A oração não existe para satisfazer vontades pessoais, mas para trazer a vontade do céu à terra. A igreja foi levantada como voz profética, não como eco do mundo. O céu é o modelo, e precisamos nos alinhar a ele para viver, responder e governar segundo Deus. Nossa guerra não é contra pessoas, mas espiritual; por isso, não podemos perder o foco em Cristo nem abandonar a vigilância.Tomar o Reino exige vencer a preguiça, as distrações, o cansaço e o desânimo. É permanecer nos decretos do Senhor, sabendo que somos plenamente supridos por Deus para permanecer firmes. Por isso, não devemos abandonar a torre nem a vigilância. É tempo de voltar ao nosso posto, assumir nossa responsabilidade espiritual e permanecer atentos, intercedendo até que o céu se manifeste na terra.
Que continuemos com o coração aberto e atento para ouvir a Palavra, sensível ao que Deus está revelando, disposto a obedecer e a discernir os tempos conforme as Escrituras. Que toda a confusão e ansiedade que tentam antecipar 2026 sejam silenciadas pela verdade do Senhor. Mesmo que por fora o corpo esteja cansado, por dentro estamos sendo renovados e transformados de glória em glória. Que não nos percamos em distrações, mas sigamos firmes na busca pela presença, onde tudo se alinha e encontra sentido.
O Evangelho anuncia o cumprimento da profecia de Isaías: um Menino nasceu. A humanidade, que caminhava em trevas, foi alcançada pela luz que veio ao mundo.Esse Menino é Cristo, o Salvador, chamado Maravilhoso Conselheiro — a própria Sabedoria em meio ao excesso de informações; Deus Forte — aquEle que tem poder para realizar o que planejou; Pai da Eternidade — cujo cuidado não tem prazo de validade; e Príncipe da Paz — não apenas a ausência de conflitos, mas a plenitude da vida.
Toda a igreja deve ser fundamentada no amor — um amor que nasce de um coração puro, é sustentado por uma boa consciência e se manifesta por meio de uma fé sincera.
Somos chamados a amar uns aos outros como Jesus nos amou: de forma plena, sacrificial e verdadeira. Não seremos reconhecidos pelo barulho que fazemos, mas pelo amor que demonstramos uns pelos outros. Amar, nesse sentido, é escolher amar sem medidas, sem exigências e sem a necessidade de ser correspondido da mesma forma.
A fé não pode florescer em um ambiente de desonra, porque fé e honra caminham juntas. Não é possível crer verdadeiramente naquilo que não se honra. A desonra produz incredulidade e impede os milagres de Deus, assim como aconteceu em Nazaré. Quando há honra, porém, há obediência, reverência e entrega; e onde existe essa postura interior, a fé se torna viva, poderosa e eficaz.
Honrar é reconhecer quem Deus é e se posicionar diante Dele com verdade, submissão e confiança, permitindo que Sua presença produza transformação.
O verdadeiro benefício do conhecimento só se manifesta quando ele produz em nós aquilo que a Bíblia afirma que deve produzir. Em Tiago 1.2–8, vemos que a perseverança — e não o dinheiro, as conquistas ou o próprio saber — nasce da fé. É essa fé que nos torna firmes, estáveis e capazes de atravessar a jornada na qual Deus nos amadurece.Deus não entrega suas riquezas aos imaturos; Ele trata seus filhos permitindo que sejam esticados, moldados e conduzidos a um estágio de maturidade. Assim, somos chamados a continuar essa jornada de fé, perseverança e rendição, na qual Deus nos forma para receber tudo aquilo que Ele deseja nos entregar.
O fundamento e o propósito da presença de Deus é capacitar, transformar, curar, libertar e nos usar na construção da grande casa espiritual. Ele deseja que experimentemos Sua presença não apenas de forma intelectual, mas de maneira tangível — em nossos corpos, sentidos, emoções e vida cotidiana.
Se você perdeu Jesus de vista, lembre-se: Ele está aí dentro. Volte a buscá-Lo, a se relacionar, a clamar, a cultivar intimidade e sensibilidade à voz do Espírito. Abra novamente a porta para Cristo!
A verdadeira honra não depende do que fazemos ou de como as pessoas nos veem. Ela nasce em Deus. A Bíblia mostra que Ele nos amou primeiro e demonstrou esse amor ao enviar Jesus por nós. Mesmo sendo frágeis e imperfeitos, Ele nos honrou ao nos dar salvação, propósito e um lugar com Ele. Por isso, aprendemos que honrar não é buscar reconhecimento, mas responder ao que já recebemos de Deus.
A honra é um princípio que se manifesta tanto na relação com Deus quanto nas relações humanas. Honrar é reconhecer valor — não apenas com palavras, mas com atitudes sinceras que brotam do coração. A verdadeira honra não busca retorno nem favorecimento, e se distingue da bajulação justamente por sua pureza de intenção. Quando honramos, atraímos honra.
O espírito está pronto para viver grandes aventuras com o Senhor, porém a carne se ocupa com coisas que não são eternas. Ser cheio do Espírito é o quanto Ele nos tem, o que envolve obediência e renúncia. Se Ele tem tudo de nós, então seremos plenamente cheios. Deus não quer apenas nos dar bênçãos ou livrar de maldição, Ele quer a nós. Quem deseja ser cheio do Espírito não sai do rio: pertence a Ele.
