RB-O Resto é Barulho é um programa de rádio, que vai para o ar às sextas pelas 22 horas, na RCM, (Radio do Concelho de Mafra)
No "RB" todos os motivos são bons para recuperar, ou descobrir (se for esse o caso) grandes músicas perdidas no tempo.
Viajamos todas as semanas por um tema diferente, que serve de base a duas horas de grandes recordações!
Realização e apresentação de Pedro Miguel.
Com a colaboração de:
Renato Ribeiro com o Pó de Palco
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RB-O Resto é Barulho é um programa de rádio, que vai para o ar às sextas pelas 22 horas, na RCM, (Radio do Concelho de Mafra)
No "RB" todos os motivos são bons para recuperar, ou descobrir (se for esse o caso) grandes músicas perdidas no tempo.
Viajamos todas as semanas por um tema diferente, que serve de base a duas horas de grandes recordações!
Realização e apresentação de Pedro Miguel.
Com a colaboração de:
Renato Ribeiro com o Pó de Palco
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Bem-vindo ao O Resto é Barulho.
Hoje comemoro 200 programas.
São cerca de 400 horas de emissão, espalhadas por cinco anos de programas mais ou menos regulares.
E provavelmente qualquer coisa como 4.000 horas de preparação.
De escuta.... De pesquisa... De escrita.
De escolhas feitas com tempo e intenção.
Tudo para fazer chegar cada episódio até ti.
Esta caminhada começou a 12 de fevereiro de 2021.
E nunca foi feita sozinho.
Muitos foram — e continuam a ser — os que colaboraram neste programa, que sempre teve uma essência muito clara:
passar boa música, mas nunca de forma solta ou distraída.
Aqui, a música surge sempre enquadrada por um tema.
Uma ideia. Um ponto de partida.
Ao longo destes episódios fui recuperando grandes canções.
Algumas esquecidas pelo tempo. Outras nunca verdadeiramente esquecidas… talvez apenas adormecidas. Canções que regressam à ribalta.
E que, para quem as ouve pela primeira vez, se tornam novidade.
Cada programa tem um fio condutor.
Um ano. Um acontecimento. Uma efeméride. Uma ideia.
Com o tempo, esse território foi-se alargando.
Houve programas de puro entretenimento.
Outros com uma consciência política e social muito marcada.
Outros ainda mais íntimos. Mais emocionais.
Mas houve sempre algo que nunca mudou. Algo de que nunca abdiquei.
A música. Porque, no fim de contas, é isso que nos traz aqui.
E é isso que continua… a fazer barulho.
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Sem voz
Deixo-te duas horas de Baladas Rock
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Sem voz
Deixo-te duas horas de Baladas Rock
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Hoje entrei no estúdio com aquela sensação de quem já teve um ou dois tropeções antes do almoço.
Sabes como é: o despertador que falha, o café que insiste em fugir da chávena, o trânsito que parece obra de ficção científica… daquelas distopias baratinhas.
Mas depois pensei… “Espera aí. E se, em vez de tentar salvar o dia, eu decidir arruiná-lo de vez?”
Sim, arruiná-lo.
Porque, às vezes, a melhor maneira de derrotar um dia mau é irritar o próprio mau humor.
Provocar, sabotar, fazer-lhe um nó no raciocínio.
E nada baralha mais o mau humor do que um boas música, no volume certo: aquele que não incomoda os vizinhos, mas os deixa a pensar se deviam também estar a dançar.
Hoje, no "RB", trago um manual prático, sem garantias, sem bula, sem contraindicações, para transformar um dia torto num dia que, no mínimo, já não consegue continuar torto.
Quatro blocos, quatro métodos infalíveis para partir o gelo, puxar o pé e sabotar aquele drama que insiste em parecer importante.
Se o teu dia foi azedo, ótimo: estás no programa certo.
Se foi bom, melhor ainda: vou estragá-lo para o lado certo.
Respira fundo.
E prepara-te.
Hoje vamos arruinar um dia mau… com estilo.
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Hoje entrei no estúdio com aquela sensação de quem já teve um ou dois tropeções antes do almoço.
Sabes como é: o despertador que falha, o café que insiste em fugir da chávena, o trânsito que parece obra de ficção científica… daquelas distopias baratinhas.
Mas depois pensei… “Espera aí. E se, em vez de tentar salvar o dia, eu decidir arruiná-lo de vez?”
Sim, arruiná-lo.
Porque, às vezes, a melhor maneira de derrotar um dia mau é irritar o próprio mau humor.
Provocar, sabotar, fazer-lhe um nó no raciocínio.
E nada baralha mais o mau humor do que um boas música, no volume certo: aquele que não incomoda os vizinhos, mas os deixa a pensar se deviam também estar a dançar.
Hoje, no "RB", trago um manual prático, sem garantias, sem bula, sem contraindicações, para transformar um dia torto num dia que, no mínimo, já não consegue continuar torto.
