Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em Filipenses, capítulo 2, versículos 1 ao 11, nos traz uma reflexão sobre a humildade de Jesus, nosso exemplo.O texto acima, nos conduz ao centro da fé cristã: o mistério da humildade de Cristo. Paulo convida a igreja a viver em unidade, mansidão e serviço — mas não a partir de uma força humana, e sim inspirada no próprio Jesus, o Rei eterno que se fez servo.Quando Paulo diz: “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus”, ele nos apresenta o maior paradoxo da história: Aquele que era Deus não se agarrou ao Seu lugar de glória, mas desceu até a forma de escravo. Ele não apenas assumiu a humanidade; assumiu a posição mais baixa dentro dela. Ele não veio para ser servido, mas para servir — e servir até o fim, até a morte, e morte de cruz.Esse movimento de Cristo — da glória ao serviço, do trono à cruz — revela uma verdade profunda: a grandeza no Reino de Deus não é conquistada pelo poder, mas pela humildade. Ele é o Rei, mas um Rei que lava pés. Ele é soberano, mas escolheu a cruz. Ele é Senhor, mas tomou o avental do servo.Enquanto o mundo exalta quem sobe, Cristo é exaltado justamente porque desceu. “Pelo que Deus o exaltou soberanamente…” — Sua exaltação vem como resposta à Sua rendição. Isso nos ensina que, no Reino, o caminho para cima passa por descer; o caminho para a glória passa pelo serviço; o caminho para a vida passa pela entrega.E Paulo aplica isso diretamente a nós: se Cristo se humilhou, como nós poderíamos insistir em viver de forma orgulhosa?Se Ele serviu, como não serviríamos uns aos outros?Se Ele abriu mão de Seus direitos, como temos dificuldade em abrir mão dos nossos?O texto nos desafia:A deixar de lado disputas e vaidades.A colocar os interesses dos outros acima dos nossos.A viver não para sermos reconhecidos, mas para reconhecermos a Cristo em tudo.No final, quando confessamos que “Jesus Cristo é Senhor”, estamos dizendo mais que uma frase: estamos reconhecendo o Senhor que reina porque serviu, o Rei que venceu porque se entregou, o Deus que se fez escravo para nos libertar.Se esta mensagem edificou a sua via, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Lucas, capítulo 15, versículos 11 ao 32, nos traz uma reflexão sobre a parábola do filho pródigo.Quando olhamos para 2025, muitos de nós enxergamos uma palavra que parece resumir tudo: correria. Foi um ano intenso, cheio de compromissos, desafios, pressões, metas, cobranças e muitas vezes… distâncias.Distância de nós mesmos.Distância de quem amamos.Distância de Deus.E é justamente por isso que a parábola do filho pródigo fala tão profundamente com a gente neste momento de retrospectiva.1. A Correria que nos Afasta (v. 12–16)O filho mais novo tinha pressa. Pressa de viver, pressa de conquistar, pressa de ser dono da própria história.Mas a correria o levou para longe da casa do pai — e, finalmente, para longe de si mesmo.Assim como ele, talvez em 2025 você também correu muito…Correu atrás de resultados.Correu atrás de aceitação.Correu para tentar provar algo.Correu tanto que se perdeu no caminho.Há um tipo de correria que não nos leva para frente, mas para longe.2. O Cansaço que Desperta (v. 17)A Bíblia diz que o filho “caindo em si” decidiu voltar.Esse momento é precioso: o instante em que a correria desacelera e finalmente ouvimos o que a alma tenta sussurrar há meses.Talvez 2025 tenha sido o ano em que você também caiu em si:Percebeu que estava esgotado.Notou que estava tentando alimentar a alma com aquilo que não sustenta.Entendeu que não dá para viver longe da presença do Pai.O cansaço, às vezes, é a forma de Deus dizer: “Volta. Aqui é o teu lugar.”3. O Amor que Corre na Direção Oposta (v. 20)A correria de 2025 te afastou?A correria de Deus te traz de volta.O texto diz que o pai correu ao encontro do filho.Enquanto o filho vinha exausto, Deus vinha correndo com graça.Enquanto o filho vinha arrependido, Deus vinha com restauração.Enquanto o filho vinha com medo do futuro, Deus vinha com um abraço que cura o passado.O Pai não espera a tua perfeição. Ele te recebe do jeito que você está.4. A Festa da Restauração (v. 22–24)A retrospectiva do céu sobre você não é marcada pela sua queda, mas pela sua volta.Não é sobre onde você errou, mas sobre quem você voltou a ser.Quando o filho regressa, o pai não pergunta detalhes da falha, não humilha, não cobra. Ele celebra.2025 foi correria?Foi difícil?Foi confuso?Deus quer encerrar este ano não com juízo, mas com festa.Não com acusação, mas com acolhimento.Não com vergonha, mas com vestes novas.5. Final de Ano é Chamado à Consciência (v. 31–32)A fala final do pai ao filho mais velho nos lembra: “Tudo o que é meu é teu.”Ou seja:Pare de correr atrás do que já é seu.Pare de disputar aquilo que Deus já te deu.Pare de se comparar, se exaurir, se medir pelo ritmo dos outros.A correria nos tira da identidade.A presença do Pai nos devolve o propósito.Conclusão: Retrospectiva 2025: Correria não é apenas sobre o que você viveu, mas sobre o que Deus quer transformar.O ano pode ter sido turbulento, mas você não termina 2025 longe da casa do Pai.Você termina abraçado, restaurado, perdoado e plenamente amado.Que ao fechar este ciclo você possa dizer:“Eu corri muito… mas Deus correu atrás de mim ainda mais.”E que 2026 seja o ano não da correria, mas da presença.