A poupança para uma criança deve começar mesmo antes de nascer? Neste episódio do POD Investir, a jornalista Filipa Rendo discute com o especialista António Ribeiro a questão que muitos pais e avós colocam.
Começam por esclarecer quando e como os pais devem iniciar uma estratégia de poupança para os filhos, e o destino ideal para as pequenas quantias oferecidas por familiares. Fala-se também da utilidade (ou falta dela) de abrir uma conta à ordem em nome da criança, dos limites legais, e do risco de as comissões bancárias acabarem por “comer” a poupança ao longo dos anos. Fique a par dos outros temas abordados neste episódio.
✔️ Contas de poupança para crianças: apesar de raramente oferecerem boas condições, continuam a ser promovidas pela banca. Quem as utiliza?Fazem sentido?
✔️ Investimento com risco na infância e adolescência: faz sentido aplicar parte das mesadas em produtos com risco? Ou o potencial de perda futura pode gerar problemas?
✔️ O papel da literacia financeira dos pais e avós: até que ponto a qualidade das decisões dos adultos condiciona o futuro financeiro da criança?
✔️ Quem pode subscrever produtos de poupança em nome dos menores e em que condições?
António Ribeiro explica ainda como deve ser composta, na prática, a carteira de investimento de uma criança, e como essa composição deve evoluir ao longo das diferentes etapas da infância e adolescência. Aborda-se também a questão fiscal: quando os produtos estão em nome do menor, quem declara os rendimentos? Como funciona o resgate?
Poupar para os filhos não é apenas escolher produtos. É também educá-los para o dinheiro, ensinar prioridades, hábitos e responsabilidade financeira.
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A poupança para uma criança deve começar mesmo antes de nascer? Neste episódio do POD Investir, a jornalista Filipa Rendo discute com o especialista António Ribeiro a questão que muitos pais e avós colocam.
Começam por esclarecer quando e como os pais devem iniciar uma estratégia de poupança para os filhos, e o destino ideal para as pequenas quantias oferecidas por familiares. Fala-se também da utilidade (ou falta dela) de abrir uma conta à ordem em nome da criança, dos limites legais, e do risco de as comissões bancárias acabarem por “comer” a poupança ao longo dos anos. Fique a par dos outros temas abordados neste episódio.
✔️ Contas de poupança para crianças: apesar de raramente oferecerem boas condições, continuam a ser promovidas pela banca. Quem as utiliza?Fazem sentido?
✔️ Investimento com risco na infância e adolescência: faz sentido aplicar parte das mesadas em produtos com risco? Ou o potencial de perda futura pode gerar problemas?
✔️ O papel da literacia financeira dos pais e avós: até que ponto a qualidade das decisões dos adultos condiciona o futuro financeiro da criança?
✔️ Quem pode subscrever produtos de poupança em nome dos menores e em que condições?
António Ribeiro explica ainda como deve ser composta, na prática, a carteira de investimento de uma criança, e como essa composição deve evoluir ao longo das diferentes etapas da infância e adolescência. Aborda-se também a questão fiscal: quando os produtos estão em nome do menor, quem declara os rendimentos? Como funciona o resgate?
Poupar para os filhos não é apenas escolher produtos. É também educá-los para o dinheiro, ensinar prioridades, hábitos e responsabilidade financeira.
Depósitos ou Produtos do Estado: qual o melhor para poupar? | POD Investir | Ep. 11
POD Investir
29 minutes 53 seconds
1 month ago
Depósitos ou Produtos do Estado: qual o melhor para poupar? | POD Investir | Ep. 11
Neste episódio do POD Investir, a jornalista Filipa Rendo e o analista financeiro António Ribeiro analisam duas das soluções de poupança mais procuradas pelos portugueses: os depósitos a prazo e os produtos de poupança do Estado, incluindo os Certificados de Aforro. O objetivo é perceber como funcionam, quanto rendem hoje e em que situações cada um pode (ou não) fazer sentido.
A conversa começa pelos depósitos a prazo, ainda o produto mais utilizado em Portugal, apesar de apresentarem uma rentabilidade frequentemente abaixo da inflação. António Ribeiro explica porque continuam tão populares, quais os fatores que diminuem o seu rendimento real (como comissões de manutenção, custos associados à conta e diferenças entre bancos) e como pode o consumidor comparar ofertas através das ferramentas disponibilizadas pela DECO PROteste.