Quatro blocos, quatro métodos infalíveis para partir o gelo, puxar o pé e sabotar aquele drama que insiste em parecer importante.
Se o teu dia foi azedo, ótimo: estás no programa certo.
Se foi bom, melhor ainda: vou estragá-lo para o lado certo.
Respira fundo.
E prepara-te.
Hoje vamos arruinar um dia mau… com estilo.
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Olá! Estás aí?
Então se estás entra comigo no Clube do Play Escondido.
É aqui que guardamos aquelas músicas que ouvimos às escondidas, aquelas que ninguém sabe que nos fazem sentir, sorrir ou até corar.
Hoje vou levar-te por confissões, pequenas ousadias, e lembranças que só tu e eu conhecemos.
No final da hora, o Renato Ribeiro traz o Pó de Palco com uma música ao vivo. E vais perceber por que esta rubrica é sempre especial.
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Olá! Estás aí?
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É aqui que guardamos aquelas músicas que ouvimos às escondidas, aquelas que ninguém sabe que nos fazem sentir, sorrir ou até corar.
Hoje vou levar-te por confissões, pequenas ousadias, e lembranças que só tu e eu conhecemos.
No final da hora, o Renato Ribeiro traz o Pó de Palco com uma música ao vivo. E vais perceber por que esta rubrica é sempre especial.
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Há viagens que começam com o som de um motor.
Outras, com o clique no botão “play”.
Mas todas começam no mesmo lugar: naquele instante em que decidimos partir, nem que seja só com o pensamento.
Hoje, o caminho é o tema.
As estradas — reais ou inventadas — que cruzam as nossas vidas.
Aquelas onde acelerámos de alegria, e aquelas onde aprendemos a travar para escutar o silêncio.
Cada canção, esta noite, é uma estrada.
E em cada uma, deixamos um rasto de quem fomos, ou de quem ainda queremos ser.
Há quem viaje para fugir, e há quem viaje para chegar.
Uns procuram o horizonte, outros o regresso.
Mas todos, sem exceção, acabam por descobrir, que as grandes histórias acontecem entre o ponto de partida e o ponto de chegada.
É aí, nesse intervalo cheio de ar e de música, que mora a vida.
Vamos percorrer juntos estas estradas sonoras, divididas em pequenas rotas que são como capítulos da mesma viagem
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Há viagens que começam com o som de um motor.
Outras, com o clique no botão “play”.
Mas todas começam no mesmo lugar: naquele instante em que decidimos partir, nem que seja só com o pensamento.
Hoje, o caminho é o tema.
As estradas — reais ou inventadas — que cruzam as nossas vidas.
Aquelas onde acelerámos de alegria, e aquelas onde aprendemos a travar para escutar o silêncio.
Cada canção, esta noite, é uma estrada.
E em cada uma, deixamos um rasto de quem fomos, ou de quem ainda queremos ser.
Há quem viaje para fugir, e há quem viaje para chegar.
Uns procuram o horizonte, outros o regresso.
Mas todos, sem exceção, acabam por descobrir, que as grandes histórias acontecem entre o ponto de partida e o ponto de chegada.
É aí, nesse intervalo cheio de ar e de música, que mora a vida.
Vamos percorrer juntos estas estradas sonoras, divididas em pequenas rotas que são como capítulos da mesma viagem
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Hoje celebro o Dia Mundial da Música, que aconteceu em Outubro.
Um só mundo, muitas canções.
Um só dia, infinitas melodias.
Quero levar-te por esta estrada sonora onde cada curva é uma lembrança, cada canção uma chave que abre memórias.
Algumas vão fazer-te sorrir, outras vão puxar por pedaços da tua vida que julgavas guardados.
Mas todas vão lembrar-te que a música é uma língua sem fronteiras.
E hoje é disso que falamos: da música como território comum.
Ao longo das próximas duas horas, vais ouvir hits que fizeram dançar multidões, baladas que atravessam gerações e sons que cruzaram continentes.
Trago-te mais para o fim da primeira hora o Pó de Palco, com Renato Ribeiro,
Mas começo, como sempre com a contagem dos dias da Guerra da Ucrânia.
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Hoje celebro o Dia Mundial da Música, que aconteceu em Outubro.
Um só mundo, muitas canções.
Um só dia, infinitas melodias.
Quero levar-te por esta estrada sonora onde cada curva é uma lembrança, cada canção uma chave que abre memórias.
Algumas vão fazer-te sorrir, outras vão puxar por pedaços da tua vida que julgavas guardados.
Mas todas vão lembrar-te que a música é uma língua sem fronteiras.
E hoje é disso que falamos: da música como território comum.
Ao longo das próximas duas horas, vais ouvir hits que fizeram dançar multidões, baladas que atravessam gerações e sons que cruzaram continentes.