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Caleb Loureiro, com o texto em Filipenses, capítulo 1, versículos 20 ao 22, nos trás um reflexão sobre como viver uma vida que vale a pena.O apóstolo Paulo, ao escrever aos Filipenses, revela talvez um dos maiores níveis de maturidade espiritual que alguém pode alcançar. Em meio a prisões, incertezas e perigos, ele declara: “Para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro.” (Fp 1:21)Essa não é uma frase bonita para ser citada; é uma convicção profunda, nascida de alguém que entendeu o verdadeiro propósito da vida.1. Viver é Cristo: A vida como missãoPaulo deixa claro que a vida só faz sentido quando Cristo é o centro.Não é viver com Cristo, nem para Cristo apenas — é viver Cristo.Significa que: Cristo é o motivo das nossas escolhas; Cristo é a direção dos nossos passos; Cristo é o conteúdo das nossas ações; Cristo é a razão da nossa existência.Quando Paulo diz “viver é Cristo”, ele está dizendo:“Se eu continuar vivendo, será para frutificar. Minha vida pertence a Ele.”E aqui está um ponto crucial: Viver não é sobreviver.Viver não é apenas existir.Viver não é só cumprir rotinas, pagar contas e esperar o próximo problema.Viver é Cristo significa viver com propósito, com missão, com frutos que glorificam a Ele.2. Morrer é lucro: A perspectiva eternaPara o mundo, morrer é perda.Mas para aquele que pertence a Cristo, morrer é lucro, porque significa estar para sempre com Ele.Paulo não via a morte como um fim, mas como um encontro.Não como derrota, mas como recompensa.Não como algo a temer, mas como algo que sela a vitória.E isso só é possível quando se entende que: Nada neste mundo vale mais do que Cristo; A eternidade é mais real do que a vida terrena; A nossa esperança não está aqui, mas Nele.3. O dilema de Paulo: ficar ou partirNos versículos 22 e 23, Paulo revela o conflito do coração:Se viver, frutifica; Se morrer, descansa com Cristo; De ambos os lados, ele vê propósito e vitória.Esse dilema não é medo — é maturidade.Paulo não está dividido entre vida e morte, mas entre serviço e encontro.Entre continuar a missão e finalmente ver Aquele por quem viveu.4. E nós?A grande pergunta é: O que é viver para nós hoje?Temos vivido Cristo… ou apenas vivido?Se tirassem nossos títulos, cargos, bens, planos e rotinas… o que sobraria?Sobraria Cristo?Se para nós, “morrer” ainda é sinônimo de perda, talvez seja porque viver ainda não se tornou Cristo.5. Conclusão: O convite de Filipenses 1:20–22 é simples e profundo: Faça de Cristo o centro da sua vida hoje… para que a eternidade seja o lucro de amanhã.Quando Cristo é nossa razão de viver, a vida é fruto, e a morte é vitória.Que possamos alcançar a maturidade de Paulo e declarar com convicção: “Viver é Cristo. E morrer… é lucro.”Se esta mensagem edificou a sua vida, surta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em II reis, capítulo 13, versículos 13 ao 20, nos traz uma reflexão sobre a vida do rei Jeoás, e a importância da fé e da ação decisiva.Há momentos na vida em que a nossa força acaba, o ânimo some, e a frase que brota da alma é: “Por mim eu parava agora.” Parece que tudo pede pausa, desistência, rendição. E é justamente nesse ponto que o texto de 2 Reis 13:14–20 conversa com a nossa realidade.Eliseu estava doente, à beira da morte. Humanamente, ele estava no limite. Mas é justamente nessa hora que o rei Joás o procura, desesperado por uma direção. E mesmo debilitado, Eliseu não se entrega à paralisia. Ele não diz: “Por mim, eu parava agora.”Pelo contrário: ele abre uma janela de esperança, dá instruções, profetiza vitória, e ensina um princípio poderoso:1. A exaustão humana não cancela o propósito divino.Eliseu já tinha servido por décadas. Podia dizer: “Chega.”Mas ele entende algo: o propósito não termina quando a força do homem acaba, mas quando Deus diz que terminou.Quantas vezes nós pensamos:“Se dependesse só de mim, eu parava.”“Eu não tenho mais energia para continuar.”“Parece que já dei tudo.”Mas a voz de Deus diz: Ainda não acabou.Há um último ato, uma última flecha, um último impacto que você ainda precisa causar.2. Deus usa pessoas cansadas para gerar futuro.Eliseu, fraco, ordenou ao rei: “Atire a flecha!”E aquela flecha representava futuro, vitória, promessa que vai além da sua condição atual.Mesmo cansado, Eliseu ainda tinha algo para liberar.Mesmo cansado, você ainda carrega algo que Deus quer usar.Às vezes, achamos que o cansaço nos inutiliza. Mas, para Deus, cansaço não é impedimento — é palco para depender dEle.3. O perigo de parar antes da hora.Joás até começou animado. Pegou o arco, lançou uma flecha… mas quando Eliseu mandou ferir o chão, ele parou cedo demais.Ele bateu apenas três vezes.Ele interrompeu o propósito por causa da falta de intensidade.E Eliseu declarou: “Você só vencerá três vezes…”Porque quem para cedo demais limita o que Deus quer fazer.Quantas vezes nós fazemos o mesmo?Começamos… mas cansamos.Iniciamos… mas perdemos o ritmo.Temos promessas… mas deixamos a persistência cair.E o Espírito Santo sussurra: “Não pare cedo demais. Não pare agora.”4. Mesmo no seu limite, Deus ainda te conduz.A grande verdade é que Eliseu morreu no verso 20.O corpo parou… mas o legado não.A palavra dele continuou ecoando.E até depois da sua morte, um morto tocou em seus ossos e reviveu.Isso nos lembra:Quando você pensa que acabou, Deus ainda não terminou.Se hoje você está dizendo: “Por mim eu parava agora…”Deus está respondendo: “Eu sei que dói, eu sei que pesa… mas ainda existe uma flecha para atirar, ainda existe chão para ferir, ainda existe propósito para cumprir.”Você não vai continuar pela sua força — vai continuar porque Deus não finalizou a obra.E quando Ele está no comando, até o pouco que resta se transforma em tudo que é necessário.Continue.Mais uma flecha.Mais um passo.Mais um ato de fé.A vitória já foi liberada — só não pare antes da hora.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em João, capítulo 15, versículos 1 ao 4, nos traz uma reflexão sobre nosso posicionamento em Cristo, permanecer ou ficar?Em João 15:1–4, Jesus usa uma das imagens mais fortes de toda a Escritura: Ele é a videira verdadeira, e nós somos os ramos. Nessa metáfora simples, Ele revela uma verdade profunda: há uma grande diferença entre ficar e permanecer.Ficar é temporário. Permanecer é relacional.Muita gente fica perto de Deus apenas em momentos de necessidade, dor ou urgência. É como alguém que visita uma casa, mas não mora nela. Fica por um instante, busca algo, e depois vai embora.Mas Jesus não nos chamou para “ficarmos perto Dele” de vez em quando. Ele disse: “Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós.” (v.4)Permanecer é mais profundo. Permanecer é habitar, é criar raízes, é união contínua.O ramo que permanece frutifica. O que apenas fica, resseca.O ramo não produz fruto porque tenta, mas porque está ligado.A força, o vigor, a vida e o fruto vêm da seiva da videira — e essa seiva espiritual é a presença de Cristo em nós.Quem apenas fica nunca frutifica, porque não recebe fluxo constante da vida de Deus. Mas quem permanece experimenta transformação diária: Paz em meio às tempestades.Força em tempos de