Neste episódio do POD Investir, a jornalista Filipa Rendo e o analista financeiro António Ribeiro analisam duas das soluções de poupança mais procuradas pelos portugueses: os depósitos a prazo e os produtos de poupança do Estado, incluindo os Certificados de Aforro. O objetivo é perceber como funcionam, quanto rendem hoje e em que situações cada um pode (ou não) fazer sentido.
A conversa começa pelos depósitos a prazo, ainda o produto mais utilizado em Portugal, apesar de apresentarem uma rentabilidade frequentemente abaixo da inflação. António Ribeiro explica porque continuam tão populares, quais os fatores que diminuem o seu rendimento real (como comissões de manutenção, custos associados à conta e diferenças entre bancos) e como pode o consumidor comparar ofertas através das ferramentas disponibilizadas pela DECO PROteste.
São discutidas também as variações entre juros mensais, trimestrais e semestrais, e em que circunstâncias uma modalidade pode ser preferível. Outro ponto relevante é a crescente promoção dos depósitos estruturados, apresentados como uma solução que combina capital garantido com uma rentabilidade ligada às bolsas. O analista esclarece os riscos e porque estes produtos podem não corresponder às expectativas de quem procura segurança e previsibilidade.
Neste episódio do POD Investir, a jornalista Filipa Rendo e o analista financeiro António Ribeiro analisam duas das soluções de poupança mais procuradas pelos portugueses: os depósitos a prazo e os produtos de poupança do Estado, incluindo os Certificados de Aforro. O objetivo é perceber como funcionam, quanto rendem hoje e em que situações cada um pode (ou não) fazer sentido.
A conversa começa pelos depósitos a prazo, ainda o produto mais utilizado em Portugal, apesar de apresentarem uma rentabilidade frequentemente abaixo da inflação. António Ribeiro explica porque continuam tão populares, quais os fatores que diminuem o seu rendimento real (como comissões de manutenção, custos associados à conta e diferenças entre bancos) e como pode o consumidor comparar ofertas através das ferramentas disponibilizadas pela DECO PROteste.
São discutidas também as variações entre juros mensais, trimestrais e semestrais, e em que circunstâncias uma modalidade pode ser preferível. Outro ponto relevante é a crescente promoção dos depósitos estruturados, apresentados como uma solução que combina capital garantido com uma rentabilidade ligada às bolsas. O analista esclarece os riscos e porque estes produtos podem não corresponder às expectativas de quem procura segurança e previsibilidade.
São ainda abordados os produtos de poupança do Estado, com destaque para os Certificados de Aforro, que continuam a oferecer condições competitivas e atrativas para uma grande parte dos aforradores. São explicadas as principais vantagens, características e os perfis de aforradores para quem estes produtos podem ser especialmente interessantes.
São analisadas ainda outras opções públicas, como:
Obrigações do Tesouro de Rendimento Variável, cuja última emissão ficou aquém das expectativas;
Certificados do Tesouro, considerados atualmente pouco apelativos.
Neste POD Investir, ficará também a saber por que motivo a oferta do Estado se encontra, em muitos aspetos, menos competitiva do que a da banca e como esta realidade contrasta com o objetivo declarado de incentivar a poupança em Portugal.
São analisadas ainda outras opções públicas, como:
Obrigações do Tesouro de Rendimento Variável, cuja última emissão ficou aquém das expectativas;
Certificados do Tesouro, considerados atualmente pouco apelativos.
Neste POD Investir, ficará também a saber por que motivo a oferta do Estado se encontra, em muitos aspetos, menos competitiva do que a da banca e como esta realidade contrasta com o objetivo declarado de incentivar a poupança em Portugal.
Show more...