitarmos a figura da bruxa e os apagamentos produzidos pela caça às bruxas e pela violência colonial, olhamos agora para aquilo que essas histórias deixaram no corpo, na emoção e na saúde mental das mulheres de hoje.
Recorrendos aos ensinamentos de várias vozes femininas, exploramos como estas heranças se traduzem em perfeccionismo, raiva silenciada, dor descredibilizada, competição entre mulheres e solidão emocional. E como estes fenómenos são vividos de formas diferentes por mulheres brancas e mulheres racializadas.
Este episódio pergunta:
• O que é que estas feridas históricas continuam a produzir no presente?
• Como moldam a saúde mental feminina, as relações, o corpo e as expectativas impossíveis que tantas mulheres carregam?
Falamos de exaustão, vigilância emocional, desigualdade racial, stress crónico e ruptura das redes entre mulheres, mas também das resistências que persistiram e de possíveis caminhos para a cura.
Neste episódio de O Mundo na Tua Mente, viajamos ao passado para compreender o presente.
Partimos da figura da “bruxa” - não a personagem fantástica, mas a mulher real: curandeira, parteira, guardiã de saberes comunitários - e olhamos para aquilo que a História tentou apagar.
Entre Silvia Federici, Monica Green, Grada Kilomba, Oyèrónkẹ́ Oyěwùmí e bell hooks, revisitamos a caça às bruxas, a masculinização da medicina, a destruição dos saberes femininos e a violência colonial que moldou, de forma diferente, a vida de mulheres brancas e de mulheres racializadas.
Este episódio pergunta:
De que forma foram perseguidas as mulheres, na caça às bruxas e no colonialismo? O que se perdeu quando estas mulheres foram perseguidas?
Falamos de infra-humanização, expropriação de saberes, destruição de espiritualidades e reconfiguração da medicina... porque compreender estes apagamentos é essencial para falarmos de saúde mental feminina com honestidade.
Se quiseres aprofundar, o texto completo e as referências estão no site.
Este é o primeiro capítulo deste tema: uma viagem ao que foi silenciado para entendermos o que ainda precisa ser dito e questionado.
Neste episódio de O Mundo na Tua Mente, partimos de uma pergunta: pode o amor ser um ato político?
Falamos sobre as formas de amar que o sistema legitima — e aquelas que marginaliza — e sobre como o amor, longe de ser apenas íntimo ou espontâneo, é também atravessado por normas, poder e desigualdade.
Entre bell hooks, Brigitte Vasallo e Eva Illouz, refletimos sobre o amor como prática ética, resistência à alienação e possibilidade de transformação.
Pensamos o que acontece quando amar se torna uma escolha consciente — e quando cuidar, em vez de dominar, parece ser o gesto mais radical.
Se quiseres aprofundar, encontras o texto e as referências na íntegra no site.
Uma conversa sobre o que nos ensinaram a chamar amor — e o que ele ainda pode vir a ser.
Neste episódio de O Mundo na Tua Mente, falamos sobre a falácia da meritocracia da saúde mental — a ideia de que basta querer estar bem.
Exploramos como a cultura da produtividade transformou o bem-estar num trabalho e o sofrimento numa falha pessoal, e refletimos sobre o impacto que os contextos sociais, económicos e culturais têm na nossa saúde mental.
Falamos também sobre o que podemos aprender com as vozes que o sistema silenciou — e sobre a importância de pensar o cuidado não apenas como ato individual, mas como responsabilidade coletiva.
Se quiseres aprofundar, encontras o texto e as referências na íntegra no site.
Uma conversa sobre o que nos adoece, o que nos separa — e o que ainda pode curar.
Neste episódio de O Mundo na Tua Mente, mergulhamos no tema da contraceção feminina não apenas como método, mas como expressão de poder — quem decide sobre o corpo, quem carrega os pesos, e como isso impacta a saúde mental. Exploramos também o conceito de fertility gap (a diferença entre os filhos que desejamos ter e os que efetivamente temos) e as suas repercussões psicológicas.
Além da leitura do texto, partilho contigo a origem deste podcast: como aquilo que começou como um post escrito evoluiu para audioposts e, finalmente, para esta forma mais acessível e expansiva. É um convite para que entres nesse percurso comigo.
Se quiseres aprofundar, encontras o texto e as referências na íntegra no site.
Prepara-te para uma conversa que procura ligar o mundo lá fora e o mundo cá dentro.