fraquezaDireção quando o caminho parece escuroCrescimento mesmo quando nada à volta mudaPermanecer é confiar no processo.Jesus diz que o Pai é o agricultor. Ele poda — e podar dói.Mas Deus não poda para destruir… Ele poda para frutificar mais.Quem apenas fica foge da poda; Quem permanece entende que cada corte é um cuidado do Pai.Permanecer é dependência, não passividade.Jesus diz: “Sem mim, nada podeis fazer.”Não é um convite à preguiça espiritual, mas ao reconhecimento humilde de que a vida verdadeira só flui quando permanecemos ligados à Fonte.Permanecer é escolher diariamente depender de Cristo:Pela PalavraPela oraçãoPela obediênciaPela comunhãoPergunta final: Você está ficando… ou permanecendo?Ficar é confortável.Permanecer exige entrega.Ficar é visita.Permanecer é morada.Ficar é conhecer Jesus de longe.Permanecer é viver como ramo unido à Videira.Que o Espírito Santo te ajude, hoje, a dar esse passo mais profundo: não apenas ficar… mas permanecer. Bosquejar raízes em Cristo. Receber d’Ele vida nova todos os dias. E assim, frutificar para a glória do Pai.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em João, capítulo 15, versículos 1 e 2, nos traz uma reflexão sobre nosso posicionamento na vida cristã.Neste texto acima, Jesus nos chama a uma reflexão profunda sobre quatro verbos que definem nossa caminhada espiritual: ser, estar, permanecer e ficar. À primeira vista, eles parecem semelhantes, mas no Reino de Deus cada um deles revela uma postura diferente diante de Cristo.1. SER – A nossa identidade em Cristo.“Eu sou a videira verdadeira”.Antes de qualquer coisa, Jesus afirma quem Ele é, e isso revela quem nós somos.Ser é identidade.Como ramos, fomos criados para depender da Videira. Não existe vida, propósito ou fruto sem essa verdade.Muitos querem fazer para Deus, mas se esquecem de primeiro ser Nele.Antes de produzir, precisamos pertencer.2. ESTAR – Uma posição, não uma entrega.Jesus diz: “Todo ramo que, estando em mim, não dá fruto…”É possível estar próximo de Jesus, participar de cultos, cantar, ouvir a Palavra… e ainda assim não estar conectado de verdade.Estar é momentâneo.É como visitar alguém, mas não morar com ele.Há pessoas que estão em Cristo aos domingos, mas não são ramos conectados durante a semana.3. PERMANECER – A escolha que gera fruto.A grande diferença espiritual não está em estar, mas em permanecer.Permanecer é compromisso.É fidelidade.É estar ligado à Videira mesmo quando o Pai poda, mesmo quando dói, mesmo quando não entendemos o propósito.A poda não vem para destruir; vem para aperfeiçoar.Quem permanece floresce, amadurece e frutifica.4. FICAR – A tentação da imobilidade.Ficar pode ser conforto.Ficar pode ser paralisia.Ficar é quando alguém não se afasta, mas também não cresce, não amadurece, não frutifica.É o crente que não vai embora, mas também não se entrega por completo.Ficar não é o mesmo que permanecer.Permanecer transforma.Ficar apenas estaciona.Conclusão: Deus nos chama para mais do que “estar” — Ele nos chama a permanecer.O Pai não busca ramos apenas presentes na videira, mas vivos, conectados, dependentes e frutíferos.Hoje, o Espírito Santo nos pergunta: Você é ou apenas parece?Você está ou realmente pertence?Você permanece ou apenas fica?Você aceita a poda ou rejeita o agir de Deus em sua vida?Que a nossa resposta seja de entrega: “Senhor, eu não quero só estar… eu quero permanecer.”E todo ramo que permanece n’Ele, certamente frutifica.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em João, capítulo 6, versículos 60 ao 69, nos traz uma reflexão sobre para onde iremos sem Jesus?O capítulo 6 de João descreve um dos momentos mais decisivos do ministério de Jesus. Depois de multiplicar os pães e ensinar sobre o “Pão da Vida”, muitos que o seguiam começaram a murmurar. O próprio texto diz: “Duro é este discurso; quem o pode ouvir?” (v.60).Jesus não ameniza a mensagem. Ele não muda o discurso para agradar. Pelo contrário, Ele aprofunda: “As palavras que eu vos disse são espírito e vida.” Mas, diante da verdade, muitos retrocedem. A multidão que antes corria atrás do milagre agora vira as costas para Aquele que é o próprio sentido da vida.É nesse momento que Jesus olha para os Doze e faz uma pergunta que atravessa séculos e chega até nós: “Quereis vós também retirar-vos?” (v.67)E então Pedro responde com aquilo que se torna um grito de fé, rendição e reconhecimento:“Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.” (v.68)1. Quando a Palavra confronta, ela também revela.Os discípulos que foram embora não estavam dispostos a abrir mão de suas expectativas. Eles queriam o pão, mas não queriam a entrega; queriam o milagre, mas não queriam o compromisso.Assim também é conosco. Há momentos em que a Palavra nos confronta, exige renúncia, disciplina e mudança de rota. É nessas horas que as verdadeiras intenções do coração aparecem.2. A fé verdadeira não está nos sinais, mas na pessoa de Jesus.Pedro não disse: “Para onde iremos?”Ele disse: “Para quem iremos?”A fé verdadeira não está no lugar, na igreja, no cargo, ou na atmosfera.A fé autêntica está em uma Pessoa: Jesus.Quando tudo à nossa volta muda, quando a vida se torna difícil, quando a vontade é desistir… a pergunta é: existe outro que nos ofereça vida eterna?Não. Só Jesus.3. A caminhada com Deus tem dias duros — mas é a única que leva à vida.Mesmo os discípulos que ficaram não entenderam tudo naquele momento. Mas eles sabiam de algo: Qualquer caminho sem Jesus é morte.E isso nos ensina que seguir a Cristo não é sobre compreender tudo, mas sobre confiar nEle.Há dias em que não entendemos o processo.Há dias em que dói.Há dias de silêncio, de espera, de luta interior.Mas é nesses dias que o Espírito Santo nos lembra:“Para quem nós iremos? Só Ele tem vida.”4. Permanecer é a maior declaração de fé.Pedro declara: “E nós cremos e sabemos que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.” (v.69)Permanecer quando muitos vão embora é prova de maturidade espiritual.Continuar mesmo sem entender tudo é sinal de confiança.Não soltar a mão de Jesus é a decisão que define destino eterno.Conclusão: A vida nos oferece muitos “caminhos fáceis”, muitas distrações, muitas vozes.Mas nenhuma delas traz vida, esperança e eternidade.Quando o peso aumentar, quando a luta apertar, quando o coração vacilar… lembre-se da pergunta de Jesus: “Você também vai embora?”E responda como Pedro: “Senhor, para quem iremos? Só Tu tens as palavras da vida eterna.”Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em II Reis, capítulo 4, versículos 8 ao 16, nos traz uma reflexão sobre a mulher sunamita e as suas atitudes diante das dificuldades.Há momentos na vida em que simplesmente percebemos: “Eu preciso recomeçar.”Não porque tudo deu errado, mas porque algo dentro de nós está pedindo um novo ciclo, uma nova estação, uma nova oportunidade.A história da mulher sunamita é um retrato perfeito disso.1. Ela era uma mulher estabelecida, mas incompleta.A sunamita não era uma mulher qualquer:– Tinha recursos,– Tinha casa estruturada,– Era generosa,– Era reconhecida como “mulher importante”.Mesmo assim… havia um vazio silencioso.Ela mesma disse: “Eu habito no meio do meu povo.”Ou seja, exteriormente estava tudo bem, mas internamente havia algo não resolvido — um sonho enterrado, uma área em que ela não ousava mais esperar.Quantas vezes também vivemos assim?Com estrutura, com fé, com rotina… mas carregando um “quarto trancado” dentro da alma.Às vezes o recomeço começa quando reconhecemos que algo precisa nascer de novo.2. O recomeço começa quando abrimos espaço para Deus entrar,A sunamita constrói um quarto para Eliseu.Um espaço no alto, separado, preparado.Esse ato simboliza: “Eu abro espaço para o mover de Deus na minha vida.”Recomeçar exige isso:– Ajustar prioridades,– Criar um espaço espiritual,– Permitir que Deus fale,– Voltar a ter sensibilidade ao Espírito.Antes do recomeço, vem o preparo.Talvez Deus esteja dizendo hoje: “Me dá um espaço para agir.”3. Recomeçar também mexe em áreas que deixamos morrer.Quando Eliseu pergunta o que ela deseja, ela diz que não precisa de nada.Mas Deus sabia o que o coração dela não queria mais tocar: o sonho de ser mãe.Ela tinha enterrado o desejo,ela tinha aceitado a esterilidade,ela tinha parado de esperar.E é justamente ali que Deus decide recomeçar.Talvez exista algo em você que morreu:– um projeto,– a esperança,– a alegria,– a fé,– a visão do futuro.Mas o Senhor está dizendo: “No próximo ano, nesse mesmo tempo, um recomeço estará em teus braços.” (2 Reis 4:16)O recomeço de Deus não vem para remendar; Ele vem para renascer.4. O recomeço de Deus sempre excede aquilo que achávamos possívelA sunamita não pediu nada.Ela nem acreditava mais.Mas Deus foi além da sua expectativa.Quando Deus decide fazer você recomeçar, Ele faz:– No tempo certo,– Do jeito certo,– Tocando a área que você achava impossível,– E produzindo vida onde só havia frustração.Conclusão: Recomeçar não é um ato de força humana, mas de rendição.A história da sunamita nos lembra que:Deus recomeça histórias onde o coração já não acredita mais.Ele revive sonhos enterrados, renova forças, restaura a esperança e declara:“Eu ainda não terminei contigo. Prepare-se para recomeçar.”Hoje, deixe este texto ecoar dentro de você: “Eu preciso recomeçar.”E permita que Deus prepare o milagre que virá no tempo determinado.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Filipenses, capítulo 3, versículos 12 ao 14, nos traz uma reflexão sobre a vida de Jefté, em contraste com o texto de Paulo.Há momentos na vida em que uma decisão muda tudo — um ponto de virada. Pode ser um passo de fé, um sim corajoso, uma renúncia difícil, ou simplesmente a escolha de não permitir que o passado determine o futuro. Paulo descreve esse ponto de virada quando decide esquecer o que está para trás e avançar para o que está diante.E quando olhamos para a vida de Jefté, encontramos alguém que viveu esse mesmo movimento transformador.Jefté: um homem marcado pelo passado, mas não definido por eleJefté nasceu em circunstâncias difíceis. Filho de uma prostituta, rejeitado pelos irmãos, expulso da casa do pai — tudo apontava para uma vida de fracasso e obscuridade. A história parecia já escrita.Mas Deus é especialista em reescrever histórias.A Palavra diz que Jefté tornou-se “um homem valente” — não porque sua origem era nobre, mas porque ele decidiu levantar-se apesar de tudo. Jefté teve um ponto de virada quando, em vez de se conformar com a rejeição, permitiu que Deus o moldasse em meio à dor.O ponto de virada chega quando Deus nos chama para algo maior!Assim como Paulo afirma que “não alcançou ainda”, Jefté também sabia que não era perfeito. Suas feridas emocionais, seus traumas familiares e até suas limitações espirituais eram reais.Mas quando o povo clamou por um libertador, o Espírito do Senhor pousou sobre ele.E ali, naquele momento inesperado, rejeitado por todos, mas chamado por Deus, Jefté viveu o ponto de virada de sua vida.A jornada de Paulo e a jornada de Jefté se encontram:1. Ambos deixaram o passado para trásPaulo abandona sua antiga vida e segue o propósito de Cristo.Jefté deixa para trás o rótulo de rejeitado para abraçar seu chamado como líder de Israel.2. Ambos entendem que não são perfeitos, mas seguem em frente:Paulo diz: “não que eu seja perfeito”.Jefté, mesmo com erros e impulsos humanos, se deixa usar por Deus.3. Ambos avançam para alcançar um propósito maior:Paulo corre atrás do “alvo”.Jefté corre para libertar seu povo da opressão.O ponto de virada também chega para nós.A vida de Jefté nos lembra:O que aconteceu com você não determina o que Deus vai fazer através de você.Paulo nos lembra:Não importa onde você está — continue avançando.Há um momento em que Deus nos chama a sair do vale da rejeição, da dor, do trauma, da limitação e dar um passo em direção ao propósito. Esse é o nosso ponto de virada.E talvez hoje seja o seu.Conclusão: Assim como Jefté e Paulo, você também pode viver um novo capítulo.Talvez o passado tente gritar: “Você não pode, você não consegue, você não é suficiente.”Mas Deus te chama para olhar para frente e dizer:“Esquecendo-me das coisas que atrás ficam… prossigo para o alvo.”O ponto de virada não é quando tudo muda ao redor — é quando você decide mudar. E Deus faz o restante.