São discutidas também as variações entre juros mensais, trimestrais e semestrais, e em que circunstâncias uma modalidade pode ser preferível. Outro ponto relevante é a crescente promoção dos depósitos estruturados, apresentados como uma solução que combina capital garantido com uma rentabilidade ligada às bolsas. O analista esclarece os riscos e porque estes produtos podem não corresponder às expectativas de quem procura segurança e previsibilidade.
Neste episódio do POD Investir, a jornalista Filipa Rendo e o analista financeiro António Ribeiro analisam duas das soluções de poupança mais procuradas pelos portugueses: os depósitos a prazo e os produtos de poupança do Estado, incluindo os Certificados de Aforro. O objetivo é perceber como funcionam, quanto rendem hoje e em que situações cada um pode (ou não) fazer sentido.
A conversa começa pelos depósitos a prazo, ainda o produto mais utilizado em Portugal, apesar de apresentarem uma rentabilidade frequentemente abaixo da inflação. António Ribeiro explica porque continuam tão populares, quais os fatores que diminuem o seu rendimento real (como comissões de manutenção, custos associados à conta e diferenças entre bancos) e como pode o consumidor comparar ofertas através das ferramentas disponibilizadas pela DECO PROteste.
São discutidas também as variações entre juros mensais, trimestrais e semestrais, e em que circunstâncias uma modalidade pode ser preferível. Outro ponto relevante é a crescente promoção dos depósitos estruturados, apresentados como uma solução que combina capital garantido com uma rentabilidade ligada às bolsas. O analista esclarece os riscos e porque estes produtos podem não corresponder às expectativas de quem procura segurança e previsibilidade.
São ainda abordados os produtos de poupança do Estado, com destaque para os Certificados de Aforro, que continuam a oferecer condições competitivas e atrativas para uma grande parte dos aforradores. São explicadas as principais vantagens, características e os perfis de aforradores para quem estes produtos podem ser especialmente interessantes.
São analisadas ainda outras opções públicas, como:
Obrigações do Tesouro de Rendimento Variável, cuja última emissão ficou aquém das expectativas;
Certificados do Tesouro, considerados atualmente pouco apelativos.
Neste POD Investir, ficará também a saber por que motivo a oferta do Estado se encontra, em muitos aspetos, menos competitiva do que a da banca e como esta realidade contrasta com o objetivo declarado de incentivar a poupança em Portugal.
São analisadas ainda outras opções públicas, como:
Obrigações do Tesouro de Rendimento Variável, cuja última emissão ficou aquém das expectativas;
Certificados do Tesouro, considerados atualmente pouco apelativos.
Neste POD Investir, ficará também a saber por que motivo a oferta do Estado se encontra, em muitos aspetos, menos competitiva do que a da banca e como esta realidade contrasta com o objetivo declarado de incentivar a poupança em Portugal.
POD Investir
A poupança para uma criança deve começar mesmo antes de nascer? Neste episódio do POD Investir, a jornalista Filipa Rendo discute com o especialista António Ribeiro a questão que muitos pais e avós colocam.
Começam por esclarecer quando e como os pais devem iniciar uma estratégia de poupança para os filhos, e o destino ideal para as pequenas quantias oferecidas por familiares. Fala-se também da utilidade (ou falta dela) de abrir uma conta à ordem em nome da criança, dos limites legais, e do risco de as comissões bancárias acabarem por “comer” a poupança ao longo dos anos. Fique a par dos outros temas abordados neste episódio.
✔️ Contas de poupança para crianças: apesar de raramente oferecerem boas condições, continuam a ser promovidas pela banca. Quem as utiliza?Fazem sentido?
✔️ Investimento com risco na infância e adolescência: faz sentido aplicar parte das mesadas em produtos com risco? Ou o potencial de perda futura pode gerar problemas?
✔️ O papel da literacia financeira dos pais e avós: até que ponto a qualidade das decisões dos adultos condiciona o futuro financeiro da criança?
✔️ Quem pode subscrever produtos de poupança em nome dos menores e em que condições?
António Ribeiro explica ainda como deve ser composta, na prática, a carteira de investimento de uma criança, e como essa composição deve evoluir ao longo das diferentes etapas da infância e adolescência. Aborda-se também a questão fiscal: quando os produtos estão em nome do menor, quem declara os rendimentos? Como funciona o resgate?
Poupar para os filhos não é apenas escolher produtos. É também educá-los para o dinheiro, ensinar prioridades, hábitos e responsabilidade financeira.