Trago-te mais para o fim da primeira hora o Pó de Palco, com Renato Ribeiro,
Mas começo, como sempre com a contagem dos dias da Guerra da Ucrânia,
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Hoje falamos de primeiras vezes.
Tu já sentiste uma primeira vez que te mudou sem pedir licença?
Eu já.
A música tem essa impunidade:
entra sem autorização, instala-se no corpo e muda o mapa.
Nesta primeira hora vou colocar à tua frente estreias e primeiras audições que, para muitos, foram portas que abriram mundos.
Há canções que chegam como um fósforo e acendem uma casa inteira.
Fica comigo
Vou contar por que cada uma destas músicas foi, para alguém, uma verdadeira primeira vez.
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Hoje falamos de primeiras vezes.
Tu já sentiste uma primeira vez que te mudou sem pedir licença?
Eu já.
A música tem essa impunidade:
entra sem autorização, instala-se no corpo e muda o mapa.
Nesta primeira hora vou colocar à tua frente estreias e primeiras audições que, para muitos, foram portas que abriram mundos.
Há canções que chegam como um fósforo e acendem uma casa inteira.
Fica comigo
Vou contar por que cada uma destas músicas foi, para alguém, uma verdadeira primeira vez.
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O tema desta semana é simples de dizer, mas difícil de encarar:
“Não Queres Perceber?”
Olhar para o mundo de 1900 a 1925 e depois para o de 2000 a 2025, é como folhear um livro antigo e reconhecer as mesmas frases sublinhadas, escritas noutra caligrafia.
A História tem esta mania de repetir os seus truques.
Lá atrás, a extrema-direita crescia à sombra da crise económica, das desigualdades e do medo.
Agora cresce de novo, alimentada pelas mesmas emoções, apenas com novas ferramentas — jornais e panfletos transformaram-se em redes sociais e algoritmos.
O palco mudou, mas os atores são parecidos.
O medo continua a ser a matéria-prima.
Medo do que é diferente, medo de perder espaço, medo de não ter futuro.
Esse medo, embalado em discursos fáceis, transforma-se em bandeira.
E as promessas soam suaves, quase como canções de embalar: dizem que basta entregar a liberdade em troca de segurança, que basta apontar o dedo a um culpado imaginário para que tudo melhore.
Parece simples, ... não é?
Mas a História mostra que é sempre um truque perigoso.
E no meio deste eco entre séculos, a música esteve sempre lá.
Quando a voz da rua foi silenciada, a música falou.
Quando o poder quis impor silêncio, a canção denunciou.
Quando tudo parecia fechado, a melodia abriu uma janela.
A música nunca foi só entretenimento — é memória, denúncia, resistência e, sobretudo, esperança.
É a lembrança de que, se não quiseres perceber, alguém vai escrever o enredo por ti.
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O tema desta semana é simples de dizer, mas difícil de encarar:
“Não Queres Perceber?”
Olhar para o mundo de 1900 a 1925 e depois para o de 2000 a 2025, é como folhear um livro antigo e reconhecer as mesmas frases sublinhadas, escritas noutra caligrafia.
A História tem esta mania de repetir os seus truques.
Lá atrás, a extrema-direita crescia à sombra da crise económica, das desigualdades e do medo.
Agora cresce de novo, alimentada pelas mesmas emoções, apenas com novas ferramentas — jornais e panfletos transformaram-se em redes sociais e algoritmos.
O palco mudou, mas os atores são parecidos.
O medo continua a ser a matéria-prima.
Medo do que é diferente, medo de perder espaço, medo de não ter futuro.
Esse medo, embalado em discursos fáceis, transforma-se em bandeira.
E as promessas soam suaves, quase como canções de embalar: dizem que basta entregar a liberdade em troca de segurança, que basta apontar o dedo a um culpado imaginário para que tudo melhore.
Parece simples, ... não é?
Mas a História mostra que é sempre um truque perigoso.
E no meio deste eco entre séculos, a música esteve sempre lá.
Quando a voz da rua foi silenciada, a música falou.
Quando o poder quis impor silêncio, a canção denunciou.
Quando tudo parecia fechado, a melodia abriu uma janela.
A música nunca foi só entretenimento — é memória, denúncia, resistência e, sobretudo, esperança.
É a lembrança de que, se não quiseres perceber, alguém vai escrever o enredo por ti.
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Hoje, vamos mergulhar num tema que, mesmo em silêncio, grita dentro de nós: a solidão num mundo hiperconectado.
Estamos ligados 24 horas por dia — telemóveis, redes sociais, notificações que piscam como faróis.
Mas… será que estamos mesmo juntos?
Entre likes e mensagens, há silêncios que não se apagam.
Silêncios que se instalam, que ecoam, que nos fazem perguntar:
Onde está toda a gente quando mais precisamos?
Vamos escutar esse silêncio.
Vamos dar-lhe voz.
Porque às vezes, o que não se diz… diz tudo
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