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Leonardo Teixeira, com o texto em Jonas, capítulo 1, versículos 1 ao 17, nos traz uma mensagem sobre nossa obediência ao chamado de Deus em nossa vida.O capítulo 1 do livro de Jonas começa com uma frase poderosa: “Veio a palavra do Senhor a Jonas...”Deus falou. Deus direcionou. Deus deixou claro o caminho.Mas mesmo assim, Jonas fugiu.Quantas vezes Deus também fala conosco — através da Palavra, de uma convicção no coração, de uma direção que Ele coloca diante de nós — e ainda assim tentamos correr para o lado oposto?Jonas recebeu uma missão: ir a Nínive e pregar arrependimento.Mas ele decidiu ir para Társis, o extremo oposto.Não porque não ouvia Deus, mas porque não queria lidar com o peso do chamado.1. Fugir não resolve — só aumenta a tempestadeQuando Jonas tenta escapar, o texto diz que “o Senhor enviou um forte vento sobre o mar”.A fuga de Jonas não trouxe paz, trouxe tempestade.Assim é conosco: fugir de Deus nunca produz descanso.Pode ser que a fuga pareça confortável no início, como o porão do navio onde Jonas dormia…Mas logo percebemos que o lugar da fuga se torna o lugar da inquietação.2. A desobediência afeta outrosOs marinheiros, que nada tinham a ver com a missão de Jonas, quase perderam suas vidas pela sua fuga.Há pessoas que são impactadas quando deixamos de cumprir o que Deus nos chamou para fazer.Seu “sim” ao chamado de Deus pode destravar cura, direção e transformação na vida de alguém.3. O arrependimento abre portas para o resgateAo perceber que era o causador da tempestade, Jonas não escondeu. Ele admitiu:“Eu sou o responsável.”Reconhecer o erro é o primeiro passo para voltar ao centro da vontade de Deus.E quando Jonas se entrega, Deus envia um grande peixe para salvá-lo — não como castigo, mas como meio de resgate.O peixe não foi fim, foi proteção.Não foi julgamento, foi misericórdia.4. Deus sempre oferece uma segunda chanceMesmo quando fugimos, Deus não desiste do chamado que colocou em nós.Jonas tentou escapar, mas Deus insistiu — porque o propósito era maior do que o medo e as limitações humanas.Talvez você também esteja tentando correr para Társis quando Deus está te chamando para Nínive.Talvez exista uma direção clara que você tem adiado, ignorado ou até mesmo temido.Hoje, Deus te lembra:Não fuja do seu chamado.Há graça para recomeçar.Há misericórdia para quem se arrepende.Há propósito esperando por você no caminho da obediência.Mensagem final: Se a tempestade está forte, se o barco parece prestes a quebrar, talvez seja hora de olhar para dentro e perguntar: “Senhor, o que estou evitando? Para onde estou fugindo?”Volte ao propósito.Volte à direção que Deus já te deu.O lugar mais seguro não é o navio da fuga, é o centro da vontade de Deus.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em Apocalipse, capítulo 21, versículos 1 ao 8, nos trás uma reflexão sobre a volta de Jesus.Apocalipse 21 nos leva ao clímax da esperança cristã: um novo céu, uma nova terra e a plena manifestação do Reino de Deus. João descreve não apenas um cenário futuro, mas um chamado urgente para o presente. É como se, ao ver o fim glorioso de todas as coisas, Deus estivesse nos lembrando: “Permaneçam firmes. A promessa é real. Eu estou voltando.”1. A promessa do novo (vv. 1–2) João contempla o que nenhum olho humano jamais viu:“Vi novo céu e nova terra… e vi a santa cidade, a nova Jerusalém…”Esse novo céu e essa nova terra não são apenas um ambiente transformado, mas um convite ao reencontro eterno com Deus. A Nova Jerusalém desce adornada como uma noiva — isso fala de beleza, pureza, compromisso e preparação.Se a noiva se prepara, nós também precisamos estar em posição: ajustados, alinhados, atentos.2. Deus habitará com o Seu povo (v. 3) “Eis o tabernáculo de Deus com os homens…”A maior promessa não é ouro, ruas de cristal ou portas de pérolas.A maior promessa é a presença eterna de Deus.Jesus está voltando para restaurar aquilo que o pecado tentou destruir:a comunhão perfeita entre Deus e o homem.Quem crê nessa promessa vive de forma diferente. Vive em santidade, vigilância, propósito e esperança.3. O fim das dores e o início do eterno (vv. 4–5) “Ele enxugará de seus olhos toda lágrima…”A morte, a dor, o luto, o pranto — tudo se encerra diante do Trono.Mas essa promessa vem seguida de um alerta: “Eis que faço novas todas as coisas.”Se Deus está preparando o novo, nós precisamos viver renovados hoje.Não dá para caminhar em direção à eternidade carregando velhos hábitos, pecados escondidos ou um coração dividido.4. A recompensa e o alerta (vv. 6–8) Jesus afirma: “A quem tiver sede, darei da fonte da água da vida…”Quem perseverar herdará todas as coisas.Mas o texto também aponta quem ficará de fora:os incrédulos, idólatras, mentirosos, impuros, medrosos na fé...A eternidade não é conquistada pela força, mas confirmada pela fidelidade.Esse alerta não serve para condenar, mas para lembrar:É hora de permanecer firme. É hora de ajustar a vida. É hora de ficar na posição.5. Fique na posição!Se Jesus está voltando — e Ele está — então este é o tempo de: Vigiar, porque a volta será repentina.Santificar-se, porque a noiva se prepara.Esperar com fé, porque o que Ele prometeu, Ele cumprirá.Perseverar, porque a recompensa está próxima.Viver com propósito, porque a eternidade é mais real do que o presente.A volta de Cristo não deve gerar medo, mas esperança e responsabilidade.É o chamado para não se distrair, não se perder, não se contaminar.É o convite para estar com a vida em ordem, o coração aceso e a fé firme.Conclusão: Apocalipse 21 nos lembra: o fim não é destruição — o fim é restauração.E essa restauração está logo à porta.Jesus está voltando. Fique na posição. Permaneça fiel. Ajuste o coração. Mantém a lâmpada acesa. Porque aquele que prometeu — virá e não tardará.