Em Mateus 6 aprendemos sobre uma entrega genuína por meio da oração, do jejum e das boas obras, práticas que revelam um coração voltado para Deus, e não para o reconhecimento humano.
Tudo o que fazemos deve ser para a glória de Deus, pois a verdadeira recompensa vem dEle. Não construímos impérios pessoais, mas o Reino de Deus, com um coração humilde, misericordioso e disposto a se parecer mais com Jesus.
O coração humano anseia por alegria, mas muitas vezes rejeita a única fonte capaz de satisfazê-lo: o próprio Deus. Fora dEle, o que chamamos de autonomia é apenas uma vida vazia e cansada de buscar sentido no que não pode preencher. Nosso ser foi criado para desejar o Criador, e só encontra alegria e descanso quando volta para Ele.
Os desafios que enfrentamos não podem nos fazer perder de vista o senhorio de Deus. As provações não devem apagar a certeza de quem Ele é. Precisamos desacelerar para enxergar com mais clareza: o Senhor continua sendo Deus. Ele não perdeu o controle de nada e não é surpreendido por nenhuma circunstância.
Deus é quem tem o controle, não nós. Quando alguém busca o poder, acaba sendo controlado por ele; quando busca a aceitação, se torna escravo da aprovação das pessoas. Mas aquele que se submete à soberania de Cristo é controlado pelo próprio Senhor. Ele governa nossas emoções, decisões e caminhos.Por isso, viver como filhos de Deus é uma postura diária de confiança, obediência e entrega a quem verdadeiramente está no controle de tudo.
Podemos estar externamente frágeis e cansados, mas, internamente, Deus está gerando vida em nós segundo a Sua vontade. Nem tudo é obra do inimigo, muitas vezes, trata-se da falta de gratidão, de alegria ou de posicionamento diante das situações.
Precisamos confiar plenamente no que está escrito: Deus é fiel para completar a boa obra que começou. Não devemos nos conformar aos padrões deste mundo, mas renovar nossa mente continuamente. Isso não significa se acomodar em um “padrão evangélico”, e sim viver inconformados com a estagnação, buscando transformação constante. Não permita que a distração, a dúvida e a satisfação roubem a sua alegria, permaneça firme na fé e confiante nas promessas de Deus.
Estamos vivendo tempos em que a ansiedade tenta dominar nossos pensamentos, sentimentos e atitudes. No entanto, a Palavra nos mostra um caminho para vencê-la.
Quando nos envolvemos, nos relacionamos e servimos, tanto às pessoas quanto à igreja, encontramos propósito e força. Quando honramos a Deus, temos a certeza de que nada nos faltará. É preciso também plantar sementes, mesmo em meio às circunstâncias difíceis, confiando que a colheita virá no tempo certo. Ao descansar no Senhor, lembramos que os pensamentos e os caminhos d’Ele são sempre mais altos e melhores que os nossos. E, por fim, aprendemos a viver com aquilo que já recebemos, entendendo que Ele já nos colocou em uma posição específica e nos plantou onde deveríamos estar.
Quando o fim chegar, como seremos achados? Estaremos firmes no temor do Senhor ou teremos deixado que as coisas deste mundo ocupem o lugar de Deus em nosso coração? Que não sejamos dominados pelas paixões que passam, mas renovados pelo Espírito, vivendo pela fé para a qual fomos chamados. Porque melhor é andar na verdade que dá vida do que se enganar com a mentira que nos afasta da eternidade com Cristo.
Nós nos esquecemos dos milagres, do poder e do impossível que só Deus pode fazer. Esquecemos das misericórdias que se renovam a cada manhã. E é nesse esquecimento que a impaciência se instala.
Precisamos nos lembrar de quem somos em Deus e tudo que Ele já fez por nós. A paciência é uma atitude de fé que nos leva a uma experiência mais profunda com Deus. Quando esperamos Nele, Ele se inclina para nos ouvir e para nos dar a força de que precisamos.
Se não há lenha não há fogo. Precisamos manter acesa a chama da presença de Deus. O caminho passa pelo quebrantamento e pelo arrependimento genuíno, reconhecendo nossa dependência dEle. É também não permitir que as circunstâncias ditem a nossa fé, mas escolher manter os olhos fixos no Senhor.Assim, o coração que se rende a Deus encontra na Sua presença não apenas consolo e restauração, mas o verdadeiro sentido de tudo.
Precisamos olhar para o íntimo do nosso coração e identificar tudo aquilo que ainda nos afasta de sermos parecidos com Cristo. Somos chamados a viver de forma reta, não para julgar ou acusar quem ainda não encontrou esse caminho, mas para que a nossa vida, alinhada à vontade de Deus, se torne uma referência que inspire e conduza os outros.
Isso exige escolhas conscientes e intencionais: cada atitude deve expressar o desejo de agradar a Deus. Não vivemos de maneira descuidada ou sem direção; vivemos com propósito. Nosso objetivo é a santidade, pois é ela que nos aproxima do Senhor e nos faz refletir Sua presença.