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, a Elaine Martins, com o texto em Salmos 46, nos traz uma reflexão sobre a fé, perfeita em Deus.O Salmo 46 é um convite ousado e consolador para vivermos uma fé que transcende circunstâncias, uma fé perfeita em Deus. Não é uma fé que ignora a realidade, mas uma que enxerga além dela. É a fé que permanece firme quando tudo ao redor treme.O salmista declara com convicção:“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.” (Salmos 46:1)Esta afirmação é o fundamento da fé perfeita: não confiamos em chances, sorte ou forças humanas, mas em um Deus que está presente — não distante, não indiferente — mas perto, atuando no exato momento da crise.1. Uma fé que permanece mesmo quando a terra se abala.O salmo continua descrevendo imagens de caos: montes que se movem, águas que rugem, nações em tumulto. É como se o cenário externo gritasse insegurança. Mas é nesse cenário que surge o maior contraste: “Portanto, não temeremos…” (Salmos 46:2)A fé perfeita não depende de estabilidade externa, mas da estabilidade interna que vem de Deus.Mesmo quando tudo o que é “sólido” parece desmoronar, nossa confiança permanece porque Deus não muda, não falha e não perde o controle.2. Uma fé que descansa no Deus que está no meio da cidade.O texto apresenta a imagem de um rio que alegra a cidade de Deus — símbolo de provisão, paz e sustento.“Deus está no meio dela; não será abalada.” (Salmos 46:5)A fé perfeita sabe onde colocar os olhos: não no barulho das águas turbulentas, mas no rio da presença de Deus.Quem tem essa fé entende que: Se Deus está no meio, então não seremos abalados.Se Ele ajuda ao romper da manhã, então a noite não é o fim, é só preparação para o socorro que vem.3. Uma fé que se aquieta para ouvir a voz de Deus.No auge da tensão, Deus dá uma ordem simples e profunda: “Aquietai-vos, e sabei que Eu sou Deus.” (Salmos 46:10)A fé perfeita não é barulhenta, desesperada ou apressada.Ela se aquieta.Ela descansa.Ela confia.Ser “aquietado” não significa “não fazer nada”, mas significa “não deixar o medo governar”. É colocar o coração no lugar certo e permitir que Deus seja Deus — soberano, poderoso e fiel.4. Uma fé ancorada na certeza final: Deus reina.O salmo termina com a verdade que sustenta toda fé perfeita:“O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.” (Salmos 46:11)Ele está conosco — presença.Ele é nosso refúgio — proteção.Ele governa as nações — soberania.Quando entendemos isso, nossa fé deixa de ser vacilante e se torna firme, madura e perfeita em Deus.Conclusão: Ter fé perfeita em Deus não significa entender tudo, mas confiar n’Aquele que entende.Não significa evitar tempestades, mas atravessar tempestades com Aquele que acalma o mar.Não significa ausência de lutas, mas certeza de vitória, porque Deus é o nosso refúgio, nossa fortaleza e nosso socorro presente.Que sua fé seja aperfeiçoada hoje.Que seu coração se aquiete.E que você experimente a segurança inabalável daquele que diz: “Eu sou Deus.”Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Marcos, capítulo 5, versículos 21 a 34, nos traz uma reflexão dos milagres da mulher do fluxo de sangue e o da filha de Jairo.O texto acima nos apresenta uma das histórias mais marcantes de fé e intervenção divina — a mulher que sofria de uma hemorragia havia doze anos. Ela já tinha tentado de tudo: procurou médicos, gastou tudo o que possuía, mas em vez de melhorar, piorava. Humanamente, seu caso era impossível.Mas quando ela ouviu falar de Jesus, algo nasceu dentro dela: a fé no Deus do impossível.Ela não tinha força, não tinha recursos, e nem mesmo podia se aproximar das pessoas por causa de sua impureza segundo a lei. Contudo, ela disse consigo mesma:“Se eu apenas tocar nas suas vestes, ficarei curada.” (Marcos 5:28)Esse pensamento, simples mas carregado de fé, mudou completamente sua história. Ao tocar em Jesus, imediatamente o fluxo de sangue cessou, e ela sentiu em seu corpo que estava curada.Jesus, por sua vez, sentiu que d’Ele havia saído poder. Ele poderia ter deixado passar despercebido, mas escolheu encontrar aquela mulher. E quando a viu, disse:“Filha, a tua fé te salvou; vai em paz e fica livre do teu mal.” (Marcos 5:34)Reflexão: Quantas vezes nos encontramos como aquela mulher — sem forças, esgotados por tentar resolver o impossível com nossas próprias mãos? A fé verdadeira não ignora a realidade, mas a entrega nas mãos de quem pode transformá-la.Deus continua sendo o mesmo Deus do impossível. O mesmo que curou aquela mulher, que ressuscitou Lázaro, que abriu o mar, é o mesmo que age hoje na tua vida.Talvez você esteja orando há anos, sem ver resultado. Mas lembre-se: o toque da fé ainda move o coração de Jesus. O impossível só é impossível até que Deus entre na história.Mensagem final: Não importa o tamanho da tua dor, a duração do teu problema ou a escassez de tuas forças. Um toque de fé é suficiente para que o milagre aconteça.Creia, persevere e declare com confiança:“Meu Deus é o Deus do impossível, e nada está fora do alcance das Suas mãos!”Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Adhemar de Campos, com o texto em Isaías, capítulo 43, versículo 21 e Isaías, capitulo 43, versículo 1, nos traz uma reflexão sobre o pertencermos a Deus.Há algo profundamente restaurador nestas palavras: “Tu és meu.”Em um mundo onde as pessoas buscam incessantemente um lugar de aceitação, reconhecimento e identidade, Deus nos lembra que pertencemos a Ele — não por acaso, mas por propósito.Antes mesmo de nascermos, Deus nos formou. Antes de darmos o primeiro passo, Ele já nos chamou pelo nome. Isso significa que o nosso valor não está no que fazemos, mas em quem somos Nele.Pertencer a Deus é mais do que ser conhecido — é ser amado, guardado e intencionalmente escolhido.Isaías 43:21 revela o motivo desse pertencimento: fomos criados para o louvor da Sua glória. Ou seja, a nossa existência é um reflexo do amor e da glória do Criador.Quando entendemos isso, as vozes que tentam definir nossa identidade — o passado, os erros, as rejeições — perdem força, porque sabemos a quem pertencemos.Deus diz: “Eu te redimi”.Isso quer dizer que, mesmo quando o pecado tentou nos afastar, Ele pagou o preço para nos trazer de volta.Pertencer a Deus é viver sob a certeza de que não estamos sozinhos, e de que há um propósito divino em cada detalhe da nossa história.Reflexão final: Você não é fruto do acaso, nem alguém esquecido no meio da multidão.Deus te conhece, te chama pelo nome e diz: “Tu és meu.”E quem pertence a Deus nunca está perdido — está seguro nos braços do Pai, vivendo para refletir a Sua glória.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em II Samuel, capítulo 15, versículo 12, nos traz uma reflexão sobre o posicionamento na vida de Aitofel, e o que isso tem para nos ensinar.A história de Aitofel é uma das mais intrigantes da Bíblia — e também uma das mais tristes. Ele não era apenas um homem sábio; era o conselheiro de Davi, alguém cuja palavra era considerada como oráculo de Deus (2 Samuel 16:23). Imagine isso: um homem tão cheio de discernimento e influência, a ponto de suas palavras moldarem o destino de um reino.Mas algo aconteceu dentro do coração de Aitofel. Por trás de toda sua sabedoria, havia uma ferida não tratada — uma mágoa antiga. Aitofel era avô de Bate-Seba (2 Samuel 11:3 e 23:34). E quando Davi cometeu adultério com ela e mandou matar Urias, o marido dela, a dor e a indignação provavelmente se transformaram em amargura.Aitofel nunca perdoou Davi.Anos depois, quando Absalão se rebela contra o próprio pai, Davi, Aitofel vê a oportunidade perfeita de se vingar. Ele se alia ao traidor — e passa a lutar contra aquele que um dia serviu. Mas o final é trágico: quando seu conselho é rejeitado, Aitofel percebe que seus planos de vingança ruíram, e ele vai para casa, coloca tudo em ordem... e tira a própria vida (2 Samuel 17:23).Reflexão: A história de Aitofel é um alerta poderoso sobre o perigo de guardar ressentimentos. Ele tinha tudo para ser lembrado como um homem sábio, mas ficou marcado pela amargura. O rancor que ele alimentou em silêncio destruiu sua honra, sua lealdade e, por fim, sua vida.Quantos “Aitoféis” modernos existem — pessoas inteligentes, talentosas, cheias de dons, mas que se perdem porque não conseguem liberar perdão? Aitofel não morreu por falta de sabedoria, mas por falta de cura interior.Aplicação espiritual: Você pode ter a mente mais brilhante, os dons mais raros e os conselhos mais sábios — mas se o seu coração estiver envenenado pela mágoa, tudo isso perde o valor. Deus não olha apenas para o que falamos, mas para o que carregamos dentro.Davi caiu, sim — mas se arrependeu e foi restaurado.Aitofel, ferido, nunca buscou cura — e foi destruído.Hoje, Deus nos chama a abrir mão da vingança, do ressentimento e da justiça própria. Ele quer curar o que está escondido no coração antes que a amargura destrua o propósito que Ele nos deu.Mensagem final: Não deixe que o que alguém fez no passado roube o que Deus quer fazer no seu futuro.Liberar perdão não é esquecer o que aconteceu — é escolher não deixar que aquilo te defina.Porque o verdadeiro sábio não é aquele que dá bons conselhos aos outros, mas aquele que permite que Deus cure o seu próprio coração.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Filipenses, capítulo 4, versículos 2 ao 7, nos traz uma reflexão sobre a nossa alegria no Senhor.O apóstolo Paulo escreveu estas palavras preso, em meio a circunstâncias que naturalmente tirariam a alegria de qualquer pessoa. Ainda assim, ele insiste duas vezes: “Alegrai-vos sempre no Senhor.” Isso nos mostra que a alegria cristã não depende das circunstâncias, mas da presença do Senhor.Antes de falar da alegria, Paulo menciona um conflito entre duas mulheres da igreja — Evódia e Síntique. Ele orienta que haja reconciliação e unidade, pois onde há divisão, a alegria se apaga. A alegria verdadeira floresce quando há paz nos relacionamentos e harmonia no corpo de Cristo.Em seguida, Paulo aponta o segredo para manter essa alegria viva:“Não andeis ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplica, com ações de graças, apresentem seus pedidos a Deus.” (v.6)Ou seja, a alegria é sustentada pela oração constante pela gratidão, e pela confiança, de que Deus está no controle. Quando entregamos nossos medos e preocupações a Ele, a ansiedade perde força, e a paz que excede todo entendimento guarda o nosso coração e a nossa mente em Cristo Jesus.Aplicação: A alegria do Senhor não é emoção passageira; é decisão diária de confiar n’Ele, mesmo quando a vida não está fácil.Ela se manifesta quando escolhemos perdoar, agradecer, orar e esperar com fé.A verdadeira alegria é fruto de uma alma que descansa no cuidado do Pai.Reflexão final: Hoje, escolha se alegrar no Senhor — não nas circunstâncias, mas naquele que nunca muda. Porque quem tem Cristo no coração, tem uma fonte de alegria que o mundo não pode roubar.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe, para que mais pessoas também possam ser alcançadas por ela.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Gênesis, capítulo 16, versículo 1 em diante, nos traz uma reflexão sobre Isaque e os desertos que ele passou, mas Deus era com ele.Todos nós criamos expectativas. Esperamos que a promessa de Deus venha acompanhada de conforto, prosperidade e caminhos abertos. No entanto, assim como Isaque, muitas vezes nos deparamos com uma realidade que parece o oposto do que esperamos.Isaque era herdeiro das promessas feitas a Abraão. Esperava viver em abundância, debaixo da bênção. Mas o texto mostra que ele enfrentou fome, seca e escassez — um verdadeiro deserto. A expectativa de plenitude se transformou em um cenário de provação.Mas é justamente no deserto que Deus revela quem Ele é e quem nós somos n’Ele.Enquanto Isaque pensava em descer ao Egito — buscando uma saída humana — Deus lhe diz:“Não desças ao Egito; habita na terra que eu te disser.” (Gênesis 26:2)A realidade difícil não anulou a promessa. Deus o fez semear em meio à seca, e naquele mesmo ano Isaque colheu cem por um. A expectativa de escassez foi transformada em realidade de abundância, porque Isaque permaneceu obediente.O deserto não é o fim da promessa, é o campo de prova da fé. É onde Deus ensina que a provisão não vem do lugar, mas da presença.Reflexão Final:Talvez a sua realidade hoje não se pareça com aquilo que Deus te prometeu.Mas se você permanecer onde Ele mandou estar, mesmo em meio à fome, Ele fará brotar fruto onde parecia impossível.A expectativa humana diz: “Aqui não dá para prosperar.”Mas a realidade divina responde: “Comigo, até o deserto floresce.”Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em I Samuel, capítulo 30, versículos 1 ao 6, nos traz uma reflexão sobre Davi e como ele se fortalecia e se reanimava no Senhor mesmo diante das lutas.Há momentos na caminhada da fé em que enfrentamos gigantes visíveis — Golias com sua espada, ameaças, vozes e afrontas. Mas há também os gigantes invisíveis, aqueles que se levantam dentro de nós: o desânimo, a dor, a perda, o medo e a culpa. Em Ziclague, Davi não enfrentou um inimigo externo apenas — ele enfrentou o último gigante que tentou derrubar o seu coração.Ziclague foi o cenário do colapso total. Quando Davi e seus homens retornam da batalha, encontram a cidade queimada, suas famílias levadas cativas e seus bens destruídos. A Bíblia diz que “choraram até não terem mais forças para chorar” (v.4). O guerreiro invencível agora estava de joelhos, cercado por homens revoltados que queriam apedrejá-lo. Davi havia perdido tudo — exceto sua fé.E é aí que se revela o verdadeiro tamanho de um homem de Deus: não quando ele vence o inimigo com a espada, mas quando ele vence o desespero com a adoração.O texto declara:“Porém Davi se fortaleceu no Senhor, seu Deus.” (v.6)Esse “porém” muda tudo. Ziclague foi o ponto mais baixo da vida de Davi, mas também o ponto de virada. Quando tudo ao redor ruía, Davi olhou para cima. Ele decidiu não ser guiado pelas circunstâncias, mas pela presença de Deus. Enquanto outros choravam e culpavam, Davi orava e buscava direção.Aquele que venceu Golias com uma pedra agora vence Ziclague com uma atitude de fé.Antes de recuperar suas posses, ele recuperou a comunhão com Deus. E quando Davi se levantou fortalecido, Deus lhe devolveu tudo — nada se perdeu (v.19).Lições de Ziclague:Há batalhas que Deus permite para te devolver a Ele.Quando tudo o que você tem é tirado, você descobre que Deus é tudo o que você precisa.Fortalecer-se no Senhor é uma escolha.Davi poderia se entregar ao desespero, mas escolheu se reerguer na fé.Ziclague não é o fim — é o recomeço.Foi de Ziclague que Davi saiu para o trono. Às vezes, a tua maior dor é o prelúdio da tua maior promoção.Reflexão final:O último gigante de Davi não tinha nome nem espada — era o desânimo.E quando ele o venceu, o caminho para o reinado se abriu.Talvez você esteja em Ziclague hoje, cercado por perdas e lágrimas. Mas lembre-se: o mesmo Deus que restaurou Davi também te levantará.Fortaleça-se no Senhor, porque há vitória após Ziclague.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Caleb Loureiro, com o texto em Jó, capítulos e versículos. 1:21-22, 3:1-2, 19:25 e 42:2 e 5, nos traz uma reflexão sobre a vida de Jó e sua obediência a Deus.A história de Jó é uma das mais profundas expressões de fé e obediência em meio à dor. Ele não foi obediente apenas quando tudo ia bem — sua obediência foi testada no fogo das perdas, na angústia da alma e na ausência aparente de respostas de Deus.No capítulo 1, versículos 21 e 22, Jó declara:“Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; o Senhor o deu, e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor. Em tudo isso Jó não pecou, nem atribuiu a Deus falta alguma.”Aqui vemos a obediência que adora mesmo na perda. Jó reconhece a soberania de Deus sobre todas as coisas. Ele não entende o “porquê”, mas decide confiar. Obediência verdadeira não depende de explicações, mas de rendição.Mas no capítulo 3, versículos 1 e 2, Jó desabafa e amaldiçoa o dia do seu nascimento. Isso mostra que obediência não é ausência de dor, mas permanecer firme mesmo quando a dor grita alto. Jó não deixou de sofrer, mas nunca deixou de crer. A obediência dele não era fria e mecânica — era humana, sincera e sustentada pela fé.Em Jó 19:25, no auge da sua solidão e dor, ele declara:“Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra.”Aqui, Jó revela a obediência da esperança. Mesmo sem entender o propósito, ele sabia que Deus continuava vivo e no controle. Obedecer, para Jó, era continuar crendo que o Redentor tinha a última palavra — não o sofrimento, nem a perda, nem a morte.E no final, em Jó 42:2 e 5, ele confessa:“Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado. [...] Antes eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem.”Essa é a obediência que amadurece na revelação. O sofrimento levou Jó a um nível mais profundo de intimidade com Deus. Sua obediência o fez ver não apenas o poder de Deus, mas o Seu coração.Reflexão final: A obediência de Jó nos ensina que seguir a Deus não é sobre entender tudo, mas sobre permanecer fiel mesmo quando tudo parece desabar. Jó perdeu bens, filhos e saúde, mas não perdeu sua fé. E no final, ele descobriu que a verdadeira recompensa da obediência não é a restauração do que se perdeu — é conhecer a Deus de perto.Lição: Quem obedece em meio à dor, verá Deus com os próprios olhos. Porque a obediência é a ponte entre a dor e a revelação.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe para que mais pessoas também sejam por ela alcançadas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Eraclius Fonseca, com o texto em Romanos, capítulo 8, versículos 14 ao 17, nos traz uma reflexão sobre obediência a Deus.A obediência é uma das maiores expressões de amor e confiança que o ser humano pode oferecer a Deus. Obedecer não é apenas seguir regras, mas reconhecer quem é o Senhor da nossa vida. Quando o apóstolo Paulo escreve aos Romanos, ele revela uma verdade poderosa: os filhos de Deus são guiados pelo Espírito — e essa direção só é possível quando existe obediência.A obediência espiritual não nasce da imposição, mas do relacionamento. O Espírito Santo não força, Ele conduz. E aquele que escolhe obedecer à voz de Deus experimenta uma nova dimensão de liberdade — não a liberdade de fazer o que quer, mas a liberdade de ser quem Deus o chamou para ser.Há um poder sobrenatural que se manifesta na vida daquele que obedece. Foi a obediência que levou Abraão a se tornar pai de uma grande nação; foi a obediência que levou Noé a construir uma arca antes que houvesse sinal de chuva; foi a obediência que levou Jesus ao Calvário, e por ela nós fomos salvos.Quem obedece não perde — ganha direção, propósito e identidade. Paulo afirma que, ao sermos guiados pelo Espírito, deixamos de ser escravos do medo e passamos a viver como filhos amados, herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo. Isso significa que a obediência não apenas muda o caminho, mas transforma a nossa condição espiritual.Reflexão: A obediência não é um peso, é um privilégio. É o que nos faz caminhar segundo o Espírito e participar da glória de Cristo. Quando você escolhe obedecer, mesmo sem entender tudo, está dizendo a Deus: “Eu confio em Ti mais do que confio em mim mesmo.”Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!